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	<title>poeira biliar Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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		<title>Poeira biliar: um novo termo para uma velha entidade e uma antiga controvérsia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Igor Mendonça Proença]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Comentados]]></category>
		<category><![CDATA[eus]]></category>
		<category><![CDATA[microlitiase]]></category>
		<category><![CDATA[poeira biliar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definição, relevância clínica e implicações para a ecoendoscopia Introdução Em julho de 2024 publicamos&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigoscomentados/poeira-biliar-um-novo-termo-para-uma-velha-entidade-e-uma-antiga-controversia/">Poeira biliar: um novo termo para uma velha entidade e uma antiga controvérsia</a> appeared first on <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt">Endoscopia Terapeutica</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Definição, relevância clínica e implicações para a ecoendoscopia</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Introdução</strong></h2>



<p>Em julho de 2024 publicamos neste portal um artigo sobre microlitíase biliar (<a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/microlitiase-biliar-e-dispepsia/">clique aqui para ler o artigo “Microlitíase biliar e dispepsia”</a>), no qual discutimos as diferentes — e muitas vezes conflitantes — definições do termo “microlitíase biliar”, tanto na literatura quanto na prática clínica diária. Naquele artigo, analisamos de forma detalhada o robusto Consenso Internacional publicado na revista <em>Gut</em> em 2023 por Żorniak et al.¹, que definiu <strong>microlitíase (ou microcálculo) biliar</strong> como <strong>imagem hiperecogênica com sombra acústica posterior, medindo até 5 mm</strong>.</p>



<p>Essa definição entrou em conflito direto com aquilo que tradicionalmente vínhamos chamando de “microlitíase” em nosso meio — conceito amplamente difundido no Brasil e também descrito no Manual de Ecoendoscopia da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) de 2023². Nessa definição, que chamaremos de “convenção brasileira”, o termo microlitíase era utilizado para descrever <strong>imagens hiperecogênicas sem sombra acústica posterior</strong>, frequentemente observadas — ou acentuadas — após palpação abdominal.</p>



<p>Diante desse cenário, o ecoendoscopista passou a ter, na prática, três possíveis condutas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Manter o laudo como “microlitíase”</strong> para imagens hiperecogênicas sem sombra acústica posterior, mantendo a convenção brasileira, porém em desacordo com um consenso internacional publicado;</li>



<li><strong>Classificar tais achados como “barro biliar”</strong>, tentando forçar o enquadramento dessa entidade dentro das definições do consenso;</li>



<li><strong>Ignorar ou não buscar ativamente essa entidade</strong>, por considerá-la de relevância clínica incerta ou mesmo irrelevante — conduta adotada em alguns centros ao redor do mundo.</li>
</ol>



<p>Com o objetivo de resolver esse impasse conceitual entre o consenso internacional e a prática brasileira, Proença et al.³ publicaram, em 2025, uma <em>letter</em> em resposta ao consenso de Żorniak et al.¹, propondo um novo termo para definir essa entidade ecográfica controversa: <strong>“biliary dust”</strong>, ou <strong>poeira biliar</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Poeira biliar: definição e relevância clínica</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><br><strong>Definição</strong></h3>



<p>A poeira biliar foi definida como <strong>imagem flutuante hiperecogênica, sem sombra acústica posterior, observada ou acentuada após palpação abdominal</strong>³. Trata-se, portanto, da mesma entidade ecográfica que, no Brasil, vinha sendo tradicionalmente denominada “microlitíase”, mas que não se enquadra na definição do consenso internacional de microlitíase e acabou sendo praticamente ignorada pelo consenso — ou, em alguns casos, forçadamente incluída sob o amplo guarda-chuva do termo “barro biliar”.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=21013"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="531" height="241" data-id="21013" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/FIGURA-A.jpeg" alt="" class="wp-image-21013" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/FIGURA-A.jpeg?v=1769116509 531w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/FIGURA-A-300x136.jpeg?v=1769116509 300w" sizes="(max-width: 531px) 100vw, 531px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Achados  ecográficos compatíveis com poeira biliar (&#8220;biliary dust&#8221;) &#8211; Imagem cedida por Dr. Augusto Carbonaria</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=21012"><img decoding="async" width="403" height="254" data-id="21012" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/FIGURA-B.jpeg" alt="" class="wp-image-21012" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/FIGURA-B.jpeg?v=1769116506 403w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/FIGURA-B-300x189.jpeg?v=1769116506 300w" sizes="(max-width: 403px) 100vw, 403px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Achados  ecográficos compatíveis com poeira biliar (&#8220;biliary dust&#8221;) &#8211; Imagem cedida por Dr. Glauco Sammarco</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=21011"><img decoding="async" width="534" height="231" data-id="21011" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/FIGURA-C.jpeg" alt="" class="wp-image-21011" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/FIGURA-C.jpeg?v=1769116502 534w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/FIGURA-C-300x130.jpeg?v=1769116502 300w" sizes="(max-width: 534px) 100vw, 534px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Achados  ecográficos compatíveis com poeira biliar (&#8220;biliary dust&#8221;) &#8211; (Arquivo pessoal)</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=21010"><img loading="lazy" decoding="async" width="456" height="202" data-id="21010" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/FIGURA-D.jpeg" alt="" class="wp-image-21010" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/FIGURA-D.jpeg?v=1769116498 456w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/FIGURA-D-300x133.jpeg?v=1769116498 300w" sizes="(max-width: 456px) 100vw, 456px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Achados  ecográficos compatíveis com poeira biliar (&#8220;biliary dust&#8221;) &#8211; Imagem cedida por Dr. Marcos Lera dos Santos</figcaption></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading"><br><strong>Relevância clínica</strong></h3>



<p>Como discutido no artigo prévio (“Microlitíase biliar e dispepsia”), a relevância clínica dessa entidade permanece controversa na literatura, em grande parte pela ausência, até então, de um descritor específico e amplamente aceito. Independentemente da nomenclatura utilizada nos diversos estudos — microlitíase, microcálculo, minilitíase, cristais biliares ou barro biliar — o consenso de Żorniak et al. demonstrou que <strong>todos os distúrbios litogênicos biliares</strong> (cálculos, microcálculos, barro e, retrospectivamente, poeira biliar) estão associados à pancreatite aguda, <strong>sem diferença na gravidade da pancreatite</strong> independente da entidade envolvida¹.</p>



<p>Dessa forma, a poeira biliar <strong>deve ser ativamente pesquisada em pacientes com pancreatite aguda</strong> e considerada uma possível etiologia quando identificada.</p>



<p>Montenegro et al.⁴ avaliaram retrospectivamente pacientes submetidos à colecistectomia com diagnóstico ecográfico de “minilitíase e/ou barro biliar” — entidade que, à luz dos conceitos atuais, corresponde à poeira biliar. Houve melhora clínica em <strong>86,2% (25/29)</strong> dos pacientes com cólica biliar típica e em <strong>66,7% (8/12)</strong> daqueles com dor em quadrante superior direito. Nenhum dos pacientes operados por dor abdominal difusa apresentou melhora clínica (0/4). Sintomas como epigastralgia e náuseas foram pouco prevalentes, não permitindo conclusões consistentes (Tabela 1).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="281" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/tabela-1-e1769470835850-1024x281.png" alt="" class="wp-image-20990" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/tabela-1-e1769470835850-1024x281.png 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/tabela-1-e1769470835850-300x82.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/tabela-1-e1769470835850-768x211.png 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/tabela-1-e1769470835850-585x161.png 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/01/tabela-1-e1769470835850.png 1136w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Tabela 1 (adaptada de Montenegro et al.⁴): Frequência dos sintomas antes e após colecistectomia.</em></figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Prática clínica</strong></h3>



<p>Apesar do esforço acadêmico para padronizar definições e terminologias, a incorporação de novos conceitos na prática clínica nem sempre é simples. Isso pode ocorrer por apego do ecoendoscopista aos conceitos previamente aprendidos, por estranhamento do médico assistente ou mesmo por resistência do cirurgião frente a novas nomenclaturas.</p>



<p>Nesse contexto, o aspecto mais importante continua sendo a <strong>comunicação clara</strong>, capaz de transmitir da forma mais precisa possível os achados ecográficos, permitindo ao médico assistente correlacioná-los adequadamente com o quadro clínico e indicar o melhor tratamento para o paciente.</p>



<p>Para os ecoendoscopistas que optarem por adotar o termo <strong>poeira biliar</strong>, recomenda-se que o laudo inclua uma <strong>nota explicativa</strong>, facilitando o entendimento do achado pelo médico assistente. Um exemplo prático seria:</p>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-d05fe96f53c7b19d86cea67fabd96e0c" style="color:#5a91b0"><strong>Conclusão (exemplo de laudo)</strong></p>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-674bb8ae4420b7b7ea3a341552ba8203" style="color:#5a91b0"><em><strong>Vesícula biliar com achados compatíveis com poeira biliar.*</strong></em></p>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-3dd8352fbfaa71355735a683da02f8a9" style="color:#5a91b0">*Poeira biliar foi descrita por Proença et al. (Gut 2025) para diferenciar tais achados do que era chamado de &#8220;microlitíase&#8221; &#8211; termo que foi definido em consenso (Zorniak et al. 2023) para designar imagens com sombra acústica posterior medindo até 5mm.</p>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-e1050b35b5abedc7f61ace87c86a93cb" style="color:#5a91b0"><strong>Referências:</strong> 1. Proenca et al. Biliary sludge and microlithiasis: are we covering the full spectrum of lithogenic biliary disorders?. Gut 2025. DOI: 10.1136/gutjnl-2025-336609 2. Zorniak et al. Consensus definition of sludge and microlithiasis as a possible cause of pancreatitis. Gut 2023. DOI: 10.1136/gutjnl-2022-327955</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p class="has-pale-ocean-gradient-background has-background">A poeira biliar (“biliary dust”) foi definida como <strong>imagem flutuante hiperecogênica, sem sombra acústica posterior, observada ou acentuada após palpação abdominal</strong> — entidade ecográfica previamente denominada “microlitíase” ou “microcálculo” em nosso meio. A introdução desse termo visa conciliar os achados ecográficos frequentemente observados na prática diária com as definições estabelecidas pelo Consenso Internacional de 2023.</p>



<p>A poeira biliar está associada à pancreatite aguda e parece ter relação com quadros de cólica biliar típica. Sua associação com sintomas atípicos — como dor em quadrante superior direito, dispepsia, náuseas e vômitos — permanece pouco estudada e deve ser interpretada com cautela, sempre após a exclusão de etiologias mais prováveis.</p>



<p>Para a aplicação desse novo termo na prática clínica, recomenda-se a elaboração de laudos descritivos, acompanhados de explicação em nota, de modo a facilitar a correta interpretação dos achados ecográficos pelo médico assistente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Referências</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Żorniak, M., Sirtl, S., Beyer, G., Mahajan, U. M., Bretthauer, K., Schirra, J., Schulz, C., Kohlmann, T., Lerch, M. M., Mayerle, J., &amp; LMU Microlithiasis Expert Survey Team (2023). Consensus definition of sludge and microlithiasis as a possible cause of pancreatitis.&nbsp;<em>Gut</em>,&nbsp;<em>72</em>(10), 1919–1926. <a href="https://doi.org/10.1136/gutjnl-2022-327955">https://doi.org/10.1136/gutjnl-2022-327955</a></li>



<li>De Araújo W.C., Nahoum R.G., Como eu faço: pesquisa de pancreatite idiopática. <em>In</em>: Salomão B.C., Moura E.G.H.M. Ecoendoscopia como eu faço? / núcleo de ecoendoscopia SOBED – São Paulo : Editora dos Editores, 2023. Cap. 5 p.87-96</li>



<li>Proenca et al. Biliary sludge and microlithiasis: are we covering the full spectrum of lithogenic biliary disorders?. Gut 2025. DOI: 10.1136/gutjnl-2025-336609</li>



<li>Montenegro, A., Andújar, X., Fernández-Bañares, F., Esteve, M., &amp; Loras, C. (2022). Usefulness of endoscopic ultrasound in patients with minilithiasis and/or biliary sludge as a cause of symptoms of probable biliary origin after cholecystectomy.&nbsp;<em>Gastroenterologia y hepatologia</em>,&nbsp;<em>45</em>(2), 91–98. <a href="https://doi.org/10.1016/j.gastrohep.2021.03.010">https://doi.org/10.1016/j.gastrohep.2021.03.010</a></li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background">Proença IM. Poeira biliar: um novo termo para uma velha entidade e uma antiga controvérsia. Endoscopia Terapeutica, 2026 Vol I. Disponível em: <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?p=20989" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/poeira-biliar-um-novo-termo-para-uma-velha-entidade-e-uma-antiga-controversia/</a></p>
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