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	<title>CÂNCER GÁSTRICO Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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	<title>CÂNCER GÁSTRICO Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>Câncer Gástrico Hereditário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcus Fernando Kodama Pertille Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2022 06:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[CÂNCER GÁSTRICO]]></category>
		<category><![CDATA[GAPPS]]></category>
		<category><![CDATA[MAP]]></category>
		<category><![CDATA[MUTYH]]></category>
		<category><![CDATA[PEUTZ-JEGHERS]]></category>
		<category><![CDATA[POLIPOSE JUVENIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autores: Marcus Fernando Kodama Pertille Ramos e Ítalo Beltrão Pereira Simões A maioria dos&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Autores: Marcus Fernando Kodama Pertille Ramos e Ítalo Beltrão Pereira Simões</em></p>



<p>A maioria dos casos de câncer gástrico (CG) são esporádicos, mas cerca de 10% apresentam agregação familiar e 1 a 3% possuem uma causa hereditária. O conhecimento das síndromes hereditárias como fator causal do câncer colorretal (CCR) é bem difundido, mas no CG isso é menos divulgado, fato que pode prejudicar o diagnóstico precoce e o seguimento adequado. </p>



<p>O CG hereditário pode ocorrer associado a presenças de polipose ou não, como no caso das síndromes do Câncer Gástrico Difuso Hereditário, <em>Li-Fraumeni</em>, BRCA1, BRCA2 e <em>Lynch</em>. Nesse artigo descreveremos brevemente as principais síndromes de CG hereditário associadas à polipose deixando as não associadas para um artigo futuro.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-1-cg-hereditario-associado-a-polipose"><strong>1</strong>. <strong>CG <strong>HEREDITÁRIO ASSOCIADO A POLIPOSE</strong></strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-1-1-polipose-adenomatosa-familiar-paf"><strong>1.1 <em>POLIPOSE ADENOMATOSA FAMILIAR (PAF)</em></strong></h3>



<p>A PAF decorre de uma mutação do gene supressor tumoral do gene APC causando um altíssimo risco de CCR. </p>



<p>Cerca de 51 a 88% dos pacientes apresentam pólipos gástricos principalmente de glândulas fúndicas (PGF). A incidência é elevada inclusiva na PAF atenuada. Eles costumam ser numerosos, e o termo polipose gástrica pode ser empregado apenas quando mais de 20 estão presentes. </p>



<p>Displasia de baixo grau pode estar presente em até 44% dos pólipos de glândulas fúndicas. Pólipos adenomatosos são detectados em cerca de 20% dos pacientes com PAF. </p>



<p>O rastreamento endoscópico alto é recomendado no momento da manifestação da polipose colônica ou a partir de 25 anos. O intervalo de realização vai depender dos achados e também de acordo com a necessidade de seguimento de adenoma de papila, quando presente, de acordo como escore de <em>Spigelman.</em></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-7.png" alt="" class="wp-image-13692" style="width:399px;height:441px" width="399" height="441" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-7.png 626w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-7-271x300.png 271w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-7-585x647.png 585w" sizes="(max-width: 399px) 100vw, 399px" /><figcaption class="wp-element-caption">Polipose gástrica em paciente com PAF. Imagens mostram inúmeros pólipos em cárdia, fundo, corpo e antro.</figcaption></figure>
</div>


<h3 class="wp-block-heading" id="h-1-2-sindrome-de-peutz-jeghers-spj"><strong><em>1.2 SÍNDROME DE PEUTZ-JEGHERS (SPJ)</em></strong></h3>



<p>A SPJ é autossômica dominante, caracterizada pelo desenvolvimento de polipose hamartomatosa gastrointestinal principalmente no jejuno associada a presença de máculas melanocíticas. </p>



<p>O diagnóstico clínico baseia-se na confirmação da presença de pólipos hamartomatosos associado com história familiar positiva e hiperpigmentação de mucosas, dedos e genitália externa. </p>



<p>Pólipos gástricos são detectados em 25% dos casos, comparados com 70-90 % encontrados no intestino delgado e 50% no cólon. O aspecto morfológico do pólipo gástrico na SPJ assemelha-se a um padrão viloso proliferação epitelial hiperplásica sendo difícil distinguir do pólipo juvenil e hiperplásico. </p>



<p>Displasia é raramente detectada nos pólipos mas indivíduos com SPJ tem 29% risco de desenvolver CG principalmente do tipo intestinal. </p>



<p>Rastreamento deve ser iniciado precocemente na infância com endoscopia inicial com periodicidade dependendo dos achados. A partir dos 50 anos, o risco de CG aumenta e a periodicidade deve ser mais frequente entre 1 a 2 anos.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-8.png" alt="" class="wp-image-13693" style="width:370px;height:577px" width="370" height="577" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-8.png 563w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-8-192x300.png 192w" sizes="(max-width: 370px) 100vw, 370px" /><figcaption class="wp-element-caption">Sequência de imagem mostrando pólipo em região de corpo gástrico em paciente com Síndrome de <em>Peutz-Jeghers</em>, imagens inferiores com magnificação de imagem.</figcaption></figure>
</div>


<h3 class="wp-block-heading" id="h-1-3-sindrome-da-polipose-juvenil"><strong><em>1.3 SÍNDROME DA POLIPOSE JUVENIL</em></strong></h3>



<p>Síndrome autossômica dominante que leva ao desenvolvimento de pólipos em todo trato gastrointestinal principalmente no cólon e reto. </p>



<p>Critérios para suspeita clínica da síndrome incluem mais de 5 pólipos juvenis colorretais, pólipos juvenis ao longo do trato gastrointestinal ou mais de 1 pólipo juvenil com história familiar positiva. O diagnóstico definitivo é realizado de um dos critérios de suspeita clínica na presença dos genes <em>BMPR1A</em> e<em> SMAD4</em> no teste genético. </p>



<p>Os pólipos juvenis são pólipos hamartomatosos que se desenvolvem a partir de um tecido normal do trato gastrointestinal. O aspecto endoscópico habitualmente é de um pólipo pediculado, multilobado, macio variando desde pequenos pólipos até pólipos gigantes. Em até 75% dos casos existem outros tipos de pólipos em conjunto. &nbsp;Polipose gástrica severa pode ocorrer causando anemia, hematêmese, enteropatia com perda proteica e sintomas obstrutivos. Progressão para CG ocorre em até 21% dos casos com média de idade de 58 anos. </p>



<p>Rastreamento endoscópico é recomendado a partir da adolescência com endoscopias anuais.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Saiba mais sobre a polipose juvenil clicando<strong> <a rel="noreferrer noopener" href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/sindrome-da-polipose-juvenil/" data-type="post" data-id="11241" target="_blank">neste post</a></strong></p>
</blockquote>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-9.png" alt="" class="wp-image-13694" style="width:395px;height:367px" width="395" height="367" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-9.png 633w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-9-300x279.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-9-585x543.png 585w" sizes="(max-width: 395px) 100vw, 395px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagens superiores mostram pólipo juvenil hamartomatoso em região da cárdia em paciente com polipose juvenil. Imagens inferiores mostram os diferentes aspectos e tamanho dos pólipos encontrados na síndrome.</figcaption></figure>
</div>


<h3 class="wp-block-heading" id="h-1-4-polipose-associada-ao-mutyh-map"><strong><em>1.4 POLIPOSE ASSOCIADA AO MUTYH (MAP)</em></strong></h3>



<p>MAP é uma síndrome rara, autossômica recessiva, associada com mutação no gene MUTYH que participa de processos de reparo de DNA. Pacientes com MAP tem predisposição para o CCR, mama e ovário. </p>



<p>Pólipos gástricos são detectados em cerca de 10 a 33% dos casos e a maioria adenomas e PGF. </p>



<p>O risco de CG é baixo (2%) mas ocorre em pacientes mais jovens (mediana de 38 anos). Por outro lado, o risco de câncer duodenal é alto podendo ocorrer em 17% dos casos.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-1-5-adenocarcinoma-gastrico-com-polipose-proximal-gapps"><strong><em>1.5 ADENOCARCINOMA GÁSTRICO COM POLIPOSE PROXIMAL (GAPPS)</em></strong></h3>



<p>Essa síndrome é caracterizada pelo desenvolvimento de uma polipose gástrica proximal incluindo o fundo e corpo formando um tapete de pequenos pólipos usualmente menores que 1 cm. O tipo histológico dos pólipos é variado podendo ser PGF, hiperplásico, adenomas e mistos. </p>



<p>Os critérios para diagnóstico clínico incluem detecção de mais de 100 pólipos ou mais de 30 pólipos com história familiar positiva em parente de primeiro grau, pólipos restritos ao corpo e fundo sem a presença de pólipos colorretais, morfologia de PGF com áreas de displasia ou carcinoma, exclusão de outras síndromes e uso de inibidor de bomba de prótons. </p>



<p>Série de casos relataram incidência de 12,7% de CG, todos do tipo intestinal. </p>



<p>Seguimento endoscópico deve ser realizado, mas em casos com múltiplos pólipos a avaliação de pólipos com sinais de degeneração pode ficar prejudicada sendo indicada a gastrectomia total.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-10.png" alt="" class="wp-image-13695" style="width:529px;height:279px" width="529" height="279" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-10.png 936w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-10-300x159.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-10-768x406.png 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-10-585x309.png 585w" sizes="(max-width: 529px) 100vw, 529px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagens de GAPPS evidenciando acometimento de corpo e fundo com diminuição progressiva no número de pólipos no estômago distal.</figcaption></figure>
</div>

<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-11.png"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-11.png" alt="" class="wp-image-13696" style="width:574px;height:313px" width="574" height="313" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-11.png 886w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-11-300x164.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-11-768x420.png 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/image-11-585x320.png 585w" sizes="(max-width: 574px) 100vw, 574px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Tabela com resumo das principais características das síndromes genéticas relacionadas com o câncer gástrico hereditário, dividindo-as em associadas e não associadas a polipose do trato gastrointestinal.</figcaption></figure>
</div>


<h3 class="wp-block-heading" id="h-para-saber-mais-sobre-este-tema-e-outros-relacionados-acesse-o-site-gastropedia-clicando-aqui"><a href="https://gastropedia.com.br/cirurgia/esofago-estomago-duodeno/tumores-do-remanescente-gastrico/">Para saber mais sobre este tema e outros relacionados, acesse o site Gastropedia clicando aqui!</a></h3>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-referencias"><strong>Referências</strong></h2>



<ol type="1" class="has-normal-font-size wp-block-list">
<li>Clauditz TS, Moore M, Setia N, et al. Syndromic gastric polyposis and hereditary gastric cancers. <em>Diagnostic Histopathologic</em> 2019; 26(1):39-46.</li>



<li>Mahon SM. Hereditary Polyposis Syndromes. Gentics and Genomics 2018; 22(2): 151-6</li>



<li>Cardoso DM. Síndromes de polipose colorretal.&nbsp;<a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/"><strong>Endoscopia</strong></a>&nbsp;Terapêutica; 2020. Disponível em: https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/sindromes-de-polipose-colorretal/</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-citar-este-artigo"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p>Kodama, MFKP e Simoes IBP. Câncer gástrico hereditário. Gastropedia 2022. Disponível em: <a rel="noreferrer noopener" href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?p=13691" target="_blank">https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/cancer-gastrico-hereditario</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>METAPLASIA INTESTINAL EM ENDOSCOPIA DE ROTINA: Tem importância? Preciso seguir?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[ATROFIA]]></category>
		<category><![CDATA[CÂNCER GÁSTRICO]]></category>
		<category><![CDATA[endoscopia]]></category>
		<category><![CDATA[metaplasia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer gástrico é a terceira maior causa de morte por câncer no mundo.&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O câncer gástrico é a terceira maior causa de morte por câncer no mundo. </p>



<p>O seu subtipo mais comum é o câncer gástrico não cárdico do tipo intestinal, que passaremos a chamar aqui genericamente de câncer gástrico (CG). Tem como principal fator de risco a infecção crônica pelo <em>H. pylori</em>, respondendo por cerca de 80% da incidência global de câncer gástrico. </p>



<p>Este subtipo de câncer gástrico emerge a partir de alterações histopatológicas progressivas na mucosa gástrica, conhecidas como sequência ou cascata de Pelayo Correa, que tem na infecção pelo <em>H. pylori</em> o seu principal gatilho. Essa sequência se inicia com a mucosa normal, passa pela gastrite não atrófica crônica, gastrite atrófica crônica, metaplasia intestinal, displasia e finalmente chega à transformação maligna.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="537" height="615" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/tabelarr.png" alt="" class="wp-image-13385" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/tabelarr.png 537w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/09/tabelarr-262x300.png 262w" sizes="(max-width: 537px) 100vw, 537px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<p>A metaplasia intestinal gástrica (MIG) é encontrada frequentemente em exames de rotina e diversas incertezas e desconhecimentos sobre sua importância, aliados à pobre informação sobre o risco individual de câncer gástrico do paciente, geram múltiplas abordagens no manejo desse achado, mesmo entre especialistas atentos ao assunto.&nbsp;</p>



<p>Recentemente, a <strong><a href="https://www.gastrojournal.org/action/showPdf?pii=S0016-5085%2819%2941888-X" target="_blank" rel="noreferrer noopener">American Gastroenterological Association (AGA)</a></strong> publicou recomendações baseadas em evidências com o intuito de guiar o manejo da metaplasia intestinal na ausência de neoplasia gástrica (câncer ou displasia).&nbsp;O que fazer em casos de <em>MIG</em>? &nbsp;</p>



<p>A publicação traz as seguintes perguntas chave:&nbsp;</p>



<ul class="has-normal-font-size wp-block-list"><li>Pesquisar e tratar <em>H. pylori</em> alteram desfechos importantes em pacientes com <em>MIG</em>?&nbsp;</li><li>Em paciente com <em>MIG</em> e classificados como de baixo risco, o seguimento endoscópico altera desfechos importantes versus nenhum seguimento?&nbsp;</li><li>E em pacientes de alto risco?&nbsp;</li><li>Em pacientes sem displasia, o seguimento precoce (&lt; 1 ano) com biópsias para determinar a extensão da <em>MIG</em> altera desfechos relevantes?&nbsp;</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Desfechos relevantes bons:&nbsp;</strong></h3>



<ul class="has-normal-font-size wp-block-list"><li>Detecção precoce de CG&nbsp;</li><li>Redução de morbi/mortalidade&nbsp;</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Desfechos relevantes ruins:&nbsp;</strong></h3>



<ul class="has-normal-font-size wp-block-list"><li>Potenciais complicações da endoscopia&nbsp;</li><li>Efeitos psicológicos ligados à ansiedade gerada pelo seguimento&nbsp;</li><li>Consumo de recursos&nbsp;</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisar e tratar<em> H. pylori </em>alteram desfechos importantes em pacientes com <em>MIG</em>?&nbsp;</h2>



<p class="has-background" style="background-color:#7bdbb56e"><strong><em>Recomendação 1:</em></strong><em> Em pacientes com metaplasia intestinal gástrica, a AGA recomenda pesquisa de H. pylori seguida de erradicação. Recomendação forte, qualidade de evidência moderada.</em></p>



<p>A erradicação de <em>H. pylori</em> em paciente com ou sem <em>MIG</em> foi associada a redução de 32% no risco relativo de incidência de CG e 33% no risco relativo de mortalidade por CG, quando comparada a placebo. Os dados não foram suficientes para avaliar o impacto da erradicação de <em>H. pylori</em> na mortalidade por CG em pacientes com <em>MIG</em> confirmada. A confirmação da erradicação após o tratamento é recomendada, pela a possibilidade de falha terapêutica, mas o documento não aborda a melhor estratégia de confirmação a ser empregada.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Em paciente com <em>MIG</em>, classificados como de baixo risco, o seguimento endoscópico altera desfechos importantes versus nenhum seguimento?&nbsp;</h2>



<p class="has-background" style="background-color:#7bdbb56b"><strong><em>Recomendação 2:</em></strong><em> Em pacientes com metaplasia intestinal gástrica, a AGA se posiciona contrária ao seguimento endoscópico de rotina. Recomendação condicional, evidência de muito baixa qualidade.</em>&nbsp;</p>



<p><strong>Comentário:</strong> pacientes com metaplasia intestinal com risco aumentado de CG que acreditem numa redução na mortalidade pelo câncer (incerta) e não valorizem eventuais riscos de exames recorrentes&nbsp;podem aderir ao seguimento endoscópico.</p>



<p>Pacientes com risco aumentado incluem:&nbsp;</p>



<ul class="has-normal-font-size wp-block-list"><li>MIG incompleta;&nbsp;</li><li>MIG extensa (que acometa corpo gástrico);&nbsp;</li><li>Minorias étnicas;&nbsp;</li><li>Imigrantes de áreas de alta incidência.</li></ul>



<p class="has-background" style="background-color:#7bdbb56e"><strong><em>Recomendação 3: </em></strong><em>em pacientes com metaplasia intestinal gástrica, a AGA se posiciona contrária à endoscopia precoce (&lt; 1 ano) para estratificação de risco. Recomendação condicional, evidência de muito baixa qualidade.</em>&nbsp;</p>



<p>Sobre a não recomendação de seguimento endoscópico em pacientes com <em>MIG</em>, pesaram alguns pontos. A prevalência estimada de <em>MIG</em> é de 4,8%, fazendo com que qualquer recomendação de seguimento endoscópico traga grande impacto a uma grande proporção de pacientes. Além disso, a taxa anual de progressão para CG em indivíduos com <em>MIG</em> é de 0,16%, número inferior aos 0,33% ao ano estimados na progressão&nbsp;para adenocarcinoma esofágico em pacientes com esôfago de Barrett.&nbsp;</p>



<p>O estudo não encontrou ensaios randomizados controlados, estudos de cohort ou caso-controle avaliando o impacto do seguimento endoscópico sobre os riscos de CG em pacientes com <em>MIG</em>. Em razão disso, a AGA recomenda a decisão compartilhada quanto à adesão ou não a seguimento endoscópico.&nbsp;</p>



<p>Pacientes com <em>MIG</em> considerados com risco aumentado para CG incluem aqueles com metaplasia intestinal incompleta (3,3 x RR versus <em>MIG</em> completa, evidência de baixa qualidade); história familiar de CG (4,5 x RR, evidência de muito baixa qualidade) e <em>MIG</em> extensa (corpo gástrico + antro ou incisura) versus <em>MIG</em> limitada &#8211; antro e ou incisura- (2,1 x RR, com evidência de muito baixa qualidade).&nbsp;</p>



<p>O artigo menciona que, nos Estados Unidos, raramente os laudos histológicos relatam se a <em>MIG</em> é completa ou incompleta e o mesmo ocorre em boa parte no nosso meio. Isso limitaria a viabilidade da adoção desse critério na definição do seguimento. O entendimento da extensão da <em>MIG</em> depende da prática de obtenção de amostras em frascos separados nos diferentes seguimentos gástricos, outra prática pouco comum.&nbsp;</p>



<p>Pacientes com <em>MIG</em> com risco comum ou de alto risco, que apostem na redução do risco de CG, (mesmo na ausência de evidências diretas que a suportem) e minimizem potenciais riscos do seguimento endoscópico podem optar por aderir ao seguimento&nbsp;na tomada de decisão.&nbsp;</p>



<p><strong>Não existem dados suficientes para definir o intervalo ideal entre exames no seguimento endoscópico.</strong> Com base em evidências indiretas, considerando risco cumulativo de CG em pacientes com <em>MIG</em>, a avaliação endoscópica pode ser feita a cada <strong>3 a 5 anos</strong>, com estudo cuidadoso da mucosa, incluindo biópsias do corpo e antro, além de qualquer lesão suspeita.&nbsp;</p>



<p>Pacientes com risco aumentado que optem pelo seguimento endoscópico poderiam ser elegíveis para uma endoscopia precoce (&lt; 1 ano) com o intuito de assegurar maior qualidade na endoscopia índice, revendo a extensão da <em>MIG</em>,&nbsp;obtendo amostras separadas, ou identificando outras áreas suspeitas. No entanto, a revisão técnica não encontrou evidências que suportem essa conduta.&nbsp;</p>



<p>De maneira geral, as recomendações da AGA estão alinhadas e diferem pouco das previamente publicadas pela ASGE e ESGE em pacientes com <em>MIG</em>. A ASGE, no entanto, recomenda o seguimento para pacientes de risco aumentado por etnia ou história familiar. Recomenda ainda a suspensão do seguimento caso haja dois exames consecutivos sem displasia. A ESGE recomenda seguimento endoscópico a cada 3 anos em pacientes com gastrite atrófica avançada ou que tenham <em>MIG </em>em antro e corpo, e/ou OLGA III/IV. Sugere ainda àqueles que tenham história familiar associada a esses achados que considerem redução do intervalo para 1 ou 2 anos (recomendação fraca, evidências de baixa qualidade).&nbsp;</p>



<p>Como se vê, as recomendações atuais nesse tema são muitas vezes imprecisas e dependem de fatores que dificultam a aplicação de regras uniformes e que tenham fortes evidências que as suportem. Nesse cenário, a visão individualizada e o exame cuidadoso ganham importância ainda maior na seleção dos pacientes que merecem cuidados especiais. Estar atento a dados clínicos, como a história familiar, e achados endoscópicos muitas vezes não valorizados em exames de rotina pode fazer a diferença na vida desses pacientes.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Referências</strong></h2>



<ol class="wp-block-list"><li>AGA Clinical Practice Guidelines on Management of Gastric Intestinal Metaplasia. Samir Gupta, Dan Li, Hashem B. El Serag, Perica Davitkov, Osama Altayar, Shahnaz Sultan, Yngve Falck-Ytter, Reem A. Mustafa. Gastroenterology. 2020 Feb; 158(3): 693–702. doi: 10.1053/j.gastro.2019.12.003</li><li>Gastric Cancer: overview. Correa, P. Gastroenterol Clin N Am 42 (2013) 211–217. doi: 10.1016/j.gtc.2013.01.002</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Leitura associada</strong></h2>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-endoscopia-terapeutica wp-block-embed-endoscopia-terapeutica"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="X5YNeskYRP"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigoscomentados/artigo-comentado-incidencia-de-cancer-gastrico-em-pacientes-com-lesoes-gastricas-pre-neoplasicas/">Incidência de câncer gástrico em pacientes com lesões gástricas pré-neoplásicas</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Incidência de câncer gástrico em pacientes com lesões gástricas pré-neoplásicas&#8221; &#8212; Endoscopia Terapeutica" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigoscomentados/artigo-comentado-incidencia-de-cancer-gastrico-em-pacientes-com-lesoes-gastricas-pre-neoplasicas/embed/#?secret=wIHb4AjzHn#?secret=X5YNeskYRP" data-secret="X5YNeskYRP" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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		<item>
		<title>Ressecção Endoscópica de Neoplasias Gástricas Sincrônicas</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/casosclinicos/resseccao-endoscopica-de-neoplasias-gastricas-sincronicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casos Clínicos]]></category>
		<category><![CDATA[ATROFIA]]></category>
		<category><![CDATA[CÂNCER GÁSTRICO]]></category>
		<category><![CDATA[endoscopia]]></category>
		<category><![CDATA[ESD]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caso Clínico Paciente com 85 anos, em uso de anticoagulação plena (Eliquis) por histórico&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Caso Clínico</strong></h2>



<p>Paciente com 85 anos, em uso de anticoagulação plena (Eliquis) por histórico FA de alto risco tromboembólico, deu entrada no PS por quadro de melena há 2 dias. </p>



<p>Na avaliação inicial destacava-se: descorado 2+/4+, PA 98 x 56 mmHg, FC 98 bpm. Exames laboratoriais com Hb: 7,6 g/dL.</p>



<p>Solicitado endoscopia digestiva alta na urgência:</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221678.jpg" alt="" class="wp-image-12647" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221678.jpg?v=1657583348 720w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221678-300x200.jpg?v=1657583348 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221678-585x390.jpg?v=1657583348 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221678-263x175.jpg?v=1657583348 263w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p>Observado da atrofia difusa da mucosa gástrica e lesão polipóide, séssil (Paris 0-Is), medindo 3,0 cm, localizada em parede posterior de corpo médio. Realizada biópsia que evidenciou adenoma com displasia de baixo grau.</p>



<p>Paciente foi tratado clinicamente com suspensão do anticoagulante, IBP, transfusão de hemáceas, sendo posteriormente encaminhado para nosso serviço para realização de ressecção endoscópica por técnica de dissecção submucosa (ESD). </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Exame do procedimento</strong></h2>



<p>Durante o exame do procedimento, em contexto fora de sangramento agudo, foi observado duas lesões sincrônicas: a lesão polipóide descrita anteriormente e uma lesão plano-elevada (Paris 0-IIa), medindo 3,5 cm, também localizada em corpo proximal pela parede posterior: </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221880.jpg" alt="" class="wp-image-12651" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221880.jpg?v=1657584416 720w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221880-300x200.jpg?v=1657584416 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221880-585x390.jpg?v=1657584416 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221880-263x175.jpg?v=1657584416 263w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221878.jpg" alt="" class="wp-image-12649" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221878.jpg?v=1657584410 720w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221878-300x200.jpg?v=1657584410 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221878-585x390.jpg?v=1657584410 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221878-263x175.jpg?v=1657584410 263w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221884.jpg" alt="" class="wp-image-12655" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221884.jpg?v=1657584427 720w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221884-300x200.jpg?v=1657584427 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221884-585x390.jpg?v=1657584427 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221884-263x175.jpg?v=1657584427 263w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption>Lesão polipóide: Cromoendoscopia com <em>NBI</em> e magnificação <em>near focus</em> com criptas vilosas com leve irregularidade.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221919.jpg" alt="" class="wp-image-12690" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221919.jpg?v=1657584519 720w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221919-300x200.jpg?v=1657584519 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221919-585x390.jpg?v=1657584519 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221919-263x175.jpg?v=1657584519 263w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption>Lesão polipóide: Cromoendoscopia com índigo carmin e magnificação <em>near focus</em> com criptas vilosas com leve irregularidade.<br><br></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221886.jpg" alt="" class="wp-image-12657" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221886.jpg?v=1657584432 720w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221886-300x200.jpg?v=1657584432 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221886-585x390.jpg?v=1657584432 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221886-263x175.jpg?v=1657584432 263w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption>Lesão polipóide: Cromoendoscopia com <em>NBI</em> e magnificação <em>near focus</em> com criptas vilosas com leve irregularidade</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221900.jpg" alt="" class="wp-image-12671" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221900.jpg?v=1657584466 720w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221900-300x200.jpg?v=1657584466 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221900-585x390.jpg?v=1657584466 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221900-263x175.jpg?v=1657584466 263w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption>Lesão plano-elevada: Cromoendoscopia com <em>NBI</em> e magnificação <em>near focus</em> com perda e irregularidade do padrão de criptas.<br><br></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221894.jpg" alt="" class="wp-image-12665" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221894.jpg?v=1657584451 720w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221894-300x200.jpg?v=1657584451 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221894-585x390.jpg?v=1657584451 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221894-263x175.jpg?v=1657584451 263w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption>Lesão plano-elevada: Cromoendoscopia com <em>NBI</em> e magnificação <em>near focus</em> com perda e irregularidade do padrão de criptas e capilar.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221924.jpg" alt="" class="wp-image-12695" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221924.jpg?v=1657584533 720w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221924-300x200.jpg?v=1657584533 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221924-585x390.jpg?v=1657584533 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221924-263x175.jpg?v=1657584533 263w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Ressecção endoscópica:</h2>



<p>Optado por realizar a ressecção adicional em mesmo tempo da segunda lesão neoplásica, também por técnica de dissecção submucosa.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1350" height="1080" data-id="12708" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221937.jpg" alt="" class="wp-image-12708" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221937.jpg?v=1657584584 1350w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221937-300x240.jpg?v=1657584584 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221937-1024x819.jpg?v=1657584584 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221937-768x614.jpg?v=1657584584 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221937-1170x936.jpg?v=1657584584 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221937-585x468.jpg?v=1657584584 585w" sizes="(max-width: 1350px) 100vw, 1350px" /></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221975.jpg" alt="" class="wp-image-12746" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221975.jpg?v=1657584803 720w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221975-300x200.jpg?v=1657584803 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221975-585x390.jpg?v=1657584803 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221975-263x175.jpg?v=1657584803 263w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="819" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221943-1024x819.jpg" alt="" class="wp-image-12714" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221943-1024x819.jpg?v=1657584620 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221943-300x240.jpg?v=1657584620 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221943-768x614.jpg?v=1657584620 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221943-1170x936.jpg?v=1657584620 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221943-585x468.jpg?v=1657584620 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221943.jpg?v=1657584620 1350w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221978.jpg" alt="" class="wp-image-12748" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221978.jpg?v=1657584809 720w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221978-300x200.jpg?v=1657584809 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221978-585x390.jpg?v=1657584809 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221978-263x175.jpg?v=1657584809 263w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="480" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221984.jpg" alt="" class="wp-image-12754" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221984.jpg?v=1657584828 720w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221984-300x200.jpg?v=1657584828 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221984-585x390.jpg?v=1657584828 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221984-263x175.jpg?v=1657584828 263w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">Fechamento do leito de ressecção</h3>



<p>Como tratava-se de paciente idoso, com necessidade de retorno da anticoagulação o mais breve possível, optado pelo fechamento dos leitos de ressecção com coroa de endoloop e clipes:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="819" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221950-1024x819.jpg" alt="" class="wp-image-12721" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221950-1024x819.jpg?v=1657584660 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221950-300x240.jpg?v=1657584660 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221950-768x614.jpg?v=1657584660 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221950-1170x936.jpg?v=1657584660 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221950-585x468.jpg?v=1657584660 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221950.jpg?v=1657584660 1350w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="819" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221955-1024x819.jpg" alt="" class="wp-image-12726" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221955-1024x819.jpg?v=1657584694 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221955-300x240.jpg?v=1657584694 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221955-768x614.jpg?v=1657584694 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221955-1170x936.jpg?v=1657584694 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221955-585x468.jpg?v=1657584694 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221955.jpg?v=1657584694 1350w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="819" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221963-1024x819.jpg" alt="" class="wp-image-12734" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221963-1024x819.jpg?v=1657584744 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221963-300x240.jpg?v=1657584744 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221963-768x614.jpg?v=1657584744 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221963-1170x936.jpg?v=1657584744 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221963-585x468.jpg?v=1657584744 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221963.jpg?v=1657584744 1350w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="819" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221965-1024x819.jpg" alt="" class="wp-image-12736" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221965-1024x819.jpg?v=1657584756 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221965-300x240.jpg?v=1657584756 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221965-768x614.jpg?v=1657584756 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221965-1170x936.jpg?v=1657584756 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221965-585x468.jpg?v=1657584756 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/07/04221965.jpg?v=1657584756 1350w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Acompanhamento</h2>



<p>Paciente evoluiu bem, com alta hospitalar no dia seguinte.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Resultado de anatomopatológico:</h2>



<ol class="wp-block-list"><li>Lesão polipóide: adenoma gástrico do tipo faveolar com diplasia de baixo grau, margens livres</li><li>Lesão plano-elevada: adenocarcinoma tubular bem diferenciado intramucoso (invasão da muscular da mucosa), ausência de invasão angiolinfática, e margens livres</li></ol>
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		<title>Câncer Gástrico Precoce: revisão rápida</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/cancer-gastrico-precoce-revisao-rapida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[FERNANDA MELLO TAVARES]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[CÂNCER GÁSTRICO]]></category>
		<category><![CDATA[câncer gástrico precoce]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definição Lesão neoplásica (carcinoma) que não ultrapassa a submucosa Independente do acometimento ganglionar Epidemiologia&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Definição</strong></h2>



<ul class="has-normal-font-size wp-block-list"><li>Lesão neoplásica (carcinoma) que não ultrapassa a submucosa</li><li>Independente do acometimento ganglionar</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Epidemiologia</strong></h2>



<ul class="has-normal-font-size wp-block-list"><li>60 anos</li><li>Homens 2 X 1 Mulheres</li><li>Alta chance de cura (Sobrevida &gt; 90% em 5 anos)</li></ul>



<p>Adenocarcinoma Gástrico → 3º causa morte por câncer no mundo<br>No Brasil → Mortes por tumores malignos ⇒ 4º causa em Homens x 5º causa em Mulheres</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Incidência</strong></h2>



<p>Altamente heterogênea, infere-se biologia diferencial por região geográfica . 5<br>Em números absolutos houve queda tanto da incidência quanto da mortalidade por câncer gástrico<br>no panorama mundial.</p>



<p><strong>Pacientes asiáticos</strong></p>



<ul class="has-normal-font-size wp-block-list"><li>Menor taxa de linfonodos positivos</li><li>Menos chances de metástases</li><li>Mais precoceRegião distal</li></ul>



<p><strong>Pacientes Ocidentais </strong></p>



<ul class="has-normal-font-size wp-block-list"><li>Aumento na incidência do Adenocarcinoma da TEG (proximal)</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Apresentação</strong></h2>



<ul class="has-normal-font-size wp-block-list"><li>80% assintomáticos</li><li>Sintomas Inespecíficos → mimetizando doença ulcerosa péptica</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fatores de Risco</strong></h2>



<ul class="has-normal-font-size wp-block-list"><li>Infecção pelo H. Pylori<ul><li>Risco aumentado de <strong>Hipocloridria </strong>*</li></ul></li><li>Caráter Hereditário</li><li>Estilo de Vida<ul><li>Tabagismo</li><li>Dieta →<strong> Sal / Nitratos**</strong></li></ul></li><li>Sexo Masculino</li><li>Pós-operatórios de <strong>Gastrectomia Parcial ***</strong><ul><li>Remanescente gástrico</li><li>Após 15 anos</li></ul></li><li>Anemia Perniciosa<ul><li>Gastrite Autoimune</li><li>Acloridria / Atrofia</li></ul></li></ul>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">*Hipocloridria faz parte da cascata evolutiva do Câncer Gástrico<br><strong>Gastrite Crônica → Gastrite Atrófica → Hipocloridria → Metaplasia → Displasia → Câncer</strong></p>



<p class="has-background" style="background-color:#bec6ce">** Risco aumentado de câncer gástrico em dietas com alto teor de carboidratos complexos e<br>nitratos, o Nitrato é convertido em Nitrito por bactérias presentes no estômago, formando os<br>chamados N compostos &#8211; NOC (Nitrosamidas / Nitrosaminas), carcinogênicos.²</p>



<p class="has-background" style="background-color:#d8dce1">**<strong>* Em doenças benignas como úlcera gástrica são relatados casos de acometimento neoplásico no remanescente gástrico após 15 anos.</strong><br>Etiopatogenia do câncer de coto gástrico seria o refluxo bílio-pancreático causando inflamação<br>crônica da mucosa remanescente, evoluindo para gastrite atrófica, metaplasia intestinal e<br>displasia.¹<br>Observa-se no entanto que não há correlação com úlcera duodenal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Fatores de proteção</strong></h2>



<ul class="has-normal-font-size wp-block-list"><li>Vitamina C. ³<ul><li>O ácido ascórbico atua prevenindo a conversão de nitrato em nitrito</li></ul></li><li>Betacaroteno</li><li>Fibras</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>O diagnóstico precoce do CG é um desafio devido a característica invasiva das endoscopias<br>gástricas e a carência de biomarcadores, traduzindo na identificação tardia da doença, e levando a<br>menores chances de cura e sobrevida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Referências</strong></h2>



<ol class="has-normal-font-size wp-block-list"><li>Averbach, Marcelo. Tratado ilustrado de endoscopia digestiva. Thieme Revinter Publicações LTDA,<br>2018.</li><li>DIOGO FILHO, Augusto, et al. &#8220;Câncer de coto gástrico após gastrectomia por úlcera péptica<br>gastroduodenal.&#8221; ABCD. Arquivos Brasileiros de Cirurgia Digestiva (São Paulo) 29 (2016): 65-65.</li><li>Britto, Anna Valéria de. &#8220;Câncer de estômago: fatores de risco.&#8221; Cadernos de Saúde Pública 13<br>(1997): S7-S13.</li><li>da Cunha Antunes, Danúbia, Iris Maria Lima, and Wanise Maria de Souza Cruz. &#8220;Quimioprevenção do<br>câncer gástrico.&#8221; Revista Brasileira de cancerologia 56.3 (2010): 367-374.</li><li>Boyle, Peter, and Bernard Levin. World cancer report 2008. IARC Press, International Agency for<br>Research on Cancer, 2008.</li><li>Zhou, Jianping, et al. &#8220;Linc00152 promotes proliferation in gastric cancer through the<br>EGFR-dependent pathway.&#8221; Journal of Experimental &amp; Clinical Cancer Research 34.1 (2015): 1-8</li></ol>
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		<item>
		<title>Você sabe quais são os critérios de indicação de ressecção endoscópica do câncer gástrico precoce e os critérios de cura (eCura)?</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/criterios-esd-gastrico-ecura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Nobre]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 07:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[CÂNCER GÁSTRICO]]></category>
		<category><![CDATA[CRITÉRIOS]]></category>
		<category><![CDATA[ECURA]]></category>
		<category><![CDATA[ESD]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Japonesa de Endoscopia (JGES) publicou em 2021(1) um guideline atualizado de Mucosectomia&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sociedade Japonesa de Endoscopia (JGES) publicou em 2021<sup>(1)</sup> um guideline atualizado de Mucosectomia e Dissecção Endoscópica da Submucosa (ESD) para câncer gástrico precoce.</p>
<p>Em relação às recomendações de 2016<sup>(2)</sup>, os critérios expandidos foram considerados absolutos na atual edição. Persistem como critérios expandidos somente as lesões recidivadas. Algumas lesões que antes eram contraindicadas à ressecção endoscópica foram alocadas nas indicações relativas.</p>
<h2><strong>Avaliação pré-operatória</strong></h2>
<p>Importante ressaltar que, no estômago, a avaliação endoscópica pré-operatória nem sempre consegue predizer com acurácia a profundidade de invasão (diferente do cólon e esôfago, onde temos classificações que guiam a conduta). Achados endoscópicos que sugerem invasão da submucosa:</p>
<ul>
<li>hipertrofia ou convergência de pregas,</li>
<li>tamanho do tumor &gt;3cm,</li>
<li>lesões muito avermelhadas,</li>
<li>superfície irregular,</li>
<li>elevação das margens,</li>
<li>sinal da não extensão (quando a mucosa gástrica é expandida pela insuflação, as lesões com invasão maciça da submucosa não se estendem e formam uma elevação trapezoide, além disso, as pregas convergem e se tornam elevadas).</li>
</ul>
<p>Em alguns casos, quando há dificuldade nesta informação, a Ecoendoscopia pode ser ferramenta útil.</p>
<div class="pcrstb-wrap"><table>
<tbody>
<tr>
<td width="623"><strong><em>Em geral, a ressecção endoscópica deve ser realizada quando o risco de metástase linfonodal é extremamente baixo e os resultados a longo prazo são semelhantes aos da cirurgia. Além disso, o tamanho e a localização devem permitir a ressecção em bloco.</em></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>Para determinar se uma lesão gástrica é passível de ressecção endoscópica curativa, devemos avaliar:</p>
<ol>
<li>tipo histológico</li>
<li>tamanho</li>
<li>profundidade de invasão</li>
<li>presença ou não de ulceração.</li>
</ol>
<h2><strong>Indicações</strong></h2>
<p>Segundo o Guideline de 2021 da JGES, podemos dividir as indicações de ressecção endoscópica do câncer gástrico precoce em:</p>
<ul>
<li><strong>Absolutas:</strong> quando o risco de metástase linfonodal é &lt;1% e os resultados da ressecção endoscópica se mostraram semelhantes aos da cirurgia.</li>
<li><strong>Relativas:</strong> quando a lesão não preenche os critérios absolutos, mas nos casos em que a cirurgia é arriscada ou para obter uma avaliação histopatológica acurada.</li>
<li><strong>Expandidas:</strong> lesões intramucosas recidivadas após ressecção endoscópica eCura C1</li>
</ul>
<p>O quadro abaixo resume os critérios de indicação (tabela 1):</p>
<p><div id="attachment_11072" style="width: 542px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/ind.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-11072" class="wp-image-11072" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/ind-300x141.jpg" alt="" width="532" height="250" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/ind-300x141.jpg?v=1647263634 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/ind-585x276.jpg?v=1647263634 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/ind.jpg?v=1647263634 628w" sizes="(max-width: 532px) 100vw, 532px" /></a><p id="caption-attachment-11072" class="wp-caption-text">Tabela 1: Indicações de ESD</p></div></p>
<h2><strong>Critérios de cura:</strong></h2>
<p>Já os critérios de cura são divididos em:</p>
<h3><strong>eCuraA (ressecção curativa):</strong></h3>
<ul>
<li>A ressecção endoscópica é igual ou superior à cirúrgica em desfechos a longo termo. É indicado seguimento a cada 6-12 meses.</li>
</ul>
<h3><strong>eCuraB</strong><strong>:</strong></h3>
<ul>
<li>Apesar de estudos com resultados de longo prazo ainda não terem sido publicados, a cura é esperada. Estão incluídas nesses grupos lesões diferenciadas, ≤ 3 cm, SM1 (invasão até 500 micras). É indicado seguimento a cada 6-12 meses com EDA + CT.</li>
</ul>
<h3><strong style="font-family: Raleway, sans-serif; font-size: 20px; letter-spacing: 0px;"> eCuraC:</strong></h3>
<ul>
<li>quando a lesão não preenche os critérios acima. Pode ser dividida em:</li>
<li><strong>C-1:</strong> quando a lesão é diferenciada mas não foi ressecada em bloco ou teve margens horizontais positivas. Nesse caso, o risco de metástase é baixo. Pode-se observar, repetir a ESD, fazer ablação ou operar.</li>
<li><strong>C-2:</strong> todas as outras lesões que não preencheram os critérios. Na maioria destes casos, é indicada cirurgia devido ao potencial risco de recorrência e metástases.</li>
</ul>
<h2><strong>DESCOMPLICANDO&#8230;.</strong></h2>
<p>Indicações absolutas = tumores intramucosos (T1a)</p>
<ul>
<li>Diferenciados sem ulceração: qualquer tamanho</li>
<li>Diferenciados com ulceração: <u>&lt;</u>3cm</li>
<li>Indiferenciados sem ulceração: <u>&lt;</u>2cm</li>
</ul>
<p>Critérios de cura:</p>
<ul>
<li>eCuraA = critérios absolutos + margens negativas, ausência de invasão angiolinfática à seguimento</li>
<li>eCuraB = T1b (SM1), diferenciado, <u>&lt;</u>3cm, margens negativas, ausência de invasão angiolinfática à seguimento</li>
<li>eCuraC-1 = piecemeal ou margens horizontais positivas à seguimento</li>
<li>eCura C-2 = quando não preenchem os critérios acima à cirurgia</li>
</ul>
<p>A tabela 2 e o algorítimo 1 sedimentam os critérios de eCura e seguimento pós ESD:</p>
<p><div id="attachment_11074" style="width: 527px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/tabela2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-11074" class="wp-image-11074" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/tabela2-300x148.jpg" alt="" width="517" height="255" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/tabela2-300x148.jpg?v=1647264695 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/tabela2-768x378.jpg?v=1647264695 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/tabela2-585x288.jpg?v=1647264695 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/tabela2.jpg?v=1647264695 1010w" sizes="(max-width: 517px) 100vw, 517px" /></a><p id="caption-attachment-11074" class="wp-caption-text">Tabela 2 : Resumos dos critérios de eCura</p></div></p>
<p><div id="attachment_11073" style="width: 490px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/segui.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-11073" class="wp-image-11073" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/segui-300x182.jpg" alt="" width="480" height="291" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/segui-300x182.jpg?v=1647264691 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/segui-585x356.jpg?v=1647264691 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/03/segui.jpg?v=1647264691 748w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></a><p id="caption-attachment-11073" class="wp-caption-text">Algorítimo de seguimento</p></div></p>
<h3><a href="https://gastropedia.com.br/cirurgia/esofago-estomago-duodeno/particao-gastrica-para-tratamento-de-tumores-gastricos-distais-obstrutivos-nao-ressecaveis/">Para saber mais sobre este tema, acesse o site Gastropedia clicando aqui!</a></h3>
<h2><strong>Como citar esse artigo:</strong></h2>
<p>Moura RN. Você sabe quais os critérios de indicação e cura do ESD gástrico (eCura)? Endoscopia Terapêutica; 2022.  Disponível em: endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/criterios-esd-gastrico-ecura</p>
<h2><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></h2>
<ol>
<li>Ono H, Yao K, Fujishiro M, et al. Guidelines for endoscopic submucosal dissection and endoscopic mucosal resection for early gastric cancer (second edition). Dig Endosc. <strong>2021</strong> Jan;33(1):4-20.</li>
<li>Ono H, Yao K, Fujishiro M et al. Guidelines for endoscopic submucosal dissection and endoscopic mucosal resection for early gastric cancer. Dig Endosc <strong>2016</strong>; 28: 3–15.</li>
</ol>
<p><strong><em>Saiba mais sobre ESD:</em></strong></p>
<p><strong><a href="http://Link: https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/disseccao-endoscopica-submucosa-esd-dicas-para-iniciar-e-aprimorar-a-tecnica/"><em>Dissecção Endoscópica Submucosa (ESD): dicas para iniciar e aprimorar a técnica</em></a></strong></p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/algoritmo-diagnostico-simples-para-deteccao-de-cancer-gastrico-precoce-atraves-da-magnificacao-endoscopica-mesda-g/"><strong><em>Saiba mais sobre a detecção do câncer gástrico precoce clicando aqui:</em></strong></a></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
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