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	<title>prótese metálica Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 Apr 2025 16:42:21 +0000</lastBuildDate>
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	<title>prótese metálica Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>Devemos fixar próteses metálicas totalmente recobertas em patologias benignas?</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/devemos-fixar-proteses-metalicas-totalmente-recobertas-em-patologias-benignas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Prado Logiudice]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 06:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[endoscopia]]></category>
		<category><![CDATA[prótese metálica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resumo do artigo “Evaluating no fixation, endoscopic suture fixation, and an over-the-scope clip for anchoring&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Resumo do artigo <em>“Evaluating no fixation, endoscopic suture fixation, and an over-the-scope clip for anchoring fully covered self-expandable metal stents in benign upper GI conditions: a comparative multicenter international study” </em>publicado na GIE em março de 2025.</p>
</blockquote>



<p>As próteses metálicas endoscópicas foram introduzidas na década de 1990 e tem aplicação no manejo de diversas patologias. No contexto das doenças benignas, que envolvem estenoses, fístulas, perfurações e sangramento refratário de varizes esofágicas, são utilizadas as próteses totalmente recobertas (FCSEMS). Estes modelos de prótese contam com um revestimento de silicone que previne o crescimento tecidual, permitindo sua remoção, porém apresentam maior potencial de migração.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=19870"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="508" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Fig.-1-Tecnicas-de-fixacao-das-proteses-1024x508.jpeg" alt="" class="wp-image-19870" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Fig.-1-Tecnicas-de-fixacao-das-proteses-1024x508.jpeg?v=1744397325 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Fig.-1-Tecnicas-de-fixacao-das-proteses-300x149.jpeg?v=1744397325 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Fig.-1-Tecnicas-de-fixacao-das-proteses-768x381.jpeg?v=1744397325 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Fig.-1-Tecnicas-de-fixacao-das-proteses-1170x581.jpeg?v=1744397325 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Fig.-1-Tecnicas-de-fixacao-das-proteses-585x290.jpeg?v=1744397325 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Fig.-1-Tecnicas-de-fixacao-das-proteses.jpeg?v=1744397325 1428w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><br><strong>Fig. 1</strong> &#8211; Técnicas de fixação das próteses: <strong>Superior,</strong> clipe <em>over-the-scope</em>. <strong>Inferior,</strong> sutura endoscópica. Adaptado de Mehta A et al., Gastrointest Endosc. 2025 [1].</figcaption></figure>



<p>O trabalho de Amit Mehta e colaboradores avaliou o benefício da fixação das FCSEMS com clipes <em>over-the-scope</em> ou sutura endoscopica em patologias benignas do trato gastrointestinal superior quando comparados à não fixação. Foi realizado um estudo de coorte retrospectiva que incluiu os dados de 16 centros entre 2011 e 2022, avaliando defechos que envolveram duração dos procedimentos, migração das próteses, sucesso clínico, sucesso técnico e eventos adversos.</p>



<p>Foram incluídos 311 pacientes com 316 FCSEMS colocadas, sendo que em 122 pacientes (39,2%) não foi realizada fixação, em 95 realizada fixação com sutura (30,5%) e em 94 fixação com clipe <em>over-the-scope </em>(30,2%). A necessidade de tratamento endoscópico decorreu da presença de estenose benigna em 174 pacientes (56%), fístula ou perfuração em 135 casos (43%) e sangramento refratário de varizes esofágicas em 2 (0,6%).</p>



<p>A duração dos procedimentos foi de 41,7 ± 34,5 minutos para o grupo sem fixação, 79,5 ± 53,3 minutos no grupo da sutura endoscópica e 66 ± 44,9 minutos nas próteses fixadas com clipe <em>over-the-scope</em>, observando-se menor tempo de procedimento com diferença estatisticamente significativa (p&lt;0,01) quando não realizada fixação da prótese em comparação aos demais grupos. Não houve diferença significativa do tempo de procedimento quando comparadas as duas tecnicas de fixação.</p>



<p>Ocorreu migração de 88 das 316 próteses, 49 (39%) quando não foram fixadas, 23 (24%) nas fixadas com sutura endoscópica e 16 (17%) quando fixadas com clipe <em>over-the-scope</em>, observando-se diferença considerada estatísticamente significativa na comparação da fixação com sutura endoscópica em relação à não fixação (P = .01) e da fixação com clipe <em>over-the-scope</em> com a não fixação (P = .001). Não houve diferença das taxas de migração quando comparados os dois métodos de fixação (P = .2).</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=19860"><img decoding="async" width="500" height="439" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/FIGURA-2.jpg" alt="" class="wp-image-19860" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/FIGURA-2.jpg 500w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/FIGURA-2-300x263.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><br><strong>Fig. 2</strong> – Comparação de migração das próteses com e sem fixação. Adaptado de Mehta A et al., Gastrointest Endosc. 2025 [1].</figcaption></figure>
</div>


<p>Atingiu-se o sucesso clínico em 194 pacientes (62%), 98 dos que apresentavam estenoses (56%), 94 daqueles com fístula/perfurações (70%) e nos 2 pacientes com sangramento refratário por varizes (100%). Comparando-se ao grupo em que não foi realizada fixação (n = 64; 52%) houve maior sucesso clínico nos grupos submetidos à fixação das próteses. No grupo de sutura, 66 casos apresentaram sucesso clínico (69%; P = .02) e no grupo com fixação por clipe <em>over-the-scope</em> 64 pacientes (68%; P = .03).</p>



<p>No que concerne à possível dificuldade de remoção dos clipes <em>over-the-scope</em>, o trabalho destaca que, na maioria dos casos, estes puderam ser retirados apenas com uso de pinça dente de rato, sendo em apenas 7 casos necessário o uso de dispositivo específico.</p>



<p>O artigo realiza tambem uma breve comparação de custos no mercado americano entre a utilização de clipes <em>over-the-scope</em> e sutura endoscópica, que favoreceu numericamente a fixação com <em>over-the-scope</em>, destacando ainda a necessidade de uso de aparelho duplo canal para o dispositivo de sutura.</p>



<p>Os achados do estudo embasam o benefício da utilização de fixação para FCSEMS em patologias benignas do trato gastrointestinal superior, demonstrando redução significativa na taxas de migração e melhor resposta clínica, sem diferença observada entre os métodos de fixação avaliados. O maior sucesso clínico obtido quando fixada a prótese pode ser explicado como uma representação do benefício clínico de reduzir a migração, embora a obtenção de resposta clínica seja multifatorial, dependente da patologia de base e de fatores associados ao paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Comentários</strong></h2>



<p class="has-pale-ocean-gradient-background has-background">Neste trabalho, os dispositivos de fixação endoscópica demonstraram benefício na redução da migração das FCSEMS com potencial melhora na resposta clínica dos pacientes. À medida que eles se tornam mais disponíveis em nosso mercado, pode ser interessante considerar sua incorporação à prática para obtenção de melhores resultados.</p>



<p>Clique para mais informações sobre: <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/live/proteses-metalicas-de-esofago/">Próteses metálicas de esôfago • Endoscopia Terapeutica</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>Referências</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Mehta A, Ashhab A, Shrigiriwar A, et al. Evaluating no fixation, endoscopic suture fixation, and an over-the-scope clip for anchoring fully covered self-expandable metal stents in benign upper GI conditions: a comparative multicenter international study (with video). Gastrointest Endosc. 2025 Mar;101(3):589-597. doi: 10.1016/j.gie.2024.08.015. Epub 2024 Aug 22. PMID: 39179133</li>



<li>Reijm AN, Didden P, Schelling SJC, et al. Self-expandable metal stent placement for malignant esophageal strictures &#8211; changes in clinical outcomes over time. Endoscopy. 2019 Jan;51(1):18-29. doi: 10.1055/a-0644-2495. Epub 2018 Jul 10.PMID: 29991071</li>



<li>Bakken JC, Wong Kee Song LM, de Groen PC, Baron TH. Use of a fully covered self-expandable metal stent for the treatment of benign esophageal diseases. Gastrointest Endosc. 2010 Oct;72(4):712-20. doi: 10.1016/j.gie.2010.06.028. PMID: 20883848<br></li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background">Logiudice FP. Devemos fixar próteses metálicas totalmente recobertas em patologias benignas? Endoscopia Terapeutica 2025, Vol I. Disponível em:<a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?p=19850" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/devemos-fixar-proteses-metalicas-totalmente-recobertas-em-patologias-benignas/</a></p>



<p></p>
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		<title>Impacto do método suprapapilar na permeabilidade da obstrução biliar maligna distal: um ensaio clínico randomizado controlado multicêntrico</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/casosclinicos/impacto-do-metodo-suprapapilar-na-permeabilidade-da-obstrucao-biliar-maligna-distal-um-ensaio-clinico-randomizado-controlado-multicentrico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Mateus Pereira Funari]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 07:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casos Clínicos]]></category>
		<category><![CDATA[CPRE]]></category>
		<category><![CDATA[prótese metálica]]></category>
		<category><![CDATA[tumor de vias biliares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo &#8220;Impact of the suprapapillary method on patency in distal malignant biliary obstruction: a&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estudo &#8220;<em>Impact of the suprapapillary method on patency in distal malignant biliary obstruction: a multicenter randomized controlled trial</em>&#8220;, publicado na Gastrointestinal Endoscopy em março de 2024 (1).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Introdução</strong></h2>



<p>As obstruções biliares malignas inoperáveis são habitualmente tratadas de modo paliativo com stents metálicos auto-expansíveis (<em>self expandable metallic stents</em>&nbsp;&#8211; SEMS). Com o aumento sobrevida destes pacientes pelo avanço da radio e quimioterapias, o endoscopista passa a lidar com a disfunção destes stents com maior frequência. Um dos mecanismos propostos para essa disfunção, é o refluxo duodenobiliar (2). Para evitar este fator e aumentar o tempo de patência do stent, alguns autores propuseram o uso de stents suprapapilares em oposição à técnica transpapilar convencional, o que é avaliado de modo prospectivo e randomizado por este trabalho (2-4).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Métodos</strong></h2>



<p>O trabalho foi realizado em 6 centros sul coreanos, incluindo apenas obstruções malignas distais irressecáveis, com ao menos 2 cm de colédoco preservado distalmente à estenose e também em relação ao hilo hepático.</p>



<p>Os pacientes eram randomizados para a posição distal do stent transpapilar (como habitual) ou intrapapilar, com acompanhamento fluoroscópico. Em ambos os grupos, foi realizada papilotomia tática ou dilatação balonada da papila.</p>



<p>Todos os stents utilizados foram totalmente recobertos e do fabricante Taewoong Medical. O seguimento foi feito em 1, 2, 6 e 12 meses.</p>



<p>Desfecho primário: patência do stent (tempo da inserção à disfunção do stent &#8211; ao menos 2 dos 3 critérios: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>1) birrubina total (Bt) &gt; 2 mg/dL (elevação ≥ 1 mg/dL); </li>



<li>2) elevação de FA ou GGT ≥ 2x VR (elevação &gt; 30 U/L); </li>



<li>3) colangite (febre + leucocitose ou PCR &gt; 20 mg/dL). Sua causa foi dividida entre:&nbsp;<em>ingrowth</em>, <em>overgrowth</em>&nbsp;e barro biliar associado a refluxo duodenobiliar. A migração do stent foi avaliada à parte.</li>
</ul>



<p>Desfechos secundários: sucesso técnico, sucesso clínico (redução de ao menos 30% do valor de Bt), sobrevida, reintervenção.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Resultados&nbsp;</strong></h2>



<p>Entre 2021 e 2023, 84 pacientes foram incluídos no estudo, sendo 42 em cada braço. Dentre as características de base dos pacientes e dados do procedimento, a única diferença entre os grupos, como era de se esperar, foi o comprimento do stent, maior no grupo transpapilar (p &lt; 0,01). Os resultados e eventos adversos imediatos estão sumarizados na tabela 1.</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<figure class="wp-block-table"><div class="pcrstb-wrap"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Suprapapilar</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Transpapilar</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Total</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>P</strong></td></tr><tr><td><strong>Sucesso técnico</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">42 (100.0)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">42 (100.0)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">84 (100.0)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">&gt;.99</td></tr><tr><td><strong>Sucesso clinico</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">37 (88.1)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">34 (81.0)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">71 (84.5)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">.546</td></tr><tr><td><strong>Eventos Adversos</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">1 (2.4)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">5 (11.9)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">6 (7.1)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">.204</td></tr><tr><td><strong>Pancreatite Aguda</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">1 (2.4)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">4 (9.5)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">5 (6.0)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">&#8211;</td></tr><tr><td><strong>Colangite</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">0 (.0)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">1 (2.4)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">1 (1.2)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">&#8211;</td></tr><tr><td><strong>Colecistite</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">0</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">0</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">0</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">&#8211;</td></tr></tbody></table></div><figcaption class="wp-element-caption">Tabela 1: sucessos técnico e clínico e eventos adversos imediatos comparativos entre os grupos.  Adaptado de Ko SW et al. Gastrointest Endosc. 2024 (1).</figcaption></figure>
</div>
</div>



<p>Os desfechos a longo prazo estão expostos na tabela 2. A média de seguimento foi de 343 dias (IQR, 168-480) no grupo suprapapilar e 243 dias (IQR, 90-504) no transpapilar (p = 0,357). A patência do stent foi significativamente maior no grupo suprapapilar (média, 369 dias [IQR, 289-497] vs 154 dias [IQR, 78-361]; P &lt; 0,01).</p>



<p>No grupo suprapapilar, 25 pacientes (59,5%) apresentaram disfunção do stent x 33 (78.6%) no transpapilar. A etiologia da disfunção também foi diferente entre os grupos, com maior incidência de refluxo duodenobiliar e obstrução por barro no grupo transpapilar (9,4% vs 40,8%, p &lt; 0,01). O método de reintervenção diferiu entre os braços do estudo, sendo o principal (28.6%) no grupo suprapapilar, a adição de um stent, e troca de stent no grupo transpapilar (61,9%, P = 0,025).&nbsp;</p>



<p>Não houve diferença na sobrevida (p = 0,692).</p>



<p>Na análise multivariada, os dois fatores com relação com maior tempo de patência do stent foram a posição suprapapilar (HR, 0,40; 95% IC, 0,17-0,98; P = 0,045) e o calibre do stent ≥ 8 mm (HR, 0,29; 95% IC, 0,12-0,73; P = 0,008).</p>



<figure class="wp-block-table"><div class="pcrstb-wrap"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Suprapapilar</strong><br><strong>(n = 42)</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Transpapilar</strong><br><strong>(n = 42)</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Total</strong><br><strong>(n = 84)</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>P</strong></td></tr><tr><td><strong>Seguimento (dias)</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">343 (168-480)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">243.5 (90-504)&nbsp;</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">300.5 (155.2-503.2)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">.357</td></tr><tr><td><strong>Patência (dias)</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">369 (289-497)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">154 (78-361)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">289 (177-398)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">.0012</td></tr><tr><td><strong>Disfunção do stent</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">25 (59.5)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">33 (78.6)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">58 (69.0)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">.098</td></tr><tr><td><strong>Causas de disfunção do stent</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"></td></tr><tr><td><em><strong>Ingrowth</strong></em></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">16 (38.1)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">11 (26.2)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">27 (32.1)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">.238</td></tr><tr><td><em><strong>Overgrowth</strong></em></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">5 (11.9)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">10 (11.9)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">10 (11.9)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">&gt;.99</td></tr><tr><td><strong><em>Barro/refluxo duodenobiliar</em></strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">4 (9.4)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">17 (40.8)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">21 (25.0)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">.002</td></tr><tr><td><strong>Migração do stent</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">&nbsp;2 (4.8)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">4 (9.5)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">6 (7.1)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">.672</td></tr><tr><td><strong>Reintervenção</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"></td></tr><tr><td><strong>Troca de stent</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">10 (23.8)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">26 (61.9)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">37 (44.0)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">&lt;.001</td></tr><tr><td><strong>Adição de stent</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">&nbsp;12 (28.6)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">4 (9.4)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">16 (38.1)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">.051</td></tr><tr><td><strong>Hepatogastrostomia ecoguiada</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">&nbsp;1 (2.4)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">1 (2.4)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">2 (4.8)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">&nbsp;&gt;.99</td></tr><tr><td><strong>Drenagem percutânea</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">2 (4.8)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">1 (2.4)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">3 (3.6)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">&gt;.99</td></tr><tr><td><strong>Sobrevida (dias)</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">373 (269-581)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">461 (170-NA)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">410 (253-515)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">.692</td></tr></tbody></table></div><figcaption class="wp-element-caption">Tabela 2: desfechos clínicos a longo termo. Adaptado de Ko SW et al. Gastrointest Endosc. 2024 (1).</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Discussão</strong></h2>



<p>Trata-se do primeiro estudo multicêntrico randomizado sobre o assunto, reforçando que o mecanismo de refluxo duodenobiliar e formação de barro biliar possui grande relevância na patência dos stents metálicos. Além da maior incidência de disfunção do stent no grupo transpapilar (9,4% x 40,8% de obstrução por barro biliar), o tempo para obstrução por esta etiologia foi menor no mesmo grupo (8/17 = 47,1% em até 3 meses x todos casos &gt; 5 meses no grupo suprapapilar).</p>



<p>Apesar de não haver relevância estatística, chama a atenção a maior incidência de pancreatite no grupo transpapilar (1/42 = 2.4% vs 4/42 = 9.5%, p = 0,356). Uma vez que não foram realizadas papilotomias amplas, stents transpapilares podem ocluir o ducto pancreático principal com maior frequência, causando pancreatite. Para evitar isso, uma solução adequada no dia a dia é aumentar a incisão (papilotomia ampla) para stents transpapilares. Por outro lado, para evitar o refluxo duodenobiliar nos casos suprapapilares, é interessante manter o máximo possível a integridade do esfíncter de Oddi, sendo recomendada a papilotomia tática, com incisão suficiente apenas para a passagem do stent.</p>



<p>A reintervenção nos casos de disfunção do stent também é alvo de debate. No grupo suprapapilar, pode haver maior dificuldade, uma vez que a papilotomia é limitada (tática) e o stent visualizado apenas por radioscopia. Além disso, uma causa de obstrução é o crescimento tumoral através da malha do stent (<em>ingrowth</em>) ou por sua extremidade (<em>overgrowth</em>). Nestes casos, há maior dificuldade de remover o stent, e a principal forma de abordagem foi a adição de outro stent. O desenvolvimento de stents com uma alça/laço maleável posicionado no duodeno pode auxiliar diante deste tipo de situação (5). No braço transpapilar, a troca do stent foi bem sucedida na maioria dos casos.</p>



<p>Outro ponto importante a ser considerado, é que, em muitos casos de obstrução maligna biliar, não há 2 cm de colédoco preservado entre o tumor e a papila, limitando a técnica suprapapilar. Um estudo demonstrou maior tempo de patência no grupo transpapilar para obstruções sem esta distância mínima de colédoco distal normal (6). Sendo o câncer de pâncreas a etiologia mais frequente, o envolvimento do colédoco próximo à papila e a invasão duodenal (não raros nestes casos), tornam o método suprapapilar inadequado.</p>



<p>O estudo apresenta limitações como tempo de follow-up relativamente curto, principalmente para compreender melhor o impacto da forma de manejo até o óbito do paciente, uma vez que estamos tratando de tratamento paliativo. Além disso, o número total de pacientes é pequeno para avaliar migração do stent e eventos adversos como pancreatite. O trabalho incluiu muitos casos com CPRE prévia, com possível alteração funcional “de base” do esfíncter de Oddi. Outra limitação é a ampla gama de tamanhos de stents disponíveis no estudo, o que é necessário em muitos casos suprapapilares, mas não é a realidade na maioria dos centros brasileiros (foram empregados stents, de 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10 cm de comprimento).&nbsp;</p>



<p class="has-pale-ocean-gradient-background has-background">Conclui-se que o método suprapapilar é factível para evitar um dos principais mecanismos de disfunção de stent que é o refluxo duodenobiliar e formação de barro biliar, considerando uma papilotomia tática e uma distância ≥ 2 cm da papila maior. O tratamento da disfunção do stent nestes pacientes pode ser um pouco mais trabalhoso, mas foi obtido em todos os pacientes do estudo. Outro fator importante é o calibre do stent: recomenda-se o mínimo de 8 mm com base nos dados do estudo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure data-wp-context="{&quot;imageId&quot;:&quot;69e0c3af613ce&quot;}" data-wp-interactive="core/image" data-wp-key="69e0c3af613ce" class="aligncenter size-full is-resized wp-lightbox-container"><img decoding="async" width="304" height="304" data-wp-class--hide="state.isContentHidden" data-wp-class--show="state.isContentVisible" data-wp-init="callbacks.setButtonStyles" data-wp-on--click="actions.showLightbox" data-wp-on--load="callbacks.setButtonStyles" data-wp-on-window--resize="callbacks.setButtonStyles" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/02/mateus1.jpg" alt="" class="wp-image-19829" style="width:410px;height:auto" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/02/mateus1.jpg 304w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/02/mateus1-300x300.jpg 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/02/mateus1-150x150.jpg 150w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/02/mateus1-70x70.jpg 70w" sizes="(max-width: 304px) 100vw, 304px" /><button
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		</button><figcaption class="wp-element-caption">Imagem fluoroscópica de estenose maligna de colédoco distal.</figcaption></figure>
</div>


<p>Clique para outros artigos nesse tema: <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/artigoscomentados/a-papilotomia-antes-da-passagem-de-protese-para-drenagem-biliar-e-eficaz-em-prevenir-pancreatite-pos-cpre/">A papilotomia antes da passagem de prótese para drenagem biliar é eficaz em prevenir pancreatite pós-CPRE?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Referências</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Ko SW, Joo HD, Song TJ, et al. Impact of the suprapapillary method on patency in distal malignant biliary obstruction: a multicenter randomized controlled trial. Gastrointest Endosc. 2024;100(4):679-687.e1. doi:10.1016/j.gie.2024.03.024.</li>



<li>Misra SP, Dwivedi M. Reflux of duodenal contents and cholangitis in patients undergoing self-expanding metal stent placement. Gastrointest Endosc. 2009;70(2):317-321. doi:10.1016/j.gie.2008.12.054.</li>



<li>Kovács N, Pécsi D, Sipos Z, et al.&nbsp;Suprapapillary Biliary Stents Have Longer Patency Times than Transpapillary Stents-A Systematic Review and Meta-Analysis. J Clin Med. 2023;12(3):898. Published 2023 Jan 23. doi:10.3390/jcm12030898.</li>



<li>Huang X, Shen L, Jin Y, et al. Comparison of uncovered stent placement across versus above the main duodenal papilla for malignant biliary obstruction. J Vasc Interv Radiol. 2015;26(3):432-437. doi:10.1016/j.jvir.2014.11.008.</li>



<li>Kwon CI, Ko KH, Hahm KB, Kang DH. Functional self-expandable metal stents in biliary obstruction.&nbsp;Clin Endosc. 2013;46(5):515-521. doi:10.5946/ce.2013.46.5.515.</li>



<li>Han SY, Lee TH, Jang SI, et al. Efficacy Analysis of Suprapapillary versus Transpapillary Self-Expandable Metal Stents According to the Level of Obstruction in Malignant Extrahepatic Biliary Obstruction. Gut Liver. 2023;17(5):806-813. doi:10.5009/gnl220437.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background">Funari MP. Caso clínico: Impact of the suprapapillary method on patency in distal malignant biliary obstruction: a multicenter randomized controlled trial. Endoscopia Terapeutica 2025 vol 1. Disponível: https://endoscopiaterapeutica.net/uncategorized/impact-of-the-suprapapillary-method-on-patency-in-distal-malignant-biliary-obstruction-a-multicenter-randomized-controlled-trial/ </p>



<p><br></p>
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