{"id":19191,"date":"2024-07-30T07:30:00","date_gmt":"2024-07-30T07:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/?p=19191"},"modified":"2024-07-31T18:47:57","modified_gmt":"2024-07-31T18:47:57","slug":"microlitiase-biliar-e-dispepsia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/microlitiase-biliar-e-dispepsia\/","title":{"rendered":"Microlit\u00edase biliar e dispepsia"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A microlit\u00edase biliar \u00e9 uma entidade identificada e descrita a relativamente pouco tempo, ainda sendo tema de muita controv\u00e9rsia na literatura, desde sua defini\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico at\u00e9 sua relev\u00e2ncia cl\u00ednica e manejo. Com o aumento da disponibilidade do exame de ecoendoscopia e a consequente amplia\u00e7\u00e3o das indica\u00e7\u00f5es e solicita\u00e7\u00f5es deste exame, tornou-se uma condi\u00e7\u00e3o cada vez mais identificada em uma popula\u00e7\u00e3o muito heterog\u00eanea de pacientes, que varia desde pacientes com obstru\u00e7\u00e3o das vias biliares, passando por pacientes com dor abdominal ou dispepsia, chegando at\u00e9 pacientes assintom\u00e1ticos em exames \u201cde rotina\u201d ou indicados por outros motivos. Tal situa\u00e7\u00e3o nos faz questionar, investigar e revisitar o conceito e o manejo desta condi\u00e7\u00e3o que se torna cada vez mais presente no nosso dia a dia.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 foi discutido anteriormente a quest\u00e3o da <a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/microcalculos-e-barro-biliar-quais-seus-valores-para-a-pratica-clinica\/\">microlit\u00edase biliar e do barro biliar<\/a> neste portal, onde foram apontadas as diferen\u00e7as ecogr\u00e1ficas das duas entidades consideradas no nosso meio e poss\u00edveis condutas, bem como a relev\u00e2ncia da microlit\u00edase biliar no contexto da investiga\u00e7\u00e3o etiol\u00f3gica da <a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/papel-da-ecoendoscopia-na-pancreatite-aguda-idiopatica\/\">pancreatite aguda<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste artigo, avaliaremos as defini\u00e7\u00f5es mais aceitas na literatura bem como as controv\u00e9rsias ainda n\u00e3o resolvidas e discutiremos a rela\u00e7\u00e3o entre a microlit\u00edase biliar e sintomas disp\u00e9pticos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Defini\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>As defini\u00e7\u00f5es para microlit\u00edase biliar e barro biliar variam imensamente na literatura, e v\u00e3o desde descri\u00e7\u00f5es distintas para as duas entidades, passando por autores que as tratam como sin\u00f4nimos, at\u00e9 publica\u00e7\u00f5es que ignoram uma ou outra entidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Para tentar resolver esse problema facilmente identific\u00e1vel na literatura, \u017borniak e col. (1) publicaram um consenso sobre o tema em 2023. O estudo contou com tr\u00eas principais etapas de elabora\u00e7\u00e3o: inicialmente foi realizada uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica da literatura que identificou 69 artigos originais e 26 artigos de revis\u00e3o que definiam \u201cmicrolit\u00edase biliar\u201d e \u201cbarro biliar\u201d; em um segundo momento, 30 \u201cexperts\u201d em ecoendoscopia foram consultados atrav\u00e9s de um question\u00e1rio sobre o tema; por fim, as defini\u00e7\u00f5es mais aceitas foram organizadas e revalidadas pelos autores, passando por uma \u00faltima etapa de vota\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Para demonstrar a heterogeneidade na literatura, cito alguns dos descritores mais encontrados nesta revis\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Microlit\u00edase biliar: \u201csinal\/foco\/forma hiperecoica com ou sem sombra ac\u00fastica posterior\u201d, \u201csinal\/foco\/forma hiperecoica necessariamente com sombra ac\u00fastica posterior\u201d, \u201csinal\/foco\/forma hiperecoica necessariamente sem sombra ac\u00fastica posterior\u201d, \u201cimagem ecog\u00eanica m\u00f3vel sem sombra ac\u00fastica posterior\u201d.<br>Em rela\u00e7\u00e3o ao tamanho, os estudos variaram desde &lt;1mm at\u00e9 &lt;10mm, por\u00e9m a grande maioria definiu entre &lt;3mm ou &lt;5mm.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Barro biliar: \u201csubst\u00e2ncia fluida\u201d, \u201cn\u00edvel fluido\u201d, \u201cm\u00faltiplos c\u00e1lculos sem sombra ac\u00fastica posterior\u201d, \u201cconte\u00fado em camadas na por\u00e7\u00e3o pendente da ves\u00edcula\u201d, \u201cconte\u00fado de baixa amplitude ecogr\u00e1fica\u201d, \u201cimagens hiperecoicas m\u00f3veis sem combra ac\u00fastica porterior\u201d, \u201cagregado hiperecoico sem sombra ac\u00fastica posterior\u201d, \u201cmaterial um pouco hiperecoico m\u00f3vel\u201d, \u201cmaterial ecog\u00eanico homog\u00eaneo\u201d, \u201cmaterial ecog\u00eanico heterog\u00eaneo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Observa-se tanto uma sobreposi\u00e7\u00e3o quanto uma troca ou mistura de defini\u00e7\u00f5es entre as duas entidades na literatura especializada.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a dif\u00edcil miss\u00e3o de determinar um consenso, os autores chegaram nas seguintes defini\u00e7\u00f5es (original em ingl\u00eas e respectiva tradu\u00e7\u00e3o pelo autor deste artigo):<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Microc\u00e1lculo biliar:<\/strong> \u201ccalculi in the biliary tract and gallbladder of \u22645 mm in diameter with acoustic shadowing\u201d \/ \u201cc\u00e1lculo nas vias biliares ou ves\u00edcula biliar com sombra ac\u00fastica posterior com di\u00e2metro menor ou igual 5mm\u201d<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Barro biliar:<\/strong> \u201cDiscrete, hyperechoic material inside the gallbladder or the bile duct, without acoustic shadowing, which sediments in the most dependent part of the gallbladder.\u201d \/ \u201cMaterial discretamente hiperecoico, sem sombra ac\u00fastica posterior, com sedimenta\u00e7\u00e3o na parte mais pendente da ves\u00edcula biliar\u201d<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C\u00e1lculo biliar:<\/strong> \u201ccalculi in the biliary tract and gallbladder of >5 mm in diameter with acoustic shadowing\u201d \/ \u201cc\u00e1lculo nas vias biliares ou ves\u00edcula biliar com sombra ac\u00fastica posterior com di\u00e2metro maior que 5mm\u201d<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Em outro trabalho, Quispel e col. (2) estudaram o grau de concord\u00e2ncia entre ecoendoscopistas em rela\u00e7\u00e3o a microlit\u00edase biliar e barro biliar. Eles avaliaram a concord\u00e2ncia entre 41 ecoendoscopistas \u201cexperts\u201d utilizando 30 v\u00eddeos. As defini\u00e7\u00f5es aceitas neste trabalho foram (original em ingl\u00eas e tradu\u00e7\u00e3o do autor deste artigo):<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Barro biliar (\u201csludge\u201d):<\/strong> \u201cLayered, cloud shaped, mobile echoic bile duct content, without acoustic shadowing\u201d \/ \u201cconte\u00fado ecog\u00eanico m\u00f3vel em camadas sem sombra ac\u00fastica posterior\u201d<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Microlit\u00edase biliar (\u201cmicrolithiasis\u201d):<\/strong> \u201cHyperechoic circumscript bile duct content, &lt; 3mm with or without acoustic shadowing\u201d \/ \u201cimagem hiperecoica com ou sem sombra ac\u00fastica posterior menor que 3mm\u201d<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C\u00e1lculo biliar (\u201cstones\u201d):<\/strong> \u201cHyperechoic circumscript bile duct content, \u2265 3mm with or without acoustic shadowing\u201d \/ \u201cimagem hiperecoica com ou sem sombra ac\u00fastica posterior maior ou igual a 3mm\u201d<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Neste estudo, houve uma concord\u00e2ncia interobservador considerada moderada para um ou mais c\u00e1lculos biliares \u2013 kappa de Fleiss (IC95%) 0,46 (0,13-0,78) -, fraca para microlit\u00edase &#8211; kappa de Fleiss (IC95%) 0,25 (0,07-0,43) \u2013 e muito fraca para barro biliar &#8211; kappa de Fleiss (IC95%) 0,16 (0,07-0,25).<\/p>\n\n\n\n<p>Em nosso meio, tendemos a definir de forma diferente tanto do consenso publicado quanto do estudo de Quispel e col., como demonstrado no artigo publicado previamente (\u201c<a href=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/assuntosgerais\/microcalculos-e-barro-biliar-quais-seus-valores-para-a-pratica-clinica\/\">Microc\u00e1lculos e barro biliar \u2013 Quais seus valores para a pr\u00e1tica cl\u00ednica?<\/a>\u201d) e no \u00faltimo manual de ecoendoscopia da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) (3).<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; <strong>Microc\u00e1lculos\/microlit\u00edase:<\/strong> imagem m\u00f3vel, hiperecoica, sem sombra ac\u00fastica posterior e \u22643mm<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure data-wp-context=\"{&quot;imageId&quot;:&quot;69ee53b9ab76b&quot;}\" data-wp-interactive=\"core\/image\" data-wp-key=\"69ee53b9ab76b\" class=\"aligncenter size-full is-resized wp-lightbox-container\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"665\" height=\"354\" data-wp-class--hide=\"state.isContentHidden\" data-wp-class--show=\"state.isContentVisible\" data-wp-init=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on--click=\"actions.showLightbox\" data-wp-on--load=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on-window--resize=\"callbacks.setButtonStyles\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-19192\" style=\"width:527px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-1.png 665w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-1-300x160.png 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-1-585x311.png 585w\" sizes=\"(max-width: 665px) 100vw, 665px\" \/><button\n\t\t\tclass=\"lightbox-trigger\"\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\taria-haspopup=\"dialog\"\n\t\t\taria-label=\"Ampliar\"\n\t\t\tdata-wp-init=\"callbacks.initTriggerButton\"\n\t\t\tdata-wp-on--click=\"actions.showLightbox\"\n\t\t\tdata-wp-style--right=\"state.imageButtonRight\"\n\t\t\tdata-wp-style--top=\"state.imageButtonTop\"\n\t\t>\n\t\t\t<svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"12\" height=\"12\" fill=\"none\" viewBox=\"0 0 12 12\">\n\t\t\t\t<path fill=\"#fff\" d=\"M2 0a2 2 0 0 0-2 2v2h1.5V2a.5.5 0 0 1 .5-.5h2V0H2Zm2 10.5H2a.5.5 0 0 1-.5-.5V8H0v2a2 2 0 0 0 2 2h2v-1.5ZM8 12v-1.5h2a.5.5 0 0 0 .5-.5V8H12v2a2 2 0 0 1-2 2H8Zm2-12a2 2 0 0 1 2 2v2h-1.5V2a.5.5 0 0 0-.5-.5H8V0h2Z\" \/>\n\t\t\t<\/svg>\n\t\t<\/button><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Microlit\u00edase biliar<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>&#8211; <strong>Barro biliar:<\/strong> conte\u00fado ecog\u00eanico m\u00f3vel, sem sombra ac\u00fastica posterior, com forma\u00e7\u00e3o de n\u00edvel.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure data-wp-context=\"{&quot;imageId&quot;:&quot;69ee53b9abf07&quot;}\" data-wp-interactive=\"core\/image\" data-wp-key=\"69ee53b9abf07\" class=\"aligncenter size-full is-resized wp-lightbox-container\"><img decoding=\"async\" width=\"612\" height=\"638\" data-wp-class--hide=\"state.isContentHidden\" data-wp-class--show=\"state.isContentVisible\" data-wp-init=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on--click=\"actions.showLightbox\" data-wp-on--load=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on-window--resize=\"callbacks.setButtonStyles\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-19194\" style=\"width:421px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-3.png 612w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-3-288x300.png 288w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-3-585x610.png 585w\" sizes=\"(max-width: 612px) 100vw, 612px\" \/><button\n\t\t\tclass=\"lightbox-trigger\"\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\taria-haspopup=\"dialog\"\n\t\t\taria-label=\"Ampliar\"\n\t\t\tdata-wp-init=\"callbacks.initTriggerButton\"\n\t\t\tdata-wp-on--click=\"actions.showLightbox\"\n\t\t\tdata-wp-style--right=\"state.imageButtonRight\"\n\t\t\tdata-wp-style--top=\"state.imageButtonTop\"\n\t\t>\n\t\t\t<svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"12\" height=\"12\" fill=\"none\" viewBox=\"0 0 12 12\">\n\t\t\t\t<path fill=\"#fff\" d=\"M2 0a2 2 0 0 0-2 2v2h1.5V2a.5.5 0 0 1 .5-.5h2V0H2Zm2 10.5H2a.5.5 0 0 1-.5-.5V8H0v2a2 2 0 0 0 2 2h2v-1.5ZM8 12v-1.5h2a.5.5 0 0 0 .5-.5V8H12v2a2 2 0 0 1-2 2H8Zm2-12a2 2 0 0 1 2 2v2h-1.5V2a.5.5 0 0 0-.5-.5H8V0h2Z\" \/>\n\t\t\t<\/svg>\n\t\t<\/button><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Barro biliar<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>&#8211; <strong>C\u00e1lculo:<\/strong> imagem hiperecoica com sombra ac\u00fastica posterior, independentemente do tamanho (podem ser chamados de c\u00e1lculos pequenos se menores que 5mm).<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure data-wp-context=\"{&quot;imageId&quot;:&quot;69ee53b9ac7e9&quot;}\" data-wp-interactive=\"core\/image\" data-wp-key=\"69ee53b9ac7e9\" class=\"aligncenter size-full is-resized wp-lightbox-container\"><img decoding=\"async\" width=\"435\" height=\"232\" data-wp-class--hide=\"state.isContentHidden\" data-wp-class--show=\"state.isContentVisible\" data-wp-init=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on--click=\"actions.showLightbox\" data-wp-on--load=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on-window--resize=\"callbacks.setButtonStyles\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-5.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-19196\" style=\"width:505px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-5.png 435w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/image-5-300x160.png 300w\" sizes=\"(max-width: 435px) 100vw, 435px\" \/><button\n\t\t\tclass=\"lightbox-trigger\"\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\taria-haspopup=\"dialog\"\n\t\t\taria-label=\"Ampliar\"\n\t\t\tdata-wp-init=\"callbacks.initTriggerButton\"\n\t\t\tdata-wp-on--click=\"actions.showLightbox\"\n\t\t\tdata-wp-style--right=\"state.imageButtonRight\"\n\t\t\tdata-wp-style--top=\"state.imageButtonTop\"\n\t\t>\n\t\t\t<svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"12\" height=\"12\" fill=\"none\" viewBox=\"0 0 12 12\">\n\t\t\t\t<path fill=\"#fff\" d=\"M2 0a2 2 0 0 0-2 2v2h1.5V2a.5.5 0 0 1 .5-.5h2V0H2Zm2 10.5H2a.5.5 0 0 1-.5-.5V8H0v2a2 2 0 0 0 2 2h2v-1.5ZM8 12v-1.5h2a.5.5 0 0 0 .5-.5V8H12v2a2 2 0 0 1-2 2H8Zm2-12a2 2 0 0 1 2 2v2h-1.5V2a.5.5 0 0 0-.5-.5H8V0h2Z\" \/>\n\t\t\t<\/svg>\n\t\t<\/button><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>C\u00e1lculo biliar<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background\">No entendimento do autor deste artigo, as defini\u00e7\u00f5es que utilizamos no nosso meio apresentam maior correla\u00e7\u00e3o com os achados ecogr\u00e1ficos e com os diferentes perfis de pacientes. Por\u00e9m, com a publica\u00e7\u00e3o do consenso, caso a comunidade de ecoendoscopistas passe a utilizar a classifica\u00e7\u00e3o proposta, a tend\u00eancia ser\u00e1 unificar os achados que hoje consideremos em nosso meio \u201cmicrolit\u00edase biliar\u201d e \u201cbarro biliar\u201d denominando ambos como \u201cbarro biliar\u201d, enquanto o termo \u201cmicrolit\u00edase biliar\u201d ser\u00e1 utilizado para c\u00e1lculos pequenos \u22645mm.<\/p>\n\n\n\n<p>De qualquer forma, o mesmo consenso fez um levantamento retrospectivo que mostrou que n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a gravidade da pancreatite aguda biliar, independente de qual entidade biliar (c\u00e1lculo, microc\u00e1lculo ou barro) esteja relacionada ao evento, e alguns autores consideram que barro biliar e microlit\u00edase biliar compartilham a mesma signific\u00e2ncia cl\u00ednica (4).<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, acreditamos que ainda haver\u00e1 discuss\u00f5es na literatura para estabelecimento das defini\u00e7\u00f5es para que haja uma melhor comunica\u00e7\u00e3o tanto entre os ecoendoscopistas, quanto entre m\u00e9dicos assistentes\/solicitantes, e tamb\u00e9m na pr\u00f3pria literatura, afim de homogeneizar a nomenclatura para estudos futuros. Dessa forma, at\u00e9 uma pacifica\u00e7\u00e3o sobre o tema na literatura, sugere-se aos ecoendoscopistas descreverem os achados com precis\u00e3o no corpo do laudo e realizar adequada documenta\u00e7\u00e3o de imagens, para que o m\u00e9dico assistente\/solicitante tenha ferramentas para interpretar corretamente os achados e tomar as melhores condutas cab\u00edveis em cada caso, independente da defini\u00e7\u00e3o utilizada na conclus\u00e3o do laudo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Microlit\u00edase biliar e sintomas disp\u00e9pticos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Como comentado na introdu\u00e7\u00e3o deste artigo, com o aumento da disponibilidade da ecoendoscopia, os pedidos de exame para pacientes com sintomas disp\u00e9pticos variados se tornaram parte importante da agenda de ecoendoscopia nos grandes centros, com identifica\u00e7\u00e3o de \u201cmicroc\u00e1lculos\/barro biliar\u201d em um amplo perfil de pacientes e levando muitas vezes a indica\u00e7\u00e3o de colecistectomia. Tal cen\u00e1rio nos faz questionar o papel da ecoendoscopia para este perfil de pacientes, a indica\u00e7\u00e3o da colecistectomia e a rela\u00e7\u00e3o com os sintomas apresentados.<\/p>\n\n\n\n<p>Montenegro e col. (4) estudaram retrospectivamente pacientes com sintomas disp\u00e9pticos variados, encaminhados para realiza\u00e7\u00e3o de ecoendoscopia ap\u00f3s resultados negativos para lit\u00edase biliar por ultrassonografia abdominal, que foram diagnosticados com microlit\u00edase e\/ou barro biliar na ecoendoscopia e submetidos a colecistectomia. Eles exclu\u00edram pacientes assintom\u00e1ticos e pacientes que tiveram qualquer complica\u00e7\u00e3o relacionada a lit\u00edase biliar (pancreatite, colangite, colestase ou colecistite).<\/p>\n\n\n\n<p>Neste artigo, os autores utilizaram a seguinte defini\u00e7\u00e3o (original em ing\u00eas e tradu\u00e7\u00e3o do autor deste artigo):<br>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>&#8211; Minilithiasis and\/or biliary sludge (minilit\u00edase e\/ou barro biliar): \u201cthe presence of isoechoic and\/or hyperechoic focus without an acoustic shadow less than 5 mm, which could be viewed with or without a massage in the epigastrium or right hypochondrium\u201d \/ \u201cpresen\u00e7a de focos isoecoicos e\/ou hiperecoicos sem sombra ac\u00fastica posterior, menores que 5mm, que podem ser visualizados com ou sem compress\u00e3o do epig\u00e1strio ou hipoc\u00f4ndrio direito\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A partir de uma base de dados de 1121 pacientes que realizaram ecoendoscopia entre os anos de 2014 e 2018, foram inclu\u00eddos 50 pacientes compat\u00edveis com os crit\u00e9rios de inclus\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre os sintomas relatados, 58% (29\/50) apresentavam c\u00f3lica biliar t\u00edpica e 42% (21\/50) apresentavam sintomas at\u00edpicos, sendo estes: dor no quadrante superior direito (24%), epigastralgia + dor no quadrante superior direito (2%), epigastralgia + n\u00e1useas\/v\u00f4mitos (6%), epigastralgia isolada (2%), dor abdominal difusa com ou sem distens\u00e3o (8%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background\">Setenta porcento dos pacientes (35\/50) tiveram remiss\u00e3o dos sintomas ap\u00f3s a colecistectomia. No grupo dos pacientes com c\u00f3lica biliar t\u00edpica, a remiss\u00e3o foi de 86,2% enquanto no grupo de pacientes com sintomas at\u00edpicos foi de 47,6%. No grupo de pacientes com sintomas at\u00edpicos, houve diferen\u00e7a importante na resposta ao tratamento de acordo com o sintoma apresentado, notando-se remiss\u00e3o na maior parte dos pacientes com dor no quadrante superior direito e em nenhum dos 4 pacientes com dor abdominal difusa. A tabela abaixo resume os sintomas pr\u00e9 e p\u00f3s-colecistectomia (tabela 2 do artigo original).<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure data-wp-context=\"{&quot;imageId&quot;:&quot;69ee53b9ad3e9&quot;}\" data-wp-interactive=\"core\/image\" data-wp-key=\"69ee53b9ad3e9\" class=\"aligncenter size-large is-resized wp-lightbox-container\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"315\" data-wp-class--hide=\"state.isContentHidden\" data-wp-class--show=\"state.isContentVisible\" data-wp-init=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on--click=\"actions.showLightbox\" data-wp-on--load=\"callbacks.setButtonStyles\" data-wp-on-window--resize=\"callbacks.setButtonStyles\" src=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/post-dr-igor-1024x315.jpg?v=1720709003\" alt=\"\" class=\"wp-image-19197\" style=\"width:650px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/post-dr-igor-1024x315.jpg?v=1720709003 1024w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/post-dr-igor-300x92.jpg?v=1720709003 300w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/post-dr-igor-768x237.jpg?v=1720709003 768w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/post-dr-igor-585x180.jpg?v=1720709003 585w, https:\/\/endoscopiaterapeutica.net\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/post-dr-igor.jpg?v=1720709003 1136w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><button\n\t\t\tclass=\"lightbox-trigger\"\n\t\t\ttype=\"button\"\n\t\t\taria-haspopup=\"dialog\"\n\t\t\taria-label=\"Ampliar\"\n\t\t\tdata-wp-init=\"callbacks.initTriggerButton\"\n\t\t\tdata-wp-on--click=\"actions.showLightbox\"\n\t\t\tdata-wp-style--right=\"state.imageButtonRight\"\n\t\t\tdata-wp-style--top=\"state.imageButtonTop\"\n\t\t>\n\t\t\t<svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"12\" height=\"12\" fill=\"none\" viewBox=\"0 0 12 12\">\n\t\t\t\t<path fill=\"#fff\" d=\"M2 0a2 2 0 0 0-2 2v2h1.5V2a.5.5 0 0 1 .5-.5h2V0H2Zm2 10.5H2a.5.5 0 0 1-.5-.5V8H0v2a2 2 0 0 0 2 2h2v-1.5ZM8 12v-1.5h2a.5.5 0 0 0 .5-.5V8H12v2a2 2 0 0 1-2 2H8Zm2-12a2 2 0 0 1 2 2v2h-1.5V2a.5.5 0 0 0-.5-.5H8V0h2Z\" \/>\n\t\t\t<\/svg>\n\t\t<\/button><figcaption class=\"wp-element-caption\">Tabela com sum\u00e1rio dos sintomas pr\u00e9 e p\u00f3s-colecistectomia de Montenegro e col. (4)<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Foi identificada apenas uma (2%) complica\u00e7\u00e3o com necessidade de reabordagem p\u00f3s colecistectomia devido a hemoperit\u00f4nio e 18% (9\/50) de pacientes que evolu\u00edram com diarreia p\u00f3s colecistectomia.<\/p>\n\n\n\n<p>Os autores concluem que pacientes com quadro de c\u00f3lica biliar t\u00edpica com presen\u00e7a de microc\u00e1lculos\/barro biliar \u00e0 ecoendoscopia devem ser submetidos \u00e0 colecistectomia, enquanto pacientes com sintomas at\u00edpicos devem ser amplamente investigados para descartar outras etiologias antes de serem submetidos a colecistectomia, sendo esta avalia\u00e7\u00e3o a chave para uma adequada correla\u00e7\u00e3o entre os sintomas e os achados ecogr\u00e1ficos e consequente resolu\u00e7\u00e3o dos sintomas ap\u00f3s colecistectomia.<\/p>\n\n\n\n<p>Jang e col. (5) estudaram o uso de medica\u00e7\u00f5es litol\u00edticas (\u00c1cidos Quenodesoxic\u00f3lico e Ursodesoxic\u00f3lico) para tratamento de pacientes com diagn\u00f3stico de dispepsia funcional refrat\u00e1ria (DFR). A DFR \u00e9 definida como sintomas disp\u00e9pticos sem causa definida, persistentes ap\u00f3s tratamento com sintom\u00e1ticos, sendo dif\u00edcil a diferencia\u00e7\u00e3o entre dispepsia funcional e dispepsia biliar em muitos casos.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste estudo prospectivo n\u00e3o-randomizado simples cego, foram inclu\u00eddos 37 pacientes com diagn\u00f3stico de DFR e com exames de Endoscopia Digestiva Alta (EDA), ultrassom de abdome e exame de contratilidade da ves\u00edcula biliar normais. Importante notar que n\u00e3o foi realizada ecoendoscopia nos pacientes deste estudo. Foi utilizado uma escala de sintomas chamada de \u201cEscala de sintomas globais de 7 pontos\u201d (\u201c7-point global symptom scale\u201d), que relaciona os sintomas disp\u00e9pticos com a severidade e impacto na vida do paciente, na qual 1 ponto o paciente refere n\u00e3o ter problemas com os sintomas disp\u00e9pticos e 7 o paciente apresente um problema muito severo que interfere e limita as atividades di\u00e1rias. Os sintomas relatados foram dor epig\u00e1strica, queima\u00e7\u00e3o epig\u00e1strica, saciedade precoce e empachamento p\u00f3s-prandial.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s 12 semanas de tratamento, a m\u00e9dia da escala de sintomas caiu de 5,6 para 2,6, sendo que 94,6% (35\/37) referiram algum grau de melhora dos sintomas e apenas 5,4% (2\/37) n\u00e3o apresentaram nenhuma melhora.<\/p>\n\n\n\n<p>Os autores concluem que grande parte dos pacientes diagnosticados com DFR podem ter na realidade dispepsia biliar, podendo ser beneficiados com o tratamento proposto com litol\u00edticos. Eles ainda pontuam que a microlit\u00edase biliar n\u00e3o foi adequadamente avaliada no estudo, podendo estar presente em parte ou totalidade dos pacientes que responderam ao tratamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Avaliando em conjunto os estudos apresentados, podemos inferir que a microlit\u00edase\/barro biliar deve ser considerada no diagn\u00f3stico diferencial em pacientes com dispepsia, por\u00e9m o sucesso do tratamento \u2013 seja com colecistectomia ou com litol\u00edticos \u2013 depende do tipo de sintoma apresentado e a exclus\u00e3o de outras etiologias. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante considerar que s\u00e3o estudos de baixa qualidade metodol\u00f3gica para avaliar a efic\u00e1cia do tratamento, mas que apontam para uma possibilidade que deve ser considerada e melhor estudada, preferencialmente com ensaios cl\u00ednicos randomizados.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A microlit\u00edase biliar \u00e9 um tema ainda muito controverso, com diverg\u00eancias que v\u00e3o desde a defini\u00e7\u00e3o at\u00e9 o tratamento, principalmente quando relacionada a sintomas disp\u00e9pticos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a defini\u00e7\u00e3o de microlit\u00edase e barro biliar, h\u00e1 um debate que teremos que percorrer para chegarmos a conclus\u00f5es mais consensuais e compat\u00edveis com os achados do dia a dia. Considerando a literatura dispon\u00edvel, que se mostra ainda muito controversa apesar do esfor\u00e7o em estabelecer um consenso, cabe ao ecoendoscopista descrever e documentar com precis\u00e3o os achados para que o m\u00e9dico interlocutor consiga identificar corretamente a entidade descrita, independente da defini\u00e7\u00e3o utilizada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-pale-ocean-gradient-background has-background\">Em rela\u00e7\u00e3o a microlit\u00edase\/barro biliar e os sintomas disp\u00e9pticos, alguns estudos de baixa qualidade metodol\u00f3gica sugerem a possibilidade de correla\u00e7\u00e3o entre tais entidades e sintomas disp\u00e9pticos, com poss\u00edvel melhora dos sintomas em parte dos pacientes ap\u00f3s colecistectomia ou tratamento com litol\u00edticos. Entretanto \u00e9 fundamento ressaltar que cada paciente deve ser avaliado com parcim\u00f4nia, considerando os sintomas apresentados e realizando ampla investiga\u00e7\u00e3o de outras etiologias mais prov\u00e1veis, especialmente quando sintomas considerados at\u00edpicos para doen\u00e7a biliar s\u00e3o os mais importantes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u017borniak, M., Sirtl, S., Beyer, G., Mahajan, U. M., Bretthauer, K., Schirra, J., Schulz, C., Kohlmann, T., Lerch, M. M., Mayerle, J., &amp; LMU Microlithiasis Expert Survey Team (2023). Consensus definition of sludge and microlithiasis as a possible cause of pancreatitis.&nbsp;<em>Gut<\/em>,&nbsp;<em>72<\/em>(10), 1919\u20131926. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1136\/gutjnl-2022-327955\">https:\/\/doi.org\/10.1136\/gutjnl-2022-327955<\/a><\/li>\n\n\n\n<li>Quispel, R., Schutz, H. M., Hallensleben, N. D., Bhalla, A., Timmer, R., van Hooft, J. E., Venneman, N. G., Erler, N. S., Veldt, B. J., van Driel, L. M. J. W., &amp; Bruno, M. J. (2021). Do endosonographers agree on the presence of bile duct sludge and the subsequent need for intervention?.&nbsp;<em>Endoscopy international open<\/em>,&nbsp;<em>9<\/em>(6), E911\u2013E917. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1055\/a-1452-8919\">https:\/\/doi.org\/10.1055\/a-1452-8919<\/a><\/li>\n\n\n\n<li>De Ara\u00fajo W.C., Nahoum R.G., Como eu fa\u00e7o: pesquisa de pancreatite idiop\u00e1tica. <em>In<\/em>: Salom\u00e3o B.C., Moura E.G.H.M. Ecoendoscopia como eu fa\u00e7o? \/ n\u00facleo de ecoendoscopia SOBED \u2013 S\u00e3o Paulo : Editora dos Editores, 2023. Cap. 5 p.87-96<\/li>\n\n\n\n<li>Montenegro, A., And\u00fajar, X., Fern\u00e1ndez-Ba\u00f1ares, F., Esteve, M., &amp; Loras, C. (2022). Usefulness of endoscopic ultrasound in patients with minilithiasis and\/or biliary sludge as a cause of symptoms of probable biliary origin after cholecystectomy.&nbsp;<em>Gastroenterologia y hepatologia<\/em>,&nbsp;<em>45<\/em>(2), 91\u201398. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.gastrohep.2021.03.010\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.gastrohep.2021.03.010<\/a><\/li>\n\n\n\n<li>Jang, S. I., Lee, T. H., Jeong, S., Kwon, C. I., Koh, D. H., Kim, Y. J., Lee, H. S., Do, M. Y., Cho, J. H., &amp; Lee, D. K. (2022). Efficacy of Chenodeoxycholic Acid and Ursodeoxycholic Acid Treatments for Refractory Functional Dyspepsia.&nbsp;<em>Journal of clinical medicine<\/em>,&nbsp;<em>11<\/em>(11), 3190. https:\/\/doi.org\/10.3390\/jcm11113190<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como citar este artigo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background\">Proen\u00e7a IM. Microlit\u00edase biliar e dispepsia. Endoscopia Terapeutica 2024 vol II. 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