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	<title>Rafael Bandeira Lages, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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	<title>Rafael Bandeira Lages, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>Highlights sobre diagnóstico de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) – novo guideline do American College of Gastroenterology (ACG)  2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Bandeira Lages]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A lot has changed, much remains the same”. Com essa premissa, o American College&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>“<em>A lot has changed, much remains the same</em>”. Com essa premissa, o <em>American College of Gastroenterology (ACG)</em> publicou o seu mais novo <em>Guideline</em> para diagnóstico e conduta em Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) no início de 2022, atualizando as suas recomendações gerais neste tema após quase 10 anos.</p>



<p>Sabemos que o diagnóstico de certeza de DRGE pode ser desafiador. Não há um padrão-ouro e, portanto, por vezes é necessário que montemos um quebra-cabeça com manifestações clínicas, resposta à terapia, achados endoscópicos e monitorização prolongada do refluxo. A Tabela 1 resume as principais recomendações dessa diretriz, ao passo que o Fluxograma 1 sugere a abordagem sugerida para diagnóstico de DRGE.</p>



<p>Tabela 1: Recomendações diagnosticas</p>



<figure class="wp-block-table"><div class="pcrstb-wrap"><table><tbody><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Abordagem diagnóstica</strong></td><td><strong>Comentários</strong></td><td><strong>Recomendação ACG 2022</strong></td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Diagnóstico clínico (sintomas + terapia empírica)</strong></td><td>&#8211; Pirose e regurgitação são os principais sintomas típicos- Manifestações extra-esofágicas incluem rouquidão, pigarro, tosse crônica, globus, laringite, faringite, fibrose pulmonar e exacerbação de asma. A avaliação deles é desafiadora: mesmo em pacientes com diagnóstico estabelecido de DRGE, pode ser difícil estabelecer que a DRGE é realmente a causa desses problemas</td><td>&#8211; Para pacientes com sintomas típicos sem sinais de alarme*: prescrever terapia empírica com IBP 1x/dia (em jejum) por 8 semanas<br>&#8211; Em pacientes com dor torácica não cardíaca sem pirose: recomendado teste objetivo para DRGE** ao invés de terapia empírica<br>&#8211; Sintomas extraesofágicos isolados não são suficientes para diagnóstico de DRGE: é necessário realizar teste objetivo**</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Esofagograma (EED)</strong></td><td>&#8211; Em um estudo prospectivo, apenas metade dos pacientes com refluxo anormal no exame baritado apresentavam alteração na pHmetria.</td><td>&#8211; Não recomendado como teste diagnóstico em DRGE</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Endoscopia digestiva alta (EDA)</strong></td><td>&#8211; Esofagite erosiva (EE) grau A de Los Angeles não é suficiente para diagnóstico<br>&#8211; EE grau B pode ser diagnóstica se presença de sintomas típicos e resposta ao IBP<br>&#8211; EE graus C e D ou Barrett longo (&gt; 3 cm) confirmam o diagnóstico de DRGE</td><td>&#8211; Primeiro exame a ser realizado se presença de sinais de alarme* ou em pacientes com múltiplos fatores de risco para Esôfago de Barrett<br>&#8211; Realizar se ausência de resposta ao IBP empírico por 8 semanas <br>&#8211; Realizar se recidiva dos sintomas após suspensão do IBP <br>&#8211; Exame diagnóstico deve ser realizado idealmente 2-4 semanas após suspensão de IBP<br>&#8211; Em pacientes com EE graus C e D, deve-se repetir a EDA após terapia para assegurar que houve cicatrização e para avaliar a presença de possível Esôfago de Barrett (que pode ser difícil de detectar em casos de esofagite grave)</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Manometria esofágica</strong></td><td>&#8211; Pode avaliar alterações de motilidade associadas à DRGE (hipotonia da junção esofagogástrica e motilidade esofágica ineficaz), mas não são achados específicos</td><td>&#8211; Não recomendada como teste diagnóstico em DRGE<br>&#8211; Necessária antes de exames de monitorização de refluxo para definir a posição da sonda<br>&#8211; Necessária antes de indicar procedimentos antirrefluxo, principalmente para descartar acalásia</td></tr><tr><td class="has-text-align-left" data-align="left"><strong>Monitorização prolongada de refluxo (pHmetria e impedâncio-pHmetria)</strong></td><td>&#8211; A variável mais importante é o tempo total de exposição ácida<br>&#8211; O uso de sondas de pHmetria com dois canais para documentar o refluxo em esôfago proximal é questionável (resultados muito variáveis)</td><td>&#8211; Realizar SEM IBP por pelo menos 7 dias se endoscopia sem evidência objetiva de DRGE***<br>&#8211; Realizar EM USO DE IBP se já há evidência objetiva de DRGE*** para avaliar sintomas refratários (preferencialmente a impedâncio-pHmetria, pois permite a avaliação de refluxo não ácido)</td></tr></tbody></table></div><figcaption>*Sinais de alarme: Disfagia, perda de peso, sangramento, vômitos, anemia<br>**Teste objetivo para DRGE: EDA ou monitorização prolongada de refluxo<br>***Evidência objetiva de DRGE em endoscopia: Esofagite erosiva Los Angeles C ou D, Barrett longo (&gt; 3 cm)<br></figcaption></figure>



<p></p>



<p>Fluxograma 1: Abordagem diagnóstica para Doença do Refluxo Gastroesofágico (<em>American College of Gastroenterology</em>, 2022)</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><img fetchpriority="high" decoding="async" width="567" height="357" src="https://lh3.googleusercontent.com/-HT6j5Xs47AziXP58gmK-u2WNwE9RT19dOUSPr2JF4YQvJfAjn9ImCvXtOwGcKzDPMAWKWlqqmJK8qnNMwBg8Aqpv97j2a4ZgNp-xF-Q1ETtxnJNC50O6_PQkKNYquhcqw7Ru9Gw--19e3hTW7rcxw" alt="Diagrama

Descrição gerada automaticamente"></p></blockquote></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Referência </strong></h2>



<p>[1] Katz PO, Dunbar KB, Schnoll-Sussman FH, Greer KB, Yadlapati R, Spechler SJ. ACG Clinical Guideline for the Diagnosis and Management of Gastroesophageal Reflux Disease. Am J Gastroenterol 2022;117:27–56. doi:10.14309/ajg.0000000000001538.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p>Lages, RB.<span id="docs-internal-guid-9338776a-7fff-0794-f1fe-bbb98c3e31cf" style="font-weight:normal;"><span style="font-size: 12pt; font-family: Times, serif; color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; vertical-align: baseline;"> </span></span>Highlights Sobre Diagnóstico De Doença Do Refluxo Gastroesofágico (Drge) – Novo Guideline Do <em>American College Of Gastroenterology</em> (Acg)&nbsp; 2022. Endoscopia Terapêutica 2022, vol II. Disponível em: endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/highlights-sobre-diagnostico-de-doenca-do-refluxo-gastroesofagico-drge-novo-guideline-do-american-college-of-gastroenterology-acg-2022</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Classificação de Chicago 4.0: o que há de novo na manometria de alta resolução?</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/classificacao-de-chicago-4-0-o-que-ha-de-novo-na-manometria-de-alta-resolucao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Bandeira Lages]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 09:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Classificação de Chicago (CC) busca padronizar a interpretação da manometria de alta resolução&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/classificacao-de-chicago-4-0-o-que-ha-de-novo-na-manometria-de-alta-resolucao/">Classificação de Chicago 4.0: o que há de novo na manometria de alta resolução?</a> appeared first on <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt">Endoscopia Terapeutica</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/manometria-esofagica-de-alta-resolucao/"><span style="font-weight: 400;">Classificação de Chicago</span></a><span style="font-weight: 400;"> (CC) busca padronizar a interpretação da manometria de alta resolução (MAR) definindo um fluxograma para classificar os distúrbios motores do esôfago. A primeira versão completa foi publicada em 2009, sendo recentemente atualizada para a 4ª versão. A classificação anterior (3.0 de 2015) já havia sido discutida previamente neste <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/manometria-esofagica-de-alta-resolucao">site</a></span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas o que muda, de fato, nessa nova atualização?</span></p>
<h2>1. Mudança de protocolo para realização da MAR</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A CC 4.0 preconiza a realização de deglutições tanto em posição supina como em posição vertical, bem como de manobras adicionais, como múltiplas deglutições rápidas (MDR, ou </span><i><span style="font-weight: 400;">multiple rapid swallows – MRS</span></i><span style="font-weight: 400;">) e desafio de bebida rápida (DBR, </span><i><span style="font-weight: 400;">rapid drink challenge – RDC</span></i><span style="font-weight: 400;">).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A recomendação preferencial é pelo sistema de estado sólido, mas sabemos que o seu custo é elevado e que, no Brasil, o sistema de perfusão é muito mais disponível. A classificação de CC 4.0 pode também ser utilizada com o sistema de perfusão, desde que valores normativos tenham sido determinados. Nesse caso, porém, devem-se realizar apenas as deglutições supinas e manobras que sejam possíveis nessa posição.</span> <span style="font-weight: 400;">Na prática, caso usemos o sistema de perfusão no nosso dia a dia, seguimos com 10 deglutições úmidas na posição supina, mas recomenda-se realizar pelo menos 1 sequência de MDR.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Quadro 1 detalha o protocolo padronizado pela CC 4.0 para realização de MAR.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quadro 1: Protocolo para manometria de alta resolução padronizado conforme CC 4.0</span></p>
<h3>Protocolo MAR – CC 4.0</h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Jejum de 4 horas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Assinar termo de consentimento.</span></li>
</ul>
<h3>Estudo inicial em posição supina</h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">60 segundos para adaptação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documentar posição com pelo menos 3 inspirações profundas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">30 segundos de linha de base;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">10 deglutições úmidas (5 mL) supinas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">1 sequência MDR (deve ser repetida até 3x se tentativa falha ou resposta anormal).</span></li>
</ul>
<h3>Mudar posição para vertical (apenas se sistema de estado sólido)</h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">60 segundos para adaptação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Documentar posição com pelo menos 3 inspirações profundas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">30 segundos de linha de base;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">5 deglutições úmidas (5 mL) verticais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">1 DBR.</span></li>
</ul>
<h3>Se não encontrar nenhum distúrbio motor, considerar:</h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Se alta probabilidade de OFJEG: testes com deglutições sólidas ou provocação farmacológica, se disponível;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Se suspeita de ruminação: realizar, se possível, impedância pós-prandial.</span></li>
</ul>
<h3>Se achados ambíguos ou se existe suspeita de obstrução que não preenche critérios para acalásia, considerar outros testes complementares:</h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Esofagograma baritado cronometrado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">EndoFLIP.</span></li>
</ul>
<h2>2. Não há mais diferenciação entre distúrbios maiores e menores da peristalse</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A CC 4.0 não distingue mais entre distúrbios de motilidade maiores e menores, mas simplesmente separa distúrbios de obstrução da JEG dos distúrbios de peristalse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Figura 1 resume a análise hierárquica da motilidade esofágica conforme CC 4.0.</span></p>
<h2>3. <b>Subtipos de acalásia seguem o padrão da classificação anterior</b></h2>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/03/Fluxograma_imagem.png"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-18078 size-full" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/03/Fluxograma_imagem.png" alt="" width="2800" height="1400" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/03/Fluxograma_imagem.png 2800w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/03/Fluxograma_imagem-300x150.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/03/Fluxograma_imagem-1024x512.png 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/03/Fluxograma_imagem-768x384.png 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/03/Fluxograma_imagem-1536x768.png 1536w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/03/Fluxograma_imagem-2048x1024.png 2048w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/03/Fluxograma_imagem-1920x960.png 1920w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/03/Fluxograma_imagem-1170x585.png 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/03/Fluxograma_imagem-585x293.png 585w" sizes="(max-width: 2800px) 100vw, 2800px" /></a></p>
<h2>4. <b>Definição mais criteriosa sobre obstrução ao fluxo da junção esofagogástrica (OFJEG)</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de uma proporção de OFJEG poder evoluir para <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/poem-miotomia-endoscopica-peroral-no-tratamento-da-acalasia/" target="_blank" rel="noopener">acalásia</a> ou mesmo representar uma variante de acalásia, observou-se que mais de um terço desses casos são clinicamente irrelevantes ou relacionados a etiologias benignas, como efeitos mecânicos, uso de opioide ou artefatos. Para evitar tratamentos desnecessários, a CC 4.0 foi mais criteriosa nesse tema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O diagnóstico manométrico de OFJEG é definido pela elevação da IRP (integral da pressão de relaxamento, </span><i><span style="font-weight: 400;">integrated relaxation pressure</span></i><span style="font-weight: 400;">) em duas posições + 20% deglutições com pressão intrabolus elevada na posição supina, com evidência de peristalse. A suspeita inicial para o diagnóstico de OFJEG ocorre quando a IRP é alterada, mas não há critérios para acalásia, isto é, há contrações peristálticas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, o diagnóstico de OFJEG clinicamente relevante requer: diagnóstico manométrico + sintomas relevantes (disfagia ou dor torácica não cardíaca) + investigações adicionais para obstrução (esofagograma ou endoFLIP). Você pode conhecer mais sobre endoFLIP neste outro <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/endoluminal-functional-lumen-imaging-probe-endofliptm-conhecendo-tecnologia-e-seus-potenciais-usos/">artigo do Endoscopia Terapêutica</a></span><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2>5. <b>De nada adianta achado manométrico sem clínica compatível</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns padrões manométricos podem ser incidentais, não indicando patologia clínica e não justificando uma intervenção. Portanto, uma das principais prioridades na CC 4.0 foi distinguir entre patologia e achados manométricos inespecíficos. Optou-se por manter o esquema de classificação estabelecido com base na fisiologia esofágica, mas a OFJEG, o espasmo esofágico distal e o esôfago hipercontrátil passam a ser considerados padrões com relevância clínica obscura. Um diagnóstico clinicamente relevante desses distúrbios requer achados manométricos conclusivos e sintomas relevantes (disfagia e/ou dor torácica não cardíaca).</span></p>
<h2>6. <b>Jackhammer</b> <b>passa a ser considerado um subtipo de esôfago hipercontrátil</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A CC 4.0 manteve os critérios da CC 3.0 de ≥ 20% de deglutições hipercontráteis, mas revisou a nomenclatura para mudar o Jackhammer para um subtipo e renomear o distúrbio como esôfago hipercontrátil. Essa alteração considerou a heterogeneidade dos padrões de motilidade que atendem à definição, com a identificação de três subgrupos: Jackhammer (britadeira) com contrações prolongadas repetitivas, deglutições hipercontráteis de pico único e deglutições hipercontráteis com uma vigorosa pós-contração do esfíncter inferior do esôfago. Entre os três padrões, o Jackhammer é, normalmente, o mais sintomático e com a maior probabilidade de responder à intervenção.</span></p>
<h2>7. <b>Definição de motilidade esofágica ineficaz (MEI) passou a ser mais rigorosa</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A definição da CC 4.0 de MEI é mais rigorosa, exigindo mais de 70% das contrações como ineficazes (em vez de, pelo menos, 50% em classificações anteriores) ou ≥ 50% das contrações falhas. A definição de uma contração ineficaz também passa a abranger deglutições fragmentadas, sendo que o peristaltismo fragmentado não é mais um distúrbio motor.</span></p>
<h3>Como citar este artigo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Lages RB. Classificação de Chicago 4.0: o que há de novo na manometria de alta resolução?. Endoscopia Terapêutica; 2021. Disponível em: https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/classificacao-de-chicago-4-0-o-que-ha-de-novo-na-manometria-de-alta-resolucao</span></p>
<h3>Referências</h3>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Yadlapati R, Kahrilas PJ, Fox MR, Bredenoord AJ, Prakash Gyawali C, Roman S, et al. Esophageal motility disorders on high-resolution manometry: Chicago classification version 4.0©. Neurogastroenterol Motil 2021; 33(1):e14058. doi:10.1111/nmo.14058.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Yadlapati R, Pandolfino JE, Fox MR, Bredenoord AJ, Kahrilas PJ. What is new in Chicago Classification version 4.0? Neurogastroenterol Motil 2021;33(1):1–7. doi:10.1111/nmo.14053.</span></li>
</ol>
<p>The post <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/classificacao-de-chicago-4-0-o-que-ha-de-novo-na-manometria-de-alta-resolucao/">Classificação de Chicago 4.0: o que há de novo na manometria de alta resolução?</a> appeared first on <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt">Endoscopia Terapeutica</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Endoluminal Functional Lumen Imaging Probe (EndoflipTM): conhecendo a tecnologia e seus potenciais usos</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/endoluminal-functional-lumen-imaging-probe-endofliptm-conhecendo-tecnologia-e-seus-potenciais-usos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Bandeira Lages]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2020 09:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O EndoflipTM&#160;é uma técnica inovadora que utiliza a tecnologia de planimetria por impedância para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O Endoflip<sup>TM&nbsp;</sup>é uma técnica inovadora que utiliza a tecnologia de planimetria por impedância para avaliar a <strong>distensibilidade</strong> de órgãos gastrointestinais.</p>
<p style="text-align: left;">Apesar de desenvolvido em 2009, o seu uso ainda é restrito a ambientes de pesquisa devido ao custo elevado e à necessidade de maiores evidências para melhor padronização do método.</p>
<p style="text-align: left;">Consiste de um cateter que apresenta em sua extremidade distal um balão distensível de 8 ou 16 cm (Figuras 1 e 2). Neste balão, estão localizados 16 pares de sensores de planimetria por impedância, que são capazes de medir a área de secção transversal de um plano do órgão (planimetria) utilizando a resistência elétrica (impedância) do fluido existente no balão.</p>
<p style="text-align: left;">Na extremidade distal do cateter, está localizado ainda um transdutor de pressão, que é responsável por aferir a pressão dentro do balão. Desta forma, dividindo-se a área transversal pela pressão, podemos determinar o <strong>Índice de Distensibilidade</strong> em reposta à distensão controlada por volume.</p>
<p><div id="attachment_7954" style="width: 262px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7954" class="wp-image-7954" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2020/07/Imagem1-237x300-1.jpg" alt="" width="252" height="319"><p id="caption-attachment-7954" class="wp-caption-text">Figura 1: Representação do monitor do EndoflipTM (Su B et al, 2020).</p></div></p>
<p><div id="attachment_7955" style="width: 278px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7955" class="wp-image-7955 size-medium" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2020/07/Imagem2-268x300.png" alt="representacao-do-cateter-e-endofliptm.jpg" width="268" height="300" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2020/07/Imagem2-268x300.png 268w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2020/07/Imagem2.png 308w" sizes="(max-width: 268px) 100vw, 268px" /><p id="caption-attachment-7955" class="wp-caption-text">Figura 2: Representação do cateter EndoflipTM realizando medidas em esfíncter inferior do esôfago (Hirano et al, 2017).</p></div></p>
<p style="text-align: left;">A grande parte dos estudos com o Endoflip<sup>TM&nbsp;</sup>foi realizada para avaliação esofágica. Para tal, o cateter é introduzido com o paciente sedado, geralmente após a endoscopia digestiva alta.</p>
<p style="text-align: left;">Com a introdução do Endoflip<sup>TM</sup> 2.0 em 2017, foi associado ainda um sistema de topografia, que permite avaliar a motilidade esofágica (se ausência de ondas, se contrações anormais retrógradas ou contrações normais anterógradas) – Figura 3.</p>
<p><div id="attachment_7956" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7956" class="wp-image-7956 size-full" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2020/07/Imagem3-300x157-1.png" alt="Figura 3: Exame sem alterações, apresentando junção esofagogástrica com distensibilidade normal e contrações normais anterógradas (Dorsey YC et al, 2020)." width="300" height="157"><p id="caption-attachment-7956" class="wp-caption-text">Figura 3: Exame sem alterações, apresentando junção esofagogástrica com distensibilidade normal e contrações normais anterógradas (Dorsey YC et al, 2020).</p></div></p>
<h4 style="text-align: center;"></h4>
<h2 style="text-align: center;"><strong>As potenciais aplicações do método são:</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<ol style="text-align: left;">
<li>
<h3><strong>Avaliação de disfagia e acalásia</strong></h3>
</li>
</ol>
<ul>
<li style="text-align: left;">Destaque naqueles pacientes com clínica suspeita de acalásia, mas dúvida diagnóstico devido relaxamento normal da junção esofagogástrica (JEG) em exame de manometria;</li>
<li style="text-align: left;">Utilidade em pacientes que não conseguem realizar a manometria por não tolerarem o desconforto da sonda (o Endoflip<sup>TM</sup> é realizado sedado);</li>
<li style="text-align: left;">Índice de distensibilidadeda JEG &gt; 3 mm<sup>2</sup>/mmHg e contrações anterógradas sugerem normalidade (Figura 3);</li>
<li style="text-align: left;">Índice de distensibilidade£ 1.6 mm<sup>2</sup>/mmHg da JEG, bem como ausência de contrações (figura 4) ou contrações repetitivas retrógradas (figura 5) sugerem acalásia.</li>
<li style="text-align: left;">Nos casos de diagnóstico manométrico de obstrução ao fluxo da JEG, o Índice de Distensibilidade da JEG &lt; 2 mm<sup>2</sup>/mmHg é associado a melhor resposta sintomática a terapias similares à da acalásia, enquanto valores &gt; 3 mm<sup>2</sup>/mmHg são favoráveis ao seguimento conservador.</li>
</ul>
<p><div id="attachment_7957" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7957" class="wp-image-7957 size-full" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2020/07/1.png" alt="Figura 4: Junção esofagogástrica com distensibilidade reduzida e ausência de contrações, sugerindo Acalásia tipo I (Dorsey YC et al, 2020)." width="300" height="226"><p id="caption-attachment-7957" class="wp-caption-text">Figura 4: Junção esofagogástrica com distensibilidade reduzida e ausência de contrações, sugerindo Acalásia tipo I (Dorsey YC et al, 2020).</p></div></p>
<p><div id="attachment_7958" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7958" class="wp-image-7958 size-full" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2020/07/2.png" alt="juncao-esofagogastrica-com-distensibilidade-reduzida-acalasia-tipo-3.jpg" width="300" height="230"><p id="caption-attachment-7958" class="wp-caption-text">Figura 5: Junção esofagogástrica com distensibilidade reduzida e contrações repetitivas retrógradas, sugerindo Acalásia tipo III (Dorsey YC et al, 2020).</p></div></p>
<h3 style="text-align: left;"><strong>2. Uso intra-operatório para guiar ajustes em miotomias e fundoplicaturas</strong></h3>
<ul>
<li style="text-align: left;">Em miotomias, valores de Índice de Distensibilidade da JEG entre 4.5 e 8.5 mm<sup>2</sup>/mmHg sugerem melhores resultados (Figura 6);</li>
<li style="text-align: left;">Em fundoplicaturas, valores de Índice de Distensibilidade da JEG entre 2 e 3.5 mm<sup>2</sup>/mmHg foram associadas com menor índice de disfagia e de refluxo após procedimento.</li>
</ul>
<p><div id="attachment_7959" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7959" class="wp-image-7959 size-medium" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2020/07/Imagem6-300x245.png" alt="Figura 6: Índice de distensibilidade da Junção esofagogástrica antes e após miotomia em paciente com acalásia (Su B et al, 2020)" width="300" height="245" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2020/07/Imagem6-300x245.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2020/07/Imagem6.png 438w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-7959" class="wp-caption-text">Figura 6: Índice de distensibilidade da Junção esofagogástrica antes e após miotomia em paciente com acalásia (Su B et al, 2020)</p></div></p>
<h3 style="text-align: left;"><strong>3. Avaliação na esofagite eosinofílica</strong></h3>
<ul>
<li style="text-align: left;">Identificar a distensibilidade esofágica, de modo a identificar estreitamentos fibroestenóticos que nem sempre são bem avaliados pela endoscopia.</li>
<li style="text-align: left;">Potencial benefício em pacientes que persistem com disfagia a despeito da remissão histológica, podendo guiar possíveis dilatações.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: left;"><strong>4. Outros potenciais usos</strong></h3>
<ul>
<li style="text-align: left;">Avaliar distensibilidade do piloro em pacientes com suspeita de gastroparesia</li>
<li style="text-align: left;">Avaliar canal anal em pacientes com incontinência.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5 style="text-align: left;"><strong>REFERÊNCIAS</strong></h5>
<p style="text-align: left;">[1]&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dorsey YC, Posner S, Patel A. Esophageal Functional Lumen Imaging Probe (FLIP): How Can FLIP Enhance Your Clinical Practice? Dig Dis Sci 2020. Online ahead of print. doi:10.1007/s10620-020-06443-8.</p>
<p style="text-align: left;">[2]&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Hirano I, Pandolfino JE, Boeckxstaens GE. Functional Lumen Imaging Probe for the Management of Esophageal Disorders: Expert Review From the Clinical Practice Updates Committee of the AGA Institute. Clin Gastroenterol Hepatol 2017;15:325–34. doi:10.1016/j.cgh.2016.10.022.</p>
<p style="text-align: left;">[3]&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Su B, Novak S, Callahan ZM, Kuchta K, Carbray JA, Ujiki MB. Using impedance planimetry (EndoFLIP<sup>TM</sup>) in the operating room to assess gastroesophageal junction distensibility and predict patient outcomes following fundoplication. Surg Endosc 2020;34:1761–8. doi:10.1007/s00464-019-06925-5.</p>
<p style="text-align: left;">[4]&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Su B, Dunst C, Gould J, Jobe B, Severson P, Newhams K, et al. Experience-based expert consensus on the intra-operative usage of the endoflip impedance planimetry system. Surg Endosc 2020. doi:10.1007/s00464-020-07704-3.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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