{"id":21528,"date":"2026-06-23T07:00:00","date_gmt":"2026-06-23T07:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?p=21528"},"modified":"2026-06-22T20:18:10","modified_gmt":"2026-06-22T20:18:10","slug":"hemorragia-digestiva-alta-nao-varicosa-guideline-esge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/hemorragia-digestiva-alta-nao-varicosa-guideline-esge\/","title":{"rendered":"Hemorragia digestiva alta n\u00e3o varicosa: o que muda no novo guideline da ESGE?"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=21529\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"739\" height=\"383\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Hemorragia-digestiva-alta-nao-varicosa.jpg\" alt=\"hemorragia digestiva alta n\u00e3o varicosa \" class=\"wp-image-21529\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Hemorragia-digestiva-alta-nao-varicosa.jpg?v=1782137185 739w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Hemorragia-digestiva-alta-nao-varicosa-300x155.jpg?v=1782137185 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Hemorragia-digestiva-alta-nao-varicosa-585x303.jpg?v=1782137185 585w\" sizes=\"(max-width: 739px) 100vw, 739px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A hemorragia digestiva alta (HDA) n\u00e3o varicosa continua sendo uma das situa\u00e7\u00f5es mais frequentes e desafiadoras na rotina do endoscopista. Apesar de todo avan\u00e7o em terapia endosc\u00f3pica, ainda exige uma sequ\u00eancia muito bem coordenada de decis\u00f5es: reconhecer gravidade, ressuscitar adequadamente, indicar a endoscopia no momento certo, escolher a melhor estrat\u00e9gia hemost\u00e1tica e, depois disso, evitar ressangramento e complica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ESGE publicou uma <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1055\/a-2863-8314\">nova atualiza\u00e7\u00e3o do seu guideline<\/a> sobre diagn\u00f3stico e manejo endosc\u00f3pico do sangramento por \u00falcera p\u00e9ptica. Embora o tema esteja dentro do grande guarda-chuva da hemorragia digestiva alta n\u00e3o varicosa, \u00e9 importante lembrar que este documento se concentra especificamente na hemorragia ulcerosa. Outras causas, como les\u00e3o de Dieulafoy, Mallory-Weiss, neoplasias, angiectasias e les\u00f5es erosivas, n\u00e3o s\u00e3o o foco principal desta atualiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De forma geral, o novo guideline n\u00e3o muda os pilares cl\u00e1ssicos do tratamento. Continuamos falando de ressuscita\u00e7\u00e3o hemodin\u00e2mica precoce, estrat\u00e9gia transfusional restritiva, estratifica\u00e7\u00e3o de risco, endoscopia em at\u00e9 24 horas, classifica\u00e7\u00e3o de Forrest, hemostasia endosc\u00f3pica conforme o estigma de sangramento e uso de inibidor de bomba de pr\u00f3tons em alta dose ap\u00f3s a hemostasia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A diferen\u00e7a \u00e9 que o algoritmo ficou mais refinado. O guideline refor\u00e7a algumas condutas, oferece novas alternativas para outras, e enfatiza alguns pontos do cuidado p\u00f3s-endosc\u00f3pico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-antes-da-endoscopia-menos-pressa-mais-estabilizacao\"><br><strong>Antes da endoscopia: menos pressa, mais estabiliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das mensagens mais importantes da atualiza\u00e7\u00e3o \u00e9 sobre o tempo da endoscopia. A recomenda\u00e7\u00e3o continua sendo realizar endoscopia digestiva alta precoce, em at\u00e9 24 horas ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o do paciente, desde que ele tenha sido adequadamente ressuscitado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ponto novo \u00e9 que a ESGE passa a ser mais clara contra a endoscopia emergente, em at\u00e9 6 horas, ou urgente, em at\u00e9 12 horas, como rotina para todos os pacientes. Essa conduta s\u00f3 deve ser considerada quando o paciente permanece hemodinamicamente inst\u00e1vel apesar da ressuscita\u00e7\u00e3o adequada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na pr\u00e1tica, isso muda um pouco a l\u00f3gica do plant\u00e3o. O objetivo n\u00e3o \u00e9 simplesmente \u201cfazer o exame o mais r\u00e1pido poss\u00edvel\u201d em qualquer cen\u00e1rio. O mais importante \u00e9 organizar uma endoscopia segura, com o paciente estabilizado, equipe preparada e recursos terap\u00eauticos dispon\u00edveis. Para pacientes est\u00e1veis, correr para uma endoscopia ultra-precoce n\u00e3o demonstrou benef\u00edcio consistente em mortalidade ou ressangramento quando comparado \u00e0 endoscopia em at\u00e9 24 horas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A estratifica\u00e7\u00e3o de risco com o Glasgow-Blatchford Score permanece recomendada. Pacientes com GBS \u2264 1 s\u00e3o considerados de muito baixo risco e podem ser manejados ambulatorialmente, desde que exista seguimento adequado e possibilidade de retorno, se houver recorr\u00eancia dos sintomas e bom entendimento do plano cl\u00ednico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outra novidade \u00e9 a posi\u00e7\u00e3o sobre c\u00e1psulas endosc\u00f3picas ou c\u00e1psulas detectoras de sangue no contexto da HDA. Apesar de serem tecnologias interessantes e promissoras para triagem, a ESGE n\u00e3o recomenda seu uso rotineiro na suspeita de sangramento digestivo alto. Ainda faltam dados robustos de desfechos cl\u00ednicos relevantes para incorpor\u00e1-las como rotina.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-procineticos-eritromicina-segue-preferida-mas-ha-alternativa\"><br><strong>Procin\u00e9ticos: eritromicina segue preferida, mas h\u00e1 alternativa<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A eritromicina intravenosa antes da endoscopia continua recomendada em pacientes selecionados, especialmente quando h\u00e1 sangramento clinicamente importante, hemat\u00eamese persistente ou suspeita de grande quantidade de sangue e co\u00e1gulos no est\u00f4mago.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A novidade pr\u00e1tica \u00e9 que, quando a eritromicina IV n\u00e3o estiver dispon\u00edvel, a metoclopramida IV pode ser considerada em pacientes selecionados. A recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 condicional e baseada em evid\u00eancia de baixa qualidade, mas tem valor pr\u00e1tico, principalmente em servi\u00e7os onde a eritromicina n\u00e3o est\u00e1 facilmente acess\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda assim, \u00e9 importante lembrar que metoclopramida n\u00e3o \u00e9 isenta de eventos adversos. Seu uso deve ser individualizado, considerando risco de rea\u00e7\u00f5es extrapiramidais, arritmias, intera\u00e7\u00f5es medicamentosas e o contexto cl\u00ednico do paciente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-ibp-antes-da-endoscopia-deve-usar-mas-nao-deve-atrasar-o-exame\"><br><strong>IBP antes da endoscopia: deve usar, mas n\u00e3o deve atrasar o exame<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O uso de inibidor de bomba de pr\u00f3tons (IBP) em alta dose antes da endoscopia continua sendo uma possibilidade. A recomenda\u00e7\u00e3o atual \u00e9 considerar IBP IV em pacientes com HDA, mas sem atrasar a endoscopia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse ponto \u00e9 importante porque o benef\u00edcio do IBP pr\u00e9-endosc\u00f3pico parece estar mais relacionado \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da necessidade de terapia endosc\u00f3pica em alguns cen\u00e1rios do que a desfechos duros, como mortalidade ou cirurgia. Portanto, n\u00e3o deve haver atraso de um exame indicado apenas para completar a administra\u00e7\u00e3o do IBP.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-na-endoscopia-forrest-continua-sendo-o-centro-do-algoritmo\"><br><strong>Na endoscopia: Forrest continua sendo o centro do algoritmo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <span style=\"text-decoration: underline;\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/classificacao\/classificacoes-forrest\/\">classifica\u00e7\u00e3o de Forrest<\/a><\/span> permanece fundamental para orientar a conduta. \u00dalceras Forrest Ia e Ib, com sangramento ativo, e Forrest IIa, com vaso vis\u00edvel n\u00e3o sangrante, continuam sendo consideradas les\u00f5es de alto risco e devem receber tratamento endosc\u00f3pico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 as \u00falceras Forrest IIc, com mancha plana pigmentada, e Forrest III, com base limpa, n\u00e3o devem receber hemostasia endosc\u00f3pica. Esses pacientes geralmente t\u00eam baixo risco de eventos adversos e, em cen\u00e1rios selecionados, podem ter alta mais precoce.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A grande discuss\u00e3o fica no meio do caminho: o Forrest IIb, ou seja, o co\u00e1gulo aderido.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-coagulo-aderido-a-conduta-ficou-mais-ativa-mas-exige-habilidade\"><br><strong>Co\u00e1gulo aderido: a conduta ficou mais ativa, mas exige habilidade<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No guideline anterior, a recomenda\u00e7\u00e3o era considerar a remo\u00e7\u00e3o do co\u00e1gulo aderido e tratar o estigma subjacente se ele fosse identificado. Na atualiza\u00e7\u00e3o, a ESGE sugere que pacientes com \u00falcera Forrest IIb sejam submetidos a tratamento endosc\u00f3pico, com remo\u00e7\u00e3o do co\u00e1gulo e hemostasia subsequente quando indicada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas h\u00e1 uma ressalva essencial: isso deve ser feito apenas se o endoscopista tiver compet\u00eancia t\u00e9cnica para remover o co\u00e1gulo com seguran\u00e7a e manejar uma eventual convers\u00e3o para uma les\u00e3o de maior risco, como sangramento ativo ou vaso vis\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse detalhe \u00e9 muito importante. Remover um co\u00e1gulo aderido pode revelar uma les\u00e3o Forrest Ia, Ib ou IIa. Portanto, n\u00e3o \u00e9 uma manobra \u201cdiagn\u00f3stica\u201d simples. \u00c9 uma decis\u00e3o terap\u00eautica que exige preparo, dispositivos adequados, equipe treinada e plano de resgate.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na pr\u00e1tica, o guideline empurra o manejo do Forrest IIb para uma postura mais intervencionista, mas sem banalizar a t\u00e9cnica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-ots-clip-ganha-mais-espaco\"><br><strong>OTS clip ganha mais espa\u00e7o<\/strong><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=21530\"><img decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"192\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/OTSC.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-21530\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\"><br>OTSC<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das mudan\u00e7as mais relevantes do novo documento \u00e9 a valoriza\u00e7\u00e3o dos clips over-the-scope, ou OTS clips.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para \u00falceras Forrest Ia e Ib, a terapia combinada com adrenalina dilu\u00edda mais uma segunda modalidade \u2014 t\u00e9rmica ou mec\u00e2nica \u2014 continua sendo a recomenda\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica. No entanto, o OTS clip passa a ser aceito como alternativa de monoterapia de primeira linha em les\u00f5es de alto risco.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o Forrest IIa, o guideline tamb\u00e9m reconhece o OTS clip como alternativa de monoterapia. Al\u00e9m disso, ele ganha papel claro no ressangramento, especialmente se n\u00e3o tiver sido usado na primeira endoscopia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Isso n\u00e3o significa que todo sangramento ulceroso deva ser tratado inicialmente com OTS. A pr\u00f3pria diretriz reconhece que muitas dessas recomenda\u00e7\u00f5es ainda t\u00eam qualidade de evid\u00eancia baixa ou muito baixa, e que a disponibilidade do dispositivo, a experi\u00eancia do endoscopista e as caracter\u00edsticas da \u00falcera precisam ser consideradas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas a mensagem \u00e9 clara: o OTS clip deixou de ser apenas uma ferramenta de resgate excepcional e passou a fazer parte do algoritmo terap\u00eautico moderno.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se deseja se aprofundar no uso do OTS clip, confira este <span style=\"text-decoration: underline;\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/artigoscomentados\/artigo-comentado-over-the-scope-clip-as-first-line-treatment-of-peptic-ulcer-bleeding-a-multicenter-randomized-controlled-trial-top-study\/\">artigo comentado<\/a>.<\/span><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-adrenalina-isolada-continua-proibida-como-tratamento-definitivo\"><br><strong>Adrenalina isolada continua proibida como tratamento definitivo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esse ponto n\u00e3o mudou, mas vale refor\u00e7ar: adrenalina n\u00e3o deve ser usada como monoterapia endosc\u00f3pica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela pode ajudar a reduzir temporariamente o sangramento, melhorar o campo visual e facilitar a aplica\u00e7\u00e3o de uma terapia definitiva. Mas deve ser combinada com outro m\u00e9todo, como clip, terapia t\u00e9rmica ou outro recurso hemost\u00e1tico apropriado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A adrenalina compra tempo. Ela n\u00e3o deve ser o tratamento final.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-pinca-hemostatica-e-agentes-topicos-onde-entram\"><br><strong>Pin\u00e7a hemost\u00e1tica e agentes t\u00f3picos: onde entram?<\/strong><\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=21531\"><img decoding=\"async\" width=\"362\" height=\"147\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Pinca-hemostatica.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-21531\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Pinca-hemostatica.png 362w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Pinca-hemostatica-300x122.png 300w\" sizes=\"(max-width: 362px) 100vw, 362px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pin\u00e7a hemost\u00e1tica com <em>soft coagulation<\/em> aparece com mais destaque na nova atualiza\u00e7\u00e3o. Ela pode ser considerada como monoterapia em \u00falceras com estigmas de alto risco, incluindo Forrest Ia, Ib e IIa. A recomenda\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 condicional e com evid\u00eancia de muito baixa qualidade, mas reflete uma tend\u00eancia de ampliar o arsenal terap\u00eautico, especialmente em m\u00e3os experientes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 os agentes hemost\u00e1ticos t\u00f3picos, como p\u00f3s ou sprays hemost\u00e1ticos, n\u00e3o devem ser usados como monoterapia de primeira linha em \u00falceras de alto risco. Eles podem controlar o sangramento imediato, mas o problema \u00e9 a durabilidade da hemostasia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Seu papel mais adequado parece ser como terapia de resgate, ponte ou estrat\u00e9gia temporizadora em sangramentos dif\u00edceis, principalmente quando a terapia convencional falha ou quando \u00e9 necess\u00e1rio ganhar tempo para uma interven\u00e7\u00e3o definitiva.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-sangramento-persistente-e-ressangramento-escalar-a-terapia\"><br><strong>Sangramento persistente e ressangramento: escalar a terapia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando h\u00e1 sangramento persistente, ou seja, sangramento ativo que n\u00e3o cessa apesar da hemostasia endosc\u00f3pica padr\u00e3o, a ESGE sugere considerar OTS clip ou agente hemost\u00e1tico t\u00f3pico como terapia de resgate.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se todas as modalidades endosc\u00f3picas falharem, o pr\u00f3ximo passo deve ser a emboliza\u00e7\u00e3o angiogr\u00e1fica transcateter, a TAE. A cirurgia fica reservada para situa\u00e7\u00f5es em que a TAE n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel ou n\u00e3o foi bem-sucedida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No ressangramento ap\u00f3s hemostasia inicial bem-sucedida, a recomenda\u00e7\u00e3o continua sendo repetir a endoscopia e tratar novamente se houver indica\u00e7\u00e3o. A novidade \u00e9 que o uso de OTS clip deve ser considerado nessa segunda tentativa, especialmente se ainda n\u00e3o tiver sido utilizado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-tae-profilatica-uma-nova-possibilidade-para-casos-selecionados\"><br><strong>TAE profil\u00e1tica: uma nova possibilidade para casos selecionados<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma recomenda\u00e7\u00e3o nova e bastante interessante \u00e9 a possibilidade de considerar TAE (emboliza\u00e7\u00e3o angiogr\u00e1fica transcateter) profil\u00e1tica em pacientes de alto risco ap\u00f3s hemostasia endosc\u00f3pica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os exemplos citados incluem pacientes com instabilidade hemodin\u00e2mica na apresenta\u00e7\u00e3o, \u00falcera na parede posterior do duodeno, \u00falcera grande, especialmente maior que 2 cm, ou situa\u00e7\u00f5es em que a hemostasia endosc\u00f3pica \u00e9 considerada pouco dur\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa n\u00e3o \u00e9 uma recomenda\u00e7\u00e3o para todos. A qualidade da evid\u00eancia ainda \u00e9 muito baixa. Mas, em centros com radiologia intervencionista dispon\u00edvel, ela abre uma discuss\u00e3o importante para casos em que o risco de ressangramento \u00e9 alto e a consequ\u00eancia de uma nova hemorragia pode ser grave.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-ibp-apos-hemostasia-o-padrao-permanece\"><br><strong>IBP ap\u00f3s hemostasia: o padr\u00e3o permanece<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ap\u00f3s hemostasia endosc\u00f3pica, o IBP em alta dose continua sendo recomendado. A op\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica \u00e9 bolus intravenoso seguido de infus\u00e3o cont\u00ednua por 72 horas, mas regimes alternativos com bolus IV intermitente ou formula\u00e7\u00e3o oral em alta dose tamb\u00e9m podem ser considerados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A atualiza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m avaliou os <em>potassium-competitive acid blockers<\/em> (PCAB), como o vonoprazan. Apesar de estudos recentes sugerirem efic\u00e1cia compar\u00e1vel aos IBPs em alguns cen\u00e1rios, a ESGE n\u00e3o chegou a consenso para recomendar ou desaconselhar seu uso rotineiro ap\u00f3s hemostasia endosc\u00f3pica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por enquanto, o IBP segue como padr\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-h-pylori-continua-sendo-obrigatorio\"><br><strong><em>H. pylori<\/em> continua sendo obrigat\u00f3rio<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A investiga\u00e7\u00e3o de <em>H. pylori<\/em> deve ser feita na endoscopia inicial em pacientes com sangramento ulceroso. Se positivo, o tratamento deve ser iniciado. Se negativo no contexto agudo, o teste deve ser repetido posteriormente, porque h\u00e1 risco de falso-negativo durante o sangramento ou sob uso de IBP.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, a erradica\u00e7\u00e3o deve ser documentada. Esse \u00e9 um ponto simples, mas muitas vezes negligenciado. Controlar o sangramento \u00e9 apenas a primeira etapa; tratar a causa da \u00falcera \u00e9 essencial para reduzir recorr\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-cuidado-pos-endoscopico-ferro-dieta-e-anticoagulacao-entram-no-radar\"><br><strong>Cuidado p\u00f3s-endosc\u00f3pico: ferro, dieta e anticoagula\u00e7\u00e3o entram no radar<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma das partes mais interessantes do novo guideline \u00e9 a valoriza\u00e7\u00e3o do cuidado depois da hemostasia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ESGE sugere iniciar terapia com ferro antes da alta hospitalar em pacientes com anemia e\/ou defici\u00eancia de ferro. Isso \u00e9 muito coerente com a pr\u00e1tica cl\u00ednica: muitos pacientes saem do hospital sem sangramento ativo, mas com anemia persistente, fadiga e recupera\u00e7\u00e3o lenta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro ponto novo \u00e9 a recomenda\u00e7\u00e3o de nutri\u00e7\u00e3o oral precoce, dentro de 24 horas ap\u00f3s hemostasia endosc\u00f3pica dur\u00e1vel. A ideia de manter jejum prolongado vem perdendo espa\u00e7o. Em pacientes est\u00e1veis e com hemostasia segura, realimentar precocemente parece ser uma conduta segura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quanto aos anticoagulantes, o novo guideline recomenda retom\u00e1-los assim que clinicamente indicado, de acordo com o risco tromboemb\u00f3lico. Essa decis\u00e3o deve equilibrar o risco de ressangramento com o risco de trombose, AVC, embolia ou eventos cardiovasculares. Em pacientes de alto risco, a discuss\u00e3o com cardiologia ou hematologia pode ser fundamental.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-em-resumo-o-que-realmente-muda\"><br><strong>Em resumo: o que realmente muda?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo guideline n\u00e3o reinventa o tratamento da hemorragia ulcerosa, mas ajusta pontos importantes da pr\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-pale-ocean-gradient-background has-background wp-block-paragraph\">A <strong>endoscopia em at\u00e9 24 horas<\/strong> segue como o padr\u00e3o, mas a endoscopia emergente ou urgente deixa de ser rotina em pacientes est\u00e1veis. <strong>OTS clip<\/strong> ganha espa\u00e7o como <strong>alternativa de primeira linha<\/strong>, op\u00e7\u00e3o no Forrest IIa, recurso importante no ressangramento e ferramenta de resgate. O <strong>Forrest IIb<\/strong> passa a ser abordado de forma mais ativa, com <strong>remo\u00e7\u00e3o do co\u00e1gulo e tratamento<\/strong> da les\u00e3o subjacente quando houver <strong>compet\u00eancia t\u00e9cnica<\/strong>. A <strong>metoclopramida<\/strong> surge como <strong>alternativa<\/strong> quando a eritromicina IV n\u00e3o estiver dispon\u00edvel. <strong>Agentes hemost\u00e1ticos<\/strong> t\u00f3picos ficam melhor posicionados como <strong>resgate, n\u00e3o como monoterapia inicial<\/strong>. E o <strong>cuidado p\u00f3s-endosc\u00f3pico<\/strong> passa a incluir, de forma mais expl\u00edcita, ferro, nutri\u00e7\u00e3o precoce, retomada racional de anticoagula\u00e7\u00e3o e possibilidade de TAE profil\u00e1tica em casos selecionados.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Talvez a principal mensagem seja esta: o sucesso no manejo da hemorragia ulcerosa n\u00e3o depende apenas de chegar r\u00e1pido com o endosc\u00f3pio. Depende de estabilizar bem, escolher a terapia certa, reconhecer o risco de ressangramento e organizar o cuidado depois da hemostasia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 uma atualiza\u00e7\u00e3o que valoriza n\u00e3o s\u00f3 a t\u00e9cnica, mas tamb\u00e9m o julgamento cl\u00ednico, a experi\u00eancia do endoscopista e a estrutura do servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=21538\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"682\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Hemorragia-digestiva-alta-nao-varicosa-guia-682x1024.png\" alt=\"hemorragia digestiva alta n\u00e3o varicosa: fluxograma\" class=\"wp-image-21538\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Hemorragia-digestiva-alta-nao-varicosa-guia-682x1024.png 682w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Hemorragia-digestiva-alta-nao-varicosa-guia-200x300.png 200w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Hemorragia-digestiva-alta-nao-varicosa-guia-768x1152.png 768w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Hemorragia-digestiva-alta-nao-varicosa-guia-585x878.png 585w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Hemorragia-digestiva-alta-nao-varicosa-guia.png 853w\" sizes=\"(max-width: 682px) 100vw, 682px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencia\"><strong>Refer\u00eancia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Gralnek IM, Morris J, Laursen SB, Camus M, Tziatzios G, Debels LK, et al. Endoscopic diagnosis and management of peptic ulcer bleeding: European Society of Gastrointestinal Endoscopy (ESGE) Guideline \u2013 Update 2026. Endoscopy. 2026.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-como-citar-este-artigo\"><strong>Como citar este artigo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background wp-block-paragraph\">Orso IRB. Hemorragia digestiva alta n\u00e3o varicosa: o que muda no novo guideline da ESGE? Endoscopia Terapeutica 2026 Vol I. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?p=21528\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/hemorragia-digestiva-alta-nao-varicosa-o-que-muda-no-novo-guideline-da-esge\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A hemorragia digestiva alta (HDA) n\u00e3o varicosa continua sendo uma das situa\u00e7\u00f5es mais frequentes&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2464,"featured_media":21533,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_lmt_disableupdate":"","_lmt_disable":"","footnotes":""},"categories":[142,151],"tags":[292,362,875,434,372],"ano":[847],"tipo":[791,153],"volume":[263],"class_list":["post-21528","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigoscomentados","category-assuntosgerais","tag-endoscopia","tag-hda","tag-hemorragia-digestiva","tag-sangramento","tag-ulcera","ano-847","tipo-artigos-comentados","tipo-endoscopia-digestiva-alta","volume-volume-i"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.8) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Hemorragia digestiva alta n\u00e3o varicosa- novo guideline ESGE 2026<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Hemorragia digestiva alta n\u00e3o varicosa: saiba como o novo guideline da ESGE 2026 muda o manejo endosc\u00f3pico do sangramento por \u00falcera p\u00e9ptica.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/hemorragia-digestiva-alta-nao-varicosa-guideline-esge\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Hemorragia digestiva alta n\u00e3o varicosa: o que muda no novo guideline da ESGE?\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A hemorragia digestiva alta (HDA) n\u00e3o varicosa continua sendo uma das situa\u00e7\u00f5es mais frequentes e desafiadoras na rotina do endoscopista. 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