<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Natalia Sousa Freitas, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
	<atom:link href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/author/natalia-sousa-freitas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Jun 2022 12:54:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2023/09/favicon.png</url>
	<title>Natalia Sousa Freitas, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Manometria esofágica de alta resolução: principais vantagens em relação à convencional e uma breve interpretação da classificação de Chicago</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/manometria-esofagica-de-alta-resolucao/</link>
					<comments>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/manometria-esofagica-de-alta-resolucao/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Natalia Sousa Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2017 09:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://endoscopiaterapeutica.net/pt/uncategorized/manometria-esofagica-de-alta-resolucao/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Manometria esofágica de alta resolução: principais vantagens em relação à convencional</p>
<p>The post <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/manometria-esofagica-de-alta-resolucao/">Manometria esofágica de alta resolução: principais vantagens em relação à convencional e uma breve interpretação da classificação de Chicago</a> appeared first on <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt">Endoscopia Terapeutica</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, a manometria de alta resolução (MAR) tornou-se disponível para a avaliação da motilidade esofágica. O cateter da MAR é composto por vários sensores de pressão estreitamente espaçados (≤1 cm de intervalo nas regiões do esfíncter e 1 a 2 cm de intervalo nas regiões do corpo esofágico), registrando a pressão esofágica sem lacunas significativas dos dados ao longo do comprimento de todo o esôfago. As pressões obtidas são representadas graficamente e depois transformadas em imagens espaço-temporais das pressões esofágicas codificadas por cores (“Clouse plots”) (Fig. 1). A MAR aumentou substancialmente a resolução espacial comparada à manometria convencional com 8 sensores de pressão. Além disso, a apresentação dos dados manométricos através das “Clouse plots” revela a anatomia funcional da junção esofagogástrica (JEG) de maneira visualmente intuitiva (Fig. 2).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2017/04/man1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7709" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/man1.jpg" alt="man1" width="300" height="183" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Figura 1.</strong> À esquerda, observa-se a disposição do cateter de MAR ao longo do comprimento do esôfago. No centro, nota-se a representação gráfica das curvas pressão x tempo. À direita, nota-se a representação espaço-temporal dos traçados da manometria de alta resolução codificada por cores (“Clouse plots”)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/man2.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-7710" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/man2.jpg" alt="man2" width="275" height="261" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Figura 2.</strong> Identificação dos marcos anatômicos através da MAR: esfíncter superior do esôfago (ESE), ponto de inversão da pressão (PIP) e esfíncter inferior do esôfago (EEI)</p>
<p>As principais vantagens da MAR em relação à manometria convencional são:</p>
<p>&#8211;   Permite localização mais fácil e imediata de marcos anatômicos como os esfíncteres superior e inferior;</p>
<p>&#8211;   É possível aquisição simultânea de dados referentes ao esfíncter superior, corpo esofágico e esfíncter inferior do esôfago;</p>
<p>&#8211;   Proporciona maior conforto ao paciente devido ao tempo reduzido de exame e pela ausência de necessidade de tração do cateter a cada centímetro;</p>
<p>&#8211;   Não sofre influência de artefatos de movimento.</p>
<p>&#8211;  Identificação de fenótipos clinicamente relevantes, como os subtipos de acalásia, que possuem respostas terapêuticas distintas. (Fig. 3)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2017/04/man3.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7711" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/man3.jpg" alt="man3" width="300" height="121" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Figura 3.</strong> Subtipos de acalásia. Em A, tipo I, com ausência de contratilidade; em B, tipo II, com panpressurização esofágica e, em C, tipo III, com contrações prematuras. Nos três casos, observa-se prejuízo do relaxamento da JEG.</p>
<p>A avaliação da peristalse esofágica e do relaxamento do esfíncter inferior do esôfago (EIE) é feita através da identificação de diferentes variáveis, conforme proposto pela Classificação de Chicago. Este sistema foi desenvolvido para facilitar a interpretação dos estudos de alta resolução, concomitante à adoção generalizada desta tecnologia para prática clínica. No último ano, o Grupo de Trabalho  Internacional em MAR publicou a terceira versão da classificação (CC v.3.0). As principais medidas consideradas são demonstradas a seguir (Tab. 1).</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Tabela 1.</strong> Medidas utilizadas na Classificação de Chicago v. 3.0</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-8470" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2017/05/man3-300x141-1.png" alt="" width="300" height="141" /></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2017/04/man4.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7636 size-medium" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/man4.png" alt="" width="300" height="66" /></a></p>
<p>De acordo com os achados manométricos, são inferidos os distúrbios funcionais e os respectivos diagnósticos clínicos. Esta etapa deve obedecer a um fluxograma hierárquico, que classifica as desordens sequencialmente por ordem de prioridade, a saber (Fig. 4):</p>
<p>1) Desordens que obstruem o fluxo da JEG: caracterizadas por IRP acima do limite superior de normalidade. Dividem-se entre os subtipos de acalásia (I, II e III) e obstrução da via de saída da JEG.</p>
<p>2) Desordens maiores da peristalse: nunca encontradas em indivíduos sadios. Compreendem peristalse ausente, espasmo esofageano distal e <em>Jackhammer esophagus.</em></p>
<p>3) Desordens menores da peristalse: caracterizadas por prejuízo da depuração esofágica. Incluem a motilidade esofágica ineficaz e a peristalse fragmentada.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2017/04/man5.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7637 size-medium" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/man5.png" alt="" width="300" height="230" /></a></p>
<p class="Texto" style="line-height: 150%; text-align: center;"><span lang="PT" style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Times New Roman';"><strong>Figura 4.</strong> Análise hierárquica da motilidade esofágica: CC v 3.0. As desordens que obstruem o fluxo da JEG estão representadas em vermelho, as desordens maiores da peristalse em laranja e as desordens menores da peristalse em amarelo.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li>Fox MR, Bredenoord AJ. Oesophageal high-resolution manometry: moving from research into clinical practice. Gut. 2008;57(3):405-23.</li>
<li>Kahrilas PJ, Bredenoord AJ, Fox M, Gyawali CP, Roman S, Smout AJ, Pandolfino JE; International High Resolution Manometry Working Group. The Chicago Classification of esophageal motility disorders, v3.0. Neurogastroenterol Motil. 2015;27(2):160-74.</li>
<li>Bredenoord AJ, Fox M, Kahrilas PJ, Pandolfino JE, Schwizer W, Smout AJ; International High Resolution Manometry Working Group. Chicago classification criteria of esophageal motility disorders defined in high resolution esophageal pressure topography. Neurogastroenterol Motil. 2012;24 Suppl 1:57-65.</li>
<li>Kahrilas PJ, Ghosh SK, Pandolfino JE. Esophageal motility disorders in terms of pressure topography: the Chicago Classification. J Clin Gastroenterol. 2008;42(5):627-35.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>The post <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/manometria-esofagica-de-alta-resolucao/">Manometria esofágica de alta resolução: principais vantagens em relação à convencional e uma breve interpretação da classificação de Chicago</a> appeared first on <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt">Endoscopia Terapeutica</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/manometria-esofagica-de-alta-resolucao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>5</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
