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	<title>Pedro Popoutchi, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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	<title>Pedro Popoutchi, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>Conceitos em Carcinogênese Colorretal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Popoutchi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2016 09:18:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O câncer colorretal (CCR) é o quarto tumor mais frequente e a segunda&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O câncer colorretal (CCR) é o quarto tumor mais frequente e a segunda causa de morte por câncer nos EUA. Estima-se para o ano de 2016 mais de 140 mil novos casos de câncer de cólon e reto nos EUA com aproximadamente 50 mil mortes, correspondendo a aproximadamente 9% das causas de morte por câncer. No Brasil, segundo os dados do INCA, estima-se mais de 34 mil novos casos de CCR para 2016. Apesar dos elevados números a incidência e a mortalidade nos pacientes acima de 50 anos vem diminuindo desde a década de 90 devido aos programas de rastreamento e melhora da assistência oncológica clínica e cirúrgica.</p>
<p>Entretanto, o diagnóstico de CCR nos pacientes abaixo de 50 anos tem aumentado por fatores ainda não esclarecidos. Segundo a OMS, estima-se que nos pacientes abaixo de 34 anos a incidência deve aumentar em até 125% até 2030.</p>
<p>O câncer colorretal é uma doença heterogênea no que se refere ao desenvolvimento e ao comportamento biológico e causada pela interação entre fatores genéticos herdados ou não e ambientais. A doença pode se apresentar de forma esporádica, herdada ou familiar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Forma esporádica:</strong> a apresentação esporádica, sem história familiar, corresponde a aproximadamente 70% dos casos. A idade acima de 50 anos é o fator de risco mais importante além da dieta e de outros fatores ambientais.</p>
<p><strong>Herdada:</strong> uma pequena proporção dos casos se deve às formas herdadas, relacionadas à mutações germinativas específicas, divididas pela presença ou não de polipose associada.</p>
<ul>
<li><strong>O CCR com polipose</strong> inclui a Polipose Adenomatosa Familiar (PAF) em 1% dos casos, a Polipose associada ao gene MYH em menos de 1% e as síndromes de poliposes hamartomatosas como Peutz-Jeghers e a Polipose Juvenil.</li>
<li><strong>As formas não relacionadas à polipose</strong> correspondem a 2 a 5% dos casos e se referem ao HNPCC e a Síndrome de Lynch. Todas estas condições apresentam um risco muito significativo de transformação maligna e na maioria das vezes a mutação genética pode ser identificada.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Familiar:</strong> Aproximadamente 20 a 25% dos casos se relacionam a um componente hereditário não tão bem estabelecido como as formas descritas acima e são denominados “câncer colorretal familiar”. As alterações genéticas são até o momento menos conhecidas que as das formas herdadas e o risco de desenvolvimento de câncer em um indivíduo deste grupo é 1,7 vezes maior que o da população geral quando existe um parente de primeiro com CCR.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A carcinogênese pode ser entendida como um desequilíbrio entre o desenvolvimento de mutações e os mecanismos de controle do ciclo celular. As vias mais estabelecidas para o câncer colorretal são a via supressora ou instabilidade cromossômica (CIN), a via de instabilidade de microssatélites (MSI) e a via do fenótipo metilador da ilhas CPG (CIMP). A <strong>figura 1</strong> demonstra de forma esquemática a sobreposição das vias de carcinogênese colorretal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2016-03-31-C3A0s-16.50.44.jpg" rel="attachment wp-att-5541"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5541" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2016-03-31-C3A0s-16.50.44.jpg" alt="Captura de Tela 2016-03-31 às 16.50.44" width="1098" height="770"></a></p>
<p><strong>Figura 1. Representação esquemática e interação entre as diferentes vias de carcinogênese colorretal.&nbsp;</strong></p>
<p>Referência: <em>Snover DC. Human Pathology 2011;42:1-10. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. CIN – Via Supressora ou Instabilidade Cromossômica</strong>.</p>
<p>A via denominada supressora contempla a via adenoma-carcinoma descrita em 1990 por Fearon e Vogelstein e se caracteriza por um acumulo gradual de mutações que levam a ativação de oncogenes (KRAS) e inativação de genes supressores de tumor (DCC, APC, SMAD4 e TP53). CIN se refere a alterações das estruturas cromossômicas com ganhos e perdas parciais ou totais que resultam em variabilidade do cariótipo, aneuploidia e perda da heterozigoze (LOH). Trata-se da via mais bem estudada de carcinogênese colorretal e se relaciona à PAF e aos tumores esporádicos, correspondendo a aproximadamente 70% dos casos de CCR. As lesões precursoras da via supressora (CIN) são os adenomas. Os tumores são mais frequentemente encontrados no cólon distal e são sensíveis ao 5-FU, droga chave no tratamento sistêmico, quando indicado antes ou depois do tratamento cirúrgico. &nbsp;A <strong>figura 2</strong> ilustra de uma forma simplificada os passos principais do desenvolvimento do carcinoma colorretal de acordo com a via CIN.</p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2016-03-31-C3A0s-16.53.26.jpg" rel="attachment wp-att-5542"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5542" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2016-03-31-C3A0s-16.53.26.jpg" alt="Captura de Tela 2016-03-31 às 16.53.26" width="1122" height="279"></a></p>
<p><strong>Figura 2. Via adenoma carcinoma (CIN). </strong></p>
<p>Referência: <em>Fearon ER. Annu. Rev. Pathol. Mech. Dis 2011; 6:479-507. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. MSI &#8211; Instabilidade de Microssatélites</strong>.</p>
<p>A segunda via de carcinogênese colorretal é denominada Instabilidade de Microssatélites ou MSI. Descrita inicialmente em 1993, envolve o acumulo de erros durante a replicação do DNA devido a presença de mutações herdadas ou adquiridas em genes responsáveis pelo seu reparo (MMR). Estes erros se acumulam predominantemente em fragmentos de DNA com padrão de repetições de 1 a 5 nucleotídeos denominados Microssatélites. Os cinco genes que têm particular interesse por sua relação com o câncer hereditário não polipóide (HNPCC/Síndrome de Lynch) e suas respectivas frequências de mutação são: MLH1 (49%), MSH2 (38%), MSH6 (9%), PSM2 (2%) e PMS1 (0,3%). Os tumores colorretais podem ser divididos em MSI alto se dois ou mais genes MMR estiverem mutados, MSI baixo se apenas uma mutação for encontrada ou MSS (estáveis). MSI é encontrado na Síndrome de Lynch (MSI alto) e em aproximadamente 15% dos CCR esporádicos.</p>
<p>Pelo menos dois mecanismos resultam num defeito das proteínas de reparo (MMR). Uma mutação germinativa de um gene MMR (MLH1, MSH2, MSH6 e PMS2) resultando no funcionamento inadequado da proteína de reparo como acontece no HNPCC/Síndrome de Lynch ou um silenciamento do gene MMR por hipermetilação, usualmente MLH1, mais frequentemente observado no câncer esporádico (evento epigenético).</p>
<p>A lesão precursora da via MSI também é o adenoma e velocidade de transformação para o cancer invasivo é mais rápida quando comparada à via CIN e estimada em aproximadamente 5 anos. Os tumores esporádicos relacionados à Instabilidade de Microssatélites são mais frequentemente encontrados em mulheres, localizados no cólon proximal, com padrão mucinoso pouco diferenciado e acentuada infiltração linfocítica. Apesar da resistência ao 5-FU, os tumores MSI altos têm melhor prognóstico, menor probabilidade de metástases à distância e maior sobrevida quando comparados aos tumores MSI estáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>&nbsp;</strong><strong>3. CIMP – Fenótipo Metilador das Ilhas CPGs. </strong></p>
<p>Historicamente os pólipos do cólon eram classificados em adenomas neoplásicos e pólipos hiperplásicos não neoplásicos. Em 1990, Longacre e Fenoglio-Preiser descreveram o primeiro caso de “serrated adenoma”. Em 1996, Torlakovic e Snover publicaram uma série de casos de polipose hiperplásica sugerindo que os até então benignos pólipos hiperplásicos poderiam se transformar. Outras estudos vieram até que na edição de 2010 a OMS publicou a nova classificação das lesões serrilhadas que foram divididas em pólipos hiperplásicos (PH, 75%), com seus subtipos microvesicular (PHMV), pobre em mucina (PHPM) e células caliciformes (PHCC), pólipo ou adenoma sessil serrilhado (ASS, 15-25%) com ou sem displasia e pólipo ou adenoma serrilhado tradicional (AST, 1%) com ou sem displasia.</p>
<p>A chamada via alternativa de carcinogênese colorretal ou <strong>via serrilhada</strong>, responsável por aproximadamente 20 a 30% dos casos de CCR, foi descrita há pouco mais de 15 anos e é caracterizada pela hipermetilação das chamadas ilhas CpG (regiões do genoma ricas em CpG ou Citosina – Phosfato – Guanina) nas regiões promotoras de genes supressores de tumor (CIMP) com consequente silenciamento dos genes envolvidos e mutação do oncogene BRAF. CIMP pode ser expresso em alto, baixo ou ausente. O fenótipo de CIMP alto pode ser encontrado em até 25% dos PH, 65% dos ASS e menos de 1% dos adenomas. Assim, a via serrilhada é também conhecida como via CIMP. O tempo de progressão das lesões serrilhadas para o cancer invasivo é controverso e parece ser de aproximadamente 15 anos, podendo se tornar significativamente mais rápido quando a lesão exibe displasia e fenômenos de metilação. As lesões serrilhadas possuem uma íntima relação com o câncer de intervalo. Os tumores desta via se encontram mais frequentemente no cólon proximal e em geral apresentam um prognóstico ruim com exceção dos MSI altos. As características moleculares dos <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/como-ressecar-polipos-colorretais-menores-que-20-mm/" target="_blank" rel="noopener">pólipos</a> e do CCR e as outras variações moleculares da via serrilhada são descritas respectivamente na <strong>tabela 1</strong> e na <strong>figura 3 </strong>abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tabela 1. Características moleculares dos pólipos e do câncer colorretal.&nbsp;</strong></p>
<p>Referência: <em>Rex et al. Am J Gastroenterol 2012; 107:1315-1329.</em></p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2016-03-31-C3A0s-16.49.55.png" rel="attachment wp-att-5540"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5540" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2016-03-31-C3A0s-16.49.55.png" alt="Captura de Tela 2016-03-31 às 16.49.55" width="1080" height="848"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2016-03-31-C3A0s-16.54.36.png" rel="attachment wp-att-5546"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5546" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/Captura-de-Tela-2016-03-31-C3A0s-16.54.36.png" alt="Captura de Tela 2016-03-31 às 16.54.36" width="518" height="636"></a></p>
<p><strong>Figura 3: Via de carcinogênese serrilhada. </strong></p>
<p>Referência: <em>Szylberg L et al. Gastroenterol Res Pract</em><em> 2015; 2015:573814.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Implicações clínicas e considerações finais</strong></p>
<ul>
<li>O CCR é uma doença comum e heterogênea envolvendo diversos aspectos moleculares e manifestações clinicopatológicas.</li>
<li>A colonoscopia associada à polipectomia se relaciona à uma redução significativa da incidência e da mortalidade do CCR. O aperfeiçoamento no diagnostico endoscópico, o melhor tratamento e o adequado seguimento dos pacientes portadores de lesões precursoras do CCR deve ser o objetivo do endoscopista nos programas de rastreamento.</li>
<li>Recomenda-se a ressecção de todos os adenomas e pólipos serrilhados proximais ao sigmoide além daqueles maiores que 5 mm no cólon distal e no reto.</li>
<li>Os avanços na biologia molecular e na classificação genética do CCR são essenciais para o tratamento sistêmico mais personalizado e efetivo dos pacientes com doença metastática.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas</strong></p>
<ul>
<li>IJspeert JEG, Medema JP, Dekker E. Colorectal Neoplasia Pathways: State of the Art. Gastrointest Endoscopy Clin N AM. 2015; 25: 169-182.</li>
<li>Kanthan R, Senger JL, Kanthan SC. Molecular Events in Primary and Metastatic Colorectal Carcinoma: A Review. Patholog Res Int. 2012; 2012:597497.</li>
<li>Snover DC. Update on the serrated pathway to colorectal carcinoma. Human Pathology 2011;42:1-10.</li>
<li>Bettington M, Walker N, Clouston A, Brown I, Leggett B, Whitehall V. The serrated pathway to colorectal carcinoma: current concepts and challenges. Histopathology 2013; 62: 67-386.</li>
<li><a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Rex%20DK%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Rex DK</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Ahnen%20DJ%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Ahnen DJ</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Baron%20JA%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Baron JA</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Batts%20KP%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Batts KP</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Burke%20CA%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Burke CA</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Burt%20RW%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Burt RW</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Goldblum%20JR%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Goldblum JR</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Guillem%20JG%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Guillem JG</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Kahi%20CJ%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Kahi CJ</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Kalady%20MF%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Kalady MF</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=O'Brien%20MJ%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">O&#8217;Brien MJ</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Odze%20RD%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Odze RD</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Ogino%20S%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Ogino S</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Parry%20S%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Parry S</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Snover%20DC%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Snover DC</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Torlakovic%20EE%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Torlakovic EE</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Wise%20PE%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Wise PE</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Young%20J%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Young J</a>, <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Church%20J%5BAuthor%5D&amp;cauthor=true&amp;cauthor_uid=22710576">Church J</a>. Serrated lesions of the colorectum: review and recommendations from an expert panel. Am J Gastroenterol 2012; 107:1315-1329.</li>
<li>Szylberg L, Janiczek M, Popiel A, Marszalek A. Serrated polyps and Their Alternative Pathway to the Colorectal Cancer: A Systematic Review. Gastroenterol Res Pract 2015; 2015:573814.</li>
<li>Raskov H, Pommergaard HC, Burcharth J, Rosenberg J. Colorectal carcinogenesis-update and perspectives. World J Gastroenterol. 2014; 48: 18151-18164.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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