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	<title>intestino delgado Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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	<title>intestino delgado Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>Escore de Lewis: entenda os fundamentos e seu uso na doença inflamatória intestinal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hélcio Pedrosa Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[capsula]]></category>
		<category><![CDATA[capsula endoscópica]]></category>
		<category><![CDATA[DII]]></category>
		<category><![CDATA[doença de crohn]]></category>
		<category><![CDATA[doença inflamatória intestinal]]></category>
		<category><![CDATA[intestino delgado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A utilização da cápsula endoscópica (CE) consolidou-se como uma ferramenta indispensável no manejo da&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>A utilização da <strong>cápsula endoscópica (CE)</strong> consolidou-se como uma ferramenta indispensável no manejo da <strong>Doença de Crohn (DC)</strong> permitindo a visualização direta do <strong>intestino delgado</strong>, frequentemente inacessível por métodos endoscópicos. No diagnóstico, a CE é superior aos exames radiológicos na detecção de lesões mucosas <strong>superficiais e precoces</strong>, com indicação principalmente quando há forte suspeita clínica da patologia e exames tradicionais são normais ou inconclusivos. No tratamento e seguimento, a aplicação do Escore de Lewis na Doença de Crohn permite mapear a <strong>extensão total da inflamação</strong>, estratificar o <strong>prognóstico</strong> e monitorar a <strong>eficácia da terapia</strong> através da verificação da <strong>cicatrização da mucosa</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-escore-de-lewis-definicao-e-validacao"><br><strong>O Escore de Lewis: Definição e Validação</strong></h2>



<p>O <strong>Escore de Lewis (LS)</strong> é um sistema de pontuação quantitativo e cumulativo desenvolvido para transformar achados visuais subjetivos da CE em dados numéricos objetivos, padronizando o diagnóstico e acompanhamento da DC. Avalia a gravidade e a distribuição de três parâmetros principais: <strong>edema de vilosidades</strong>, <strong>ulceração</strong> e <strong>estenose.</strong></p>



<p>O escore enfrentou um longo processo de validação, com estudos confirmando sua utilidade clínica. A literatura indica que o LS pode apresentar uma correlação mais estreita com biomarcadores, como a <strong>calprotectina fecal</strong>, do que o <a href="https://www.thieme-connect.com/products/ejournals/abstract/10.1055/s-0031-1291385" type="link" id="https://www.thieme-connect.com/products/ejournals/abstract/10.1055/s-0031-1291385">CECDAI</a>. Sua aplicação principal é na Doença de Crohn do intestino delgado, embora também utiliza-se na avaliação de sangramento gastrointestinal obscuro e outras enteropatias, pois se buscam possíveis lesões que podem causar o quadro clínico investigado.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-indicacoes-e-limitacoes"><br><strong>Indicações e Limitações</strong></h2>



<p>As principais indicações do LS incluem a avaliação da <strong>atividade inflamatória inicial </strong>em pacientes com suspeita de DC e o monitoramento da <strong>resposta terapêutica</strong> em casos estabelecidos. Uma pontuação maior que <strong>135</strong> tem demonstrado alta eficácia na confirmação do diagnóstico de Crohn durante o seguimento clínico.</p>



<p>Entre as limitações, destacam-se: </p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Achados endoscópicos</strong> <strong>inespecíficos</strong>. O escore gradua a atividade inflamatória, mas não determina a etiologia. Assim, lesões causadas por AINEs, infecções, doença de Behçet ou isquemia podem gerar pontuações elevadas indistinguíveis da DC.</li>



<li>Dificuldade em mensurar o <strong>tamanho das lesões.</strong></li>



<li>Dificuldade em mensurar a <strong>quantidade de lesões</strong>, já que a CE pode registrar uma lesão várias vezes. </li>



<li>Necessidade de <strong>treinamento médico rigoroso</strong> para garantir a precisão do cálculo.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-uso-e-calculo-do-escore-de-lewis"><br><strong>Uso e Cálculo do Escore de Lewis</strong></h2>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-divisao-do-intestino-delgado-em-tercis">Divisão do intestino delgado em tercis</h3>



<p>Para utilizar o LS, o sistema divide automaticamente o <em><strong>tempo de trânsito da cápsula no intestino delgado</strong></em> em três partes iguais, denominadas <strong>tercis</strong>. Observe que a divisão é pelo <em>tempo de trânsito </em>e não pela anatomia, pois não se pode determinar com certeza a localização de um achado neste exame. Se a cápsula não entrar no cólon (exame incompleto), o sistema calculará o tempo de trânsito pelo intestino delgado até a última imagem obtida.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-avaliacao-das-caracteristicas-mucosas">Avaliação das características mucosas</h3>



<p>Em cada tercil, avaliam-se as seguintes características:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Parâmetros de Mucosa
<ul class="wp-block-list">
<li><span style="text-decoration: underline;">Aparência das vilosidades</span> é classificada como edema quando a largura da vilosidade é igual ou maior que a sua altura, observada em uma mucosa distinta e separada de uma úlcera, em vez de contígua a uma ruptura mucosa.</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Úlceras</span> foram definidas como rupturas mucosas com bases brancas ou amarelas, circundadas por colares vermelhos ou rosados. O tamanho da úlcera, baseado na maior úlcera visualizada em cada tercil, foi determinado pela lesão inteira, incluindo o seu colar circundante, medido de acordo com a porcentagem da imagem da cápsula ocupada pela lesão ulcerada. O número de lesões foi definido como única, poucas (duas a sete lesões) ou múltiplas (oito ou mais lesões).</li>
</ul>
</li>



<li>Estenose
<ul class="wp-block-list">
<li>A <span style="text-decoration: underline;">avaliação da estenose</span> é global para todo o estudo e considera:
<ul class="wp-block-list">
<li>Número de estenoses</li>



<li>Presença de ulceração</li>



<li>Capacidade de transposição pela cápsula</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
</ul>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-definicao-da-extensao-do-acometimento">Definição da extensão do acometimento</h3>



<p>Define-se o envolvimento do segmento do intestino delgado com base na porcentagem do tercil específico que apresenta alteração mucosa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><span style="text-decoration: underline;">Segmento curto</span>: acometimento &lt; 10% do tercil</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Segmento longo</span>: acometimento entre 11–50%</li>



<li><span style="text-decoration: underline;">Segmento total</span>: acometimento > 50%.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-calculo-do-escore">Cálculo do escore</h3>



<p>O escore total é a soma do escore do tercil mais gravemente afetado com o score de estenose. Como a soma das pontuações de cada tercil em um caso de doença leve poderia resultar em um número total maior do que o de um único tercil com doença grave, optou-se por calcular o escore baseando-se no tercil mais grave somado à pontuação de estenose.</p>



<p><a></a> Assim, um escore total foi criado da seguinte forma: escore do tercil máximo {[(parâmetro de vilosidade x extensão x descritor) + (parâmetro de úlcera x extensão x tamanho)] para o tercil 1 <strong>ou</strong> [(parâmetro de vilosidade x extensão x descritor) + (parâmetro de úlcera x extensão x tamanho)] para o tercil 2 <strong>ou</strong> [(parâmetro de vilosidade x extensão x descritor) + (parâmetro de úlcera x extensão x tamanho)] para o tercil 3} + (número de estenoses x ulcerada x transposta).</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-classificacao-da-atividade-inflamatoria">Classificação da atividade inflamatória</h3>



<p>A pontuação final estratifica a inflamação em três níveis:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>LS &lt; 135:</strong> normal ou inflamação insignificante</li>



<li><strong>LS 135-790:</strong> doença leve</li>



<li><strong>LS > 790:</strong> doença moderada a grave</li>
</ul>



<p>Para facilitar, atualmente softwares integrados e aplicativos automatizam essa divisão e o cálculo final.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-parametros-do-escore-de-lewis"><br><strong>Parâmetros do Escore de Lewis</strong></h2>



<figure id="escore-lewis-tabela" class="wp-block-table is-style-stripes"><div class="pcrstb-wrap"><table class="has-pale-ocean-gradient-background has-background has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Parâmetros</strong></th><th><strong>Número</strong></th><th><strong>Extensão Longitudinal</strong></th><th><strong>Descritores</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Primeiro tercil</strong></td><td></td><td></td><td></td></tr><tr><td>Aparência das vilosidades</td><td>Normal = <strong>0</strong></td><td>Segmento curto = <strong>8</strong></td><td>Única = <strong>1</strong></td></tr><tr><td></td><td>Edematosa = <strong>1</strong></td><td>Segmento longo = <strong>12</strong></td><td>Em manchas = <strong>14</strong></td></tr><tr><td></td><td></td><td>Todo o tercil = <strong>20</strong></td><td>Difusa = <strong>17</strong></td></tr><tr><td>Úlcera</td><td>Nenhuma = <strong>0</strong></td><td>Segmento curto = <strong>5</strong></td><td>&lt; 1/4 = <strong>9</strong></td></tr><tr><td></td><td>Única = <strong>3</strong></td><td>Segmento longo = <strong>10</strong></td><td>1/4 &#8211; 1/2 = <strong>12</strong></td></tr><tr><td></td><td>Poucas = <strong>5</strong></td><td>Todo o tercil = <strong>15</strong></td><td>&gt; 1/2 = <strong>18</strong></td></tr><tr><td></td><td>Múltiplas = <strong>10</strong></td><td></td><td></td></tr><tr><td><strong>Segundo tercil</strong></td><td></td><td></td><td></td></tr><tr><td>Aparência das vilosidades</td><td>Normal = <strong>0</strong></td><td>Segmento curto = <strong>8</strong></td><td>Única = <strong>1</strong></td></tr><tr><td></td><td>Edematosa = <strong>1</strong></td><td>Segmento longo = <strong>12</strong></td><td>Em manchas = <strong>14</strong></td></tr><tr><td></td><td></td><td>Todo o tercil = <strong>20</strong></td><td>Difusa = <strong>17</strong></td></tr><tr><td>Úlcera</td><td>Nenhuma = <strong>0</strong></td><td>Segmento curto = <strong>5</strong></td><td>&lt; 1/4 = <strong>9</strong></td></tr><tr><td></td><td>Única = <strong>3</strong></td><td>Segmento longo = <strong>10</strong></td><td>1/4 &#8211; 1/2 = <strong>12</strong></td></tr><tr><td></td><td>Poucas = <strong>5</strong></td><td>Todo o tercil = <strong>15</strong></td><td>&gt; 1/2 = <strong>18</strong></td></tr><tr><td></td><td>Múltiplas = <strong>10</strong></td><td></td><td></td></tr><tr><td><strong>Terceiro tercil</strong></td><td></td><td></td><td></td></tr><tr><td>Aparência das vilosidades</td><td>Normal = <strong>0</strong></td><td>Segmento curto = <strong>8</strong></td><td>Única = <strong>1</strong></td></tr><tr><td></td><td>Edematosa = <strong>1</strong></td><td>Segmento longo = <strong>12</strong></td><td>Em manchas = <strong>14</strong></td></tr><tr><td></td><td></td><td>Todo o tercil = <strong>20</strong></td><td>Difusa = <strong>17</strong></td></tr><tr><td>Úlcera</td><td>Nenhuma = <strong>0</strong></td><td>Segmento curto = <strong>5</strong></td><td>&lt; 1/4 = <strong>9</strong></td></tr><tr><td></td><td>Única = <strong>3</strong></td><td>Segmento longo = <strong>10</strong></td><td>1/4 &#8211; 1/2 = <strong>12</strong></td></tr><tr><td></td><td>Poucas = <strong>5</strong></td><td>Todo o tercil = <strong>15</strong></td><td>&gt; 1/2 = <strong>18</strong></td></tr><tr><td></td><td>Múltiplas = <strong>10</strong></td><td></td><td></td></tr><tr><td><strong>Estenose – avaliação global</strong></td><td></td><td></td><td></td></tr><tr><td>Estenose</td><td>Nenhuma = <strong>0</strong></td><td>Ulcerada = <strong>24</strong></td><td>Transpassa = <strong>7</strong></td></tr><tr><td></td><td>Única = <strong>14</strong></td><td>Não ulcerada = <strong>2</strong></td><td>Não transpassa = <strong>10</strong></td></tr><tr><td></td><td>Múltiplas = <strong>20</strong></td><td></td><td></td></tr></tbody></table></div><figcaption class="wp-element-caption">Tabela: Parâmetros e pontuação do Escore de Lewis na Doença de Crohn.</figcaption></figure>



<p>E você, já sabia quais eram os fundamentos do Escore de Lewis? Escreva abaixo qual a sua experiência com o uso deste escore. Espero que possa ser útil no acompanhamento de seus pacientes.</p>



<p>Até a próxima!</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-referencias"><br><strong>Referências</strong></h2>



<p>1. Yablecovitch D, Lahat A, Neuman S, Levhar N, Avidan B, Ben-Horin S, Eliakim R, Kopylov U. The Lewis score or the capsule endoscopy Crohn&#8217;s disease activity index: which one is better for the assessment of small bowel inflammation in established Crohn&#8217;s disease? Ther Adv Gastroenterol. 2018 Jan 14;11:1756283X17747780. doi: 10.1177/1756283X17747780. PMID: 29399042; PMCID: PMC5788095.</p>



<p>2. Cotter J, Dias de Castro F, Magalhães J, Moreira MJ, Rosa B. Validation of the Lewis score for the evaluation of small-bowel Crohn&#8217;s disease activity. Endoscopy. 2015 Apr;47(4):330-5. doi: 10.1055/s-0034-1390894. Epub 2014 Nov 20. PMID: 25412092.</p>



<p>3. Gralnek IM, Defranchis R, Seidman E, Leighton JA, Legnani P, Lewis BS. Development of a capsule endoscopy scoring index for small bowel mucosal inflammatory change. Aliment Pharmacol Ther. 2008 Jan 15;27(2):146-54. doi: 10.1111/j.1365-2036.2007.03556.x. Epub 2007 Oct 23. PMID: 17956598.</p>



<p>4. Koulaouzidis A, Douglas S, Plevris JN. Lewis score correlates more closely with fecal calprotectin than Capsule Endoscopy Crohn’s Disease Activity Index. Dig Dis Sci 2012; 57: 987–993</p>



<p>5. Rosa B, Moreira MJ, Rebelo A et al. Lewis Score: a useful clinical tool for patients with suspected Crohn’s Disease submitted to capsule endoscopy. J Crohns Colitis 2012; 6: 692–697</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-citar-este-artigo"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background">Brito HP. Escore de Lewis: entenda os fundamentos e seu uso na doença inflamatória intestinal. Endoscopia Terapeutica 2026 Vol I. Disponível em:<a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?p=21296" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/escore-de-lewis-entenda-os-fundamentos-e-seu-uso-na-doenca-inflamatoria-intestinal/</a></p>



<p></p>



<p>Aproveite para aprofundar seus conhecimentos sobre o <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/classificacao/cdeis-crohns-disease-index-of-severity/" type="link" id="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/classificacao/cdeis-crohns-disease-index-of-severity/">índice CDEIS </a>e a padronização de escores na Doença de Crohn.</p>
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