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	<title>PÓLIPOS Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 17 Mar 2026 01:25:54 +0000</lastBuildDate>
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	<title>PÓLIPOS Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>Será que UNDERWATER pode ser o futuro das ressecções de lesões de cólon?</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/sera-que-mucosectomia-underwater-uemr-pode-ser-o-futuro-das-resseccoes-de-lesoes-de-colon/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivan R B Orso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[EMR]]></category>
		<category><![CDATA[mucosectomia]]></category>
		<category><![CDATA[PÓLIPOS]]></category>
		<category><![CDATA[UEMR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O padrão atual para remoção de pólipos médios (10–20 mm) é Mucosectomia Convencional (EMR),&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O padrão atual para remoção de pólipos médios (10–20 mm) é Mucosectomia Convencional (EMR), que depende da injeção de solução salina para elevar a lesão. Porém, esse padrão-ouro tem uma falha importante: frequentemente não remove os tumores em bloco, levando a ressecções fragmentadas e taxas de recorrência entre 15% e 23,5%.</p>



<p>O segredo está na física. Ao injetar fluido sob o pólipo, criamos tensão na mucosa, o que dificulta ao endoscopista capturar profundamente a lesão com a alça. Recentemente, uma técnica vem revolucionando o campo: a Ressecção Endoscópica da Mucosa Subaquática, também conhecida como Mucosectomia Underwater (UEMR). Esta técnica elimina a injeção e preenche o cólon com água, permitindo que a flutuabilidade natural faça o trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>Não é necessário injetar para alcançar profundidade</strong></h2>



<p>O achado mais surpreendente dos estudos clínicos recentes é que não é preciso um “colchão” salino para cortar com segurança e profundidade.</p>



<p>Em um estudo clínico randomizado, a UEMR atingiu profundidade média de 1.688,9 μm, numericamente maior que os 1.432,3 μm obtidos pelo método com injeção. Embora o resultado tenha mostrado apenas <em>não inferioridade estatística</em> (P=0,18), ele desmonta o mito de que a injeção é essencial para segurança.</p>



<p>O segredo é um fenômeno chamado redução gravitacional. Ao encher o cólon com água em vez de ar, a flutuabilidade faz a lesão “boiar” para longe da muscular própria, permitindo que a alça capture tecido submucoso adequado sem risco de envolvimento muscular ou perfuração.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=21094"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="461" height="421" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/03/FIGURA-1-ECOENDOSCOPIA.jpg?v=1773164600" alt="Mucosectomia underwater evidenciando flutuação da mucosa e submucosa" class="wp-image-21094" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/03/FIGURA-1-ECOENDOSCOPIA.jpg?v=1773164600 461w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/03/FIGURA-1-ECOENDOSCOPIA-300x274.jpg?v=1773164600 300w" sizes="(max-width: 461px) 100vw, 461px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><br>Figura 1: Ecoendoscopia evidenciado a mucosa e submucosa ‘flutuando” enquanto a camada muscular se mantém estável. Na UEMR, as lesões flutuam na água por redução gravitacional, permitindo ressecção segura sem envolver a camada muscular.</figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>UEMR e o cólon direito</strong></h2>



<p>O cólon direito, especialmente o ceco e o cólon ascendente são áreas de desafio para o endoscopista: paredes finas, curvas difíceis e maior dificuldade técnica. Mesmo assim, na UEMR, os resultados foram superiores: 1.822,4 μm de profundidade contra 1.096,5 μm com EMR (P=0,01).</p>



<p>A UEMR se destaca no cólon direito porque:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>as paredes finas tornam perigoso uma ressecção profunda com injeção,</li>



<li>a água evita a tensão excessiva da insuflação com ar,</li>



<li>há melhor manobrabilidade em ângulos difíceis.</li>
</ul>



<p>Com água, a pressão intraluminal diminui e a parede não fica esticada, permitindo que o tumor protrua mais naturalmente e seja capturado com segurança.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>Tratando pólipos planos</strong></h2>



<p>Pólipos superficiais (“flat”) são desafiadores porque costumam estar presos por fibrose submucosa, que impede a elevação com a injeção. A UEMR resolve isso: a flutuabilidade transforma a lesão plana em uma lesão polipoide, permitindo profundidades significativamente maiores (1.238,7 μm vs. 731,6 μm; P&lt;0,01).</p>



<p>Debaixo d’água, a força de flutuação supera a fibrose e libera a base da lesão, facilitando a captura pela alça.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=21095"><img decoding="async" width="1024" height="301" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/03/Figura-2.-Mucosectomia-underwater-1024x301.jpg?v=1773164764" alt="Mucosectomia underwater para lesão plana do cólon sem injeção submucosa" class="wp-image-21095" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/03/Figura-2.-Mucosectomia-underwater-1024x301.jpg?v=1773164764 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/03/Figura-2.-Mucosectomia-underwater-300x88.jpg?v=1773164764 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/03/Figura-2.-Mucosectomia-underwater-768x226.jpg?v=1773164764 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/03/Figura-2.-Mucosectomia-underwater-1170x344.jpg?v=1773164764 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/03/Figura-2.-Mucosectomia-underwater-585x172.jpg?v=1773164764 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/03/Figura-2.-Mucosectomia-underwater.jpg?v=1773164764 1441w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><br>Figura 2. Mucosectomia underwater. Lesão plana de reto. Infusão de água seguida de captura da lesão com alça, sem injeção.</figcaption></figure>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>O grande equalizador dos endoscopistas</strong></h2>



<p>A descoberta mais impactante: a UEMR reduz a dependência da experiência do operador.</p>



<p>Endoscopistas com &lt;10 anos de prática obtiveram profundidades maiores com UEMR (1.786,6 μm) do que com EMR (1.192,4 μm). Isso ocorre porque a injeção aumenta a tensão mucosa, tornando o alvo mais difícil. Já na UEMR, a lesão flutua, tornando o procedimento mais intuitivo e uniforme entre diferentes níveis de habilidade.</p>



<p>E tudo isso sem aumentar o tempo de procedimento (7,2 min vs. 6,5 min; P=0,34).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>Conclusão: será que estamos em frente à um novo padrão-ouro?</strong></h2>



<p>Os dados mostram que a UEMR é:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>não inferior em profundidade total,</li>



<li>superior no cólon direito,</li>



<li>superior para lesões planas,</li>



<li>mais estável para operadores menos experientes.</li>
</ul>



<p>Enquanto aguardamos estudos internacionais maiores, o que já está claro é que estamos entrando em uma nova era no tratamento endoscópico das lesões do cólon, onde a ferramenta mais importante pode não ser uma agulha, mas sim os princípios básicos da física dos fluidos.</p>



<p>Veja mais sobre o tema:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/mucosectomia-por-imersao-underwater-com-auxilio-de-cap-um-alternativa-para-casos-dificeis/">Mucosectomia underwater com auxílio de cap</a></li>



<li><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/video/resseccao-de-lst-extensa-de-colon-ascendente-pela-tecnica-underwater-uemr/">Ressecção de lesão extensa de cólon direito por UEMR</a></li>



<li><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/video/2694/">Mucosectomia underwater de lesão de reto</a></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>Referência</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Tamaru Y, Miyakawa A, Shimura H, et al. Resection depth of underwater versus conventional endoscopic mucosal resection for intermediate-sized tumors.&nbsp;<em>Am J Gastroenterol&nbsp;</em>2026 Jan 9.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background">Orso IRB. Será que UNDERWATER pode ser o futuro das ressecções de lesões de cólon? Endoscopia Terapêutica 2026 Vol I. Disponível em:&nbsp;<a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?p=21093" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/sera-que-underwater-pode-ser-o-futuro-das-resseccoes-de-lesoes-de-colon/</a></p>



<p></p>
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		<title>Síndrome da Polipose Juvenil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucas Zouain Figueiredo&nbsp;e&nbsp;Bruno Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 07:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[HAMARTOMATOSO]]></category>
		<category><![CDATA[JUVENIL]]></category>
		<category><![CDATA[POLIPO JUVENIL]]></category>
		<category><![CDATA[PÓLIPOS]]></category>
		<category><![CDATA[POLIPOSE]]></category>
		<category><![CDATA[POLIPOSE JUVENIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definição: A síndrome da Polipose Juvenil (SPJ) é caracterizada por predisposição a pólipos hamartomatosos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Definição:</h2>
<p>A síndrome da Polipose Juvenil (SPJ) é caracterizada por predisposição a pólipos hamartomatosos no trato gastrointestinal.</p>
<h4><em>Primeiramente, vamos lembrar o que são pólipos hamartomatosos:</em></h4>
<ul>
<li>
<h4><em>Os pólipos hamartomatosos são compostos por elementos celulares normais, mas com arquitetura distorcida.</em></h4>
</li>
<li>
<h4><em>As síndromes de polipose hamartomatosa incluem Síndrome da Polipose Juvenil, Síndrome de Peutz-Jeghers e Síndrome do Tumor Hamartomatoso PTEN.</em></h4>
</li>
<li>
<h4><em>As síndromes de polipose hamartomatosas são incomuns, e juntas são responsáveis por menos que 1% dos casos de câncer colorretal nos EUA.</em></h4>
</li>
</ul>
<p>A SPJ É uma condição <strong>autossômica dominante</strong>, associada a mutação do gene SMAD4 ou BMPR1A. 75% dos pacientes têm história familiar positiva, mas 25% são mutação <em>de novo</em>. É uma condição rara, com incidência na população geral de 1:100.000 – 1:160.000 (Figuras 1 a 4)</p>
<div id="attachment_11238" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-11238" class="size-medium wp-image-11238" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-18-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-18-300x225.jpg?v=1648748165 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-18-585x439.jpg?v=1648748165 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-18.jpg?v=1648748165 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-11238" class="wp-caption-text">Figura 1</p></div>
<div id="attachment_11236" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-11236" class="size-medium wp-image-11236" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-15-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-15-300x225.jpg?v=1648748159 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-15-585x439.jpg?v=1648748159 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-15.jpg?v=1648748159 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-11236" class="wp-caption-text">Figura 2</p></div>
<div id="attachment_11235" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-11235" class="size-medium wp-image-11235" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-14-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-14-300x225.jpg?v=1648748156 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-14-585x439.jpg?v=1648748156 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-14.jpg?v=1648748156 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-11235" class="wp-caption-text">Figura 3</p></div>
<div id="attachment_11232" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-11232" class="size-medium wp-image-11232" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-7-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-7-300x225.jpg?v=1648748146 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-7-585x439.jpg?v=1648748146 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-7.jpg?v=1648748146 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-11232" class="wp-caption-text">Figura 4</p></div>
<p>.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>Apresentação clínica</strong></h2>
<p>O número de pólipos varia, podendo indivíduos da mesma família ter 4 – 5 pólipos por todo o tempo de vida, enquanto outros podem apresentar centenas.</p>
<p>Os pólipos estão presentes em sua maioria no cólon (98%) sendo mais comum no cólon direito (70%), mas também podem estar presentes no estômago (14%), duodeno (7%), jejuno e íleo (7%). O tamanho varia de pólipos sésseis pequenos até pólipos pediculados maiores que 3 cm, geralmente têm a superfície lisa, enantematosa, podendo haver um exsutado esbranquiçado em sua superfície (Figuras 5 a 7).</p>
<div id="attachment_11231" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-11231" class="size-medium wp-image-11231" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-5-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-5-300x225.jpg?v=1648748143 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-5-585x439.jpg?v=1648748143 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-5.jpg?v=1648748143 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-11231" class="wp-caption-text">Figura 5</p></div>
<div id="attachment_11230" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-11230" class="size-medium wp-image-11230" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-4-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-4-300x225.jpg?v=1648748139 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-4-585x439.jpg?v=1648748139 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-4.jpg?v=1648748139 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-11230" class="wp-caption-text">Figura 6</p></div>
<div id="attachment_11229" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-11229" class="size-medium wp-image-11229" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-1-300x225.jpg?v=1648748136 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-1-585x439.jpg?v=1648748136 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-1.jpg?v=1648748136 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-11229" class="wp-caption-text">Figura 7</p></div>
<p>Os sintomas começam geralmente nas primeiras duas décadas de vida, e os mais comuns são sangramento e anemia (90%), mas os pacientes também podem apresentar dor abdominal, diarreia, intussuscepção e obstrução intestinal.</p>
<p>A SPJ também pode estar associado a condições extracolônicas, como telangiectasia hemorrágica hereditária, macrocefalia, hidrocéfalo, coarctação de aorta e tetralogia de Fallot.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>Histologia</strong></h2>
<p>A histologia mostra glândulas dilatadas e ecctasiadas, com espaços císticos preenchidos por mucina, lâmina própria abundante e infiltrado inflamatório crônico. <em><strong>Diferentemente de Peutz-Jeghers, não há proliferação da camada muscular lisa</strong>.</em>  Cerca de 50% dos pólipos tem áreas de adenoma.</p>
<div id="attachment_12332" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/glandula-dilatada-e-ectasiada.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12332" class="wp-image-12332 size-medium" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/glandula-dilatada-e-ectasiada-300x225.jpg" alt="nota-se glandula dilatada e ectasiada" width="300" height="225" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/glandula-dilatada-e-ectasiada-300x225.jpg?v=1656012809 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/glandula-dilatada-e-ectasiada-1024x768.jpg?v=1656012809 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/glandula-dilatada-e-ectasiada-768x576.jpg?v=1656012809 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/glandula-dilatada-e-ectasiada-1536x1152.jpg?v=1656012809 1536w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/glandula-dilatada-e-ectasiada-1920x1440.jpg?v=1656012809 1920w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/glandula-dilatada-e-ectasiada-1170x878.jpg?v=1656012809 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/glandula-dilatada-e-ectasiada-585x439.jpg?v=1656012809 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/glandula-dilatada-e-ectasiada.jpg?v=1656012809 2016w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-12332" class="wp-caption-text">nota-se glândula dilatada e ectasiada</p></div>
<div id="attachment_12333" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/Notam-se-glandulas-dilatadas-e-ectasiadas-algumas-preenchidas-com-mucina-alem-de-congestao-vascular.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12333" class="wp-image-12333 size-medium" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/Notam-se-glandulas-dilatadas-e-ectasiadas-algumas-preenchidas-com-mucina-alem-de-congestao-vascular-300x225.jpg" alt="Notam se glandulas dilatadas e ectasiadas algumas preenchidas com mucina alem de congestao vascular" width="300" height="225" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/Notam-se-glandulas-dilatadas-e-ectasiadas-algumas-preenchidas-com-mucina-alem-de-congestao-vascular-300x225.jpg?v=1656012817 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/Notam-se-glandulas-dilatadas-e-ectasiadas-algumas-preenchidas-com-mucina-alem-de-congestao-vascular-1024x768.jpg?v=1656012817 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/Notam-se-glandulas-dilatadas-e-ectasiadas-algumas-preenchidas-com-mucina-alem-de-congestao-vascular-768x576.jpg?v=1656012817 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/Notam-se-glandulas-dilatadas-e-ectasiadas-algumas-preenchidas-com-mucina-alem-de-congestao-vascular-1536x1152.jpg?v=1656012817 1536w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/Notam-se-glandulas-dilatadas-e-ectasiadas-algumas-preenchidas-com-mucina-alem-de-congestao-vascular-1920x1440.jpg?v=1656012817 1920w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/Notam-se-glandulas-dilatadas-e-ectasiadas-algumas-preenchidas-com-mucina-alem-de-congestao-vascular-1170x878.jpg?v=1656012817 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/Notam-se-glandulas-dilatadas-e-ectasiadas-algumas-preenchidas-com-mucina-alem-de-congestao-vascular-585x439.jpg?v=1656012817 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/Notam-se-glandulas-dilatadas-e-ectasiadas-algumas-preenchidas-com-mucina-alem-de-congestao-vascular.jpg?v=1656012817 2016w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-12333" class="wp-caption-text">Notam-se glândulas dilatadas e ectasiadas, algumas preenchidas com mucina, além de congestão vascular</p></div>
<div id="attachment_12334" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/notam-se-glandulas-dilatadas-e-preenchidas-por-mucina-setas-amarelas_glandulas-normais-seta-azul.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12334" class="wp-image-12334 size-medium" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/notam-se-glandulas-dilatadas-e-preenchidas-por-mucina-setas-amarelas_glandulas-normais-seta-azul-300x225.jpg" alt="Notam-se glândulas dilatadas e preenchidas por mucina setas amarelas_glandulas normais seta azul" width="300" height="225" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/notam-se-glandulas-dilatadas-e-preenchidas-por-mucina-setas-amarelas_glandulas-normais-seta-azul-300x225.jpg?v=1656012826 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/notam-se-glandulas-dilatadas-e-preenchidas-por-mucina-setas-amarelas_glandulas-normais-seta-azul-1024x768.jpg?v=1656012826 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/notam-se-glandulas-dilatadas-e-preenchidas-por-mucina-setas-amarelas_glandulas-normais-seta-azul-768x576.jpg?v=1656012826 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/notam-se-glandulas-dilatadas-e-preenchidas-por-mucina-setas-amarelas_glandulas-normais-seta-azul-1536x1152.jpg?v=1656012826 1536w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/notam-se-glandulas-dilatadas-e-preenchidas-por-mucina-setas-amarelas_glandulas-normais-seta-azul-1920x1440.jpg?v=1656012826 1920w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/notam-se-glandulas-dilatadas-e-preenchidas-por-mucina-setas-amarelas_glandulas-normais-seta-azul-1170x878.jpg?v=1656012826 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/notam-se-glandulas-dilatadas-e-preenchidas-por-mucina-setas-amarelas_glandulas-normais-seta-azul-585x439.jpg?v=1656012826 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/04/notam-se-glandulas-dilatadas-e-preenchidas-por-mucina-setas-amarelas_glandulas-normais-seta-azul.jpg?v=1656012826 2016w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-12334" class="wp-caption-text">Notam-se glândulas dilatadas e preenchidas por mucina (setas amarelas); glândulas normais representadas pela seta azul</p></div>
<h2><strong>Risco de Câncer</strong></h2>
<ul>
<li>Estes pacientes têm risco aumentado de câncer gástrico, colorretal, duodenal e pâncreas.</li>
<li>O risco de câncer colorretal varia de 17-22% aos 35 anos, chegando a 68% aos 60 anos.</li>
<li>A incidência de câncer no trato gastrointestinal superior pode chegar a 30%.</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>Diagnóstico</strong></h2>
<p>O diagnóstico da SPJ exige o preenchimento de 1 dos seguintes critérios:</p>
<ul>
<li>Cinco ou mais pólipos juvenis do cólon e reto,</li>
<li>Pólipos juvenis em outros segmentos do trato gastrointestinal</li>
<li>Qualquer número de pólipos juvenis se história familiar positiva.</li>
</ul>
<h4><em><strong>Importante: A presença de pólipos juvenis esporádicos no cólon não é tão incomum, estando presente em até 2% das crianças abaixo de 10 anos, sem caracterizar SPJ ou representar risco aumentado de câncer.</strong></em></h4>
<h4><em><strong> </strong></em></h4>
<h2><strong>Rastreamento e vigilância</strong></h2>
<p>Para o rastreamento / vigilância, o guideline da ACG de 2015 recomenda para os pacientes em risco:</p>
<ul>
<li>Colonoscopia inicialmente aos 12 anos ou quando iniciarem os sintomas, devendo ressecar os pólipos maiores que 5 mm e repetir anualmente até erradicação dos pólipos, depois pode-se espaçar para 3/3 anos.</li>
<li>Endoscopia inicialmente aos 12 anos, repetir a cada 1-3 anos, devendo ressecar todos os pólipos maiores que 5 mm.</li>
<li>Estudo do delgado: Se houver pólipos no duodeno, anemia ou enteropatia perdedora de proteínas, recomenda-se cápsula endoscópica, enteroscopia ou enterotomografia</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>Tratamento:</strong></h2>
<p>Pacientes com número limitado de pólipos podem ser manejados com polipectomia e vigilância endoscópica (Figuras 8 a 10).</p>
<div id="attachment_11233" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-11233" class="size-medium wp-image-11233" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-9-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-9-300x225.jpg?v=1648748149 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-9-585x439.jpg?v=1648748149 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-9.jpg?v=1648748149 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-11233" class="wp-caption-text">Figura 8</p></div>
<div id="attachment_11237" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-11237" class="size-medium wp-image-11237" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-16-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-16-300x225.jpg?v=1648748162 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-16-585x439.jpg?v=1648748162 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-16.jpg?v=1648748162 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-11237" class="wp-caption-text">Figura 9</p></div>
<div id="attachment_11239" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-11239" class="size-medium wp-image-11239" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-19-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-19-300x225.jpg?v=1648748168 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-19-585x439.jpg?v=1648748168 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/spj-19.jpg?v=1648748168 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-11239" class="wp-caption-text">Figura 10</p></div>
<p>Colectomia com anastomose ileorretal é indicado em caso de câncer, displasia de alto grau ou se não for possível controlar a polipose adequadamente. O reto no entanto deve permanecer em vigilância endoscópica.</p>
<p>Proctocolectomia pode ser necessária dependendo do número de pólipos no reto. Metade dos pacientes submetidos a colectomia, vão precisar de proctectomia posteriormente.</p>
<p>Gastrectomia total ou parcial pode ser necessária para pacientes com displasia avançada, câncer gástrico ou polipose que não pode ser adequadamente controlada por endoscopia.</p>
<p> </p>
<h3><strong>Como citar esse artigo:</strong></h3>
<p>Figueiredo LZ, Martins BC. Síndrome da Polipose Juvenil. Endoscopia Terapêutica. 2022; vol 1. Disponível em: endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/sindrome-da-polipose-juvenil</p>
<p> </p>
<h2><strong>Referências:</strong></h2>
<p>Zbuk KM, Eng C. Hamartomatous polyposis syndromes. Nat Clin Pract Gastroenterol Hepatol. 2007 Sep;4(9):492-502. doi: 10.1038/ncpgasthep0902. PMID: 17768394.</p>
<p>Larsen Haidle J, MacFarland SP, Howe JR. Juvenile Polyposis Syndrome. 2003 May 13 [updated 2022 Feb 3]. In: Adam MP, Ardinger HH, Pagon RA, Wallace SE, Bean LJH, Gripp KW, Mirzaa GM, Amemiya A, editors. GeneReviews<sup>®</sup> [Internet]. Seattle (WA): University of Washington, Seattle; 1993–2022. PMID: 20301642.</p>
<p>Calva, Daniel, and James R Howe. “Hamartomatous polyposis syndromes.” <em>The Surgical clinics of North America</em> vol. 88,4 (2008): 779-817, vii. doi:10.1016/j.suc.2008.05.002</p>
<p>Syngal S, Brand RE, Church JM, Giardiello FM, Hampel HL, Burt RW; American College of Gastroenterology. ACG clinical guideline: Genetic testing and management of hereditary gastrointestinal cancer syndromes. Am J Gastroenterol. 2015 Feb;110(2):223-62; quiz 263. doi: 10.1038/ajg.2014.435. Epub 2015 Feb 3. PMID: 25645574; PMCID: PMC4695986.</p>







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