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	<title>pancreas Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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		<title>Estratégias de prevenção de pancreatite pós CPRE: quais as recomendações mais atuais?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Medrado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 06:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[biliar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabemos que a CPRE permite o tratamento minimamente invasivo de diversas condições pancreatobiliares com&#8230;</p>
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<p>Sabemos que a CPRE permite o tratamento minimamente invasivo de diversas condições pancreatobiliares com morbidade substancialmente menor do que as abordagens cirúrgicas tradicionais. No entanto, o principal evento adverso inerente ao procedimento, e também um dos mais temidos, é a pancreatite pós-CPRE (PEP). Variados artigos apontam para um risco de PEP em até 15% dos procedimentos de alto risco. Embora normalmente leve, a PEP pode se apresentar menos frequentemente de forma grave, estando associada à mortalidade de 1 em 500 pacientes e a um significativo aumento de custos de internação hospitalar.&nbsp;</p>



<p>A literatura tem endereçado nos últimos anos diversos estudos com a finalidade de reduzir o risco de PEP e nesse texto trazemos de forma resumida os dados mais relevantes da última publicação: “American Society for Gastrointestinal Endoscopy guideline on post-ERCP pancreatitis prevention strategies: summary and recommendations” publicado em fevereiro de 2023.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Resumo das recomendações</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2023/02/pep.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="707" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2023/02/pep-1024x707.png" alt="" class="wp-image-15231" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2023/02/pep-1024x707.png 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2023/02/pep-300x207.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2023/02/pep-768x531.png 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2023/02/pep-1536x1061.png 1536w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2023/02/pep-1920x1326.png 1920w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2023/02/pep-1170x808.png 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2023/02/pep-585x404.png 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2023/02/pep.png 2002w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p>O guideline ainda apontou para algumas lacunas de conhecimento que precisam ser mais exploradas na definição de cuidados e prevenção de PEP. Entre os temas, podemos citar principalmente o papel da estratégia preventiva combinada com uso de stents pancreáticos, hidratação e indometacina. Faltam evidências mais robustas para indicar o uso sistematizado de tais estratégias, mas existem dados apontando para um potencial benefício, por exemplo, do uso de AINE associado a hidratação vigorosa na redução da gravidade da PEP. Novos estudos são necessários para esse e outros esclarecimentos nos cuidados preventivos da PEP, mas fica evidente o já importante ganho de possibilidades e evidências nos últimos anos, trazendo ainda mais segurança a um cenário sempre desafiador para quem lida cotidianamente com CPRE. E vocês, como tem atuado na rotina?&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Referência</h2>



<p>Buxbaum JL, Freeman M, Amateau SK, Chalhoub JM, Coelho-Prabhu N, Desai M, Elhanafi SE, Forbes N, Fujii-Lau LL, Kohli DR, Kwon RS, Machicado JD, Marya NB, Pawa S, Ruan WH, Sheth SG, Thiruvengadam NR, Thosani NC, Qumseya BJ; (ASGE Standards of Practice Committee Chair). American Society for Gastrointestinal Endoscopy guideline on post-ERCP pancreatitis prevention strategies: summary and recommendations. Gastrointest Endosc. 2023 Feb;97(2):153-162. doi: 10.1016/j.gie.2022.10.005. Epub 2022 Dec 12. PMID: 36517310.</p>
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		<title>CISTOADENOMA SEROSO DE PÂNCREAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maira Marzinotto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[lesões císticas]]></category>
		<category><![CDATA[pancreas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os cistos pancreáticos são, na maioria dos casos, achados incidentais de exames de imagem.&#8230;</p>
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<p>Os cistos pancreáticos são, na maioria dos casos, achados incidentais de exames de imagem. </p>



<p>Estima-se que cerca de 3-14% das pessoas submetidas a exames abdominais tenham como achado alguma lesão cística pancreática. Em estudos de necropsia, esse achado pode chegar a 24%. Observa-se um claro aumento de prevalência em faixas etárias maiores.&nbsp;</p>



<h2 class="has-pale-cyan-blue-background-color has-background wp-block-heading">As lesões císticas podem ser divididas em:</h2>



<ul class="has-pale-ocean-gradient-background has-background wp-block-list"><li><em><strong>cistos benignos:</strong> </em>pseudocistos, cistos simples, cistoadenomas serosos </li><li><strong><em>cistos malignos</em>: </strong>cistoadenocarcinomas, tumores neuroendócrinos císticos, neoplasia sólido-cística pseudopapilar </li><li><strong><em>cistos com potencial de malignização</em>:</strong> IPMNs e cistoadenomas mucinosos </li></ul>



<p></p>



<p>Nesse artigo falaremos um pouco sobre o cistoadenoma seroso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>CISTOADENOMA SEROSO (SCA)</strong></h2>



<p>O cistoadenoma seroso é uma lesão que acomete mais mulheres do que homens (2:1), na 6ª ou 7ª década de vida. </p>



<p>É uma lesão que não tem preferência por nenhuma região pancreática, podendo acometer cabeça, corpo ou cauda da glândula.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Aspecto radiológico</h3>



<p>A característica mais marcante do cistoadenoma seroso é o achado de uma <strong>lesão policística</strong>, com septos fibrosos entre eles, formando um aspecto microcístico (70% dos SCA). Em cerca de 20-30% dos casos, os septos convergem para o centro da lesão, formando uma cicatriz central fibrosa (sinal mais típico do SCA). Em 20% dos casos observamos um aspecto de favo de mel, com múltiplos microcistos e septos finos entre eles.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="512" height="512" data-id="13022" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1-1.jpg" alt="" class="wp-image-13022" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1-1.jpg?v=1659628122 512w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1-1-300x300.jpg?v=1659628122 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1-1-150x150.jpg?v=1659628122 150w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1-1-70x70.jpg?v=1659628122 70w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="512" height="512" data-id="13023" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1.2-1.jpg" alt="" class="wp-image-13023" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1.2-1.jpg?v=1659628122 512w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1.2-1-300x300.jpg?v=1659628122 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1.2-1-150x150.jpg?v=1659628122 150w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1.2-1-70x70.jpg?v=1659628122 70w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>
</figure>



<p class="has-small-font-size"><em>Figura 1: Cistoadenoma Seroso de cabeça de pâncreas &#8211; lesão lobular com septos convergindo para localização central da lesão. (arquivo pessoal)</em></p>



<p>Em cerca de apenas 10% dos casos os SCA podem ser <strong>oligocísticos</strong>, tornando o diagnóstico radiológico mais desafiador. Nesses casos, muitas vezes são necessários outros exames para confirmação diagnóstica, como a <strong>Ecoendoscopia com punção</strong> e análise do fluido intracístico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Características do fluido</h3>



<p>A característica citológica do cistoadenoma seroso são células cuboides, com citoplasma rico em glicogênio, embora a sensibilidade para citologia com PAAF seja muito baixa. </p>



<p>A análise bioquímica do líquido pode ajudar nos casos de diagnóstico incerto. A característica do SCA é ter o <strong>Antígeno Carcino-Embrionário (CEA) abaixo de 192 ng/ml</strong>, o que se associa a lesões não mucinosas. Além disso, por não haver comunicação com os ductos pancreáticos, <strong>a amilase no líquido intra-cístico é baixa</strong>.</p>



<p class="has-background" style="background-color:#abb7c257">Mais recentemente, com o avanço da endoscopia confocal, é possível a visualização do padrão de vascularização (nos SCA, ela é subepitelial &#8211; acurácia 87%) e permite biópsias do epitélio do cisto. Esse procedimento é realizado ainda em poucos centros, e embora melhore a acurácia do diagnóstico, traz maiores riscos de efeitos adversos (pancreatite aguda e hemorragia intracisto).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prognóstico</strong></h2>



<p>O prognóstico dos SCA é excelente, com menos de 1% de mortalidade. Poucos casos na literatura tem evolução para malignidade, e não há uma concordância sobre a periodicidade do seguimento. Para muitos autores, trata-se de uma lesão benigna.</p>



<p>Embora seja uma lesão com baixa chance de transformação maligna, existe a possibilidade de crescimento da lesão em até 40% dos SCAs. </p>



<p>A última recomendação do grupo europeu é de um novo exame de imagem em 1 ano, e posteriormente, somente se houver sintomas (dor abdominal, icterícia ou náuseas e vômitos).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Referências</strong></h2>



<ol type="1" class="has-normal-font-size wp-block-list"><li>Sakorafas, GH et al. Primary pancreatic cystic neoplasms revisited. Part I: Serous cystic neoplasms. Surgical Oncology, 2011</li><li>Tirkes, T et al. Cystic neoplasms of the pancreas; findings on magnetic resonance imaging with pathological,surgical, and clinical correlation. Abdom Imaging, 2014</li><li>Larson, A et al. Natural History of Pancreatic Cysts. Dig Dis Sci, 2017</li></ol>
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