Mulher, 64 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e doença renal crônica (não dialítica), foi encaminhada para realização de EDA devido a queixas de dores epigástricas e empachamento pós-prandial. Tem antecedente pessoal de IAM com realização de angioplastia e faz uso regular de AAS, clopidogrel, hidralazina e insulina glargina.
A EDA evidencia no bulbo e 2a porção duodenal, pontilhado difuso, plano, de coloração acastanhada, realçado à cromoscopia eletrônica com NBI, conferindo aspecto “tigróide” a mucosa que não apresenta soluções de continuidade.
Qual seu diagnóstico?
Médico Assistente do Serviço de Endoscopia do Hospital Universitário Oswaldo Cruz da Universidade de Pernambuco (HUOC-UPE);
Preceptor da Residência Médica em Gastroenterologia do HUOC-UPE;
Especialista em Endoscopia Digestiva pelo HC-FMUSP;
Professor da Disciplina de Gastroenterologia da UniNassau (Recife-PE);
Membro Titular da SOBED e FBG;
Ex-Presidente da SOBED-PE 2017/2018;
Sócio e Endoscopista da MultiGastro - Serviço de Endoscopia Digestiva dos Hospitais Memorial São José e Esperança Olinda (Rede D'Or São Luiz) - Recife/PE.