QUIZ! – Impressão pulsátil no esôfago proximal
Veja o video a seguir para responder o quiz:
Veja o video a seguir para responder o quiz:
Um grupo experiente incluindo 38 especialistas japoneses (Japan NBI Expert Team) se juntou para criar uma classificação utilizando NBI e magnificação para unificar as várias classificações existentes.
Desse encontro surgiu a classificação JNET que dividiu as lesões colorretais em 4 subtipos: 1; 2A; 2B (high e low) e 3 baseado nos padrões vascular e de superfície.
Baseado nessa classificação a histologia e a profundidade de invasão das lesões colorretais podem ser estimadas guiando a conduta terapêutica!
Se você quiser pode dar uma olhadinha no link abaixo para se preparar…
Agora, se você acha que está preparado, é só rolar a tela e começar o super QUIZ abaixo!!!!
Paciente de 35 anos, evoluindo há cerca de 3 meses com queixa de náuseas, vômitos e epigastralgia. Relata perda de cerca de 15 kg nos últimos 6 meses, tendo apresentando ainda no período episódios de infecção respiratória e quadro diarréico. Durante a investigação, identificada sorologia positiva para HIV.
Submetido a endoscopia digestiva alta que evidenciou tais lesões:
Paciente do sexo feminino com 35 anos. Queixa de distensão abdominal pós-prandial e eructações. Nega alteração do habito intestinal. Fez tratamento para dispepsia sem melhora.
Nega comorbidades ou cirurgias prévias. Na história familiar, relata que o pai apresentava bastante dor epigástrica, dificuldade para se alimentar, perdeu bastante peso e faleceu aos 39 anos de uma doença não definida.
Foi submetida a uma endoscopia com o achado abaixo:
Realizadas biópsias gástricas que revelaram gastrite crônica inativa com leve infiltrado linfocítico.
Homem, 70 anos, hipertenso, previamente hígido, foi referenciado à EDA por sintomas dispépticos de início recente. Etilista social de pequena quantidade, nunca fumou. Negava perda de peso ou disfagia. Exame físico sem anormalidades.
Na transição parede lateral direita/posterior, distando cerca de 24 cm da ADS, observa-se lesão não polipóide plana, esbranquiçada, de aspecto rugoso, formato irregular, porém bem delimitada, medindo cerca de 25mm no maior eixo.
IPCL exibindo discreta dilatação, sinuosidade, calibre irregular e variação de formas.
Presença de extensa área iodo-negativa em exata correspondência a lesão descrita na luz branca e na cromoscopia com NBI
Paciente feminina, 41 anos, história de desconforto epigástrico recorrente associado a náuseas e plenitude pós-prandial, apresentando períodos de melhora quando em uso de omeprazol 20 mg. A paciente é tabagista e portadora de hipertensão arterial sistêmica e nefrolitíase. Nega antecedente de neoplasia ou tratamento oncológico, trauma abdominal ou cirurgia prévia. Exame físico sem particularidades. Investigação iniciada com endoscopia digestiva alta, esta sem alterações.
Ao ultrassom de abdomen presença de imagem incidental ovalada, anecoica, com septações, adjacente ao pâncreas e artéria renal direita, medindo 40 x 30 mm, sem fluxo ao doppler colorido, a qual não foram atribuídos sintomas. Realizado complementação diagnóstica com Tomografia computadorizada (TC) de abdomen a qual evidenciou imagem hipodensa, ovalada, de paredes finas, sem realce à injeção de contraste, localizada adjacente ao processo uncinado, entre o polo inferior do rim direito e a veia cava inferior, medindo 4,3 x 3,4 x 4,1 cm nos maiores diâmetros.