{"id":20379,"date":"2025-08-19T12:10:16","date_gmt":"2025-08-19T12:10:16","guid":{"rendered":"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?p=20379"},"modified":"2025-08-19T12:10:22","modified_gmt":"2025-08-19T12:10:22","slug":"lesoes-subepiteliais-do-diagnostico-a-abordagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/lesoes-subepiteliais-do-diagnostico-a-abordagem\/","title":{"rendered":"Les\u00f5es Subepiteliais: do Diagn\u00f3stico a Abordagem"},"content":{"rendered":"\n<p>As les\u00f5es subepiteliais s\u00e3o conceitualmente definidas por les\u00f5es originadas das camadas muscular da mucosa, submucosa ou muscular pr\u00f3pria, as quais podem ocorrer em qualquer \u00f3rg\u00e3o do trato gastrointestinal<sup>1<\/sup>. O termo les\u00f5es submucosas foi antigamente empregado para essas condi\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o deve ser mais utilizado, pois essa antiga nomenclatura remete a inj\u00farias restritas a camadas abaixo da submucosa<sup>2<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<p>O diagn\u00f3stico histopatol\u00f3gico definitivo das les\u00f5es subepiteliais \u00e9 de grande import\u00e2ncia, pois possibilita a defini\u00e7\u00e3o do progn\u00f3stico, o risco de degenera\u00e7\u00e3o neopl\u00e1sica e defini\u00e7\u00e3o de conduta entre expectante, vigil\u00e2ncia, ressec\u00e7\u00f5es endosc\u00f3picas ou tratamento cir\u00fargico. Isso se deve ao fato de existir uma ampla variedade de diagn\u00f3sticos diferenciais poss\u00edveis, cuja evolu\u00e7\u00e3o, quadro cl\u00ednico, risco de complica\u00e7\u00f5es e taxa de degenera\u00e7\u00e3o neopl\u00e1sica variam consideravelmente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><br><strong>Epidemiologia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><br>Apesar das les\u00f5es subepiteliais poderem ser encontradas em qualquer \u00f3rg\u00e3o do trato gastrointestinal, o principal s\u00edtio de localiza\u00e7\u00e3o consiste no est\u00f4mago. Al\u00e9m disso, as exatas taxas de incid\u00eancia e preval\u00eancia dessas condi\u00e7\u00f5es s\u00e3o desconhecidas devido a car\u00eancia de estudos epidemiol\u00f3gicos de condi\u00e7\u00f5es cujo diagn\u00f3stico na maioria dos casos \u00e9 incidental, dificultando o estudo na popula\u00e7\u00e3o geral. Entretanto, alguns dados na literatura j\u00e1 tentaram estimar essa informa\u00e7\u00e3o, demonstrando uma preval\u00eancia de detec\u00e7\u00e3o de les\u00f5es subepiteliais em 1,9% das endoscopias digestivas altas realizadas na Coreia, sendo que 64,1% foi identificada no est\u00f4mago.<sup>16,19<\/sup> Outros estudos estimam uma incid\u00eancia de cerca de 0,36% de les\u00f5es subepiteliais diagnosticas por endoscopias digestivas altas de rotina.<sup>20-23<\/sup> Com rela\u00e7\u00e3o ao progn\u00f3stico, a maioria das les\u00f5es subepiteliais s\u00e3o benignas ao diagn\u00f3stico, sendo estimadas les\u00f5es malignas em menos de 15% dos casos.<sup>16,18<\/sup><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><br><strong>Quadro Cl\u00ednico<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A grande maioria dos casos apresenta-se assintom\u00e1tico, principalmente les\u00f5es inferiores a 2 cm<sup>15<\/sup>. Dentre os casos sintom\u00e1ticos, o quadro cl\u00ednico \u00e9 vari\u00e1vel conforme localiza\u00e7\u00e3o, etiologia e tamanho das les\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Os sintomas mais frequentes s\u00e3o dor abdominal e hemorragia digestiva. Entretanto, podem ocorrer raramente sintomas de suboclus\u00e3o do trato gastrointestinal, sendo esse quadro mais frequentemente associado a les\u00f5es no intestino delgado.<\/p>\n\n\n\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao tamanho das les\u00f5es, a manifesta\u00e7\u00e3o de sintomas ser\u00e1 vari\u00e1vel a depender do \u00f3rg\u00e3o acometido. Afinal, les\u00f5es menores no es\u00f4fago podem se manifestar com disfagia e no reto com altera\u00e7\u00e3o de h\u00e1bito intestinal. A manifesta\u00e7\u00e3o de sintomas suboclusivos no est\u00f4mago depender\u00e1 da exist\u00eancia de les\u00f5es maiores diante do maior volume da c\u00e2mara g\u00e1strica em rela\u00e7\u00e3o aos demais segmentos do aparelho digestivo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><br><strong>Apresenta\u00e7\u00f5es Endosc\u00f3picas e Ecoendosc\u00f3picas das Les\u00f5es Subepiteliais<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><br>As les\u00f5es subepiteliais apresentam-se \u00e0 vis\u00e3o endosc\u00f3pica como um abaulamento ou protuber\u00e2ncia de mucosa com tamanho vari\u00e1vel. Em geral, a mucosa sobreposta a les\u00e3o \u00e9 \u00edntegra, mas dependendo da etiologia, \u00e9 poss\u00edvel haver enantema, eros\u00e3o ou ulcera\u00e7\u00e3o devido efeito de press\u00e3o da les\u00e3o ou, mais raramente, degenera\u00e7\u00e3o maligna. Outros par\u00e2metros endosc\u00f3picos podem ser avaliados e podem permitir uma impress\u00e3o diagn\u00f3stica sobre a les\u00e3o, como: colora\u00e7\u00e3o, superf\u00edcie, mobilidade e consist\u00eancia da les\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas manobras simples ao exame endosc\u00f3pico podem garantir tamb\u00e9m maior seguran\u00e7a para estabelecer uma impress\u00e3o de diagn\u00f3stico etiol\u00f3gico das les\u00f5es subepiteliais, podendo em alguns casos definir conduta expectante para essas les\u00f5es. As principais manobras consistem: sinal do travesseiro ou almofada (<em>pillow sign<\/em>), sinal do rolamento (<em>rolling sign<\/em>) e sinal da tenda (<em>tenting sign<\/em>) (figuras 1, 2 e 3).<\/p>\n\n\n\n<p>O sinal do travesseiro consiste em manipular a les\u00e3o com a pin\u00e7a de bi\u00f3psia, empurrando a mesma. Caso a les\u00e3o seja compress\u00edvel ao toque da pin\u00e7a e haja retorno a morfologia habitual da les\u00e3o ap\u00f3s a retirada do instrumento, a les\u00e3o \u00e9 sugestiva de lipoma (98% de especificidade e 40% de sensibilidade)<sup>4<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<p>O sinal do rolamento quando presente sugere que a les\u00e3o se encontra na muscular pr\u00f3pria ou abaixo da mesma. \u00c9 realizado sob aux\u00edlio de pin\u00e7a de bi\u00f3psia fechada, deslizando a mesma sobre a les\u00e3o, permitindo com que a les\u00e3o seja facilmente mobilizada.<sup>16<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>O sinal da tenda apresenta a mesma implic\u00e2ncia cl\u00ednica do sinal do rolamento.<sup>16<\/sup> Sob aux\u00edlio de pin\u00e7a de bi\u00f3psia, realiza-se apreens\u00e3o superficial da mucosa sobrejacente a les\u00e3o, permitindo com que a mucosa e submucosa se destaquem facilmente da les\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ecoendoscopia, o m\u00e9todo permite avaliar com muita precis\u00e3o as camadas e interfaces do trato gastrointestinal, sendo o melhor m\u00e9todo de imagem para avaliar e caracterizar as les\u00f5es subepiteliais. Com uma frequ\u00eancia de varredura entre 5 a 12 MHz, o ultrassom endosc\u00f3pico permite distinguir as paredes do TGI em 5 camadas: mucosa superficial (1\u00aa camada ou interface flu\u00eddo luminal e mucosa), mucosa profunda (2\u00aa camada ou muscular da mucosa), submucosa (3\u00aa camada), muscular pr\u00f3pria (4\u00aa camada) e serosa (5\u00aa camada) (figura 4)<sup>15,24-26<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20389\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"365\" height=\"325\" data-id=\"20389\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Fig.-1.-Fig.-1.-Sinal-da-almofada-pillow-sign.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-20389\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Fig.-1.-Fig.-1.-Sinal-da-almofada-pillow-sign.png 365w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Fig.-1.-Fig.-1.-Sinal-da-almofada-pillow-sign-300x267.png 300w\" sizes=\"(max-width: 365px) 100vw, 365px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem 1. Sinal da almofada (\u201cpillow sign\u201d) Fonte: Kim GH et al.16<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20388\"><img decoding=\"async\" width=\"366\" height=\"323\" data-id=\"20388\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Fig.-2.-Sinal-do-rolamento-rolling-sign.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-20388\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Fig.-2.-Sinal-do-rolamento-rolling-sign.png 366w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Fig.-2.-Sinal-do-rolamento-rolling-sign-300x265.png 300w\" sizes=\"(max-width: 366px) 100vw, 366px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem 2. Sinal do rolamento (\u201crolling sign\u201d) Fonte: Kim GH et al.16<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20387\"><img decoding=\"async\" width=\"364\" height=\"321\" data-id=\"20387\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Fig.-3.-Sinal-da-tenda-tenting-sign.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-20387\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Fig.-3.-Sinal-da-tenda-tenting-sign.png 364w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Fig.-3.-Sinal-da-tenda-tenting-sign-300x265.png 300w\" sizes=\"(max-width: 364px) 100vw, 364px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem 3. Sinal da tenda (\u201ctenting sign\u201d) Fonte: Kim GH et al.16<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20386\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"550\" height=\"397\" data-id=\"20386\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Figura-4.-Ecoendoscopia-demonstrando-lesao-com-ecogenicidade-hipoecoica-.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-20386\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Figura-4.-Ecoendoscopia-demonstrando-lesao-com-ecogenicidade-hipoecoica-.png 550w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Figura-4.-Ecoendoscopia-demonstrando-lesao-com-ecogenicidade-hipoecoica--300x217.png 300w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem 4. Ecoendoscopia demonstrando les\u00e3o com ecogenicidade hipoecoica, ecotextura homog\u00eanea, arredondada, limites bem definidos, contornos regulares, medindo 15 mm x 12 mm e inserida na camada muscular pr\u00f3pria. A imagem permite demonstrar as camadas mucosa superficial, mucosa profunda, submucosa, muscular pr\u00f3pria. Fonte: arquivos do Instituto do C\u00e2ncer do Estado de S\u00e3o Paulo (ICESP\/HCFMUSP).<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>A tabela 1 demonstra resumidamente os achados endosc\u00f3picos e ecoendosc\u00f3picos das principais les\u00f5es do trato gastrointestinal. E as imagens de 1 a 14 demonstram exemplos de casos de les\u00f5es com suas respectivas imagens endosc\u00f3picas e ecoendosc\u00f3picas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table is-style-stripes has-small-font-size\"><div class=\"pcrstb-wrap\"><table class=\"has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background has-fixed-layout\"><thead><tr><th><br><strong>Les\u00e3o Subepitelial<\/strong><\/th><th><br><strong>Camada de Origem<\/strong><\/th><th><strong>S\u00edtios Principais<\/strong><\/th><th><strong>Ecoendoscopia<\/strong><\/th><th><br><strong>Endoscopia<\/strong><\/th><\/tr><\/thead><tbody><tr><td>Cisto de duplica\u00e7\u00e3o<\/td><td>1\u00aa, 2\u00aa, 3\u00aa, 4\u00aa ou extramural<\/td><td>&#8211; Es\u00f4fago&nbsp;<br>&#8211; Mediastino<\/td><td>&#8211; Anecoico<br>&#8211; Arredondado ou oval&nbsp;<br>&#8211; Sem vasculariza\u00e7\u00e3o<\/td><td>&#8211; Normocorado ou ligeiramente transl\u00facido<br>&#8211; Superf\u00edcie regular<br>&#8211; Compress\u00edvel \u00e0 manipula\u00e7\u00e3o<\/td><\/tr><tr><td>GIST<\/td><td>4\u00aa (principal)<br>2\u00aa (infrequente)<\/td><td>&#8211; Est\u00f4mato (65%)<br>&#8211; Delgado (25%)<\/td><td>&#8211; Hipoecoico<br>&#8211; Heterog\u00eaneo<br>&#8211; Com ou sem vasculariza\u00e7\u00e3o<\/td><td>&#8211; Normocorado<br>&#8211; Superf\u00edcie regular, com eros\u00e3o ou ulcera\u00e7\u00e3o&nbsp;<br>&#8211; Consist\u00eancia endurecida<\/td><\/tr><tr><td>Leiomioma<\/td><td>2\u00aa (principal)<br>4\u00aa (infrequente)<\/td><td>&#8211; Es\u00f4fago<\/td><td>&#8211; Hipoecoica<br>&#8211; Homog\u00eanea<br>&#8211; Calcifica\u00e7\u00f5es no interior<\/td><td>&#8211; Normocorada<br>&#8211; Superf\u00edcie regular<br>&#8211; Consist\u00eancia endurecida<\/td><\/tr><tr><td>Linfangioma<\/td><td>3\u00aa<\/td><td>&#8211; Intestino delgado<\/td><td>&#8211; Anecoico<br>&#8211; Septos internos<br>&#8211; Sem vasculariza\u00e7\u00e3o<\/td><td>&#8211; Massa protuberante semelhante a um cisto<br>&#8211; Consist\u00eancia amolecida<\/td><\/tr><tr><td>Linfoma<\/td><td>2\u00aa, 3\u00aa ou 4\u00aa<\/td><td>&#8211; Est\u00f4mago<br>&#8211; Intestino delgado<\/td><td>&#8211; Hipoecoico<\/td><td>&#8211; Sem caracter\u00edsticas espec\u00edficas<\/td><\/tr><tr><td>Lipoma<\/td><td>3\u00aa<\/td><td>&#8211; C\u00f3lon<\/td><td>&#8211; Hiperecoico<br>&#8211; Homog\u00eaneo<br>&#8211; Ovalado<\/td><td>&#8211; Amarelado<br>&#8211; Superf\u00edcie regular<br>&#8211; Consist\u00eancia amolecida<br>&#8211; Sinal do travesseiro positivo&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td>Met\u00e1stase<\/td><td>1\u00aa, 2\u00aa, 3\u00aa, 4\u00aa<\/td><td>&#8211; Qualquer s\u00edtio<\/td><td>&#8211; Hipoecoica<br>&#8211; Heterog\u00eanea<\/td><td>&#8211; Sem caracter\u00edsticas espec\u00edficas<\/td><\/tr><tr><td>P\u00e2ncreas ect\u00f3pico<\/td><td>2\u00aa, 3\u00aa ou 4\u00aa<\/td><td>&#8211; Est\u00f4mago<\/td><td>&#8211; Hipoecoica ou mista<br>&#8211; Estruturas ductais no interior<\/td><td>&#8211; Normocorado<br>&#8211; Umbilica\u00e7\u00e3o central (90%)<br>&#8211; Consist\u00eancia endurecida<\/td><\/tr><tr><td>P\u00f3lipo fibroide inflamat\u00f3rio<\/td><td>2\u00aa ou 3\u00aa<\/td><td>&#8211; Est\u00f4mago<\/td><td>&#8211; Hipoecoico<br>&#8211; Homog\u00eaneo<br>&#8211; Margens n\u00e3o definida<\/td><td>&#8211; P\u00f3lipo s\u00e9ssil<br>&#8211; Superf\u00edcie regular ou com ulcera\u00e7\u00e3o<\/td><\/tr><tr><td>Schwannoma, neuroma e neurofibroma<\/td><td>3\u00aa ou 4\u00aa<\/td><td>&#8211; Est\u00f4mago<\/td><td>&#8211; Hipoecoico&nbsp;<br>&#8211; Homog\u00eanea<\/td><td>&#8211; Normocorado<br>&#8211; Superf\u00edcie regular&nbsp;<br>&#8211; Consist\u00eancia endurecida<\/td><\/tr><tr><td>Tumor de c\u00e9lulas granulares<\/td><td>2\u00aa ou 3\u00aa<\/td><td>&#8211; Es\u00f4fago<\/td><td>&#8211; Hipoecoico<br>&#8211; Heterog\u00eanea<\/td><td>&#8211; Amarelado ou branco-amarelado<br>&#8211; Superf\u00edcie regular<br>&#8211; Consist\u00eancia endurecida<\/td><\/tr><tr><td>Tumor gl\u00f4mico<\/td><td>4\u00aa ou 3\u00aa (menos frequente)<\/td><td>&#8211; Qualquer s\u00edtio<\/td><td>&#8211; Hipoecoico&nbsp;<br>&#8211; Heterogeneo<br>&#8211; Calcifica\u00e7\u00f5es no interior<br>&#8211; Com vasculariza\u00e7\u00e3o<\/td><td>&#8211; Normocorada<br>&#8211; Superf\u00edcie regular&nbsp;<br>&#8211; Consist\u00eancia endurecida<\/td><\/tr><tr><td>Tumor neuroend\u00f3crino<\/td><td>2\u00aa ou 3\u00aa<\/td><td>&#8211; Est\u00f4mago<br>&#8211; Duodeno<br>&#8211; Reto<\/td><td>&#8211; Isoecoico ou ligeiramente hipoecoico<br>&#8211; Homog\u00eaneo<br>&#8211; Ovalado ou redondo<\/td><td>&#8211; Normocorado, amarelado ou avermelhado<br>&#8211; Superf\u00edcie com eros\u00e3o&nbsp;<br>&#8211; Consist\u00eancia endurecida<\/td><\/tr><tr><td>Varizes<\/td><td>3\u00aa<\/td><td>&#8211; Es\u00f4fago<\/td><td>&#8211; Anecoica<br>&#8211; Serpinginoso<br>&#8211; Com vasculariza\u00e7\u00e3o<\/td><td>&#8211; Azulada<br>&#8211; Superf\u00edcie regular<br>&#8211; Consist\u00eancia compress\u00edvel<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Tabela 1. Achados Endosc\u00f3picos e Ecoendosc\u00f3picos das Les\u00f5es Subepiteliais do Trato Gastrointestinal<br>Adaptado de: ESGE<sup>1<\/sup>, ASGE<sup>27<\/sup>, ACG<sup>14<\/sup>, AGA<sup>11<\/sup>, Kim GH<sup>16<\/sup><\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Abordagem Diagn\u00f3stica e Aquisi\u00e7\u00e3o Tecidual<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Como mencionado, a identifica\u00e7\u00e3o de uma les\u00e3o subepitelial \u00e9 na grande maioria das vezes incidental em uma endoscopia digestiva alta. Os achados endosc\u00f3picos somados a proped\u00eautica em muitos casos n\u00e3o ir\u00e3o permitir o estabelecimento de uma conduta definitiva sem o diagn\u00f3stico histopatol\u00f3gico. Al\u00e9m disso, as bi\u00f3psias convencionas de mucosa possuem um rendimento histopatol\u00f3gico extremamente baixo no diagn\u00f3stico de les\u00f5es subepiteliais, afinal as les\u00f5es em sua maioria s\u00e3o revestidas por mucosa \u00edntegra. A realiza\u00e7\u00e3o de bi\u00f3psias sobre bi\u00f3psias tamb\u00e9m n\u00e3o apresenta rendimento significativo (55 a 65% para les\u00f5es da terceira camada e 40% para les\u00f5es da quarta camada)<sup>6,7<\/sup>, n\u00e3o sendo um m\u00e9todo de abordagem recomendado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A Sociedade Europeia de Endoscopia Gastrointestinal (ESGE) recomenda aquisi\u00e7\u00e3o tecidual de les\u00f5es subtepiteliais quando: h\u00e1 suspeita de <em>tumor estromal gastrointestinal<\/em> (GIST), les\u00f5es superiores a 20 mm, les\u00f5es com estigmas de alto risco ou necessidade de tratamento cir\u00fargico ou oncol\u00f3gico. Em caso de les\u00f5es assintom\u00e1ticas compat\u00edveis com lipoma, varizes ou p\u00e2ncreas ect\u00f3pico, n\u00e3o h\u00e1 indica\u00e7\u00e3o de aquisi\u00e7\u00e3o tecidual.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Os m\u00e9todos que permitem aquisi\u00e7\u00e3o tecidual consistem nos seguintes: bi\u00f3psia assistida por incis\u00e3o de mucosa (<em>mucosal incision-assisted biopsy<\/em>, MIAB), pun\u00e7\u00f5es ecoendosc\u00f3picas com agulha FNA (<em>fine needle aspiration, <\/em>EUS-FNA<em>) <\/em>ou com agulha FNB<em> <\/em>(<em>fine needle biopsy, <\/em>EUS-FNB).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em les\u00f5es superiores a 20 mm, a ESGE recomenda igualmente como primeira escolha MIAB ou EUS-FNB. Entretanto, les\u00f5es inferiores a 20 mm, a ESGE recomenda como primeira linha o MIAB, sendo a EUS-FNB segunda escolha (tabela 2). Afinal, nessas les\u00f5es, h\u00e1 menor rendimento diagn\u00f3stico com pun\u00e7\u00f5es ecoguiadas diante de maior dificuldade t\u00e9cnica para aquisi\u00e7\u00e3o de amostras significativas. Para uma discuss\u00e3o mais aprofundada sobre MIAB, confira esse outro artigo: <a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/biopsia-assistida-por-incisao-da-mucosa-quando-e-como-fazer\/\">Bi\u00f3psia Assistida por Incis\u00e3o da Mucosa: Quando e Como Fazer?<\/a>. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s agulhas FNA, estudos prospectivos e retrospectivos v\u00eam demonstrando que FNB possui melhor aquisi\u00e7\u00e3o tecidual em rela\u00e7\u00e3o a agulhas FNA quando comparadas a calibres (gauges) semelhantes, apresentando perfis de seguran\u00e7a semelhante e com precis\u00e3o diagn\u00f3stica variando entre 75 a 100%.<sup>8-11<\/sup> Portanto, o III Consenso Brasileiro de Ecoendoscopia recomenda o uso de FNB em rela\u00e7\u00e3o ao uso de FNA para o diagn\u00f3stico de les\u00f5es subepiteliais maiores de 20 mm, sendo concordante com o guideline da ESGE<sup>13<\/sup>.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table is-style-stripes has-normal-font-size\"><div class=\"pcrstb-wrap\"><table class=\"has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background has-fixed-layout\"><thead><tr><th><strong>Tamanho<\/strong><\/th><th><strong>M\u00e9todo de Escolha<\/strong><\/th><\/tr><\/thead><tbody><tr><td>LSE &gt; 20 mm<\/td><td>1\u00aa escolha: EUS-FNB ou MIAB<\/td><\/tr><tr><td>LSE &lt; 20 mm&nbsp;<\/td><td>1\u00aa escolha: MIAB<br>2\u00aa escolha: EUS-FNB<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/div><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Tabela 2 Recomenda\u00e7\u00f5es da ESGE<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Vigil\u00e2ncia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A vigil\u00e2ncia consiste no seguimento das les\u00f5es subepiteliais, podendo ser realizado por EDA e\/ou ecoendoscopia a depender do tamanho da les\u00e3o. A ESGE sugere vigil\u00e2ncia em les\u00f5es subepiteliais esof\u00e1gicas e g\u00e1strica, desde que sejam assintom\u00e1tica e n\u00e3o tenham diagn\u00f3stico histopatol\u00f3gico definitivo. Recomenda-se realiza\u00e7\u00e3o de EDA em 3 a 6 meses como primeiro exame de vigil\u00e2ncia, sendo seguida de EDA a cada 2 a 3 anos para les\u00f5es inferiores a 10 mm, e EDA a cada 1 a 2 anos para les\u00f5es entre 10 a 20 mm. Al\u00e9m disso, como alternativa a vigil\u00e2ncia de les\u00f5es g\u00e1stricas inferiores a 20 mm e sem diagn\u00f3stico definitivo, a ESGE sugere ressec\u00e7\u00e3o endosc\u00f3pica para esses casos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em caso de les\u00f5es superiores a 20 mm, assintom\u00e1tica e que n\u00e3o tenham sido ressecadas, a ESGE recomenda vigil\u00e2ncia com EDA e ecoendoscopia necessariamente, sendo o primeiro controle em 6 meses, sendo seguido de intervalos de 6 a 12 meses.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, nas seguintes situa\u00e7\u00f5es, opta-se por conduta expectante, n\u00e3o sendo recomendado vigil\u00e2ncia pela ESGE, desde que o paciente seja assintom\u00e1tico e o diagn\u00f3stico histopatol\u00f3gico seja definitivo: leiomiomas, lipomas, p\u00e2ncreas ect\u00f3pico, tumores de c\u00e9lulas granulares, schawannomas e tumores gl\u00f4micos.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja Figuras sobre achados endosc\u00f3picos e suas correla\u00e7\u00f5es ecoendosc\u00f3picas a seguir:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20393\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"630\" height=\"446\" data-id=\"20393\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-1-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-20393\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-1-2.png 630w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-1-2-300x212.png 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-1-2-585x414.png 585w\" sizes=\"(max-width: 630px) 100vw, 630px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figuras 1 e 2. Imagem endosc\u00f3pica em vis\u00e3o direta de les\u00e3o protrusa entre pequena curvatura e parede posterior de corpo g\u00e1strico proximal, revestida por mucosa com superf\u00edcie regular, normocorada e \u00edntegra. A imagem ecoendosc\u00f3pica demonstra les\u00e3o com ecogenicidade hipoecoica, ecotextura homog\u00eanea, formato ovalado, sem caracter\u00edsticas internas, sem vasculariza\u00e7\u00e3o ao doppler, limites precisos, contornos regulares, medindo aproximadamente 20 x 6 mm e inserida em camada muscular pr\u00f3pria. Pun\u00e7\u00f5es ecoguiadas foram realizadas com agulha FNB, sendo o anatomopatol\u00f3gico e imuno-histoqu\u00edmica compat\u00edveis com GIST g\u00e1strico.  Fonte: arquivos do Instituto do C\u00e2ncer do Estado de S\u00e3o Paulo (ICESP\/HCFMUSP)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20392\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"499\" height=\"369\" data-id=\"20392\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-2-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-20392\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-2-1.png 499w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-2-1-300x222.png 300w\" sizes=\"(max-width: 499px) 100vw, 499px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figuras 1 e 2. Imagem endosc\u00f3pica em vis\u00e3o direta de les\u00e3o protrusa entre pequena curvatura e parede posterior de corpo g\u00e1strico proximal, revestida por mucosa com superf\u00edcie regular, normocorada e \u00edntegra. A imagem ecoendosc\u00f3pica demonstra les\u00e3o com ecogenicidade hipoecoica, ecotextura homog\u00eanea, formato ovalado, sem caracter\u00edsticas internas, sem vasculariza\u00e7\u00e3o ao doppler, limites precisos, contornos regulares, medindo aproximadamente 20 x 6 mm e inserida em camada muscular pr\u00f3pria. Pun\u00e7\u00f5es ecoguiadas foram realizadas com agulha FNB, sendo o anatomopatol\u00f3gico e imuno-histoqu\u00edmica compat\u00edveis com GIST g\u00e1strico.  Fonte: arquivos do Instituto do C\u00e2ncer do Estado de S\u00e3o Paulo (ICESP\/HCFMUSP)<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20409\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"627\" height=\"449\" data-id=\"20409\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-3.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-20409\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-3.jpeg?v=1750769315 627w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-3-300x215.jpeg?v=1750769315 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-3-585x419.jpeg?v=1750769315 585w\" sizes=\"(max-width: 627px) 100vw, 627px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figuras 3 e 4. Imagem endosc\u00f3pica em vis\u00e3o direta de abaulamento de parede em segunda por\u00e7\u00e3o duodenal distalmente \u00e0 papila duodenal maior, revestida por mucosa com \u00edntegra, de colora\u00e7\u00e3o amarelada e superf\u00edcie regular. A ecoendoscopia demonstra les\u00e3o com ecogenicidade hiperecoica, ecotextura homog\u00eanea, formato arredondado, medindo cerca de 10 mm no maior eixo, com limites precisos, contornos regulares, medindo cerca de 10 mm no maior di\u00e2metro e inserida em camada submucosa, sendo os achados endosc\u00f3picos e ecoendosc\u00f3picos compat\u00edveis com lipoma.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20408\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"499\" height=\"372\" data-id=\"20408\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-4.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-20408\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-4.jpeg?v=1750769312 499w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-4-300x224.jpeg?v=1750769312 300w\" sizes=\"(max-width: 499px) 100vw, 499px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figuras 3 e 4. Imagem endosc\u00f3pica em vis\u00e3o direta de abaulamento de parede em segunda por\u00e7\u00e3o duodenal distalmente \u00e0 papila duodenal maior, revestida por mucosa com \u00edntegra, de colora\u00e7\u00e3o amarelada e superf\u00edcie regular. A ecoendoscopia demonstra les\u00e3o com ecogenicidade hiperecoica, ecotextura homog\u00eanea, formato arredondado, medindo cerca de 10 mm no maior eixo, com limites precisos, contornos regulares, medindo cerca de 10 mm no maior di\u00e2metro e inserida em camada submucosa, sendo os achados endosc\u00f3picos e ecoendosc\u00f3picos compat\u00edveis com lipoma.<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20411\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"624\" height=\"443\" data-id=\"20411\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-5.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-20411\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-5.jpeg?v=1750769491 624w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-5-300x213.jpeg?v=1750769491 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-5-585x415.jpeg?v=1750769491 585w\" sizes=\"(max-width: 624px) 100vw, 624px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fig. 5. Imagem endosc\u00f3pica em vis\u00e3o direta de les\u00e3o protrusa em parede anterior de antro g\u00e1strico proximal, revestida por mucosa normocorada, com superf\u00edcie regular, sendo sugestiva de les\u00e3o subepitelial.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20410\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"499\" height=\"372\" data-id=\"20410\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-6.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-20410\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-6.jpeg?v=1750769488 499w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/FIGURA-6-300x224.jpeg?v=1750769488 300w\" sizes=\"(max-width: 499px) 100vw, 499px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fig. 6. A ecoendoscopia evidencia les\u00e3o com ecogenicidade hipoecoica, ecotextura predominantemente homog\u00eanea, formato arredondado, limites precisos, bordos regulares, medindo aproximadamente 13,4 x 12 mm, sem focos hiperecoicos ou calcifica\u00e7\u00f5es no interior e inserida na camada muscular pr\u00f3pria. Pun\u00e7\u00f5es ecoguiadas foram realizadas com agulha FNB, sendo anatomopatol\u00f3gico e imuno-histoqu\u00edmica confirmando schwanomma g\u00e1strico.<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20415\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"512\" height=\"462\" data-id=\"20415\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-7.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-20415\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-7.jpeg?v=1750769645 512w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-7-300x271.jpeg?v=1750769645 300w\" sizes=\"(max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fig. 7 e 8. Imagem de esofagogastroduodenoscopia demonstra les\u00e3o protrusa em papila duodenal maior revestida por mucosa enantem\u00e1tica e com superf\u00edcie com tr\u00eas eros\u00f5es recobertas por fibrina.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20414\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"512\" height=\"466\" data-id=\"20414\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-8.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-20414\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-8.jpeg?v=1750769641 512w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-8-300x273.jpeg?v=1750769641 300w\" sizes=\"(max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fig. 7 e 8. Imagem de esofagogastroduodenoscopia demonstra les\u00e3o protrusa em papila duodenal maior revestida por mucosa enantem\u00e1tica e com superf\u00edcie com tr\u00eas eros\u00f5es recobertas por fibrina.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20413\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"496\" height=\"260\" data-id=\"20413\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-9.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-20413\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-9.jpeg?v=1750769638 496w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-9-300x157.jpeg?v=1750769638 300w\" sizes=\"(max-width: 496px) 100vw, 496px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fig. 9 e 10. Imagem \u00e0 ecoendoscopia demonstra les\u00e3o com formato ovalado, ecogenicidade hipoecoica, ecotextura heterog\u00eanea, com contornos regulares, sem adenopatia adjacente, sem vasculariza\u00e7\u00e3o ao doppler, sem caracter\u00edsticas internas, medindo cerca de 20 x 11 x 24 mm, inserida na camada submucosa, n\u00e3o havendo acometimento da muscular pr\u00f3pria. Foram realizadas pun\u00e7\u00f5es ecoguiadas com agulha FNA 22 gauge, sendo o anatomopatol\u00f3gico e imunohistoqu\u00edmica compat\u00edveis com tumor neuroend\u00f3crino de papila duodenal bem diferenciado grau 1.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20412\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"496\" height=\"257\" data-id=\"20412\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-10.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-20412\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-10.jpeg?v=1750769635 496w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-10-300x155.jpeg?v=1750769635 300w\" sizes=\"(max-width: 496px) 100vw, 496px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fig. 9 e 10. Imagem \u00e0 ecoendoscopia demonstra les\u00e3o com formato ovalado, ecogenicidade hipoecoica, ecotextura heterog\u00eanea, com contornos regulares, sem adenopatia adjacente, sem vasculariza\u00e7\u00e3o ao doppler, sem caracter\u00edsticas internas, medindo cerca de 20 x 11 x 24 mm, inserida na camada submucosa, n\u00e3o havendo acometimento da muscular pr\u00f3pria. Foram realizadas pun\u00e7\u00f5es ecoguiadas com agulha FNA 22 gauge, sendo o anatomopatol\u00f3gico e imunohistoqu\u00edmica compat\u00edveis com tumor neuroend\u00f3crino de papila duodenal bem diferenciado grau 1.<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20417\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"629\" height=\"447\" data-id=\"20417\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-11.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-20417\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-11.jpeg?v=1750769850 629w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-11-300x213.jpeg?v=1750769850 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-11-585x416.jpeg?v=1750769850 585w\" sizes=\"(max-width: 629px) 100vw, 629px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fig. 11 e 12. Esofagogastroduodenoscopia demonstra abaulamento de parede anterior de corpo g\u00e1strico proximal, com mucosa normocorada, superf\u00edcie regular com depress\u00e3o central, sendo compat\u00edvel com les\u00e3o subepitelial<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20416\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"624\" height=\"446\" data-id=\"20416\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-12.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-20416\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-12.jpeg?v=1750769847 624w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-12-300x214.jpeg?v=1750769847 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-12-585x418.jpeg?v=1750769847 585w\" sizes=\"(max-width: 624px) 100vw, 624px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fig. 11 e 12. Esofagogastroduodenoscopia demonstra abaulamento de parede anterior de corpo g\u00e1strico proximal, com mucosa normocorada, superf\u00edcie regular com depress\u00e3o central, sendo compat\u00edvel com les\u00e3o subepitelial<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20419\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"499\" height=\"257\" data-id=\"20419\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-13.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-20419\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-13.jpeg?v=1750769951 499w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-13-300x155.jpeg?v=1750769951 300w\" sizes=\"(max-width: 499px) 100vw, 499px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fig. 13 e 14. Ecoendoscopia demonstrou forma\u00e7\u00e3o com ecogenicidade hipoecoica, ecotextura homog\u00eanea, formato ovalado, limites bem definidos, contornos regulares, medindo aproximadamente 13 mm e inserida na camada submucosa. Les\u00e3o foi submetida a ressec\u00e7\u00e3o endosc\u00f3pica transmural com dispositivo FTRD. A histopatologia e imunohistoqu\u00edmica confirmaram TNE g\u00e1strico bem diferenciado grau 2.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?attachment_id=20418\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"499\" height=\"254\" data-id=\"20418\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-14.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-20418\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-14.jpeg?v=1750769947 499w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/figura-14-300x153.jpeg?v=1750769947 300w\" sizes=\"(max-width: 499px) 100vw, 499px\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fig. 13 e 14. Ecoendoscopia demonstrou forma\u00e7\u00e3o com ecogenicidade hipoecoica, ecotextura homog\u00eanea, formato ovalado, limites bem definidos, contornos regulares, medindo aproximadamente 13 mm e inserida na camada submucosa. Les\u00e3o foi submetida a ressec\u00e7\u00e3o endosc\u00f3pica transmural com dispositivo FTRD. A histopatologia e imunohistoqu\u00edmica confirmaram TNE g\u00e1strico bem diferenciado grau 2.<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Deprez PH, Moons LMG, O\u02bcToole D, Gincul R, Seicean A, Pimentel-Nunes P, Fern\u00e1ndez-Esparrach G, Polkowski M, Vieth M, Borbath I, Moreels TG, Nieveen van Dijkum E, Blay JY, van Hooft JE.<br>Endoscopic management of subepithelial lesions including neuroendocrine neoplasms: European Society of Gastrointestinal Endoscopy (ESGE) Guideline. Endoscopy. 2022 Apr;54(4):412-429. doi: 10.1055\/a-1751-5742. Epub 2022 Feb 18. PMID: 35180797.<\/li>\n\n\n\n<li>Pal S, Hodgar D. Gastrointestinal Subepithelial Lesions: A Review. J Digest Endosc 2023;14:99\u2013105.<\/li>\n\n\n\n<li>Papanikolaou IS, Triantafyllou K, Kourikou A, R\u00f6sch T. Endoscopic ultrasonography for gastric submucosal lesions. World J Gastrointest Endosc 2011;3(05):86\u201394<\/li>\n\n\n\n<li>Hwang JH, Saunders MD, Rulyak SJ, Shaw S, Nietsch H, Kimmey MB. A prospective study comparing endoscopy and EUS in the evaluation of GI subepithelial masses. Gastrointest Endosc 2005; 62(02):202\u2013208<\/li>\n\n\n\n<li>Yokohata N, Tamegai Y, Tokuhara M, et al. 3 case of gastric SMT (submucal tumor) which was diagnoced before operation: open biopsy with ESD (endoscopic submucal dissection) for interstind SMT. Prog Dig Endosc 2007;70:82\u201383.<\/li>\n\n\n\n<li>Ji JS, Lee BI, Choi KY, et al. Diagnostic yield of tissue sampling using a bite-on-bite technique for incidental subepithelial lesions. Korean J Intern Med (Korean Assoc Intern Med) 2009;24(02): 101\u2013105<\/li>\n\n\n\n<li>Buscaglia JM, Nagula S, Jayaraman V, et al. Diagnostic yield and safety of jumbo biopsy forceps in patients with subepithelial lesions of the upper and lower GI tract. Gastrointest Endosc 2012; 75(06):1147\u20131152<\/li>\n\n\n\n<li>El Chafic AH, et al. Comparison of FNA and fine-needle biopsy for EUS-guided sampling of suspected GI stromal tumors. Gastrointest Endosc 2017;86:510\u2013515.<\/li>\n\n\n\n<li>Kim GH, et al. Comparison of 22-gauge aspiration needle with 22-gauge biopsy needle in endoscopic ultrasonography-guided subepithelial tumor sampling. Scand J Gastroenterol 2014; 49:347\u2013354.<\/li>\n\n\n\n<li>de Moura DTH, et al. EUS-guided fine-needle biopsy sampling versus FNA in the diagnosis of subepithelial lesions: a large multicenter study. Gastrointest Endosc 2020;92:108\u2013119.e3.<\/li>\n\n\n\n<li>Sharzehi K, Sethi A, Savides T. AGA Clinical Practice Update on Management of Subepithelial Lesions Encountered During Routine Endoscopy: Expert Review. Clin Gastroenterol Hepatol. 2022 Nov;20(11):2435-2443.e4. doi: 10.1016\/j.cgh.2022.05.054. Epub 2022 Jul 13. PMID: 35842117.<\/li>\n\n\n\n<li>Wani S, Muthusamy VR, Komanduri S. EUS-guided tissue acquisition: an evidence-based approach (with videos). Gastrointest Endosc 2014;80:939\u2013959.e7.<\/li>\n\n\n\n<li>Pessoa RRP, Bestetti AM, Oliveira VL, Araujo WC, Guaraldi S, Rodrigues Silva RR, Oliveira FAA, Ribeiro MSI, Carneiro FOAA, D&#8217;Assun\u00e7\u00e3o MA, Medrado BFOA, Retes FA, Paulo GA, Schneider NC, Rossini LGB, Vallinoto L, Ardengh JC, Coelho Neto DE, Ide E, Silva MCB, Franco MC, Matuguma SE, Moura DTH, Arantes VN, Nahoum R, Brunaldi VO, Santos MELD, Chaves DM, Micelli-Neto O, Salomao BC, Maluf-Filho F, Luz GO. III BRAZILIAN CONSENSUS STATEMENT ON ENDOSCOPIC ULTRASOUND. Arq Gastroenterol. 2024 Oct 21;61:e24062. doi: 10.1590\/S0004-2803.24612024-062. PMID: 39442127.<\/li>\n\n\n\n<li>Jacobson BC, Bhatt A, Greer KB, Lee LS, Park WG, Sauer BG, Shami VM. ACG Clinical Guideline: Diagnosis and Management of Gastrointestinal Subepithelial Lesions. Am J Gastroenterol. 2023 Jan 1;118(1):46-58. doi: 10.14309\/ajg.0000000000002100. Epub 2022 Sep 6. PMID: 36602835.<\/li>\n\n\n\n<li>Landaz\u00e1bal B G. Les\u00f5es subepiteliais. In: Artifon ELA, Casta\u00f1o R, eds. Endoscopia Digestiva Oncol\u00f3gica Diagn\u00f3stica-Terap\u00eautica. 1\u00aa ed. Rio de Janeiro: Revinter; 2015. p. 123-131.<\/li>\n\n\n\n<li>Kim GH. Systematic Endoscopic Approach for Diagnosing Gastric Subepithelial Tumors.<br>Gut Liver. 2022 Jan 15;16(1):19-27. doi: 10.5009\/gnl20296. PMID: 33707348; PMCID: PMC8761929.<\/li>\n\n\n\n<li>Miyajima NT, Toyonaga T. Dissec\u00e7\u00e3o Submucosa Endosc\u00f3pica. In: Ferrari A, Maruta L, Averbach M, eds. Endoscopia Digestiva Terap\u00eautica. Rio de Janeiro: Revinter; 2012. p. 115-134.<\/li>\n\n\n\n<li>Polkowski M. Endoscopic ultrasound and endoscopic ultrasound-guided fine-needle biopsy for the diagnosis of malignant submucosal tumors. Endoscopy 2005;37:635-645.<\/li>\n\n\n\n<li>Choe Y, Cho YK, Kim GH, et al. The prevalence, natural course, and clinical practice of upper gastrointestinal subepithelial tumors in Korea. Gastrointest Endosc 2020;91(6 Suppl):AB321.<\/li>\n\n\n\n<li>Hedenbro JL, Ekelund M, Wetterberg P. Endoscopic diagnosis of submucosal gastric lesions. The results after routine endoscopy. Surg Endosc 1991; 5: 20-23<\/li>\n\n\n\n<li>Polkowski M. Endoscopic ultrasound and endoscopic ultrasound-guided fine-needle biopsy for the diagnosis of malignant submucosal tumors. Endoscopy 2005; 37: 635-645<\/li>\n\n\n\n<li>R\u00f6sch T, Lorenz R, Dancygier H, von Wickert A, Classen M. Endosonographic diagnosis of submucosal upper gastrointestinal tract tumors. Scand J Gastroenterol 1992; 27: 1-8<\/li>\n\n\n\n<li>Papanikolaou IS, Triantafyllou K, Kourikou A, R\u00f6sch T. Endoscopic ultrasonography for gastric submucosal lesions. World J Gastrointest Endosc 2011;3(05):86\u201394<\/li>\n\n\n\n<li>Humphris JL, Jones DB. Subepithelial mass lesions in the upper gastrointestinal tract. J Gastroenterol Hepatol 2008;23:556-66.<\/li>\n\n\n\n<li>Hwang JH, Rulyak SD, Kimmey MB. American Gastroenterological Association Institute technical review on the management of gastric subepithelial masses. Gastroenterology 2006;130:2217-28.<\/li>\n\n\n\n<li>Forero EA, Maluf-Filho F. Ultrasonido endosc\u00f3pico en lesiones subepiteliales gastrointestinales. In: Forero EA, Maluf-Filho F. (Eds.). Tratado de ultrasonido endosc\u00f3pico. S\u00e3o Paulo: Atheneu 2008. \u0440. 87-110.<\/li>\n\n\n\n<li>Standards of Practice Committee; Faulx AL, Kothari S, Acosta RD, Agrawal D, Bruining DH, Chandrasekhara V, Eloubeidi MA, Fanelli RD, Gurudu SR, Khashab MA, Lightdale JR, Muthusamy VR, Shaukat A, Qumseya BJ, Wang A, Wani SB, Yang J, DeWitt JM. The role of endoscopy in subepithelial lesions of the GI tract.<br>Gastrointest Endosc. 2017 Jun;85(6):1117-1132. doi: 10.1016\/j.gie.2017.02.022. Epub 2017 Apr 3. PMID: 28385194.<br><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como citar este artigo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background\">Balbinot RS, Martins B. Les\u00f5es Subepiteliais: do Diagn\u00f3stico a Abordagem Endoscopia Terapeutica 2025 Vol II. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?p=20379\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/lesoes-subepiteliais-do-diagnostico-a-abordagem\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As les\u00f5es subepiteliais s\u00e3o conceitualmente definidas por les\u00f5es originadas das camadas muscular da mucosa,&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":5893,"featured_media":20389,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_lmt_disableupdate":"","_lmt_disable":"","footnotes":""},"categories":[151],"tags":[292,409,428],"ano":[783],"tipo":[154,153],"volume":[147],"class_list":["post-20379","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-assuntosgerais","tag-endoscopia","tag-eus","tag-lesao-subepitelial","ano-783","tipo-ecoendoscopia","tipo-endoscopia-digestiva-alta","volume-volume-ii"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.2 (Yoast SEO v27.2) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>Les\u00f5es Subepiteliais: do Diagn\u00f3stico a Abordagem &#8226; Endoscopia Terapeutica<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Les\u00f5es Subepiteliais: do Diagn\u00f3stico a Abordagem\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/lesoes-subepiteliais-do-diagnostico-a-abordagem\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Les\u00f5es Subepiteliais: do Diagn\u00f3stico a Abordagem\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"As les\u00f5es subepiteliais s\u00e3o conceitualmente definidas por les\u00f5es originadas das camadas muscular da mucosa, submucosa ou muscular pr\u00f3pria, as quais podem\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/lesoes-subepiteliais-do-diagnostico-a-abordagem\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Endoscopia Terapeutica\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/endoscopiaterapeutica\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2025-08-19T12:10:16+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2025-08-19T12:10:22+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Fig.-1.-Fig.-1.-Sinal-da-almofada-pillow-sign.png\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"365\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"325\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/png\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Rafael Sartori Balbinot&nbsp;e&nbsp;Bruno Martins\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Rafael Sartori Balbinot&nbsp;e&nbsp;Bruno Martins\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"23 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/lesoes-subepiteliais-do-diagnostico-a-abordagem\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/lesoes-subepiteliais-do-diagnostico-a-abordagem\/\"},\"author\":{\"name\":\"Rafael Sartori Balbinot&nbsp;e&nbsp;Bruno Martins\",\"@id\":\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/#\/schema\/person\/73d296be86713f21b432e34f5955436a\"},\"headline\":\"Les\u00f5es Subepiteliais: do Diagn\u00f3stico a Abordagem\",\"datePublished\":\"2025-08-19T12:10:16+00:00\",\"dateModified\":\"2025-08-19T12:10:22+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/lesoes-subepiteliais-do-diagnostico-a-abordagem\/\"},\"wordCount\":3697,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/lesoes-subepiteliais-do-diagnostico-a-abordagem\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Fig.-1.-Fig.-1.-Sinal-da-almofada-pillow-sign.png\",\"keywords\":[\"endoscopia\",\"eus\",\"Les\u00e3o subepitelial\"],\"articleSection\":[\"Assuntos Gerais\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/lesoes-subepiteliais-do-diagnostico-a-abordagem\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/lesoes-subepiteliais-do-diagnostico-a-abordagem\/\",\"url\":\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/lesoes-subepiteliais-do-diagnostico-a-abordagem\/\",\"name\":\"Les\u00f5es Subepiteliais: do Diagn\u00f3stico a Abordagem &#8226; 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