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	<title>calculo Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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	<title>calculo Archives &#8226; Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>Você sabe a melhor forma de identificar e manejar os pacientes com risco aumentado de coledocolitíase?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivan R B Orso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[calculo]]></category>
		<category><![CDATA[coledocolitiase]]></category>
		<category><![CDATA[CPRE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A incidência de colelitíase sintomática entre os americanos adultos é em torno de 10%.&#8230;</p>
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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/10/coledocolitiase-1024x567.png" alt="" class="wp-image-13798" width="627" height="346" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/10/coledocolitiase-1024x567.png 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/10/coledocolitiase-300x166.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/10/coledocolitiase-768x425.png 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/10/coledocolitiase-180x100.png 180w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/10/coledocolitiase-585x324.png 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/10/coledocolitiase.png 1115w" sizes="(max-width: 627px) 100vw, 627px" /></figure>



<p>A incidência de colelitíase sintomática entre os americanos adultos é em torno de 10%. No Brasil &nbsp;estudos retrospectivos mostram uma incidência de até 9,3%.&nbsp;&nbsp; Entre estes pacientes, 10-20% podem apresentar coledocolitíase concomitante.</p>



<p>A CPRE transformou o tratamento dos cálculos na via biliar principal de uma operação de grande porte em um procedimento minimamente invasivo.   Porém, apresenta uma incidência não desprezível de efeitos adversos (5-15%) como pancreatite, sangramento e perfuração.  Assim é importante selecionar de forma correta os pacientes que serão submetidos ao procedimento para evitar a realização de exames desnecessários.</p>



<p>A ESGE recomenda que os pacientes com colelitíase sintomática em programação de colecistectomia devem realizar a dosagem de enzimas hepáticas e ultrassom de abdome. Estes exames servem como triagem para avaliar o risco de coledocolitíase concomitante e determinar os pacientes que se beneficiariam &nbsp;de uma investigação adicional.</p>



<p>Agora, como devemos utilizar os resultados desta triagem?</p>



<h3 class="wp-block-heading">Preditores do Risco de Coledocolitíase</h3>



<p>Em 2010 a ASGE publicou uma lista de preditores para avaliar o risco de coledocolitíase. Baseado nestes critérios os pacientes eram divididos em risco alto, intermediário e baixo risco.&nbsp; Para os de alto risco a recomendação era ir direto para a CPRE. Os de risco intermediário deveriam investigar melhor através da realização de colangiorressonância ou ecoendoscoscopia antes da decisão terapêutica.&nbsp; Os de baixo risco poderiam ir para colecistectomia direto.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="618" height="565" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/10/Tabela-1-criterios-ASGE-2010-1.png" alt="" class="wp-image-13804" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/10/Tabela-1-criterios-ASGE-2010-1.png 618w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/10/Tabela-1-criterios-ASGE-2010-1-300x274.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/10/Tabela-1-criterios-ASGE-2010-1-585x535.png 585w" sizes="(max-width: 618px) 100vw, 618px" /><figcaption>Tabela 1. Preditores clínicos publicados em 2010 pela ASGE.&nbsp; Adaptado de Maple et al 2010.&nbsp; <strong>Atenção, estes critérios foram revisados.&nbsp;</strong></figcaption></figure>



<p></p>



<p>Porém, &nbsp;estudos posteriores utilizando estes critérios demonstraram que&nbsp; a acurácia variava de 70 a 80%, levando a até 30% de CPRE desnecessárias.&nbsp;</p>



<p>Devido a isso, tanto a associação Americana (ASGE) quanto a europeia (ESGE) revisaram estes preditores em seus guidelines mais recentes.</p>



<p><strong>Os novos critérios estão resumidos na tabela abaixo:</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="545" height="329" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/10/Novos-criterios-coledocolitiase-asge-e-esge.jpg" alt="" class="wp-image-13800" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/10/Novos-criterios-coledocolitiase-asge-e-esge.jpg?v=1665436003 545w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/10/Novos-criterios-coledocolitiase-asge-e-esge-300x181.jpg?v=1665436003 300w" sizes="(max-width: 545px) 100vw, 545px" /><figcaption>Tabela 2 Preditores de coledocolitíase publicados pela ASGE e ESGE. Adaptado de Buxbaum et al 2019 e  Manes et al 2019.</figcaption></figure>



<p></p>



<p>Os pacientes com quadro de colangite ou cálculo visualizado no ultrassom de abdome ou em tomografia/RNM são considerados como de alto risco.&nbsp;&nbsp; A ASGE inclui um critério a mais, que é a presença de Bilirrubina total maior do que 4 mg/dl associada à dilatação da via biliar como critério de alto risco.&nbsp;&nbsp; Estes pacientes podem ser submetidos a CPRE direto, antes da colecistectomia e sem a necessidade de investigação adicional.</p>



<p>Os pacientes com alteração de enzimas hepáticas (TGO, TGP, FA, GGT) ou com dilatação da via biliar no ultrassom (&gt;6 mm com vesícula in situ) são considerados de risco intermediário. Novamente a ASGE tem um critério a mais que é a idade maior do que 55 anos.&nbsp; O racional para este critério é que pacientes com mais de 55 anos tem uma maior incidência de coledocolitíase não associada à alteração de enzimas hepáticas.&nbsp;&nbsp; Os dois guidelines sugerem que os pacientes com critérios intermediários sejam submetidos à colangiorressonância ou ecoendoscopia para avaliar a presença de coledocolitíase antes da colecistectomia.&nbsp; Na impossibilidade de realizar estes exames, a colangiografia intraoperatória é indicada como alternativa.</p>



<p>Já os pacientes que não apresentam nenhum destes critérios são considerados como de baixo risco e podem realizar a colecistectomia direto, com ou sem colangiografia intraoperatória.</p>



<p>Nos critérios de 2010 a pancreatite aguda era um critério de risco intermediário.&nbsp; Porém, estudos confirmaram que a incidência de coledocolitíase residual após um episódio de pancreatite leve varia de apenas 10 a 30%.&nbsp; Devido a isso ela deixou de ser critério de risco.&nbsp; Os pacientes após a resolução da pancreatite aguda devem ser avaliados de acordo com os critérios acima. Se não apresentares critérios de alto ou médio risco podem ir para a colecistectomia direto.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>E qual dos critérios eu devo seguir? ASGE ou ESGE?</strong></h3>



<p>Um estudo incluindo 1042 pacientes comparou os critérios da ASGE e da ESGE para a avaliação da presença de coledocolitíase.&nbsp; Os resultados mostraram que os dois critérios são válidos e muito bons, com especificidade de 96,87% para os da ASGE e 98,24% para os da ESGE.</p>



<p>Comparando os dois critérios, o da ESGE é ligeiramente mais específico, com os critérios da ASGE apresentando um número discretamente maior de pacientes falso positivos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h3>



<p>Apesar da CPRE ser uma técnica minimamente invasiva, ela não é isenta de complicações!</p>



<p>Devido a isso, a avaliação da probabilidade pré-teste em pacientes com suspeita de coledocolitíase é essencial para diferenciar os pacientes que irão se beneficiar de uma avaliação mais aprofundada dos que poderão ir direto para a CPRE.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Referências</h3>



<p>Manes G, Paspatis G, Aabakken L et al. Endoscopic management of common bile duct stones: European Society of Gastrointestinal Endoscopy (ESGE) guideline. Endoscopy 2019; 51: 472–491</p>



<p>Maple JT, Ben-Menachem T. ASGE Standards of Practice Committee. et al. The role of endoscopy in the evaluation of suspected choledocholithiasis. Gastrointest Endosc 2010; 71: 1–9</p>



<p></p>
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