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	<title>EUS-BD Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 14 Sep 2026 23:54:26 +0000</lastBuildDate>
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	<title>EUS-BD Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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	<item>
		<title>Manejo de estenose biliar: guideline ESGE 2026</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/manejo-de-estenose-biliar-guideline-esge-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Igor Mendonça Proença]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Comentados]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[CPRE]]></category>
		<category><![CDATA[estenose biliar]]></category>
		<category><![CDATA[eus]]></category>
		<category><![CDATA[EUS-BD]]></category>
		<category><![CDATA[EUS-CDS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>1. Introdução A Sociedade Europeia de Endoscopia Digestiva (ESGE) publicou em setembro de 2026&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 id="h-1-introducao" class="wp-block-heading"><strong>1. Introdução</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="h-1-introducao">A Sociedade Europeia de Endoscopia Digestiva (ESGE) publicou em setembro de 2026 seu <a href="https://www.thieme-connect.com/products/ejournals/abstract/10.1055/a-2921-6492">novo guideline</a> abordando o manejo de estenose biliar (1). Este guideline é uma atualização do guideline de 2018 de próteses biliares (2) e uma complementação e refinamento do guideline de 2022 de ecoendoscopia terapêutica (3). O objetivo deste artigo é apresentar de forma sucinta e direta as principais recomendações, enfatizar o que mudou em relação aos guidelines anteriores, além de comentar e contextualizar as recomendações na nossa realidade. Assim, seguiremos a divisão em quatro grandes grupos, conforme apresentados no guideline: estenose biliar benigna; estenose biliar maligna; estenose biliar em pacientes com anatomia alterada; manejo após falha da CPRE. Utilizaremos as siglas em inglês para facilitar a compreensão do texto original.</p>



<h2 id="h-2-recomendacoes" class="wp-block-heading"><strong>2. Recomendações</strong></h2>



<h3 id="h-2-i-estenose-biliar-benigna" class="wp-block-heading"><br><strong>2.I. Estenose biliar benigna</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><span style="text-decoration: underline;">Estenose pós-colecistectomia</span>: múltiplas próteses plásticas ou prótese metálica totalmente recoberta (<em>Fully Covered Self-Expandable Metal Stent &#8211;</em> FCSEMS), se a estenose estiver localizada a >2cm da confluência biliar</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Estenose de anastomose pós-transplante hepático</span>: múltiplas próteses plásticas ou FCSEMS, se a estenose estiver localizada a >2cm da confluência biliar
<ul class="wp-block-list">
<li>O que mudou (guideline 2018): múltiplas próteses plásticas eram única opção de 1ª linha</li>
</ul>
</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Estenose não-anastomótica pós-transplante hepático</span>: múltiplas próteses plásticas
<ul class="wp-block-list">
<li>Estenose de maior complexidade com frequente acometimento da confluência biliar</li>
</ul>
</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Estenose de alto grau (redução ≥ 75% do calibre) em Colangite Esclerosante Primária (CEP)</span>: dilatação com balão SEM prótese
<ul class="wp-block-list">
<li>O que mudou (guideline 2018): dilatação com balão ou prótese eram opções de primeira linha. A prótese não demonstrou benefício e aumentou o risco de colangite</li>



<li>Observações: descartar malignidade; se utilizar prótese, retirar em até 2 semanas; FCSEMS em casos refratários pode ser uma opção</li>
</ul>
</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Estenose por pancreatite crônica</span>: FCSEMS por 6 a 12 meses. Múltiplas próteses plásticas são uma opção aceitável se FCSEMS indisponível.
<ul class="wp-block-list">
<li>O que mudou (guideline 2018): FCSEMS ou múltiplas próteses plásticas eram opção de 1ª linha</li>
</ul>
</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Estenose distal de etiologia indefinida</span>: evitar prótese biliar metálica não recoberta (<em>Uncovered Self-Expandable Metal Stent</em> &#8211; USEMS)
<ul class="wp-block-list">
<li>Dificulta a investigação etiológica posteriormente (escovado, biópsias por CPRE, biópsias por colangioscopia)<br><br></li>
</ul>
</li>
</ul>



<h2 id="h-2-ii-estenose-biliar-maligna" class="wp-block-heading"><br><strong>2.II. Estenose biliar maligna</strong></h2>



<h3 id="h-2-ii-a-estenose-biliar-maligna-distal" class="wp-block-heading"><br><strong>2.II.A. Estenose biliar maligna distal</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><span style="text-decoration: underline;">Drenagem pré-operatória</span>: pacientes com colangite, colestase severa sintomática (prurido intenso), indicação de quimioterapia neoadjuvante ou cirurgia programada para após 2 semanas
<ul class="wp-block-list">
<li>Prótese biliar metálica (<em>Self-Expandable Metal Stent</em> &#8211; SEMS) de 10mm</li>



<li>Drenagem pré-operatória pode ser evitada se cirurgia planejada em 1-2 semanas</li>
</ul>
</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Drenagem paliativa</span>: drenagem endoscópica é 1ª linha &#8211; preferida contra abordagem percutânea ou cirúrgica
<ul class="wp-block-list">
<li>Drenagem por CPRE (<em>Endoscopic Retrograde Cholangiopancreatography</em> &#8211; ERCP) é a 1ª escolha. Drenagem por ecoendoscopia ( <em>EUS-guided Biliary Drainage</em> &#8211; EUS-BD*) pode ser uma alternativa em casos específicos, em centros de referência.</li>



<li>Prótese biliar metálica parcialmente recoberta (<em>Partially Covered Self-Expandable Metal Stent</em> &#8211; PCSEMS) é a preferência, mas qualquer SEMS é uma opção aceitável.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<p class="has-pale-ocean-gradient-background has-background wp-block-paragraph"><strong>*Nota:</strong> utiliza-se o termo EUS-BD para englobar as diferentes técnicas de drenagem ecoguiada: drenagem anterógrada, drenagem coledocoduodenal, drenagem hepatogástrica/hepaticojejunal.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><span style="text-decoration: underline;">Papila inacessível ou falha da CPRE</span>: EUS-BD preferível à drenagem percutânea (<em>Percutaneous Transhepatic Biliary Drainage</em> &#8211; PTBD). PTBD se falha na EUS-BD.
<ul class="wp-block-list">
<li>Sem obstrução duodenal: drenagem hepatogástrica ( <em>EUS-guided Hepaticogastrostomy</em> &#8211; EUS-HGS) ou coledocoduodenal ( <em>EUS-guided Choledochoduodenostomy</em> &#8211; EUS-CDS)</li>



<li>Com obstrução duodenal: drenagem hepatogástrica (EUS-HGS)</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 id="h-2-ii-b-estenose-biliar-maligna-hilar" class="wp-block-heading"><br><strong>2.II.B. Estenose biliar maligna hilar</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Drenagem biliar de estenose maligna hilar deve ser realizada em centro de referência com envolvimento de equipe multidisciplinar</li>



<li>Não se deve realizar drenagem pré-operatória de rotina. A indicação deve ser discutida por equipe multidisciplinar considerando características da lesão, do paciente e da expertise local
<ul class="wp-block-list">
<li>Se indicada, recomenda-se drenagem por CPRE como 1ª opção, preferível à PTBD</li>
</ul>
</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Drenagem paliativa</span>
<ul class="wp-block-list">
<li><span style="text-decoration: underline;">Bismuth I e II</span>: CPRE</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Bismuth III e IV</span>: CPRE +/- EUS-BD. Pode ser necessária complementação com PTBD em alguns casos</li>



<li>O que mudou (guideline 2018): drenagem por PTBD era 1ª opção em Bismuth III e IV</li>
</ul>
</li>



<li>Objetivo de drenagem: &gt;50%, preferencialmente 70%, de parênquima viável não atrófico
<ul class="wp-block-list">
<li>O que mudou (guideline 2018): drenagem ≥50%, não havia citação explícita sobre drenagem de parênquima viável</li>
</ul>
</li>



<li>Prótese: USEMS ou plásticas &#8211; preferir plásticas se a estratégia ótima de drenagem ainda não tiver sido definida e USEMS, em centro de referência, após a estratégia ótima de drenagem ter sido definida
<ul class="wp-block-list">
<li>O que mudou (guideline 2018): USEMS era única opção de 1ª linha</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 id="h-2-iii-drenagem-biliar-em-anatomia-cirurgicamente-alterada" class="wp-block-heading"><br><strong>2.III. Drenagem biliar em anatomia cirurgicamente alterada</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><span style="text-decoration: underline;">Billroth II</span>: CPRE com duodenoscópio ou aparelho de visão frontal
<ul class="wp-block-list">
<li>Técnicas ecoguiadas podem ser utilizadas quando houver falha na CPRE</li>
</ul>
</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Duodenopancreatectomia</span>: considerar CPRE por enteroscopia ( <em>Enteroscopy-assisted ERCP</em> &#8211; EA-ERCP), EUS-BD e PTBD devem ser consideradas
<ul class="wp-block-list">
<li>Etiologia benigna: EA-ERCP é primeira escolha</li>



<li>Etiologia maligna: EA-ERCP ou EUS-BD de acordo com características anatômicas e expertise local. PTBD é opção de 2ª linha.</li>
</ul>
</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Gastroplastia redutora com reconstrução em Y de Roux (“Bypass” gástrico)</span>:<br>considerar EA-ERCP, EUS-BD e CPRE transgástrica dirigida por ecoendoscopia (EDGE)
<ul class="wp-block-list">
<li>Etiologia benigna: EDGE é 1ª opção</li>



<li>Etiologia maligna: EUS-BD é 1ª opção. EDGE, EA-ERCP e PTBD são opções possíveis</li>
</ul>
</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Gastrectomia (total ou parcial) com reconstrução em Y de Roux</span>: EA-ERCP, EUS-BD e PTBD devem ser considerados
<ul class="wp-block-list">
<li>Etiologia benigna: EA-ERCP é a 1ª escolha</li>



<li>Etiologia maligna: EUS-BD ou PTBD são opções de 1ª escolha</li>
</ul>
</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Hepaticojejunostomia em Y de Roux</span>: drenagem endoscópica é preferível à drenagem percutânea, que pode ser realizada como 2ª linha.
<ul class="wp-block-list">
<li>Etiologia benigna: EA-ERCP ou EUS-BD são opções de 1ª linha</li>



<li>Etiologia maligna: EUS-BD é 1ª escolha</li>
</ul>
</li>
</ul>



<h3 id="h-2-iv-outras-situacoes-especiais" class="wp-block-heading"><br><strong>2.IV. Outras situações especiais</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Falha na CPRE com acesso à papila &#8211; etiologia benigna</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Tentar 2ª CPRE, preferencialmente em centro de referência</li>



<li>Se nova falha: <em>Rendezvous</em> ecoguiado (EUS-RV)
<ul class="wp-block-list">
<li>O que mudou (guideline 2018): <em>Rendezvous</em> por eco ou percutânea eram opções de 1ª linha</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Falha na CPRE com acesso à papila &#8211; etiologia maligna sem estenose duodenal</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>EUS-BD preferível à PTBD</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Falha na CPRE com acesso à papila &#8211; etiologia maligna com estenose duodenal</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>EUS-BD é preferível à cirurgia biliodigestiva e à PTBD</li>



<li>EUS-HGS apresenta menor risco de recorrência da obstrução biliar comparada à EUS-CDS
<ul class="wp-block-list">
<li>O que mudou (guideline 2018): reservava-se a EUS-HGS apenas a casos inoperáveis após falha de CPRE e insuficiência da PTBD</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Drenagem ecoguiada da vesícula biliar:</strong> alternativa de resgate em diferentes cenários quando o ducto cístico está patente</li>
</ul>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=21900"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="593" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/09/Imagem-ESGE-estenoses-biliares-1024x593.png" alt="Resumo do manejo de estenose biliar" class="wp-image-21900" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/09/Imagem-ESGE-estenoses-biliares-1024x593.png 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/09/Imagem-ESGE-estenoses-biliares-300x174.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/09/Imagem-ESGE-estenoses-biliares-768x445.png 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/09/Imagem-ESGE-estenoses-biliares-1170x677.png 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/09/Imagem-ESGE-estenoses-biliares-585x339.png 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/09/Imagem-ESGE-estenoses-biliares.png 1437w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><br>Resumo das principais recomendações da ESGE no manejo de estenose biliar (adaptado do guideline original com auxílio de inteligência artificial)</figcaption></figure>
</div>


<h2 id="h-3-comentarios" class="wp-block-heading"><strong>3. Comentários</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O novo guideline da ESGE traz recomendações para diversos cenários nos quais a drenagem biliar é necessária em um escopo bastante amplo. Em relação aos guidelines anteriores, nota-se um aumento significativo do protagonismo das drenagens ecoguiadas em diversas situações, com a drenagem percutânea perdendo muito espaço como 1ª opção e se tornando técnica de resgate ou de 2ª linha na maioria dos casos. O desenvolvimento de acessórios dedicados e a expertise adquirida nos últimos anos justificam essa mudança de paradigma. Entretanto, é importante ressaltar que essa ainda não é a realidade na grande maioria dos serviços brasileiros &#8211; onde os materiais dedicados ainda são escassos e a expertise é limitada a poucos centros. Portanto, para a nossa realidade, a drenagem percutânea segue tendo um papel importante, especialmente em casos de falha da CPRE ou de anatomia alterada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ecoendoscopia terapêutica ganhou muito espaço nos últimos anos. Contudo, é importante ressaltar que a drenagem ecoguiada transmural em pacientes candidatos a cirurgia deve sempre ser discutida com uma equipe multidisciplinar, preferencialmente incluindo cirurgião e oncologista. Outro ponto interessante a ser observado é que a qualidade da evidência da maioria das recomendações é baixa ou muito baixa, demonstrando escassez de estudos prospectivos comparativos de alta qualidade sobre muitos dos temas abordados.</p>



<h2 id="h-4-conclusao" class="wp-block-heading"><strong>4. Conclusão</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph" id="h-4-conclusao">O novo guideline da ESGE confirma a ascensão da drenagem biliar ecoguiada no manejo das estenoses biliares em diversos cenários, colocando a drenagem percutânea como opção de resgate ou segunda linha na maioria dos casos. Desse modo, cabe a cada serviço avaliar sua própria expertise e disponibilidade de recursos humanos e materiais antes de extrapolar essas recomendações para a prática diária, sempre observando a importância da equipe médica multidisciplinar na tomada de decisões em casos complexos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-pale-ocean-gradient-background has-background wp-block-paragraph">Quer se aprofundar sobre o uso da EUS-BD (coledocoduodenal) como alternativa à CPRE nas obstruções distais malignas? <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/casosclinicos/a-drenagem-ecoguiada-coledocoduodenal-eus-bd-pode-substituir-a-cpre-com-passagem-de-protese-nas-obstrucoes-biliares-malignas-distais/">Acesse</a>!</p>



<h2 id="h-referencias" class="wp-block-heading"><br><strong>Referências</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Lemmers A, Tringali A, Teles de Campos S, Vanella G, Liem KS, Arvanitakis M, Caillol F, Gerges C, Johnson G, Kylänpää L, Perez-Cuadrado Robles E, Petrone MC, Ramchandani M, van Hooft JE, Facciorusso A, Tham TC, Triantafyllou K. Biliary stricture management: European Society of Gastrointestinal Endoscopy (ESGE) Guideline. Endoscopy. 2026 Sep 3. doi: 10.1055/a-2921-6492. Epub ahead of print. PMID: 42692059.</li>



<li>Dumonceau JM, Tringali A, Papanikolaou IS et al. Endoscopic biliary stenting: indications, choice of stents, and results: European Society of Gastrointestinal Endoscopy (ESGE) Clinical Guideline– Updated October 2017. Endoscopy 2018; 50: 910–930 doi:10.1055/a-0659-9864</li>



<li>van der Merwe SW, van Wanrooij RLJ, Bronswijk M et al. Therapeutic endoscopic ultrasound: European Society of Gastrointestinal Endoscopy (ESGE) Guideline. Endoscopy 2022; 54: 185–205 doi:10.1055/ a-1717-1391</li>
</ol>



<h2 id="h-como-citar-este-artigo" class="wp-block-heading"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background wp-block-paragraph">Proença IM. Manejo de estenose biliar: guideline ESGE 2026. Endoscopia Terapeutica 2026 Vol II. Disponível em: <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?p=21898" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/manejo-de-estenose-biliar-guideline-esge-2026/</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>The post <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/manejo-de-estenose-biliar-guideline-esge-2026/">Manejo de estenose biliar: guideline ESGE 2026</a> appeared first on <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt">Endoscopia Terapeutica</a>.</p>
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