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	<title>Paula Fortuci Resende Botelho, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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	<title>Paula Fortuci Resende Botelho, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>Ablação por Radiofrequência Guiada por EUS em Lesões Pancreáticas: Indicações e Evidências na Prática Clínica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paula Fortuci Resende Botelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[câncer pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[cisto pancreático]]></category>
		<category><![CDATA[ecoendoscopia]]></category>
		<category><![CDATA[eus]]></category>
		<category><![CDATA[EUS-RFA]]></category>
		<category><![CDATA[insulinoma]]></category>
		<category><![CDATA[lesão de pâncreas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ablação por radiofrequência guiada por ultrassonografia endoscópica (EUS-RFA) tem se consolidado como uma&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ablação por radiofrequência guiada por ultrassonografia endoscópica (EUS-RFA) tem se consolidado como uma alternativa minimamente invasiva no manejo de lesões pancreáticas selecionadas. A técnica combina a alta precisão da ecoendoscopia com o efeito térmico da radiofrequência, permitindo necrose tecidual controlada com preservação do parênquima adjacente.</p>



<div style="height:31px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-e-a-eus-rfa"><strong>O que é a EUS-RFA?</strong></h2>



<p>A EUS-RFA consiste na introdução de uma sonda de radiofrequência acoplada a uma agulha guiada por ultrassom endoscópico, possibilitando a aplicação direta de energia térmica na lesão-alvo. </p>



<p><strong>Principais características:</strong></p>



<p>•Abordagem minimamente invasiva<br>•Alta precisão locorregional<br>•Potencial preservação da função pancreática</p>



<div style="height:31px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-mecanismo-de-acao-da-radioablacao"><strong>Mecanismo de ação da radioablação</strong></h2>



<p>O efeito terapêutico da EUS-RFA baseia-se em: </p>



<p>•Geração de calor por corrente de radiofrequência<br>•Aumento da temperatura tecidual<br>•Coagulação proteica e necrose celular<br>•Indução de resposta inflamatória local<br>•Possível efeito imunomodulador sistêmico</p>



<p>Estudos sugerem que a ablação pode modular a resposta imune tumoral, aspecto de interesse crescente em oncologia pancreática.</p>



<div style="height:31px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-indicacoes-clinicas-da-eus-rfa"><strong>Indicações Clínicas da EUS-RFA</strong></h2>



<p>A aplicação clínica da EUS-RFA concentra-se em três cenários principais:</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-tumores-neuroendocrinos-pancreaticos-pannets"><strong>Tumores Neuroendócrinos Pancreáticos (PanNETs)</strong></h3>



<p>A principal indicação atual envolve PanNETs bem diferenciados: </p>



<p><strong>Critérios mais aceitos:</strong> </p>



<p>•Lesões ≤ 2 cm<br>•Grau 1 (Classificação histopatológica da <em>World Health Organization</em>&#8211; <em>WHO</em>)<br>•Pacientes com alto risco cirúrgico ou que desejam evitar ressecção<br>•Tumores funcionantes, especialmente insulinomas</p>



<p>A EUS-RFA tem se mostrado particularmente eficaz em insulinomas, com potencial de se tornar alternativa padrão à cirurgia em casos selecionados.</p>



<p><b><strong>Evidências clínicas </strong></b><em style="">(Barthet et al., 2019</em> e 2021):</p>



<p>•Taxa de resposta completa: 85–100%<br>•Baixa recorrência<br>•Perfil de segurança favorável</p>



<div style="height:31px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-lesoes-cisticas-pancreaticas-pcls"><strong>Lesões Císticas Pancreáticas (PCLs)</strong></h3>



<p>A EUS-RFA surge como alternativa minimante invasiva em casos selecionados, especialmente em pacientes com contraindicação cirúrgica, alto risco operatório ou recusa de tratamento cirúrgico.<br>Atualmente sua aplicação permanece em evolução e preferencialmente discutida em contexto multidisciplinar.</p>



<p><strong>Possíveis cenários descritos na literatura:</strong></p>



<p>•IPMN de ramos secundários com critérios preocupantes (<em>Worrisome features</em>)<br>•Lesões císticas ≥ 3 cm<br>•Parede espessada ou nódulo mural<br>•Pacientes inoperáveis ou com alto risco cirúrgico</p>



<p><strong>Resultados clínicos </strong>(<em>Barthet et al., 2019</em>):</p>



<p>•Resolução completa em até 65% em 12 meses<br>•Redução &gt;50% do volume cístico em 71% dos casos<br>•Complicações maiores &lt;10%</p>



<div style="height:31px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-adenocarcinoma-ductal-pancreatico-pdca"><strong>Adenocarcinoma Ductal Pancreático (PDCA)</strong></h3>



<p>Embora ainda em caráter investigacional, a EUS-RFA vem sendo estuda como estratégia complementar no manejo do adenocarcinoma ductal pancreático.</p>



<p><strong>Possíveis cenários de aplicações:</strong></p>



<p>•Doença localmente avançada irressecável<br>•Pacientes não candidatos à cirurgia<br>•Terapia combinada com quimioterapia e/ou radioterapia<br>•Controle paliativo de sintomas<br>•Redução tumoral com potencial conversão para ressecabilidade em casos selecionados</p>



<p>Os dados disponíveis sugerem segurança aceitável, com eventos adversos predominantemente leves, entretanto ainda não está estabelecido como terapia padrão, sendo necessário mais estudos prospectivos e ensaios clínicos randomizados para melhor definição de impacto em sobrevida, controle local e qualidade de vida.</p>



<div style="height:31px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-seguranca-e-complicacoes"><strong>Segurança e Complicações</strong></h2>



<p>A EUS-RFA apresenta perfil de segurança favorável quando realizada por equipes experientes.</p>



<p><strong>Complicações mais frequentes:</strong></p>



<p>•Dor abdominal transitória<br>•Pancreatite leve<br>•Estenose ductal (rara)</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-estrategias-para-reducao-de-complicacoes-barthet-et-al-2019"><strong>Estratégias para redução de complicações <em>(Barthet et al., 2019</em></strong><em><strong>)</strong></em></h3>



<p>•Controle rigoroso da temperatura do eletrodo<br>•Uso de sistemas de resfriamento interno<br>•Anti-inflamatórios por via retal<br>•Antibióticos profiláticos em lesões císticas <br>•Distância segura do ducto pancreático principal (idealmente > 2mm) <br></p>



<div style="height:31px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=21381"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/05/mecanismo-de-acao-da-eus-1024x682.jpeg" alt="Representação esquemática do mecanismo de ação da EUS-RFA pancreática" class="wp-image-21381" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/05/mecanismo-de-acao-da-eus-1024x682.jpeg?v=1778799761 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/05/mecanismo-de-acao-da-eus-300x200.jpeg?v=1778799761 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/05/mecanismo-de-acao-da-eus-768x512.jpeg?v=1778799761 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/05/mecanismo-de-acao-da-eus-1170x780.jpeg?v=1778799761 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/05/mecanismo-de-acao-da-eus-585x390.jpeg?v=1778799761 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/05/mecanismo-de-acao-da-eus-263x175.jpeg?v=1778799761 263w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2026/05/mecanismo-de-acao-da-eus.jpeg?v=1778799761 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>


<div style="height:31px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-perspectivas-futuras"><strong>Perspectivas Futuras</strong></h2>



<p>EUS-RFA está em rápida evolução e tende a ampliar seu papel no manejo minimamente invasivo das lesões pancreáticas selecionadas, especialmente em PanNETs pequenos, lesões císticas mucinosas e, potencialmente, no adenocarcinoma pancreático localmente avançado em estratégias multimodais.</p>



<div style="height:31px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-conclusao"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>A EUS-RFA representa uma estratégia terapêutica minimamente invasiva promissora.<br>Apesar dos resultados encorajadores e do perfil de segurança favorável, sua incorporação definitiva na prática clínica ainda depende de maior padronização técnica, definição dos critérios ideais de indicação, além de estudos prospectivos e ensaios clínicos randomizados com seguimento a longo prazo.<br>Com o avanço das evidências e refinamento técnico, a tendência é de maior incorporação na prática clínica especializada.</p>



<div style="height:31px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-referencias"><strong>Referências</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Karaisz FG, Elkelany OO, Davies B, et al. Review on EUS-guided radiofrequency ablation of pancreatic lesions. Diagnostics. 2023.</li>



<li>Giardino A, Innamorati G, Ugel S, et al. Immunomodulation after radiofrequency ablation of locally advanced pancreatic cancer. Pancreatology. 2017;17:962–966.</li>



<li>Jarosova J, Macinga P, Krupickova L, et al. Impact of endoluminal radiofrequency ablation on immunity in pancreatic cancer and cholangiocarcinoma. Biomedicines. 2022;10:1331.</li>



<li>Larghi A, Rizzatti G, Rimbaş M, et al. Endoscopic ultrasound-guided radiofrequency ablation for pancreatic neuroendocrine neoplasms. Endosc Ultrasound. 2019.</li>



<li>Barthet M, Giovannini M, Lesavre N, et al. EUS-guided RFA for pancreatic neuroendocrine tumors and cystic neoplasms. Endoscopy. 2019.</li>



<li>Barthet M, Giovannini M, Gasmi M, et al. Long-term outcomes after EUS-RFA. Endosc Int Open. 2021</li>



<li>Oh D, Seo DW, Song T, et al. Clinical outcomes of EUS-RFA for unresectable pancreatic cancer. Endosc Ultrasound. 2022.</li>
</ol>



<p></p>



<p class="has-pale-ocean-gradient-background has-background">Quer saber mais sobre as evidências atuais, indicações e resultados da EUS-RFA em tumores neuroendócrinos pancreáticos? <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/den.14681">Confira esta metanálise recente sobre o tema.</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-citar-este-artigo"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background">Botelho PFR. Ablação por Radiofrequência Guiada por EUS em Lesões Pancreáticas: Indicações e Evidências na Prática Clínica. Endoscopia Terapeutica 2026 Vol I. Disponível em: <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?p=21380" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/ablacao-por-radiofrequencia-guiada-por-eus-em-lesoes-pancreaticas-indicacoes-e-evidencias-na-pratica-clinica/</a></p>



<p></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Schwannoma de cólon ascendente: Uma rara lesão diagnosticada por ecoendoscopia</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/casosclinicos/schwannoma-de-colon-ascendente-uma-rara-lesao-diagnosticada-por-ecoendoscopia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paula Fortuci Resende Botelho&#160;e&#160;Lucas Santana Nova da Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 06:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casos Clínicos]]></category>
		<category><![CDATA[eus]]></category>
		<category><![CDATA[schwannoma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apresentação do caso: Paciente de 73 anos, do sexo feminino, foi submetida a colonoscopia&#8230;</p>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Apresentação do caso:</strong></h2>



<p>Paciente de 73 anos, do sexo feminino, foi submetida a colonoscopia de rastreamento que evidenciou lesão elevada séssil de aspecto subepitelial, sinal da tenda positivo e do travesseiro negativo, no cólon ascendente, medindo 30 mm, recoberta por mucosa íntegra e com suspeita tomográfica de pólipo inflamatório.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=19972"><img decoding="async" width="300" height="224" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto1-300x224.jpg" alt="" class="wp-image-19972" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto1-300x224.jpg?v=1745005935 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto1-585x437.jpg?v=1745005935 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto1.jpg?v=1745005935 632w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></figure>
</div>


<p>Optado pela investigação adicional com ecoendoscopia para decisão terapêutica, sendo possível alcançar a lesão com ecoendoscópio setorial.</p>



<p>Avaliação ecográfica revelou lesão nodular hipoecoica, heterogênea, de limites bem definidos, medindo 27 x 26 mm, localizada e restrita a camada muscular própria, sem linfonodomegalias perilesionais.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=19974"><img decoding="async" width="632" height="472" data-id="19974" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto2A.jpg" alt="" class="wp-image-19974" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto2A.jpg?v=1745006040 632w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto2A-300x224.jpg?v=1745006040 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto2A-585x437.jpg?v=1745006040 585w" sizes="(max-width: 632px) 100vw, 632px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=19973"><img loading="lazy" decoding="async" width="632" height="472" data-id="19973" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto2B.jpg" alt="" class="wp-image-19973" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto2B.jpg?v=1745006037 632w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto2B-300x224.jpg?v=1745006037 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto2B-585x437.jpg?v=1745006037 585w" sizes="(max-width: 632px) 100vw, 632px" /></a></figure>
</figure>



<p><br>Realizada punção ecoguiada utilizando agulha FNB 22 Gauge, revelando neoplasia fusocelular de baixo grau.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=19976"><img loading="lazy" decoding="async" width="632" height="472" data-id="19976" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto3.jpg" alt="" class="wp-image-19976" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto3.jpg?v=1745006392 632w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto3-300x224.jpg?v=1745006392 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto3-585x437.jpg?v=1745006392 585w" sizes="(max-width: 632px) 100vw, 632px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=19975"><img loading="lazy" decoding="async" width="711" height="420" data-id="19975" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/foto-4.jpg" alt="" class="wp-image-19975" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/foto-4.jpg?v=1745006392 711w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/foto-4-300x177.jpg?v=1745006392 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/foto-4-585x346.jpg?v=1745006392 585w" sizes="(max-width: 711px) 100vw, 711px" /></a></figure>
</figure>



<p><br>Exame imunohistoquímico com resultado positivo para S100 e negativo para C-KIT , DOG-1, actina e CD34.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=19977"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="225" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/S100-300x225.jpeg?v=1745006612" alt="" class="wp-image-19977" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/S100-300x225.jpeg?v=1745006612 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/S100-1024x768.jpeg?v=1745006612 1024w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/S100-768x576.jpeg?v=1745006612 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/S100-1536x1152.jpeg?v=1745006612 1536w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/S100-1170x878.jpeg?v=1745006612 1170w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/S100-585x439.jpeg?v=1745006612 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/S100.jpeg?v=1745006612 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></figure>
</div>


<p>Tais achados corroboram o diagnóstico de Schwannoma.</p>



<p>Paciente foi submetida a colectomia direita videolaparocópica com retirada completa da lesão e sem necessidade de fazer linfadectomia oncológica.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-medium"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?attachment_id=19978"><img loading="lazy" decoding="async" width="238" height="300" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto6-238x300.jpeg?v=1745006696" alt="" class="wp-image-19978" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto6-238x300.jpeg?v=1745006696 238w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto6-813x1024.jpeg?v=1745006696 813w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto6-768x968.jpeg?v=1745006696 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto6-585x737.jpeg?v=1745006696 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2025/04/Foto6.jpeg?v=1745006696 1016w" sizes="(max-width: 238px) 100vw, 238px" /></a></figure>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Discussão:</strong></h2>



<p>O Schwannoma é um tumor originário de células de Schwann, presente na bainha de mielina de nervos periféricos.</p>



<p>Essa neoplasia possui menor incidência no trato gastrointestinal acometendo o plexo mioentérico de Auerbach, nos quais a maioria dos casos reportados estão localizados no estômago e intestino delgado, acometendo raramente o cólon.</p>



<p>Possui maior prevalência a partir da sexta década de vida e não tem predominância de gênero.</p>



<p>O quadro clínico comumente é assintomático ou composto por sintomas inespecíficos como dor e desconforto abdominal, tenesmo, constipação, sangramento retal ou melena.</p>



<p>A descoberta geralmente é incidental por meio do rastreamento endoscópico, revelando lesão de aspecto subepitelial de formato regular e bem definido, podendo ou não ser ulcerada.</p>



<p>O diagnóstico definitivo é por meio de exame patológico com imunohistoquímica positiva para S100 e negativo para SMA, Desmina, CD117 e P53.</p>



<p>A ecoendoscopia baixa é desafiadora, mas com habilidade técnica ela pode ser realizada de forma eficaz, contribuindo para a definição diagnóstica e direcionando a escolha da técnica cirúrgica, resultando em uma abordagem menos invasiva.</p>



<p>Usualmente os tumores são benignos com prognóstico favorável, com raros casos de transformação maligna.</p>



<p>De forma geral, a ressecção cirúrgica é o tratamento de escolha para evitar a transformação maligna.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Comentários finais:</strong></h2>



<p class="has-pale-ocean-gradient-background has-background">Schwannoma de cólon é uma lesão extremamente rara, sendo diagnóstico diferencial de tumor estromal gastrointestinal. A avaliação por ecoendoscopia com punção permite o diagnóstico pré-operatório, possibilitando ressecções cirúrgicas menos extensas e com menor morbidade, contribuindo com um bom prognóstico. Na maioria dos casos o diagnóstico é feito após análise histopatológica de peça cirúrgica. Se faz necessário a avaliação imunohistoquímica para diferenciação de outros tipos histológicos de tumores que acometem o cólon.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Referências</strong></h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Bohlok, A., El Khoury, M., Bormans, A., et al. Schwannoma of the colon and rectum: a systematic literature review. World Journal of Surgical Oncology, 16, 125 (2018). DOI: 10.1186/s12957-018-1427-1.</li>



<li>Schwannoma of the ascending colon: A rare case report. Asian Journal of Surgery, Volume 46, Issue 6, 2023, Pages 2417-2418. ISSN: 1015-9584.</li>



<li>Kim, G., Kim, S. I., Lee, K. Y. Schwannoma of the sigmoid colon: a case report and review of literature*. Journal of Surgical Case Reports, 2019 Feb;2019(2):rjz046. DOI: 10.1093/jscr/rjz046.</li>



<li>Baig, M. M. A. S., Patel, R., Kazem, M. A., Khan, A. Schwannoma in the ascending colon, a rare finding on surveillance colonoscopy. Journal of Surgical Case Reports, 2019 Feb;2019(2):rjz 046. DOI: 10.1093/jscr/rjz046.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como citar este artigo</strong></h2>



<p class="has-very-light-gray-to-cyan-bluish-gray-gradient-background has-background">Botelho PF, Costa LS. Schwannoma de cólon ascendente: Uma rara lesão diagnosticada por ecoendoscopia Endoscopia Terapeutica 2025 Vol I. Disponível em: <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/?p=19951" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://endoscopiaterapeutica.net/pt/casosclinicos/schwannoma-de-colon-ascendente-uma-rara-lesao-diagnosticada-por-ecoendoscopia/</a></p>



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