{"id":19486,"date":"2024-10-22T07:30:00","date_gmt":"2024-10-22T07:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?p=19486"},"modified":"2024-12-05T19:29:18","modified_gmt":"2024-12-05T19:29:18","slug":"ipmn-o-que-mudou-de-fukuoka-a-kyoto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/ipmn-o-que-mudou-de-fukuoka-a-kyoto\/","title":{"rendered":"IPMN: o que mudou de Fukuoka a Kyoto"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>1.<\/strong> <strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>As les\u00f5es c\u00edsticas pancre\u00e1ticas tem sido cada vez mais diagnosticadas, tanto pelo aumento da incid\u00eancia dessas les\u00f5es quanto pela realiza\u00e7\u00e3o e acesso crescente a exames de imagem que eventualmente identificam tais les\u00f5es. A neoplasia mucinosa papilar intraductal (IPMN) \u00e9 uma das principais les\u00f5es c\u00edsticas do p\u00e2ncreas, tanto pela sua incid\u00eancia quanto pelo seu potencial de transforma\u00e7\u00e3o maligna, por\u00e9m sua apresenta\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o apresentam um espectro amplo&nbsp; de possibilidades. Como o potencial maligno do IPMN de ducto secund\u00e1rio varia de 1 a 38%, \u00e9 fundamental identificar quais les\u00f5es apresentam risco aumentado e quais podem ser apenas acompanhadas, evitando cirurgias desnecess\u00e1rias que envolvem riscos e morbi-mortalidade consider\u00e1veis. J\u00e1 o IPMN de ducto principal apresenta um potencial maligno maior, de 33 a 85%, sendo indicada a ressec\u00e7\u00e3o cir\u00fargica sempre que o ducto pancre\u00e1tico principal (DPP) esteja dilatado em 10 mm ou mais e o paciente apresente condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e expectativa de vida compat\u00edvel com a abordagem cir\u00fargica (1).<\/p>\n\n\n\n<p>Para padronizar o manejo dos IPMN com base nas melhores evid\u00eancias dispon\u00edveis, a Associa\u00e7\u00e3o Internacional de Pancreatologia (IAP) publicou o primeiro guideline contemplando as les\u00f5es c\u00edsticas pancre\u00e1ticas mucinosas \u2013 IPMN e cistoadenoma mucinoso &#8211; em 2006 (2). Este guideline foi revisado em 2012 (3) e, posteriormente em 2017, um novo guideline com foco apenas nos IPMN foi publicado, e ficou conhecido como o consenso de Fukuoka (4). Os crit\u00e9rios de Fukuoka foram amplamente divulgados e discutidos ao longo dos \u00faltimos anos, sendo ferramenta chave no manejo dos IPMN, que j\u00e1 foi tema de publica\u00e7\u00e3o no Endoscopia Terap\u00eautica (<em><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/criterios-de-fukuoka-para-ipmn\/\">clique aqui<\/a><\/em> para Crit\u00e9rios de Fukuoka para IPMN). Mais recentemente, em 2022 no encontro da IAP realizado em Kyoto, o consenso de Fukuoka foi revisado, sendo o novo guideline publicado na Pancreatology em 2024 (5).<\/p>\n\n\n\n<p>Neste artigo, iremos abordar o novo guideline de Kyoto, enfatizando o que mudou desde o \u00faltimo consenso em Fukuoka \u00e0 luz do recente artigo publicado na The New England Journal of Medicine sobre o tema (1), sendo essas as duas refer\u00eancias para os pr\u00f3ximos t\u00f3picos (1, 5).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>2.<\/strong> <strong>Conceitos e defini\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>N\u00e3o houve mudan\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s defini\u00e7\u00f5es dos tr\u00eas tipos de IPMN, que podem ser de ducto secund\u00e1rio (\u201cBranch duct-IPMN\u201d ou BD-IPMN), de ducto principal (\u201cMain-duct IPMN\u201d ou MD-IPMN) ou misto \u2013 quando contempla os crit\u00e9rios tanto para BD-IPMN quanto para MD-IPMN. Os cistos pancre\u00e1ticos &gt;5mm com comunica\u00e7\u00e3o com o DPP devem ser classificados como BD-IPMN, enquanto uma dilata\u00e7\u00e3o do DPP &gt;5mm sem fator obstrutivo \u00e9 classificado como MD-IPMN. A import\u00e2ncia e manejo de cistos pancre\u00e1ticos assintom\u00e1ticos &lt;5mm permanece controverso.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure data-wp-context=\"{&quot;imageId&quot;:&quot;69d61382e4738&quot;}\" data-wp-interactive=\"core\/image\" data-wp-key=\"69d61382e4738\" class=\"aligncenter size-full wp-lightbox-container\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1004\" height=\"203\" data-wp-class--hide=\"state.isContentHidden\" data-wp-class--show=\"state.isContentVisible\" data-wp-init=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on--click=\"actions.showLightbox\" data-wp-on--load=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on-window--resize=\"callbacks.setButtonStyles\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Igor-2.jpg?v=1727473463\" alt=\"\" class=\"wp-image-19488\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Igor-2.jpg?v=1727473463 1004w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Igor-2-300x61.jpg?v=1727473463 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Igor-2-768x155.jpg?v=1727473463 768w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Igor-2-585x118.jpg?v=1727473463 585w\" sizes=\"(max-width: 1004px) 100vw, 1004px\" \/><button\n\t\t\tclass=\"lightbox-trigger\"\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\taria-haspopup=\"dialog\"\n\t\t\taria-label=\"Ampliar\"\n\t\t\tdata-wp-init=\"callbacks.initTriggerButton\"\n\t\t\tdata-wp-on--click=\"actions.showLightbox\"\n\t\t\tdata-wp-style--right=\"state.imageButtonRight\"\n\t\t\tdata-wp-style--top=\"state.imageButtonTop\"\n\t\t>\n\t\t\t<svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"12\" height=\"12\" fill=\"none\" viewBox=\"0 0 12 12\">\n\t\t\t\t<path fill=\"#fff\" d=\"M2 0a2 2 0 0 0-2 2v2h1.5V2a.5.5 0 0 1 .5-.5h2V0H2Zm2 10.5H2a.5.5 0 0 1-.5-.5V8H0v2a2 2 0 0 0 2 2h2v-1.5ZM8 12v-1.5h2a.5.5 0 0 0 .5-.5V8H12v2a2 2 0 0 1-2 2H8Zm2-12a2 2 0 0 1 2 2v2h-1.5V2a.5.5 0 0 0-.5-.5H8V0h2Z\" \/>\n\t\t\t<\/svg>\n\t\t<\/button><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 1: Tipos de IPMN na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica. Adaptado de\u00a0Ohtsuka T, et al.\u00a0<em>Pancreatology<\/em>. 2024 (5).<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Os IPMN podem apresentar displasia de baixo grau ou displasia de alto grau &#8211; que tamb\u00e9m pode ser chamada de carcinoma <em>in situ<\/em> -, podendo chegar a carcinoma invasivo (CI). O objetivo no manejo dos IPMN \u00e9 distinguir os IPMN de baixo grau (maioria) dos de alto grau, que evoluir\u00e3o para carcinoma invasivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos subtipos morfol\u00f3gicos, s\u00e3o reconhecidos tr\u00eas tipos: g\u00e1strico (mais frequente e melhor progn\u00f3stico), intestinal e pancreatobiliar (maior risco de maligniza\u00e7\u00e3o). O tipo oncoc\u00edtico foi separado como entidade pr\u00f3pria, sendo denominado neoplasia oncoc\u00edtica papilar intraductal, devido principalmente estudos gen\u00e9ticos que identificaram diferen\u00e7as significativas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>3.<\/strong> <strong>Investiga\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica e exames complementares<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Os exames de imagem prim\u00e1rios na avalia\u00e7\u00e3o dos IPMN s\u00e3o a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica (RM) e a tomografia computadorizada (TC), sendo a ecoendoscopia indicada para avalia\u00e7\u00e3o de achados sugestivos de displasia de alto grau e carcinoma invasivo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Pun\u00e7\u00e3o ecoguiada<\/h3>\n\n\n\n<p>A pun\u00e7\u00e3o ecoguiada n\u00e3o est\u00e1 indicada de rotina. Ela deve ser indicada apenas quando h\u00e1 d\u00favida diagn\u00f3stica para diagn\u00f3stico diferencial com outras les\u00f5es c\u00edsticas ou em casos nos quais a pun\u00e7\u00e3o poder\u00e1 mudar a conduta. Quando h\u00e1 evid\u00eancia de alto risco para displasia de alto grau ou carcinoma invasivo na RM, a cirurgia est\u00e1 indicada e n\u00e3o h\u00e1 indica\u00e7\u00e3o de pun\u00e7\u00e3o ecoguiada.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o diagn\u00f3stico diferencial com as demais les\u00f5es c\u00edsticas pancre\u00e1ticas, o CEA e a amilase s\u00e3o tradicionalmente os principais marcadores utilizados, por\u00e9m estudos mais recentes destacam a glicose como importante marcador para distinguir les\u00f5es mucinosas de n\u00e3o mucinosas. Glicose &lt;50ng\/ml apresenta sensibilidade de 93%, especificidade de 89% e acur\u00e1cia que pode chegar at\u00e9 90 a 94%, tendo um rendimento melhor que o CEA \u2013 que apresenta uma sensibilidade de 58% e especificidade de 87%. \u00c9 importante ressaltar que tais marcadores n\u00e3o apresentam rela\u00e7\u00e3o com displasia de alto grau ou carcinoma in situ.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a pun\u00e7\u00e3o ecoguiada com o objetivo de identificar displasia de alto grau ou carcinoma invasivo em casos lim\u00edtrofes, a sensibilidade para identifica\u00e7\u00e3o citol\u00f3gica no fluido c\u00edstico \u00e9 de apenas 28,7%, por\u00e9m o achado suspeito ou positivo apresenta especificidade de 91-100% e 100% respectivamente, e a ressec\u00e7\u00e3o cir\u00fargica estaria indicada. Para superar a baixa sensibilidade da pun\u00e7\u00e3o aspirativa, foram desenvolvidos \u201cmicroforceps\u201d para bi\u00f3psias atrav\u00e9s da agulha, que apresentam maior sensibilidade, apesar de um risco um pouco aumentado de pancreatite e sangramento. A pun\u00e7\u00e3o ecoguiada tamb\u00e9m pode possibilitar a an\u00e1lise gen\u00e9tica do conte\u00fado, que pode se relacionar tanto na confirma\u00e7\u00e3o do diagn\u00f3stico de IPMN (altera\u00e7\u00f5es nos genes KRAS e GNAS) quanto com risco de displasia de alto grau e carcinoma invasivo (altera\u00e7\u00f5es nos genes TP53, CTNNB1, CDKN2A, SMAD4, e genes envolvidos na via mTOR) \u2013 estes apresentando alta especificidade (92-98%) por\u00e9m baixa sensibilidade (9-39%). Quando identificada \u00e1reas s\u00f3lidas, as pun\u00e7\u00f5es (se indicada) devem ser dirigidas a estas \u00e1reas, onde o rendimento diagn\u00f3stico \u00e9 maior. No caso de avalia\u00e7\u00e3o de n\u00f3dulos murais, a ecoendoscopia com contraste pode definir o car\u00e1ter neopl\u00e1sico ou n\u00e3o-neopl\u00e1sico do n\u00f3dulo, evitando a necessidade de pun\u00e7\u00e3o ecoguiada, que apresenta um risco de \u201cseeding\u201d de cerca de 0,3%.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Pancreatoscopia<\/h3>\n\n\n\n<p>Pode ser \u00fatil nos casos de MD-IPMN e tipo misto com indica\u00e7\u00e3o de cirurgia para delimitar a extens\u00e3o da ressec\u00e7\u00e3o e evitar a pancreatectomia total em alguns casos. Ela n\u00e3o deve ser realizada no intra-operat\u00f3rio pelo risco de dissemina\u00e7\u00e3o neopl\u00e1sica peritoneal e pela poss\u00edvel super-estimativa da extens\u00e3o da les\u00e3o a ser ressecada, uma vez que a acur\u00e1cia para diferenciar displasia de baixo grau (que n\u00e3o precisa ser ressecada) de alto grau (que deve ser ressecada) \u00e9 baixa. Dessa forma, quando indicada, a pancreatoscopia deve ser realizada antes do procedimento cir\u00fargico, ficando a margem intra-operat\u00f3ria a crit\u00e9rio da avalia\u00e7\u00e3o anatompatol\u00f3gica de congela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-pale-ocean-gradient-background has-background\"><strong>O que mudou: <\/strong>1) a an\u00e1lise gen\u00e9tica do material da pun\u00e7\u00e3o ecoguiada pode auxiliar no diagn\u00f3stico e identifica\u00e7\u00e3o de les\u00f5es de alto risco. 2) a pancreatoscopia pode auxiliar em alguns casos de MD-IPMN e tipo misto e, quando indicada, deve ser realizada antes da cirurgia (e n\u00e3o no intra-operat\u00f3rio).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>4. Avalia\u00e7\u00e3o do risco \u2013 estigmas de alto risco e caracter\u00edsticas preocupantes<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Talvez a principal contribui\u00e7\u00e3o dos guidelines que abordam os IPMN seja identificar os achados e fatores que aumentam o risco de evolu\u00e7\u00e3o para c\u00e2ncer e atribuir condutas a partir desses fatores. Desde a publica\u00e7\u00e3o de 2012 os termos \u201cestigmas de alto risco\u201d (<em>high risk stigmata &#8211; HRS<\/em>) e \u201ccaracter\u00edsticas preocupantes\u201d (<em>worrisome features &#8211; WF<\/em>) vem sendo utilizados para identificar os fatores que apresentam alto risco e risco intermedi\u00e1rio, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>4. a<\/strong>) <strong>Estigmas de alto risco<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Icter\u00edcia obstrutiva em paciente com les\u00e3o c\u00edstica na cabe\u00e7a do p\u00e2ncreas<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00f3dulo mural com realce \u2265 5mm ou componente s\u00f3lido<\/li>\n\n\n\n<li>Ducto pancre\u00e1tico principal \u2265 10mm<\/li>\n\n\n\n<li>Citologia suspeita ou positiva (caso tenha sido indicada pun\u00e7\u00e3o ecoguiada)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"has-pale-ocean-gradient-background has-background\"><strong>O que mudou:<\/strong> citologia suspeita ou positiva foi definida como estigma de alto risco<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure data-wp-context=\"{&quot;imageId&quot;:&quot;69d61382e4f39&quot;}\" data-wp-interactive=\"core\/image\" data-wp-key=\"69d61382e4f39\" class=\"aligncenter size-large is-resized wp-lightbox-container\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"541\" data-wp-class--hide=\"state.isContentHidden\" data-wp-class--show=\"state.isContentVisible\" data-wp-init=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on--click=\"actions.showLightbox\" data-wp-on--load=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on-window--resize=\"callbacks.setButtonStyles\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Igor-3-1024x541.jpg?v=1727473892\" alt=\"\" class=\"wp-image-19489\" style=\"width:626px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Igor-3-1024x541.jpg?v=1727473892 1024w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Igor-3-300x159.jpg?v=1727473892 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Igor-3-768x406.jpg?v=1727473892 768w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Igor-3-585x309.jpg?v=1727473892 585w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Igor-3.jpg?v=1727473892 1031w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><button\n\t\t\tclass=\"lightbox-trigger\"\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\taria-haspopup=\"dialog\"\n\t\t\taria-label=\"Ampliar\"\n\t\t\tdata-wp-init=\"callbacks.initTriggerButton\"\n\t\t\tdata-wp-on--click=\"actions.showLightbox\"\n\t\t\tdata-wp-style--right=\"state.imageButtonRight\"\n\t\t\tdata-wp-style--top=\"state.imageButtonTop\"\n\t\t>\n\t\t\t<svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"12\" height=\"12\" fill=\"none\" viewBox=\"0 0 12 12\">\n\t\t\t\t<path fill=\"#fff\" d=\"M2 0a2 2 0 0 0-2 2v2h1.5V2a.5.5 0 0 1 .5-.5h2V0H2Zm2 10.5H2a.5.5 0 0 1-.5-.5V8H0v2a2 2 0 0 0 2 2h2v-1.5ZM8 12v-1.5h2a.5.5 0 0 0 .5-.5V8H12v2a2 2 0 0 1-2 2H8Zm2-12a2 2 0 0 1 2 2v2h-1.5V2a.5.5 0 0 0-.5-.5H8V0h2Z\" \/>\n\t\t\t<\/svg>\n\t\t<\/button><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 2: Estigmas de alto risco. Adaptado de Gonda TA, et al. Pancreatic Cysts.\u00a0<em>N Engl J Med<\/em>. 2024 (1).<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>4. b) Caracter\u00edsticas preocupantes (CP)<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>&gt; Cl\u00ednica<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Pancreatite aguda<\/li>\n\n\n\n<li>Aumento de CA 19-9<\/li>\n\n\n\n<li>In\u00edcio ou exacerba\u00e7\u00e3o aguda de Diabetes no \u00faltimo 1 ano<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>&gt; Imagem<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>. Cisto \u2265 30mm<\/li>\n\n\n\n<li>&nbsp;&nbsp;N\u00f3dulo mural com realce &lt; 5mm<\/li>\n\n\n\n<li>&nbsp;&nbsp;Paredes c\u00edsticas espessadas ou com realce<\/li>\n\n\n\n<li>&nbsp;&nbsp;Ducto pancre\u00e1tico principal \u2265 5mm e &lt;10mm<\/li>\n\n\n\n<li>&nbsp;&nbsp;Mudan\u00e7a abrupta de calibre do DPP com atrofia distal<\/li>\n\n\n\n<li>&nbsp;&nbsp;Linfadenopatia<\/li>\n\n\n\n<li>&nbsp;&nbsp;Crescimento c\u00edstico \u2265 2,5mm\/ano<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p> A presen\u00e7a de m\u00faltiplas CPs aumenta significativamente o risco de displasia de alto grau e carcinoma invasivo:<\/p>\n\n\n\n<p>            &#8211; 1 CP: 22% de risco<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211; 2 CP: 34% de risco<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211; 3 CP: 59% de risco<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &#8211; \u22654 CP: at\u00e9 100% de risco<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-pale-ocean-gradient-background has-background\"><strong>O que mudou:<\/strong> 1) um crit\u00e9rio cl\u00ednico novo foi incorporado \u2013 in\u00edcio ou exacerba\u00e7\u00e3o de diabetes no \u00faltimo ano; 2) um crit\u00e9rio foi alterado \u2013 crescimento c\u00edstico \u2265 2,5mm\/ano (antes era \u2265 5mm\/2 anos; 3) foi incorporado o conceito de que m\u00faltiplas caracter\u00edsticas preocupantes aumentam o risco de displasia de baixo grau e carcinoma invasivo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"979\" height=\"763\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/igor-4.jpg?v=1727474543\" alt=\"\" class=\"wp-image-19490\" style=\"width:589px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/igor-4.jpg?v=1727474543 979w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/igor-4-300x234.jpg?v=1727474543 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/igor-4-768x599.jpg?v=1727474543 768w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/igor-4-585x456.jpg?v=1727474543 585w\" sizes=\"(max-width: 979px) 100vw, 979px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 3: Representa\u00e7\u00e3o de 8 das 10 caracter\u00edsticas preocupantes. Adaptado de Gonda TA, et al. Pancreatic Cysts.\u00a0<em>N Engl J Med<\/em>. 2024 (1).<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>5) Fatores adicionais para avalia\u00e7\u00e3o nos pacientes com \u201ccaracter\u00edsticas preocupantes\u201d<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Os pacientes que n\u00e3o t\u00eam estigmas de alto risco, por\u00e9m apresentam alguma CP, devem ser avaliados para fatores adicionais que possam direcionar a conduta para o seguimento cl\u00ednico ou uma tend\u00eancia \u00e0 indica\u00e7\u00e3o cir\u00fargica.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram alterados os tr\u00eas fatores considerados previamente em Fukuoka (que eram: presen\u00e7a de n\u00f3dulo mural definitivo &gt; 5mm, caracter\u00edsticas suspeitas para envolvimento do DPP e citologia suspeita ou positiva). No atual guideline de Kyoto, esses fatores s\u00e3o: 1) pancreatite de repeti\u00e7\u00e3o com piora da qualidade de vida; 2) m\u00faltiplas caracter\u00edsticas preocupantes; 3) jovem com bom status cl\u00ednico para cirurgia. A presen\u00e7a de um desses tr\u00eas fatores direciona para uma abordagem cir\u00fargica, enquanto a aus\u00eancia dos tr\u00eas direciona para o seguimento cl\u00ednico com exames de imagem peri\u00f3dicos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-pale-ocean-gradient-background has-background\"><strong>O que mudou:<\/strong> os tr\u00eas fatores adicionais a serem avaliados em pacientes sem estigmas de alto risco por\u00e9m com alguma CP &#8211; 1) pancreatite de repeti\u00e7\u00e3o com piora da qualidade de vida; 2) m\u00faltiplas caracter\u00edsticas preocupantes; 3) jovem com bom status cl\u00ednico para cirurgia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>6) Seguimento de IPMN n\u00e3o ressecado<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O risco de progress\u00e3o dos BD-IPMN apresenta rela\u00e7\u00e3o com o tamanho inicial do maior cisto ao diagn\u00f3stico, e, portanto, o seguimento preferencialmente com RM das les\u00f5es n\u00e3o candidatas \u00e0 ressec\u00e7\u00e3o cir\u00fargica baseia-se no tamanho do maior cisto:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>&lt; 20mm: reavalia\u00e7\u00e3o em 6 meses. Se est\u00e1vel, a cada 18 meses <\/li>\n\n\n\n<li>\u2265 20 mm &lt;30mm: reavalia\u00e7\u00e3o em 6 e 12 meses. Se est\u00e1vel, a cada 12 meses <\/li>\n\n\n\n<li>\u2265 30mm: a cada 6 meses<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao seguimento de les\u00f5es &lt;20mm sem CP que permanecem est\u00e1veis, h\u00e1 controv\u00e9rsia na literatura, de forma que o novo guideline admite duas possibilidades: manter o seguimento OU parar o seguimento ap\u00f3s 5 anos. Dessa forma, os candidatos a interrup\u00e7\u00e3o do seguimento com exames de imagem s\u00e3o:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Cistos &lt;20mm sem estigmas de alto risco ou CPs, est\u00e1veis por pelo menos 5 anos;<\/li>\n\n\n\n<li>Pacientes n\u00e3o candidatos \u00e0 cirurgia ou com expectativa de vida &lt; 10 anos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O seguimento dos IPMN \u00e9 importante n\u00e3o s\u00f3 devido ao risco de progress\u00e3o da les\u00e3o, mas tamb\u00e9m pelo risco aumentado em desenvolver adenocarcinoma de p\u00e2ncreas sem rela\u00e7\u00e3o com o IPMN, que pode ser at\u00e9 5x maior do que a popula\u00e7\u00e3o geral, segundo estudos japoneses. Esse mecanismo foi chamado de \u201cdupla carcinog\u00eanese\u201d dos IPMN, e \u00e9 um dos argumentos defendidos por aqueles que advogam em manter o seguimento mesmo em les\u00f5es pequenas est\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos BD-IPMN multifocais \u2013 que correspondem a 20-40% dos casos \u2013 n\u00e3o h\u00e1 risco aumentado de progress\u00e3o e o manejo e seguimento deve ser de acordo com a maior les\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-pale-ocean-gradient-background has-background\"><strong>O que mudou:<\/strong> o seguimento de acordo com o tamanho do maior cisto, que antes distinguia quatro grupos (&lt;1cm, 1-2cm, 2-3cm e &gt; 3cm) foi reduzido para apenas tr\u00eas grupos (&lt; 2cm, \u2265 2cm &lt;30cm e \u2265 3cm).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>7) Seguimento de IPMN n\u00e3o invasivo ressecado<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Seguimento de IPMN n\u00e3o invasivo ressecado:<\/li>\n\n\n\n<li>&#8211; Pancreatectomia total: seguimento por 5 anos;<\/li>\n\n\n\n<li>&#8211; Pancreatectomia parcial: a cada 6-12 meses, at\u00e9 o paciente n\u00e3o ser mais candidato \u00e0 cirurgia.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>8) Algoritmo de manejo de BD-IPMN pelo guideline de Kyoto (adaptado)<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Sublinhado em vermelho: crit\u00e9rio novos;<\/li>\n\n\n\n<li>Sublinhado em amarelo: crit\u00e9rio que foram modificados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Fukuoka.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure data-wp-context=\"{&quot;imageId&quot;:&quot;69d61382e5fbb&quot;}\" data-wp-interactive=\"core\/image\" data-wp-key=\"69d61382e5fbb\" class=\"aligncenter size-full is-resized wp-lightbox-container\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"589\" height=\"771\" data-wp-class--hide=\"state.isContentHidden\" data-wp-class--show=\"state.isContentVisible\" data-wp-init=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on--click=\"actions.showLightbox\" data-wp-on--load=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on-window--resize=\"callbacks.setButtonStyles\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Algoritmo-IPMN-Kyoto-grifado-Igor.jpg?v=1727475119\" alt=\"\" class=\"wp-image-19491\" style=\"width:432px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Algoritmo-IPMN-Kyoto-grifado-Igor.jpg?v=1727475119 589w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Algoritmo-IPMN-Kyoto-grifado-Igor-229x300.jpg?v=1727475119 229w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Algoritmo-IPMN-Kyoto-grifado-Igor-585x766.jpg?v=1727475119 585w\" sizes=\"(max-width: 589px) 100vw, 589px\" \/><button\n\t\t\tclass=\"lightbox-trigger\"\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\taria-haspopup=\"dialog\"\n\t\t\taria-label=\"Ampliar\"\n\t\t\tdata-wp-init=\"callbacks.initTriggerButton\"\n\t\t\tdata-wp-on--click=\"actions.showLightbox\"\n\t\t\tdata-wp-style--right=\"state.imageButtonRight\"\n\t\t\tdata-wp-style--top=\"state.imageButtonTop\"\n\t\t>\n\t\t\t<svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"12\" height=\"12\" fill=\"none\" viewBox=\"0 0 12 12\">\n\t\t\t\t<path fill=\"#fff\" d=\"M2 0a2 2 0 0 0-2 2v2h1.5V2a.5.5 0 0 1 .5-.5h2V0H2Zm2 10.5H2a.5.5 0 0 1-.5-.5V8H0v2a2 2 0 0 0 2 2h2v-1.5ZM8 12v-1.5h2a.5.5 0 0 0 .5-.5V8H12v2a2 2 0 0 1-2 2H8Zm2-12a2 2 0 0 1 2 2v2h-1.5V2a.5.5 0 0 0-.5-.5H8V0h2Z\" \/>\n\t\t\t<\/svg>\n\t\t<\/button><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 4:\u00a0Algoritmo de manejo de IPMN pelo guideline de Kyoto. Adaptado de\u00a0Ohtsuka T, et al.\u00a0<em>Pancreatology<\/em>. 2024 (5).<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong>:<\/h2>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Gonda TA, Cahen DL, Farrell JJ. Pancreatic Cysts.&nbsp;<em>N Engl J Med<\/em>. 2024;391(9):832-843. doi:10.1056\/NEJMra2309041<\/li>\n\n\n\n<li>Tanaka M, Chari S, Adsay V, et al. International consensus guidelines for management of intraductal papillary mucinous neoplasms and mucinous cystic neoplasms of the pancreas.&nbsp;<em>Pancreatology<\/em>. 2006;6(1-2):17-32. doi:10.1159\/000090023<\/li>\n\n\n\n<li>Tanaka M, Fern\u00e1ndez-del Castillo C, Adsay V, et al. International consensus guidelines 2012 for the management of IPMN and MCN of the pancreas.&nbsp;<em>Pancreatology<\/em>. 2012;12(3):183-197. doi:10.1016\/j.pan.2012.04.004<\/li>\n\n\n\n<li>Tanaka M, Fern\u00e1ndez-Del Castillo C, Kamisawa T, et al. Revisions of international consensus Fukuoka guidelines for the management of IPMN of the pancreas.&nbsp;<em>Pancreatology<\/em>. 2017;17(5):738-753. doi:10.1016\/j.pan.2017.07.007<\/li>\n\n\n\n<li>Ohtsuka T, Fernandez-Del Castillo C, Furukawa T, et al. International evidence-based Kyoto guidelines for the management of intraductal papillary mucinous neoplasm of the pancreas.&nbsp;<em>Pancreatology<\/em>. 2024;24(2):255-270. doi:10.1016\/j.pan.2023.12.009<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como citar este artigo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background\">Proen\u00e7a IM. Endoscopia Terapeutica. IPMN: o que mudou de Fukuoka \u00e0 Kyoto, 2024 vol II. Disponivel em: <a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/ipmn-o-que-mudou-de-fukuoka-a-kyoto\/\"><a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/ipmn-o-que-mudou-de-fukuoka-a-kyoto\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/ipmn-o-que-mudou-de-fukuoka-a-kyoto\/<\/a><\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. 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