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	Comentários sobre: QUIZ!!!	</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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		<title>
		Por: Renzo Feitosa Ruiz		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/quiz/quiz-4/#comment-745</link>

		<dc:creator><![CDATA[Renzo Feitosa Ruiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2017 01:17:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá, Matheus. Boa pergunta.  Os stents metálicos auto-expansíveis (SEMS) têm sido utilizados para tratar perfurações esofágicas.  Porém, os pacientes candidatos para essa abordagem terapêutica devem estar hemodinamicamente estáveis e não podem ter perfuração não bloqueada. No caso acima, o paciente apresentava mais de 48 hrs de evolução e não havia qualquer sinal de peritonite ou mesmo repercussão hemodinâmica. Optamos pela passagem de uma endoprótese totalmente recoberta de 15 cms de extensão e 23 mm de diâmetro. O paciente realizou ainda a lavagem do mediastino por toracoscopia seguida de drenagem torácica bilateral. Foi mantido com nutrição parenteral e antibióticoterapia de largo espectro. Após 5 dias realizamos um esofagograma onde não se evidenciou extravazamento do meio de contraste, portanto indicando que a perfuração estava selada. Foi iniciado então, dieta líquida via oral. Com a melhora clínica progredimos a dieta até a sólida. A prótese foi retirada, sem intercorrências, após  6 semanas . Paciente evoluiu bem, sem sequelas.  
A terapia endoscópica para a síndrome de Boerhaave não foi diretamente comparada com a cirurgia em estudos randomizados, mas estudos observacionais sugerem que uma proporção significativa de pacientes tratados com terapia endoscópica requerem reintervenção. Mesmo assim, a endoscopia vem desempenhando papel fundamental nesses pacientes. 
Um estudo retrospectivo (Endoscopic stent insertion versus primary operative management for spontaneous rupture of the esophagus (Boerhaave syndrome): an international study comparing the outcome. Am Surg 2013; 79:634.), comparou os desfechos clínicos em 20 pacientes submetidos à cirurgia com 13 pacientes submetidos a endoprótese endoscópica para o tratamento da síndrome de Boerhaave. Neste estudo, não houve diferença na morbidade ou no tempo de permanência na unidade de terapia intensiva / internação hospitalar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Matheus. Boa pergunta.  Os stents metálicos auto-expansíveis (SEMS) têm sido utilizados para tratar perfurações esofágicas.  Porém, os pacientes candidatos para essa abordagem terapêutica devem estar hemodinamicamente estáveis e não podem ter perfuração não bloqueada. No caso acima, o paciente apresentava mais de 48 hrs de evolução e não havia qualquer sinal de peritonite ou mesmo repercussão hemodinâmica. Optamos pela passagem de uma endoprótese totalmente recoberta de 15 cms de extensão e 23 mm de diâmetro. O paciente realizou ainda a lavagem do mediastino por toracoscopia seguida de drenagem torácica bilateral. Foi mantido com nutrição parenteral e antibióticoterapia de largo espectro. Após 5 dias realizamos um esofagograma onde não se evidenciou extravazamento do meio de contraste, portanto indicando que a perfuração estava selada. Foi iniciado então, dieta líquida via oral. Com a melhora clínica progredimos a dieta até a sólida. A prótese foi retirada, sem intercorrências, após  6 semanas . Paciente evoluiu bem, sem sequelas.<br />
A terapia endoscópica para a síndrome de Boerhaave não foi diretamente comparada com a cirurgia em estudos randomizados, mas estudos observacionais sugerem que uma proporção significativa de pacientes tratados com terapia endoscópica requerem reintervenção. Mesmo assim, a endoscopia vem desempenhando papel fundamental nesses pacientes.<br />
Um estudo retrospectivo (Endoscopic stent insertion versus primary operative management for spontaneous rupture of the esophagus (Boerhaave syndrome): an international study comparing the outcome. Am Surg 2013; 79:634.), comparou os desfechos clínicos em 20 pacientes submetidos à cirurgia com 13 pacientes submetidos a endoprótese endoscópica para o tratamento da síndrome de Boerhaave. Neste estudo, não houve diferença na morbidade ou no tempo de permanência na unidade de terapia intensiva / internação hospitalar.</p>
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		<title>
		Por: Matheus Franco		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/quiz/quiz-4/#comment-742</link>

		<dc:creator><![CDATA[Matheus Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2017 04:01:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Renzo, você acredita que a endoscopia tem espaço no tratamento destes pacientes? Se sim, quais poderiam ser as opções?
Parabéns pelo caso. Abraço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Renzo, você acredita que a endoscopia tem espaço no tratamento destes pacientes? Se sim, quais poderiam ser as opções?<br />
Parabéns pelo caso. Abraço</p>
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