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	<title>metallic silver sign Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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	<title>metallic silver sign Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>Metallic Silver Sign: mais um passo no auxílio para a detecção de neoplasia esofágica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hélcio Pedrosa Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 06:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[metallic silver sign]]></category>
		<category><![CDATA[neoplasia esofágica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A detecção precoce do carcinoma espinocelular do esôfago tem evoluído significativamente com o uso&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A detecção precoce do <strong>carcinoma espinocelular do esôfago</strong> tem evoluído significativamente com o uso de técnicas endoscópicas avançadas. Entre os achados visuais mais promissores está o chamado<br><strong>“Silver Sign”</strong> ou <strong>“Metallic Silver Sign” (MSS)</strong>, que representa um marcador óptico sugestivo de neoplasia esofágica.<br>Aqui, vamos tentar compreender melhor a origem, a aplicação e o valor diagnóstico desse sinal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>O que é o Silver Sign / Metallic Silver Sign?</strong></h2>



<p>O <strong>Silver Sign</strong> é uma <strong>reflexão prateada ou metálica</strong> observada em lesões esofágicas sob luz de <em>Narrow Band Imaging</em> (NBI), especialmente após a aplicação de <strong>solução de </strong><strong>l</strong><strong>ugol</strong>. Esse fenômeno foi descrito por Maselli et al. (2013) como uma evolução do tradicional <strong>Pink Color Sign (PCS)</strong> — uma mudança de cor observada em áreas iodo-negativas que se tornam rosadas após alguns minutos da aplicação de lugol, indicando possível malignidade.</p>



<p>No entanto, o PCS pode ser <strong>sutil e difícil de identificar</strong>, especialmente em lesões planas ou em pacientes com múltiplas áreas iodo-negativas. O MSS surge como uma alternativa visual mais nítida: sob NBI, essas áreas rosadas adquirem uma aparência <strong>metálica e brilhante</strong>, facilitando a identificação da lesão.</p>



<p>No estudo de Maselli et al., foram analisadas 123 lesões submetidas a ressecção endoscópica (EMR-Cap ou ESD). O MSS foi observado em <strong>98,4% das lesões cancerosas</strong>, com <strong>correlação de 100% com o PCS</strong>, com apenas duas lesões sem apresentar nenhum dos sinais.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=20748"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="474" height="422" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/10/figura1.png" alt="" class="wp-image-20748" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/10/figura1.png 474w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/10/figura1-300x267.png 300w" sizes="(max-width: 474px) 100vw, 474px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><br><strong>Figura 1.</strong> <strong>A.</strong> Lesão tipo 0-IIa localizada no esôfago proximal, observada por endoscopia com luz branca. <strong>B.</strong> Na cromoendoscopia com uso da solução de lugol. <strong>C.</strong> Um minuto após a exposição à solução de lugol, a lesão adquire coloração rosa. <strong>D.</strong> Aparência metálica prateada da lesão sob imagem por NBI (Narrow Band Imaging). Adaptado de Maselli R et al. (2013) [1].</figcaption></figure>
</div>


<p>Esses achados indicam que a presença do MSS é <strong>altamente específica para carcinoma espinocelular superficial</strong>, independentemente da morfologia macroscópica ou característica histopatológica. O MSS se mostrou mais evidente que o PCS &#8211; que pode ser difícil de ser observado devido sua baixa intensidade &#8211; tornando-se uma ferramenta valiosa para endoscopistas, especialmente em ambientes clínicos com tempo limitado para observação prolongada.</p>



<p>Tsunoda et al. (2019), amplia a discussão ao incorporar tecnologias mais recentes como o <strong>Linked Color Imaging (LCI)</strong> e o <strong>Blue Laser Imaging (BLI)</strong>. Embora o foco principal do estudo não seja o MSS, ele reforça a ideia de que <strong>a diferenciação visual entre carcinoma e neoplasia intraepitelial</strong> pode ser aprimorada com técnicas de imagem que realçam contraste e textura.</p>



<p>Após aplicação de Lugol, áreas de carcinoma aparecem como <strong>verde no BLI</strong> e <strong>roxo no LCI</strong>, enquanto áreas de neoplasia intraepitelial podem apresentar coloração diferente (amarelo pálido ou marrom). Essa diferenciação cromática é significativamente maior com LCI e BLI do que com luz branca convencional.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=20749"><img decoding="async" width="641" height="318" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/10/figura2.png" alt="" class="wp-image-20749" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/10/figura2.png 641w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/10/figura2-300x149.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/10/figura2-585x290.png 585w" sizes="(max-width: 641px) 100vw, 641px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><br><strong>Figura 2. 1. Imagens endoscópicas de neoplasia de células escamosas do esôfago.</strong> <strong>(A–C) Antes da coloração com iodo.</strong> <strong>(A)</strong> A imagem com luz branca mostra uma lesão levemente avermelhada entre as posições de 3 e 5 horas. <strong>(B)</strong> A imagem com Linked Color Imaging revela uma lesão roxa. <strong>(C)</strong> A imagem com Blue Laser Imaging mostra uma lesão marrom. <strong>(D–F) Três minutos e 35 segundos após a coloração com iodo.</strong> <strong>(D)</strong> Toda a lesão apresenta sinal positivo de coloração rosa na imagem com luz branca. <strong>(E)</strong> A Linked Color Imaging mostra uma área roxa na maior parte da lesão principal, mas com mucosa amarelo-pálida na posição de 4 horas (seta azul clara). <strong>(F) </strong>A Blue Laser Imaging revela uma lesão verde na maior parte da lesão principal, mas há mucosa marrom na posição de 4 horas (seta azul clara). Adaptado de Tsunoda M et al. (2019) [2].</figcaption></figure>
</div>


<p>Embora o MSS não seja diretamente abordado nesse estudo, os achados corroboram a ideia de que <strong>a interação entre corantes vitais e tecnologias ópticas avançadas pode revelar padrões visuais altamente específicos</strong>, como o brilho metálico observado no MSS.</p>



<p class="has-pale-ocean-gradient-background has-background">A identificação do MSS tem várias implicações práticas: <strong>melhora a acurácia diagnóstica</strong> em pacientes com múltiplas lesões ou mucosa alterada; <strong>facilita o direcionamento de biópsias</strong>, reduzindo o risco de falsos negativos; <strong>complementa o PCS</strong>, especialmente quando este é pouco evidente; pode ser integrado a sistemas de <strong>inteligência artificial</strong> para reconhecimento automático de padrões visuais; pode ser útil em <strong>protocolos de rastreamento em populações de alto risco</strong>, como pacientes com histórico de neoplasias de cabeça e pescoço, tabagismo crônico ou consumo excessivo de álcool.</p>



<p>Cada vez mais a tecnologia tem auxiliado no diagnóstico precoce de lesões porém, seu uso e interpretação é profissional dependente. E você, iniciará a busca por lesões esofágicas utilizando estes sinais?</p>



<p>Veja mais: <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/classificacao/ipcl-esofago-classificacao-japonesa/">Padrão IPCL de CEC de Esôfago &#8211; classificação da sociedade Japonesa • Endoscopia Terapeutica</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><br><strong>Referências</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Maselli R et al. (2013)</strong>.<em> The metallic silver sign with narrow-band imaging: a new endoscopic predictor for pharyngeal and esophageal neoplasia</em>. Gastrointest Endosc. 78(3):551–553.</li>



<li><strong>Tsunoda M et al. (2019)</strong>. <em>New Diagnostic Approach for Esophageal Squamous Cell Neoplasms Using Linked Color Imaging and Blue Laser Imaging Combined with Iodine Staining</em>. Clin Endosc. 52(5):497–501.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background">Brito HP. Metallic Silver Sign: mais um passo no auxílio para a detecção de neoplasia esofágica. Endoscopia Terapeutica 2025 Vol II. Disponível em: <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?p=20747" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/metallic-silver-sign-mais-um-passo-no-auxilio-para-a-deteccao-de-neoplasia-esofagica/</a></p>



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