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	<title>varizes gástricas Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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	<title>varizes gástricas Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>Embolização de varizes gástricas guiada por ecoendoscopia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ashish Agarwal]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casos Clínicos]]></category>
		<category><![CDATA[Coil]]></category>
		<category><![CDATA[erradicação de varizes]]></category>
		<category><![CDATA[escleroterapia]]></category>
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		<category><![CDATA[varizes gástricas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Título original: EUS guided feeder vessel embolization of gastric varices. Autores: Ashish Agarwal, Chhagan&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/casosclinicos/embolizacao-de-varizes-gastricas-guiada-por-ecoendoscopia/">Embolização de varizes gástricas guiada por ecoendoscopia</a> appeared first on <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt">Endoscopia Terapeutica</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Título original: <em>EUS guided feeder vessel embolization of gastric varices</em>.</p>



<p class="has-pale-ocean-gradient-background has-background"><strong>Autores:</strong> Ashish Agarwal, Chhagan Lal Birda, Ankit Agarwal</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>Relato de Caso</strong></h2>



<p><br>Uma paciente do sexo feminino, de 42 anos, com cirrose secundária à hepatite C, apresentou-se ao ambulatório de gastroenterologia do nosso hospital. Foi realizada uma endoscopia digestiva alta de rotina (EDA) para rastreamento de varizes, que evidenciou uma grande variz fúndica globular isolada na curvatura menor (IGV-1, F3). Não havia varizes esofágicas. Não apresentava icterícia nem ascite, e o escore MELD era 16. Após discussão com a radiologia intervencionista, foi planejada embolização guiada por EUS do vaso nutridor da variz fúndica utilizando molas (coils) e cola de cianoacrilato.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>Conduta</strong></h2>



<p>Para este procedimento, foi utilizada a mola de embolização MicroNester (Cook Medical) com diâmetro de 12 mm.</p>



<p>As etapas do procedimento são as seguintes:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Identificação do vaso nutridor: Uma variz gástrica apresenta um fluxo de entrada (vaso nutridor) e um trajeto de saída (derivação gastrorrenal). O vaso nutridor conecta a variz ao eixo esplenoportal, enquanto a via de saída conecta a variz à veia renal. Assim, é importante seguir todo o trajeto tortuoso do vaso nutridor e documentar sua origem no eixo esplenoportal para evitar punção inadvertida da via de saída.</li>



<li>Punção da variz nutridora com uma agulha FNA 19 G e confirmação da posição intravaricosa por aspiração de sangue.</li>



<li>Se a variz também estiver visível na tela, a injeção de soro fisiológico agitado neste momento pode confirmar o fluxo do soro em direção à variz.</li>



<li>Posicionamento de uma mola dentro da variz. O tamanho da mola escolhida deve ter diâmetro de 10–12 mm. O número de molas necessárias geralmente é de uma a duas.</li>



<li>Injeção de 2 ml de cola após o posicionamento da mola.</li>



<li>Retirada da agulha e confirmação da ausência de fluxo na variz ao exame Doppler.</li>



<li>Observação por 6–12 horas.</li>
</ol>



<p>No caso atual, a paciente recebeu alta 6 horas após o procedimento.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>Seguimento</strong></h2>



<p>A repetição do EUS após 4 semanas (Vídeo 2) demonstrou obliteração da variz, sem fluxo ao estudo Doppler.</p>



<div style="position:relative;padding-top:56.25%;"><iframe id="panda-15030dca-7695-4c44-9762-d8b6b5948dcd" src="https://player-vz-a75e9d45-986.tv.pandavideo.com.br/embed/?v=15030dca-7695-4c44-9762-d8b6b5948dcd" style="border:none;position:absolute;top:0;left:0;" allow="accelerometer;gyroscope;autoplay;encrypted-media;picture-in-picture" allowfullscreen=true width="100%" height="100%" fetchpriority="high"></iframe></div>



<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>Comentários</strong></h2>



<p class="has-pale-ocean-gradient-background has-background">A intervenção vascular guiada por EUS expandiu significativamente o escopo das abordagens diagnósticas e terapêuticas para patologias vasculares. Apesar de sua crescente aplicação clínica, ainda há escassez de dados quanto à padronização das técnicas procedimentais.</p>



<p class="has-pale-ocean-gradient-background has-background">A embolização de variz fúndica guiada por EUS emergiu como uma modalidade segura e eficaz e transformou o manejo das varizes gástricas. Embora a injeção endoscópica de cola de cianoacrilato sob visualização direta seja factível, ela está associada a um risco substancial de eventos adversos. Estes incluem embolização sistêmica para pulmões, cérebro ou baço, levando a complicações graves, bem como complicações locais como perfuração, trombose venosa, sepse e necrose tecidual. Desafios procedimentais, incluindo aderência da agulha e obstrução do canal do endoscópio pela cola, exigem técnica meticulosa e uso adequado de equipamentos de proteção individual, especialmente proteção ocular.</p>



<p class="has-pale-ocean-gradient-background has-background">A identificação do vaso nutridor pode ser tecnicamente desafiadora, e, por vezes, múltiplos vasos nutridores podem estar presentes. Além disso, a diferenciação entre os trajetos de entrada e saída nas imagens de EUS frequentemente é difícil. Embora a abordagem técnica seja semelhante e não ofereça uma vantagem clara em relação à embolização varicosa guiada por EUS diretamente na variz, o direcionamento ao vaso nutridor reduz o número de molas necessárias para alcançar uma embolização eficaz e diminui a necessidade de reintervenção.</p>



<p>Veja mais sobre o tema: <br><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/assuntos-gerais-tratamento-endoscopico-de-varizes-de-fundo-gastrico/">Tratamento endoscópico de varizes de fundo gástrico • Endoscopia Terapeutica</a><br><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigoscomentados/artigo-comentado-tratamento-ecoguiado-de-varizes-de-fundo-gastrico-com-injecao-combinada-de-cianoacrilato-e-molas-ampla-experiencia-de-6-anos-nos-eua/">Tratamento ecoguiado de varizes de fundo gástrico com injeção combinada de cianoacrilato e molas: ampla experiência de 6 anos nos EUA • Endoscopia Terapeutica</a><br><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/comparacao-do-tratamento-endoscopico-vesus-ecoendoscopico-para-obliteracao-de-varizes-gastricas/">Comparação do tratamento endoscópico versus ecoendoscópico para obliteração de varizes gástricas • Endoscopia Terapeutica</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background">Agarwal A, Birda CL, Agarwal A. EUS guided feeder vessel embolization of gastric varices. Endoscopia Terapeutica, 2026 Vol I. Disponível em: <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?p=21029" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://endoscopiaterapeutica.net/pt/casosclinicos/eus-guided-feeder-vessel-embolization-of-gastric-varices/</a></p>



<p></p>
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