Como você classificaria esta lesão esofágica?
Paciente com 24 anos, refere ingestão acidental de solução de soda cáustica há cerca de 12 horas. Refere dor retroesternal e salivação. Foi internado, e submetido a endoscopia digestiva após cerca de 20 horas do acidente.
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Imagens de esofagite cáustica.
Qual o diagnóstico para este caso?
Feminina, 78 anos, com quadro há 1 dia de dor abdominal, principalmente em flanco esquerdo, acompanhada de diarréia com enterorragia. Relatado antecedente pessoal de HAS, DM, doença arterial coronariana com cateterismo e colocação de stent há 6 anos. Ao exame físico, observado leve distensão abdominal, com dor a palpação em flanco e fossa ilíaca esquerda, manobra de descompressão brusca negativa. Toque retal com sangue vermelho escuro em dedo de luva. Solicitado colonoscopia (imagens cedidas pela Dra Karime Lucas):
Qual a alternativa correta?
Paciente de 56 anos deu entrada no PS com abdômen agudo obstrutivo devido a tumor de sigmoide. Submetido a retossigmoidectomia de urgência. O cirurgião julgou que as condições estavam satisfatórias e realizou anastomose colorretal primária, mas o paciente evoluiu com deiscência da anastomose.
Achado na segunda porção duodenal. Qual o diagnóstico?
Qual o diagnóstico e conduta diante deste quadro?
Qual sua hipótese e conduta para este caso?
Paciente feminina, 81 anos, antecedente de colectomia direita há 5 anos por adenocarcinoma de ceco. Refere estar assintomática. Realizou colonoscopia de controle que evidenciou uma lesão, próxima à anastomose ileocólica, medindo 4 a 5 mm (imagens abaixo):
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Lesão cística pancreática – Qual o diagnóstico e conduta?
(clique na imagem para ampliar)
Paciente masculino, 65 anos, sem comorbidades, apresentando crises de dor epigástrica. Realizou ecografia de abdome com identificação de cisto pancreático. Indicada avaliação da lesão por ecoendoscopia que demonstrou um ducto pancreático principal dilatado em toda a sua extensão com até 12 mm de diâmetro. No colo pancreático nota-se vegetação com 5 mm. Na cabeça do pâncreas presença de lesão sólido cística, com septos espessos, comunicante com o ducto principal e medindo 28 mm no maior diâmetro. Papila entreaberta com saída de secreção mucóide.
Qual o diagnóstico e a melhor conduta a ser realizada neste paciente?
Abordagem de displasia em pacientes com doença inflamatória intestinal
Neoplasia precoce de reto. Qual a conduta?
Paciente de 56 anos, na colonoscopia de rotina foi identificada e ressecada esta lesão em monobloco após elevação com injeção salina. Os achados do exame anatomopatológico foram:
- Adenocarcinoma bem diferenciado em adenoma túbulo-viloso com displasia de alto grau
- Invasão submucosa (SM1 – 3,0 mm).
- Invasão vascular ou perineural não detectadas
- Base do pólipo / margens livres











