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	<title>lesão biliar Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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	<title>lesão biliar Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>Tratamento minimamente invasivo de lesão iatrogênica da via biliar pós-colecistectomia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sâmara Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 06:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casos Clínicos]]></category>
		<category><![CDATA[CPRE]]></category>
		<category><![CDATA[lesão biliar]]></category>
		<category><![CDATA[lesão iatrogênica]]></category>
		<category><![CDATA[prótese metálica biliar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relato de caso: MRS, 78 anos, feminino, realiza consulta médica com endoscopista intervencionista após&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Relato de caso:</strong></h2>



<p>MRS, 78 anos, feminino, realiza consulta médica com endoscopista intervencionista após início de quadro de inapetência, icterícia, náuseas/vômitos, colúria, acolia fecal e prurido intenso 15 dias após cirurgia de colecistectomia videolaparoscópica. Nega febre, alteração do nível de consciência ou outros comemorativos, bem como alergias e antecedentes pessoais. Ex-tabagista e relata apenas a colecistectomia como antecedente cirúrgico. </p>



<p>Ao exame físico, apresentava-se ictérica 4+/4+ <strong>(Fig 1)</strong>, abdome pouco doloroso à palpação do HCD com ferida operatória limpa e seca, sem mais achados dignos de nota. Trouxe exames laboratoriais com anemia leve (Hb 11,5) e alteração de enzimas hepáticas (TGO 645, TGP 1031), enzimas canaliculares (FA 319, GGT 529) e hiperbilirrubinemia à custa de bilirrubina direta (BT 5,7, BD 4,9). Além disso, apresentava exame de ressonância de abdome superior com colangiorressonância <strong>(Fig 2)</strong> evidenciando: status pós-colecistectomia, coleção na loja vesicular apresentando aparente comunicação com terço médio do colédoco compatível com bilioma (8,5 x 4,9 x 4,0cm) e moderada dilatação das vias biliares extra e intra-hepáticas a montante do ponto de contato entre a coleção e o terço médio do colédoco denotando compressão extrínseca deste segmento pela coleção.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=20019"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="376" height="375" data-id="20019" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-1-4.jpg" alt="" class="wp-image-20019" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-1-4.jpg?v=1745079159 376w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-1-4-300x300.jpg?v=1745079159 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-1-4-150x150.jpg?v=1745079159 150w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-1-4-70x70.jpg?v=1745079159 70w" sizes="(max-width: 376px) 100vw, 376px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Fig 1. Imagem do paciente revelando icterícia à ectoscopia</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=20018"><img decoding="async" width="356" height="405" data-id="20018" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-2-3.jpg" alt="" class="wp-image-20018" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-2-3.jpg?v=1745079156 356w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-2-3-264x300.jpg?v=1745079156 264w" sizes="(max-width: 356px) 100vw, 356px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Fig 2. Imagem da ressonância de abdome superior com colangiorressonância mostrando coleção a nível de loja da vesícula biliar</figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p>Diante desse cenário, foi indicada terapêutica minimamente invasiva combinada de Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) para drenagem da via biliar e drenagem percutânea através de radiologia intervencionista para o bilioma. Ambos bem sucedidos, entretanto CPRE revelou lesão iatrogênica da via biliar (clipagem parcial do ducto colédoco) e coledocolitíase proximal à subestenose, tendo sido procedida drenagem da via biliar com prótese plástica <strong>(Fig 3)</strong>. A drenagem percutânea foi guiada por USG <strong>(Fig 4)</strong> e aspirado 100ml de liquido bilioso, mantido dreno por 3 dias sem intercorrências.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=20021"><img decoding="async" width="1024" height="470" data-id="20021" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-3-1-1024x470.jpg?v=1745079379" alt="" class="wp-image-20021" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-3-1-1024x470.jpg?v=1745079379 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-3-1-300x138.jpg?v=1745079379 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-3-1-768x353.jpg?v=1745079379 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-3-1-585x269.jpg?v=1745079379 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-3-1.jpg?v=1745079379 1052w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Fig 3. Imagens dos achados colangiográficas da primeira CPRE: clipes metálicos em via biliar (esq.) e subestenose da via biliar nessa mesma topografia após injeção de contraste (dir.).</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=20020"><img loading="lazy" decoding="async" width="647" height="238" data-id="20020" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-4-1.jpg" alt="" class="wp-image-20020" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-4-1.jpg?v=1745079375 647w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-4-1-300x110.jpg?v=1745079375 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-4-1-585x215.jpg?v=1745079375 585w" sizes="(max-width: 647px) 100vw, 647px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Fig 4. Imagens dos achados ultrassonográficos: coleção levemente heterogênea em topografia de loja vesicular (esq.) e drenagem percutânea da coleção (dir.).</figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p>Paciente manteve assintomática e acompanhamento ambulatorial para programação de tratamento definitivo, que foi optado pela dilatação da via biliar (balão CRE 6-8mm) e inserção de prótese metálica auto-expansível totalmente recoberta (10 x 80mm) <strong>(Fig 5)</strong>. O procedimento foi realizado 90 dias após a primeira CPRE sem intercorrências e optado pela retirada após 1 ano. A última CPRE foi realizada 12 meses após a inserção da prótese metálica no qual foi possível retirá-la, extrair o cálculo da via biliar proximal e obter uma colangiografia sem sinais obstrutivos ou extravazamentos ao final do procedimento <strong>(Fig 6)</strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=20023"><img loading="lazy" decoding="async" width="512" height="156" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-5-1.jpg" alt="" class="wp-image-20023" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-5-1.jpg?v=1745079736 512w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-5-1-300x91.jpg?v=1745079736 300w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Fig 5. Imagens colangiográficas da segunda CPRE: A. Imagem colangiográfica mostrando coledocolitíase proximal e subestenose em topografia de clipes; B. Imagem colangiográfica dilatação com balão em via biliar; C. Imagem radiológica da prótese metálica auto-expansível.</figcaption></figure>
</div>

<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=20022"><img loading="lazy" decoding="async" width="505" height="158" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-6.jpg" alt="" class="wp-image-20022" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-6.jpg?v=1745079733 505w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-6-300x94.jpg?v=1745079733 300w" sizes="(max-width: 505px) 100vw, 505px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Fig 6. Imagens colangiográficas da última CPRE: A. Imagem radiológica da prótese metálica inserida no procedimento anterior; B. Imagem colangiográfica de coledocolitiase em via biliar proximal; C. Colangiografia de oclusão final.</figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>Discussão</strong></h2>



<p>Estenose benigna da via biliar é uma condição que pode necessitar de intervenção terapêutica através de endoscopia e a etiologia pós-cirúrgica (lesão inadvertida) corresponde a 0,2 – 0,5% dos casos, ficando atrás das estenoses de anastomose pós-transplante hepático (3 – 46%) e patologias inflamatórias pancreatobiliares (15-20%)¹.</p>



<p>A principal causa de estenose pós-colecistectomia é a lesão de via biliar, que em sua maioria são identificadas ainda no intra-operatório (75%) e tem o ducto hepático comum como a localização mais frequente². O paciente pode apresentar-se assintomáticos ou ter manifestações clinico-laboratoriais de obstrução da via biliar em um período que geralmente se estende em até 3 meses da colecistectomia³.</p>



<p>Existem algumas classificações para estratificação das lesões iatrogênicas da via biliar, sendo as mais conhecidas as de Bismuth<sup>4</sup> e Strasberg<sub>­</sub><sup>5</sup>, conforme tabelas abaixo (Adaptadas de Mercado MA<sup>4</sup> e Strasberg SM<sup>5</sup>):</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=20025"><img loading="lazy" decoding="async" width="234" height="227" data-id="20025" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/tabela.jpg" alt="" class="wp-image-20025"/></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=20024"><img loading="lazy" decoding="async" width="306" height="124" data-id="20024" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-1.1.jpg" alt="" class="wp-image-20024" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-1.1.jpg?v=1745080205 306w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-1.1-300x122.jpg?v=1745080205 300w" sizes="(max-width: 306px) 100vw, 306px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=20027"><img loading="lazy" decoding="async" width="231" height="313" data-id="20027" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/tabela-2.jpg" alt="" class="wp-image-20027" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/tabela-2.jpg?v=1745080251 231w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/tabela-2-221x300.jpg?v=1745080251 221w" sizes="(max-width: 231px) 100vw, 231px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=20026"><img loading="lazy" decoding="async" width="313" height="163" data-id="20026" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-2.2.jpg" alt="" class="wp-image-20026" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-2.2.jpg?v=1745080247 313w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/figura-2.2-300x156.jpg?v=1745080247 300w" sizes="(max-width: 313px) 100vw, 313px" /></a></figure>
</figure>



<p class="has-pale-ocean-gradient-background has-background">O tratamento endoscópico nas lesões iatrogênicas da via biliar tem o intuito de evitar o tratamento cirúrgico que possui maior chance de morbidade, entretanto pode requerer maior número de intervenções<sup>6</sup>. Os resultados da terapêutica endoscópica com implantação com stents mostram sucesso no tratamento relativamente alta (70-80% na média dos estudos selecionados<sup>7,8,9</sup>), taxa de recidiva em torno de 16%<sup>8</sup>.</p>



<p>Os principais estudos comparando o uso de múltiplas próteses plásticas <em>versus</em> prótese metálica auto-expansível totalmente recoberta mostram resultados com resultados de resolução, recorrência e efeitos adversos semelhantes, entretanto com número de intervenções significativamente menores em pacientes que utilizaram a prótese metálica no seu tratamento<sup>10</sup>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Referências</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Ma MX, Jayasekeran V, Chong AK. Benign biliary strictures: prevalence, impact, and management strategies. Clin Exp Gastroenterol. 2019 Feb 18;12:83-92. doi: 10.2147/CEG.S165016. PMID: 30858721; PMCID: PMC6385742.</li>



<li>Nuzzo G, Giuliante F, Persiani R. [The risk of biliary ductal injury during laparoscopic cholecystectomy]. Journal de Chirurgie. 2004 Nov;141(6):343-353. DOI: 10.1016/s0021-7697(04)95358-6. PMID: 15738842.</li>



<li>Thompson CM, Saad NE, Quazi RR, Darcy MD, Picus DD, Menias CO. Management of iatrogenic bile duct injuries: role of the interventional radiologist. Radiographics. 2013 Jan-Feb;33(1):117-34. doi: 10.1148/rg.331125044. PMID: 23322833.</li>



<li>Mercado MA, Domínguez I. Classification and management of bile duct injuries. World J Gastrointest Surg. 2011 Apr 27;3(4):43-8. doi: 10.4240/wjgs.v3.i4.43. PMID: 21528093; PMCID: PMC3083499.</li>



<li>Strasberg SM, Hertl M, Soper NJ. An analysis of the problem of biliary injury during laparoscopic cholecystectomy. J Am Coll Surg. 1995 Jan;180(1):101-25. PMID: 8000648.</li>



<li>Chang KJ. Endoscopic foregut surgery and interventions: The future is now. The state-of-the-art and my personal journey. World J Gastroenterol. 2019 Jan 7;25(1):1-41. doi: 10.3748/wjg.v25.i1.1. PMID: 30643356; PMCID: PMC6328959.</li>



<li>Vitale GC, Tran TC, Davis BR, Vitale M, Vitale D, Larson G. Endoscopic management of postcholecystectomy bile duct strictures. J Am Coll Surg. 2008 May;206(5):918-23; discussion 924-5. doi: 10.1016/j.jamcollsurg.2008.01.064. PMID: 18471723.</li>



<li>Khan MA, Baron TH, Kamal F, Ali B, Nollan R, Ismail MK, Tombazzi C, Artifon ELA, Repici A, Khashab MA. Efficacy of self-expandable metal stents in management of benign biliary strictures and comparison with multiple plastic stents: a meta-analysis. Endoscopy. 2017 Jul;49(7):682-694. doi: 10.1055/s-0043-109865. Epub 2017 May 24. PMID: 28561199.</li>



<li>Costamagna G, Tringali A, Mutignani M, Perri V, Spada C, Pandolfi M, Galasso D. Endotherapy of postoperative biliary strictures with multiple stents: results after more than 10 years of follow-up. Gastrointest Endosc. 2010 Sep;72(3):551-7. doi: 10.1016/j.gie.2010.04.052. Epub 2010 Jul 13. PMID: 20630514.</li>



<li>Giri S, Jearth V, Sundaram S. Covered Self-Expanding Metal Stents Versus Multiple Plastic Stents for Benign Biliary Strictures: An Updated Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. Cureus. 2022 Apr 29;14(4):e24588. doi: 10.7759/cureus.24588. PMID: 35651420; PMCID: PMC9138190.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background">Martins S. Tratamento minimamente invasivo de lesão iatrogênica da via biliar pós-colecistectomia Endoscopia Terapeutica, 2025 Vol I. Disponível em: <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?p=19946" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://endoscopiaterapeutica.net/pt/casosclinicos/tratamento-minimamente-invasivo-de-lesao-iatrogenica-da-via-biliar-pos-colecistectomia/</a></p>



<p></p>
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