{"id":19695,"date":"2025-01-14T07:00:00","date_gmt":"2025-01-14T07:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?p=19695"},"modified":"2025-01-14T02:27:36","modified_gmt":"2025-01-14T02:27:36","slug":"drenagem-biliar-ecoguiada-resumo-e-consideracoes-sobre-o-guideline-americano-asge-de-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/drenagem-biliar-ecoguiada-resumo-e-consideracoes-sobre-o-guideline-americano-asge-de-2024\/","title":{"rendered":"Drenagem biliar ecoguiada: resumo e considera\u00e7\u00f5es sobre o guideline americano (ASGE) de 2024"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\">\n<figure data-wp-context=\"{&quot;imageId&quot;:&quot;69d574f92306f&quot;}\" data-wp-interactive=\"core\/image\" data-wp-key=\"69d574f92306f\" class=\"aligncenter size-full is-resized wp-lightbox-container\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"920\" data-wp-class--hide=\"state.isContentHidden\" data-wp-class--show=\"state.isContentVisible\" data-wp-init=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on--click=\"actions.showLightbox\" data-wp-on--load=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on-window--resize=\"callbacks.setButtonStyles\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-EUS-CD-imagem-capa-1.jpg?v=1736214914\" alt=\"\" class=\"wp-image-19697\" style=\"width:436px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-EUS-CD-imagem-capa-1.jpg?v=1736214914 1000w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-EUS-CD-imagem-capa-1-300x276.jpg?v=1736214914 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-EUS-CD-imagem-capa-1-768x707.jpg?v=1736214914 768w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-EUS-CD-imagem-capa-1-585x538.jpg?v=1736214914 585w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><button\n\t\t\tclass=\"lightbox-trigger\"\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\taria-haspopup=\"dialog\"\n\t\t\taria-label=\"Ampliar\"\n\t\t\tdata-wp-init=\"callbacks.initTriggerButton\"\n\t\t\tdata-wp-on--click=\"actions.showLightbox\"\n\t\t\tdata-wp-style--right=\"state.imageButtonRight\"\n\t\t\tdata-wp-style--top=\"state.imageButtonTop\"\n\t\t>\n\t\t\t<svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"12\" height=\"12\" fill=\"none\" viewBox=\"0 0 12 12\">\n\t\t\t\t<path fill=\"#fff\" d=\"M2 0a2 2 0 0 0-2 2v2h1.5V2a.5.5 0 0 1 .5-.5h2V0H2Zm2 10.5H2a.5.5 0 0 1-.5-.5V8H0v2a2 2 0 0 0 2 2h2v-1.5ZM8 12v-1.5h2a.5.5 0 0 0 .5-.5V8H12v2a2 2 0 0 1-2 2H8Zm2-12a2 2 0 0 1 2 2v2h-1.5V2a.5.5 0 0 0-.5-.5H8V0h2Z\" \/>\n\t\t\t<\/svg>\n\t\t<\/button><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem de fluoroscopia de drenagem biliar ecoguiada. Autoria e cr\u00e9dito: Dr. Mateus Pereira Funari.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A drenagem biliar ecoguiada (EUS-BD) vem ganhando cada vez mais espa\u00e7o na rotina do ecoendoscopista terap\u00eautico com aumento da disponibilidade de materiais, desenvolvimento de pr\u00f3teses dedicadas e aumento da expertise nos centros de refer\u00eancia. A EUS-BD \u00e9 uma das principais alternativas &#8211; junto com a drenagem biliar transparietohep\u00e1tica (DTPH) &#8211; para drenagem biliar ap\u00f3s falha da CPRE. A EUS-BD tamb\u00e9m foi estudada como t\u00e9cnica prim\u00e1ria comparada \u00e0 CPRE. Uma metan\u00e1lise de 2019 baseada em tr\u00eas ensaios cl\u00ednicos randomizados comparando EUS-BD x CPRE como t\u00e9cnica prim\u00e1ria para drenagem biliar em obstru\u00e7\u00e3o maligna distal, demonstrou menor disfun\u00e7\u00e3o de pr\u00f3tese na EUS-BD com sucesso t\u00e9cnico, cl\u00ednico e eventos adversos sem diferen\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o a CPRE (1). Apesar dos resultados, essa abordagem n\u00e3o ganhou espa\u00e7o na maioria dos centros, de forma que a indica\u00e7\u00e3o mais consagrada da drenagem biliar ecoguiada permanece nos casos de falha da CPRE. Desde 2016, quando foi publicado o primeiro artigo sobre <a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/drenagem-biliar-ecoguiada-breve-revisao\/\">Drenagem Biliar Ecoguiada \u2013 Breve Revis\u00e3o da Literatura<\/a> neste portal, houve evolu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e amadurecimento sobre o tema, que ganhou mais relev\u00e2ncia na pr\u00e1tica cl\u00ednica, levando ao desenvolvimento de um <em>guideline<\/em> pela \u201cAmerican Society for Gastrointestinal Endoscopy\u201d (ASGE), publicado em 2024 (2). Faremos um resumo do <em>guideline<\/em> da ASGE neste artigo baseado nas 5 quest\u00f5es trabalhadas pelo grupo. Apresentaremos a recomenda\u00e7\u00e3o formal, a literatura que suportou a recomenda\u00e7\u00e3o, as considera\u00e7\u00f5es colocadas no <em>guideline<\/em> sobre a quest\u00e3o e um espa\u00e7o para coment\u00e1rios a respeito da quest\u00e3o feito pelo autor deste artigo.<br><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Defini\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Drenagem biliar ecoguiada (EUS-BD) defini-se pela drenagem utilizando ecoendoscopia para puncionar a via biliar intra ou extra-hep\u00e1tica. H\u00e1 quatro t\u00e9cnicas descritas: EUS-BD rendezvous, drenagem ecoguiada coledocoduodenal (EUS-CD), drenagem ecoguiada hepatog\u00e1strica (EUS-HG) e drenagem anter\u00f3grada.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>EUS-BD rendezvous: pun\u00e7\u00e3o ecoguiada da via biliar seguida de progress\u00e3o do fio-guia at\u00e9 o duodeno (transpapilar). Troca de aparelho por duodenosc\u00f3pio e canula\u00e7\u00e3o transpapilar auxiliada pelo fio-guia<\/li>\n\n\n\n<li>EUS-CD: drenagem ecoguiada com pr\u00f3tese da via biliar extra-hep\u00e1tica atrav\u00e9s da janela bulbar, conectando a via biliar extra-hep\u00e1tica e o duodeno<\/li>\n\n\n\n<li>EUS-HG: drenagem ecoguiada com pr\u00f3tese da via biliar intra-hep\u00e1tica esquerda atrav\u00e9s da janela g\u00e1strica, conectando a via biliar intra-hep\u00e1tica esquerda com o est\u00f4mago<\/li>\n\n\n\n<li>Drenagem ecoguiada da ves\u00edcula biliar (EUS-VB): drenagem ecoguiada da ves\u00edcula biliar com pr\u00f3tese atrav\u00e9s da janela g\u00e1strica ou bulbar, conectando a ves\u00edcula biliar com o est\u00f4mago ou o duodeno<\/li>\n\n\n\n<li>CPRE por acesso transg\u00e1strico ecoguiado: passagem de pr\u00f3tese met\u00e1lica com aposi\u00e7\u00e3o de lumens (LAMS) conectando o est\u00f4mago excluso e o \u201cpouch\u201d ou o jejuno, possibilitando a progress\u00e3o do duodenosc\u00f3pio at\u00e9 o duodeno, em pacientes submetidos a gastroplastia redutora (\u201cbypass\u201d)\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>GATE (\u201cGastric Access Temporary for Endoscopy\u201d): um termo mais amplo para t\u00e9cnica de conex\u00e3o do est\u00f4mago excluso com o \u201cpouch\u201d ou jejuno. Pode ser usado para realiza\u00e7\u00e3o de CPRE, ressec\u00e7\u00e3o\/bi\u00f3psias de les\u00f5es, sangramentos e outros motivos<\/li>\n\n\n\n<li>EDGE (\u201cEndoscopic Ultrasound Directed Transgastric ERCP\u201d): termo mais espec\u00edfico para quando se faz um GATE para a realiza\u00e7\u00e3o de CPRE<\/li>\n\n\n\n<li>OBS: muitas vezes GATE e EDGE s\u00e3o usados como sin\u00f4nimos<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quest\u00f5es e recomenda\u00e7\u00f5es da ASGE<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>&nbsp;EUS-BD vs. DTPH para pacientes com obstru\u00e7\u00e3o biliar ap\u00f3s falha da CPRE<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>&nbsp;Recomenda\u00e7\u00e3o: <\/strong>sugere EUS-BD em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 DTPH em obstru\u00e7\u00e3o biliar ap\u00f3s falha da CPRE (recomenda\u00e7\u00e3o condicional, baixa qualidade de evid\u00eancia)<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Literatura: <\/strong>foram identificados 2 ensaios cl\u00ednicos randomizados (ECR) e 11 estudos observacionais, com total de 379 pacientes no grupo EUS-BD e 376 no DTPH. A metan\u00e1lise dos desfechos demonstrou menos eventos adversos e menos necessidade de reinterven\u00e7\u00e3o no grupo EUS-BD. Sucesso t\u00e9cnico e mortalidade em 30 dias foram iguais entre os grupos. Em rela\u00e7\u00e3o ao sucesso cl\u00ednico, as coortes demonstraram maior taxa no grupo EUS-BD enquanto nos dois ECR n\u00e3o houve diferen\u00e7a entre os grupos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Considera\u00e7\u00f5es:<\/strong>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Suspeita de doen\u00e7a benigna: EUS-BD por rendezvous \u00e9 a t\u00e9cnica preferida<\/li>\n\n\n\n<li>Pacientes com ascite volumosa: considerar drenar ascite antes da drenagem biliar<\/li>\n\n\n\n<li>Pacientes com possibilidade cir\u00fargica: discutir melhor via de drenagem com equipe cir\u00fargica<\/li>\n\n\n\n<li>DTPH \u00e9 prefer\u00edvel se: instabilidade hemodin\u00e2mica, suspeita de etiologia maligna, falta de expertise\/material adequado para EUS-BD<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong> Coment\u00e1rios: <\/strong>na discuss\u00e3o fica claro o receio dos autores em rela\u00e7\u00e3o a possibilidade cir\u00fargica ap\u00f3s EUS-BD, especialmente se realizada drenagem transmural coledocoduodenal, sendo recomendado nesses casos sempre discuss\u00e3o em equipe multidisciplinar. Um ponto controverso nessa primeira quest\u00e3o foi que, dentre as situa\u00e7\u00f5es prefer\u00edveis para DTPH, foi colocado a etiologia maligna suspeita, por\u00e9m na discuss\u00e3o n\u00e3o foi explicada essa quest\u00e3o. Dessa forma, ficou bastante controverso uma recomenda\u00e7\u00e3o favorecendo EUS-BD no geral, por\u00e9m dando prefer\u00eancia \u00e0 DTPH em casos de suspeita de etiologia maligna, pois a grande maioria dos casos de obstru\u00e7\u00e3o biliar com falha de acesso pela CPRE s\u00e3o neopl\u00e1sicas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><strong>&nbsp;EDGE vs. CPRE assistida por laparoscopia (CPRE-LA) vs. CPRE por enteroscopia (CPRE-E) em pacientes com gastroplastia redutora tipo \u201cby-pass\u201d (BGYR) e obstru\u00e7\u00e3o biliar<\/strong><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Recomenda\u00e7\u00e3o: <\/strong>sugere EDGE como primeira op\u00e7\u00e3o para pacientes com BGYR e indica\u00e7\u00e3o de CPRE (recomenda\u00e7\u00e3o condicional, baixa qualidade de evid\u00eancia)<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Literatura: <\/strong>foram identificados 4 estudos observacionais e nenhum ECR, com total de 176 pacientes no grupo EDGE, 396 no CPRE-LA e 172 no CPRE-E. A metan\u00e1lise dos desfechos comparando EDGE vs. CPRE-E demonstrou o grupo EDGE com maior sucesso tanto t\u00e9cnico quanto cl\u00ednico, menos eventos adversos, menor necessidade de reinterven\u00e7\u00e3o e menor tempo de procedimento. A metan\u00e1lise dos desfechos comparando EDGE vs. CPRE-LA demonstrou sucesso t\u00e9cnico, sucesso cl\u00ednico e eventos adversos sem diferen\u00e7a entre os grupos, por\u00e9m EDGE teve um menor tempo de procedimento.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Considera\u00e7\u00f5es:<\/strong>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong> <\/strong>EDGE \u00e9 especialmente prefer\u00edvel \u00e0 CPRE-LA quando: suspeita de les\u00e3o ampular, doen\u00e7a maligna ou necessidade de repetir CPRE no futuro<\/li>\n\n\n\n<li>CPRE-LA \u00e9 prefer\u00edvel \u00e0 EDGE quando o paciente tem indica\u00e7\u00e3o de colecistectomia<\/li>\n\n\n\n<li>Quando n\u00e3o h\u00e1 janela segura para EDGE, CPRE-LA ou CPRE-E podem ser realizadas<\/li>\n\n\n\n<li>F\u00edstula gastrog\u00e1strica persistente p\u00f3s-GATE: 9% em seguimento m\u00e9dio de 182 dias; n\u00e3o houve ganho de peso nesses pacientes. Os autores consideram que o reganho de peso p\u00f3s-GATE n\u00e3o deve ser uma preocupa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Coment\u00e1rios: <\/strong>al\u00e9m dos \u00f3bvios vieses e limita\u00e7\u00f5es da metan\u00e1lise de apenas 4 estudos observacionais, o que enfraquece a recomenda\u00e7\u00e3o, \u00e9 importante lembrar que o procedimento de EDGE \u00e9 geralmente realizado em 2 tempos \u2013 acesso gastrog\u00e1strico com LAMS no primeiro momento e, cerca de 7 dias ap\u00f3s, \u00e9 feita a CPRE atrav\u00e9s da pr\u00f3tese num segundo momento. Apesar de alguns centros j\u00e1 realizarem EDGE em tempo \u00fanico \u2013 especialmente em casos de emerg\u00eancia como colangite -, a t\u00e9cnica padr\u00e3o preconizada ainda \u00e9 em dois tempos. Dessa forma, quando observamos que a \u00fanica diferen\u00e7a na metan\u00e1lise entre EDGE e CPRE-LA foi o tempo de procedimento, devemos lembrar que se trata da soma dos tempos de procedimento dos dois tempos da EDGE versus o tempo total da CPRE-LA. Ou seja, o tempo \u201cl\u00edquido\u201d da EDGE foi menor, por\u00e9m &#8211; considerando o procedimento em duas etapas \u2013 o tempo \u201cbruto\u201d (tempo decorrido do in\u00edcio do procedimento at\u00e9 a resolu\u00e7\u00e3o da obstru\u00e7\u00e3o biliar) certamente foi menor na CPRE-LA.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>&nbsp;EDGE vs. CPRE-E vs. DTPH em pacientes com outras altera\u00e7\u00f5es anat\u00f4micas cir\u00fargicas (Bilrroth II, pancreaticoduodenectomia, hepaticojejunostomia em Y de Roux) e obstru\u00e7\u00e3o biliar<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong> Recomenda\u00e7\u00e3o: <\/strong>sugere E-CPRE como abordagem inicial em pacientes com outras altera\u00e7\u00f5es anat\u00f4micas e obstru\u00e7\u00e3o biliar. Na falha, tanto EUS-BD quanto DTPH podem ser realizados (recomenda\u00e7\u00e3o condicional, baixa qualidade de evid\u00eancia).<\/li>\n\n\n\n<li><strong> Literatura: <\/strong>foram identificados 15 estudos observacionais e nenhum ECR, sendo 3 comparando EUS-BD vs. CPRE-E e 12 comparando EUS-BD vs DTPH. No total, foram estudados 299 pacientes no grupo EUS-BE, 92 no CPRE-E e 89 DTPH. A metan\u00e1lise dos desfechos comparando EUS-BD vs. CPRE-E demonstrou maior sucesso t\u00e9cnico e cl\u00ednico no grupo EUS-BD, por\u00e9m com mais eventos adversos. A metan\u00e1lise dos desfechos comparando EUS-BD vs. DTPH n\u00e3o demonstrou diferen\u00e7a entre os grupos em rela\u00e7\u00e3o ao sucesso t\u00e9cnico, sucesso cl\u00ednico, necessidade de reinterven\u00e7\u00e3o e eventos adversos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Considera\u00e7\u00f5es: <\/strong>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>CPRE-E foi sugerida como 1\u00aa op\u00e7\u00e3o devido a menor taxa de eventos adversos, apesar de sucesso t\u00e9cnico e cl\u00ednico menor que a EUS-BD<\/li>\n\n\n\n<li>O sucesso t\u00e9cnico da CPRE-E est\u00e1 diretamente relacionada ao tamanho da al\u00e7a intestinal a ser percorrida at\u00e9 o acesso biliar. Os autores sugerem sempre que poss\u00edvel verificar a descri\u00e7\u00e3o cir\u00fargica para identificar esse dado e direcionar a melhor t\u00e9cnica<\/li>\n\n\n\n<li>EUS-BD: \u00e9 necess\u00e1ria dilata\u00e7\u00e3o da via biliar intra-hep\u00e1tica esquerda para possibilidade t\u00e9cnica nesses casos<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Coment\u00e1rios: <\/strong>a recomenda\u00e7\u00e3o de se tentar a CPRE-E como primeira op\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante racional tendo em vista a baixa taxa de eventos adversos envolvidos. Por\u00e9m, em cirurgias com reconstru\u00e7\u00e3o em Y com al\u00e7as longas, o sucesso t\u00e9cnico da CPRE-E \u00e9 bastante reduzido, tanto pela dificuldade de acesso \u00e0 anastomose enterobiliar quanto pela dificuldade e indisponibilidade de materiais dedicados \u00e0 CPRE apropriados ao enterosc\u00f3pio \u2013 que \u00e9 mais longo e com canal de trabalho geralmente menor que o duodenosc\u00f3pio. Apesar de n\u00e3o terem especificado quantos pacientes realizaram cada tipo de cirurgia em cada grupo \u2013 o que muda completamente o cen\u00e1rio -, podemos supor que uma quantidade consider\u00e1vel foram pacientes submetidos a gastrectomia com reconstru\u00e7\u00e3o a Billroth II, e o acesso \u00e0 papila duodenal nesses casos pode ser realizada com gastrosc\u00f3pio, colonosc\u00f3pio ou mesmo duodenosc\u00f3pio, o que supera as limita\u00e7\u00f5es do uso do enterosc\u00f3pio para CPRE. Dessa forma, utilizar a via enteral para realizar CPRE em paciente com Billroth II como primeira op\u00e7\u00e3o \u2013 preferencialmente utilizando outros aparelhos que n\u00e3o ou enterosc\u00f3pio \u2013 \u00e9 bastante \u00f3bvia. Por outro lado, em pacientes com reconstru\u00e7\u00e3o em Y de Roux e al\u00e7as longas, a possibilidade de DTPH ou EUS-BD como t\u00e9cnicas prim\u00e1rias podem ser consideradas \u2013 apesar de uma primeira tentativa por CPRE-E ser v\u00e1lida.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>EUS-VB vs. drenagem percut\u00e2nea (DP-VB) vs. drenagem transc\u00edstica por CPRE (CPRE-VB) para colecistite aguda em pacientes n\u00e3o cir\u00fargicos<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Recomenda\u00e7\u00e3o:&nbsp; <\/strong>sugere EUS-VB para resolu\u00e7\u00e3o da colecistite aguda em pacientes n\u00e3o cir\u00fargicos (recomenda\u00e7\u00e3o condicional, baixa qualidade de evid\u00eancia).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Literatura: <\/strong>foram identificados 7 estudos observacionais e 1 ECR, sendo 5 comparando EUS-VB vs. DP-VB &#8211; incluindo 1 ECR &#8211; e 3 comparando EUS-VB vs. CPRE-VB. No total, foram estudados 346 pacientes no grupo EUS-VB, 276 no PT-VB e 163 CPRE-VB . A metan\u00e1lise dos desfechos comparando EUS-VB vs. DP-VB demonstrou menor necessidade de reinterven\u00e7\u00e3o, menor readmiss\u00e3o e menor necessidade de colecistectomia no grupo EUS-VB. N\u00e3o houve diferen\u00e7a na mortalidade em 30 dias nem no sucesso cl\u00ednico. No ECR comparando as duas t\u00e9cnicas, ainda houve menos eventos adversos e menos colecistite recorrente ap\u00f3s a drenagem no grupo EUS-VB. Os estudos observacionais a PT-VB apresentou maior sucesso t\u00e9cnico. Nos estudos comparando EUS-VB vs. CPRE-VB, a metan\u00e1lise dos desfechos demonstrou maior sucesso t\u00e9cnico, maior sucesso cl\u00ednico, menos pancreatite p\u00f3s procedimento e menos colecistite recorrente no grupo EUS-VB. N\u00e3o houve diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a mortalidade em 30 dias, eventos adversos, necessidade de reinterven\u00e7\u00e3o e necessidade de colecistectomia.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Considera\u00e7\u00f5es:<\/strong>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Prefer\u00eancia por DP-VB: perfura\u00e7\u00e3o da ves\u00edcula biliar; colecistite enfisematosa; instabilidade cl\u00ednica; indisponibilidade de EUS-VB<\/li>\n\n\n\n<li>Prefer\u00eancia maior por EUS-VB: pr\u00f3tese met\u00e1lica ocluindo o ducto c\u00edstico; grande quantidade de c\u00e1lculos na ves\u00edcula biliar<\/li>\n\n\n\n<li>Evitar EUS-VB em pacientes candidatos a cirurgia ap\u00f3s melhora cl\u00ednica (colecistectomia ao transplante hep\u00e1tico)<\/li>\n\n\n\n<li>Prefer\u00eancia por CPRE-VB: ascite volumosa; infiltra\u00e7\u00e3o maligna da ves\u00edcula biliar; coagulopatia severa; indica\u00e7\u00e3o de CPRE por outro motivo (ex: coledocolit\u00edase associada)<strong>&#8211; <\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Coment\u00e1rios: <\/strong>apesar da recomenda\u00e7\u00e3o ser preferencialmente por EUS-VB, h\u00e1 dois principais pontos que devem ser considerados. O primeiro \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o ao custo e disponibilidade da pr\u00f3tese adequada \u2013 que deve ser preferencialmente uma LAMS com eletrocaut\u00e9rio. Apesar dos autores n\u00e3o terem identificado desfecho de custo nos estudos, sabemos que se trata de material mais caro e menos dispon\u00edvel que o dreno percut\u00e2neo na grande maioria dos hospitais, especialmente em pa\u00edses em desenvolvimento como o Brasil. O segundo ponto de aten\u00e7\u00e3o \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o a possibilidade de colecistectomia ap\u00f3s melhora cl\u00ednica. Os autores colocam que deve ser evitada EUS-VB nesses pacientes pois a presen\u00e7a da pr\u00f3tese met\u00e1lica transg\u00e1strica ou transduodenal pode dificultar a execuss\u00e3o da colecistectomia, de forma que a EUS-VB deve ser considerada em pacientes que n\u00e3o seriam candidatos a cirurgia mesmo antes do evento agudo \u2013 como pacientes com dem\u00eancia avan\u00e7ada, oncol\u00f3gicos avan\u00e7ados, paliativos em geral e outros -, limitando bastante o espectro de pacientes no qual a EUS-VB seria de fato a primeira op\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Algoritmos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Com a inten\u00e7\u00e3o de sintetizar as recomenda\u00e7\u00f5es, os autores sugeriram tr\u00eas algoritmos \u2013 traduzidos e adaptados a seguir \u2013 para o manejo das condi\u00e7\u00f5es abordadas no <em>guideline<\/em>. \u00c9 importante enfatizar que, devido a baixa qualidade de evid\u00eancia de todas as recomenda\u00e7\u00f5es e as in\u00fameras condi\u00e7\u00f5es e considera\u00e7\u00f5es colocadas em cada quest\u00e3o, os algoritmos sugeridos devem ser utilizados com parcim\u00f4nia e cr\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Algoritmo proposto para drenagem biliar ap\u00f3s falha da CPRE<\/strong><\/h3>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure data-wp-context=\"{&quot;imageId&quot;:&quot;69d574f923e70&quot;}\" data-wp-interactive=\"core\/image\" data-wp-key=\"69d574f923e70\" class=\"aligncenter size-large is-resized wp-lightbox-container\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"354\" data-wp-class--hide=\"state.isContentHidden\" data-wp-class--show=\"state.isContentVisible\" data-wp-init=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on--click=\"actions.showLightbox\" data-wp-on--load=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on-window--resize=\"callbacks.setButtonStyles\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-1-EUS-BD-1-1024x354.jpg?v=1736215767\" alt=\"\" class=\"wp-image-19698\" style=\"width:620px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-1-EUS-BD-1-1024x354.jpg?v=1736215767 1024w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-1-EUS-BD-1-300x104.jpg?v=1736215767 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-1-EUS-BD-1-768x266.jpg?v=1736215767 768w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-1-EUS-BD-1-1536x531.jpg?v=1736215767 1536w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-1-EUS-BD-1-2048x708.jpg?v=1736215767 2048w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-1-EUS-BD-1-1920x664.jpg?v=1736215767 1920w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-1-EUS-BD-1-1170x405.jpg?v=1736215767 1170w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-1-EUS-BD-1-585x202.jpg?v=1736215767 585w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><button\n\t\t\tclass=\"lightbox-trigger\"\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\taria-haspopup=\"dialog\"\n\t\t\taria-label=\"Ampliar\"\n\t\t\tdata-wp-init=\"callbacks.initTriggerButton\"\n\t\t\tdata-wp-on--click=\"actions.showLightbox\"\n\t\t\tdata-wp-style--right=\"state.imageButtonRight\"\n\t\t\tdata-wp-style--top=\"state.imageButtonTop\"\n\t\t>\n\t\t\t<svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"12\" height=\"12\" fill=\"none\" viewBox=\"0 0 12 12\">\n\t\t\t\t<path fill=\"#fff\" d=\"M2 0a2 2 0 0 0-2 2v2h1.5V2a.5.5 0 0 1 .5-.5h2V0H2Zm2 10.5H2a.5.5 0 0 1-.5-.5V8H0v2a2 2 0 0 0 2 2h2v-1.5ZM8 12v-1.5h2a.5.5 0 0 0 .5-.5V8H12v2a2 2 0 0 1-2 2H8Zm2-12a2 2 0 0 1 2 2v2h-1.5V2a.5.5 0 0 0-.5-.5H8V0h2Z\" \/>\n\t\t\t<\/svg>\n\t\t<\/button><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>CPRE: colangiopancreatografia retr\u00f3grada endosc\u00f3pica; EUS-BD: drenagem biliar ecoguiada; DTPH: drenagem transparietohep\u00e1tica; EUS-CD: drenagem ecoguiada coledocoduodenal; EUS-HG: drenagem ecoguiada hepatog\u00e1strica. Adaptado de &#8220;American Society for Gastrointestinal Endoscopy guideline on the role of therapeutic EUS in the management of biliary tract disorders: summary and recommendations&#8221;, GIE, 2024 (2)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Algoritmo proposto para drenagem biliar em pacientes com \u201cbypass\u2019 g\u00e1strico em Y de Roux<\/strong><\/h3>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure data-wp-context=\"{&quot;imageId&quot;:&quot;69d574f9248d2&quot;}\" data-wp-interactive=\"core\/image\" data-wp-key=\"69d574f9248d2\" class=\"aligncenter size-full is-resized wp-lightbox-container\"><img decoding=\"async\" width=\"912\" height=\"732\" data-wp-class--hide=\"state.isContentHidden\" data-wp-class--show=\"state.isContentVisible\" data-wp-init=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on--click=\"actions.showLightbox\" data-wp-on--load=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on-window--resize=\"callbacks.setButtonStyles\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-2-BGYR.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-19699\" style=\"width:448px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-2-BGYR.png 912w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-2-BGYR-300x241.png 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-2-BGYR-768x616.png 768w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-2-BGYR-585x470.png 585w\" sizes=\"(max-width: 912px) 100vw, 912px\" \/><button\n\t\t\tclass=\"lightbox-trigger\"\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\taria-haspopup=\"dialog\"\n\t\t\taria-label=\"Ampliar\"\n\t\t\tdata-wp-init=\"callbacks.initTriggerButton\"\n\t\t\tdata-wp-on--click=\"actions.showLightbox\"\n\t\t\tdata-wp-style--right=\"state.imageButtonRight\"\n\t\t\tdata-wp-style--top=\"state.imageButtonTop\"\n\t\t>\n\t\t\t<svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"12\" height=\"12\" fill=\"none\" viewBox=\"0 0 12 12\">\n\t\t\t\t<path fill=\"#fff\" d=\"M2 0a2 2 0 0 0-2 2v2h1.5V2a.5.5 0 0 1 .5-.5h2V0H2Zm2 10.5H2a.5.5 0 0 1-.5-.5V8H0v2a2 2 0 0 0 2 2h2v-1.5ZM8 12v-1.5h2a.5.5 0 0 0 .5-.5V8H12v2a2 2 0 0 1-2 2H8Zm2-12a2 2 0 0 1 2 2v2h-1.5V2a.5.5 0 0 0-.5-.5H8V0h2Z\" \/>\n\t\t\t<\/svg>\n\t\t<\/button><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>BGYR: by-pass g\u00e1strico em Y de Roux; CPRE: colangiopancreatografia retr\u00f3grada endosc\u00f3pica; EDGE: \u201cEndoscopic Ultrasound Directed Transgastric ERCP\u201d; ECO: ecoendoscopia digestiva alta; EUS-VB: drenagem ecoguiada da ves\u00edcula biliar; CPRE-LA: CPRE assistida por laparoscopia. Adaptado de &#8220;American Society for Gastrointestinal Endoscopy guideline on the role of therapeutic EUS in the management of biliary tract disorders: summary and recommendations&#8221;, GIE, 2024 (2)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Algoritmo proposto para pacientes com colecistite aguda sem condi\u00e7\u00f5es cir\u00fargicas com necessidade de drenagem da ves\u00edcula biliar<\/strong><\/h3>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure data-wp-context=\"{&quot;imageId&quot;:&quot;69d574f924fbf&quot;}\" data-wp-interactive=\"core\/image\" data-wp-key=\"69d574f924fbf\" class=\"aligncenter size-large is-resized wp-lightbox-container\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"535\" data-wp-class--hide=\"state.isContentHidden\" data-wp-class--show=\"state.isContentVisible\" data-wp-init=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on--click=\"actions.showLightbox\" data-wp-on--load=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on-window--resize=\"callbacks.setButtonStyles\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-3-VB-1-1024x535.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-19700\" style=\"width:526px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-3-VB-1-1024x535.png 1024w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-3-VB-1-300x157.png 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-3-VB-1-768x401.png 768w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-3-VB-1-1170x611.png 1170w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-3-VB-1-585x306.png 585w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/IGOR-PROENCA-Algoritmo-3-VB-1.png 1177w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><button\n\t\t\tclass=\"lightbox-trigger\"\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\taria-haspopup=\"dialog\"\n\t\t\taria-label=\"Ampliar\"\n\t\t\tdata-wp-init=\"callbacks.initTriggerButton\"\n\t\t\tdata-wp-on--click=\"actions.showLightbox\"\n\t\t\tdata-wp-style--right=\"state.imageButtonRight\"\n\t\t\tdata-wp-style--top=\"state.imageButtonTop\"\n\t\t>\n\t\t\t<svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"12\" height=\"12\" fill=\"none\" viewBox=\"0 0 12 12\">\n\t\t\t\t<path fill=\"#fff\" d=\"M2 0a2 2 0 0 0-2 2v2h1.5V2a.5.5 0 0 1 .5-.5h2V0H2Zm2 10.5H2a.5.5 0 0 1-.5-.5V8H0v2a2 2 0 0 0 2 2h2v-1.5ZM8 12v-1.5h2a.5.5 0 0 0 .5-.5V8H12v2a2 2 0 0 1-2 2H8Zm2-12a2 2 0 0 1 2 2v2h-1.5V2a.5.5 0 0 0-.5-.5H8V0h2Z\" \/>\n\t\t\t<\/svg>\n\t\t<\/button><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>VB: ves\u00edcula biliar; CCT: colecistectomia; EUS-VB: drenagem ecoguiada da ves\u00edcula biliar; DP-VB: drenagem percut\u00e2nea da ves\u00edcula biliar; CPRE-VB: drenagem transc\u00edstica por colangiopancreatografia retr\u00f3grada endosc\u00f3pica. Adaptado de &#8220;American Society for Gastrointestinal Endoscopy guideline on the role of therapeutic EUS in the management of biliary tract disorders: summary and recommendations&#8221;, GIE, 2024 (2)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading has-pale-ocean-gradient-background has-background\"><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-pale-ocean-gradient-background has-background\">A drenagem biliar ecoguiada vem ganhando cada vez mais espa\u00e7o na resolu\u00e7\u00e3o dos dist\u00farbios biliares em diversos contextos e patologias diferentes. Apesar de uma t\u00e9cnica relativamente nova, que exige treinamento especializado e materiais dedicados, j\u00e1 demonstra algumas vantagens em rela\u00e7\u00e3o a outras op\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas em alguns cen\u00e1rios \u2013 em especial quando comparada \u00e0 drenagem transparietohep\u00e1tica (DTPH), que apesar de segura e bastante difundida, apresenta limita\u00e7\u00f5es e inconvenientes ao paciente que podem ser superados com a drenagem ecoguiada. Apesar do <em>guideline<\/em> da ASGE sugerir a drenagem ecoguiada como prefer\u00eancia na maioria dos cen\u00e1rios discutidos, as recomenda\u00e7\u00f5es devem ser interpretadas com cautela, tanto pela baixa qualidade das evid\u00eancias que suportam as recomenda\u00e7\u00f5es quanto pelas diversas condi\u00e7\u00f5es e considera\u00e7\u00f5es colocadas. A discuss\u00e3o interdisciplinar considerando as peculiaridades de cada caso \u00e9 imprescind\u00edvel para a determina\u00e7\u00e3o da melhor conduta.<br><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Logiudice, F. P., Bernardo, W. M., Galetti, F., Sagae, V. M., Matsubayashi, C. O., Madruga Neto, A. C., Brunaldi, V. O., de Moura, D. T. H., Franzini, T., Cheng, S., Matuguma, S. E., &amp; de Moura, E. G. H. (2019). Endoscopic ultrasound-guided vs endoscopic retrograde cholangiopancreatography biliary drainage for obstructed distal malignant biliary strictures: A systematic review and meta-analysis. World journal of gastrointestinal endoscopy, 11(4), 281\u2013291. https:\/\/doi.org\/10.4253\/wjge.v11.i4.281<\/li>\n\n\n\n<li>ASGE Standards of Practice Committee; Pawa S, Marya NB, Thiruvengadam NR, Ngamruengphong S, Baron TH, Bun Teoh AY, Bent CK, Abidi W, Alipour O, Amateau SK, Desai M, Chalhoub JM, Coelho-Prabhu N, Cosgrove N, Elhanafi SE, Forbes N, Fujii-Lau LL, Kohli DR, Machicado JD, Navaneethan U, Ruan W, Sheth SG, Thosani NC, Qumseya BJ; (ASGE Standards of Practice Committee Chair). American Society for Gastrointestinal Endoscopy guideline on the role of therapeutic EUS in the management of biliary tract disorders: summary and recommendations. Gastrointest Endosc. 2024 Dec;100(6):967-979. doi: 10.1016\/j.gie.2024.03.027. Epub 2024 Jul 29. PMID: 39078360.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como citar este artigo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background\">Proen\u00e7a IM. Drenagem biliar ecoguiada: resumo e considera\u00e7\u00f5es sobre o guideline americano (ASGE) de 2024. Endoscopia Terapeutica, 2025 vol I. 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