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	<title>Maira Marzinotto, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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	<title>Maira Marzinotto, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>CISTOADENOMA SEROSO DE PÂNCREAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maira Marzinotto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[lesões císticas]]></category>
		<category><![CDATA[pancreas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os cistos pancreáticos são, na maioria dos casos, achados incidentais de exames de imagem.&#8230;</p>
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<p>Os cistos pancreáticos são, na maioria dos casos, achados incidentais de exames de imagem. </p>



<p>Estima-se que cerca de 3-14% das pessoas submetidas a exames abdominais tenham como achado alguma lesão cística pancreática. Em estudos de necropsia, esse achado pode chegar a 24%. Observa-se um claro aumento de prevalência em faixas etárias maiores.&nbsp;</p>



<h2 class="has-pale-cyan-blue-background-color has-background wp-block-heading">As lesões císticas podem ser divididas em:</h2>



<ul class="has-pale-ocean-gradient-background has-background wp-block-list"><li><em><strong>cistos benignos:</strong> </em>pseudocistos, cistos simples, cistoadenomas serosos </li><li><strong><em>cistos malignos</em>: </strong>cistoadenocarcinomas, tumores neuroendócrinos císticos, neoplasia sólido-cística pseudopapilar </li><li><strong><em>cistos com potencial de malignização</em>:</strong> IPMNs e cistoadenomas mucinosos </li></ul>



<p></p>



<p>Nesse artigo falaremos um pouco sobre o cistoadenoma seroso.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>CISTOADENOMA SEROSO (SCA)</strong></h2>



<p>O cistoadenoma seroso é uma lesão que acomete mais mulheres do que homens (2:1), na 6ª ou 7ª década de vida. </p>



<p>É uma lesão que não tem preferência por nenhuma região pancreática, podendo acometer cabeça, corpo ou cauda da glândula.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Aspecto radiológico</h3>



<p>A característica mais marcante do cistoadenoma seroso é o achado de uma <strong>lesão policística</strong>, com septos fibrosos entre eles, formando um aspecto microcístico (70% dos SCA). Em cerca de 20-30% dos casos, os septos convergem para o centro da lesão, formando uma cicatriz central fibrosa (sinal mais típico do SCA). Em 20% dos casos observamos um aspecto de favo de mel, com múltiplos microcistos e septos finos entre eles.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="512" height="512" data-id="13022" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1-1.jpg" alt="" class="wp-image-13022" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1-1.jpg?v=1659628122 512w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1-1-300x300.jpg?v=1659628122 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1-1-150x150.jpg?v=1659628122 150w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1-1-70x70.jpg?v=1659628122 70w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="512" height="512" data-id="13023" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1.2-1.jpg" alt="" class="wp-image-13023" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1.2-1.jpg?v=1659628122 512w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1.2-1-300x300.jpg?v=1659628122 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1.2-1-150x150.jpg?v=1659628122 150w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2022/08/FIG-1.2-1-70x70.jpg?v=1659628122 70w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure>
</figure>



<p class="has-small-font-size"><em>Figura 1: Cistoadenoma Seroso de cabeça de pâncreas &#8211; lesão lobular com septos convergindo para localização central da lesão. (arquivo pessoal)</em></p>



<p>Em cerca de apenas 10% dos casos os SCA podem ser <strong>oligocísticos</strong>, tornando o diagnóstico radiológico mais desafiador. Nesses casos, muitas vezes são necessários outros exames para confirmação diagnóstica, como a <strong>Ecoendoscopia com punção</strong> e análise do fluido intracístico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Características do fluido</h3>



<p>A característica citológica do cistoadenoma seroso são células cuboides, com citoplasma rico em glicogênio, embora a sensibilidade para citologia com PAAF seja muito baixa. </p>



<p>A análise bioquímica do líquido pode ajudar nos casos de diagnóstico incerto. A característica do SCA é ter o <strong>Antígeno Carcino-Embrionário (CEA) abaixo de 192 ng/ml</strong>, o que se associa a lesões não mucinosas. Além disso, por não haver comunicação com os ductos pancreáticos, <strong>a amilase no líquido intra-cístico é baixa</strong>.</p>



<p class="has-background" style="background-color:#abb7c257">Mais recentemente, com o avanço da endoscopia confocal, é possível a visualização do padrão de vascularização (nos SCA, ela é subepitelial &#8211; acurácia 87%) e permite biópsias do epitélio do cisto. Esse procedimento é realizado ainda em poucos centros, e embora melhore a acurácia do diagnóstico, traz maiores riscos de efeitos adversos (pancreatite aguda e hemorragia intracisto).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prognóstico</strong></h2>



<p>O prognóstico dos SCA é excelente, com menos de 1% de mortalidade. Poucos casos na literatura tem evolução para malignidade, e não há uma concordância sobre a periodicidade do seguimento. Para muitos autores, trata-se de uma lesão benigna.</p>



<p>Embora seja uma lesão com baixa chance de transformação maligna, existe a possibilidade de crescimento da lesão em até 40% dos SCAs. </p>



<p>A última recomendação do grupo europeu é de um novo exame de imagem em 1 ano, e posteriormente, somente se houver sintomas (dor abdominal, icterícia ou náuseas e vômitos).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Referências</strong></h2>



<ol type="1" class="has-normal-font-size wp-block-list"><li>Sakorafas, GH et al. Primary pancreatic cystic neoplasms revisited. Part I: Serous cystic neoplasms. Surgical Oncology, 2011</li><li>Tirkes, T et al. Cystic neoplasms of the pancreas; findings on magnetic resonance imaging with pathological,surgical, and clinical correlation. Abdom Imaging, 2014</li><li>Larson, A et al. Natural History of Pancreatic Cysts. Dig Dis Sci, 2017</li></ol>
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		<title>Pancreatite Autoimune</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maira Marzinotto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2019 09:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  A Pancreatite Autoimune (PAI) é uma das possíveis causas de pancreatite crônica, que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>A Pancreatite Autoimune (PAI) é uma das possíveis causas de pancreatite crônica, que cursa com infiltrado inflamatório na glândula e fibrose progressiva, podendo levar à insuficiência pancreática (1).</p>
<h5> </h5>
<p><strong>A observação do quadro clínico nos permite classificar a PAI em 2 subtipos (2,3):</strong></p>
<ul>
<li><strong>Pancreatite Autoimune tipo 1:</strong> o envolvimento pancreático é parte de uma condição sistêmica, que acomete diversos órgãos, relacionada a infiltração por células imunes ricas em IgG4 (uma sub-fração da IgG). A principal característica é o inflitrado linfo-plasmocitário no pâncreas, com mais de 10 células / CGA positivas para IgG4, a fibrose estoriforme e a ausência de lesões granulocíticas.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li><strong>Pancreatite Autoimune tipo 2</strong>: é uma doença exclusivamente pancreática, que pode cursar com episódios de Pancreatite Aguda Recorrente, e que tem como característica o infiltrado granulocítico no pâncreas e a ausência de células positivas para IgG4. O diagnóstico de PAI tipo 2 só pode ser confirmado com a histologia pancreática. Apesar de ser uma doença restrita ao pâncreas, tem associação com outras condições autoimunes, como as Doenças Inflamatórias Intestinais (especialmente RCUI).</li>
</ul>
<p> </p>
<h5><strong>Quadro clínico</strong></h5>
<ul>
<li>O <strong>quadro clínico</strong> típico da PAI (em qualquer um dos subtipos) é a dor abdominal, icterícia obstrutiva e elevação de enzimas pancreáticas e canaliculares no sangue. É comum também o emagrecimento associado.</li>
<li>Em alguns casos pode-se encontrar massas pancreáticas ou biliares, que necessitam diagnóstico diferencial com neoplasias.</li>
<li>Menos comum é a ocorrência de pancreatites agudas de repetição, especialmente na PAI tipo 2 (4, 5).</li>
<li>A dosagem de IgG4 &gt; 140 mg/dl, a hipergamaglobulinemia e o FAN + podem ser marcadores secundários da doença sistêmica (PAI tipo 1).</li>
</ul>
<p> </p>
<h5><strong>Achados Radiológicos</strong></h5>
<p>Associado ao quadro clínico, os achados radiológicos podem corroborar o diagnóstico. Cerca de 85% dos pacientes com PAI têm alterações radiológicas compatíveis. O achado mais típico é o edema e o aumento pancreático (pâncreas &#8220;em salsicha&#8221;) e a perda de lobulações, frequentemente associado a um halo hipoatenuante na tomografia ou na ressonância de abdome com contraste em 15-40% dos casos (6,7).</p>
<p> </p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-8084" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2019/05/Imagem2-300x291.png" alt="" width="300" height="291" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2019/05/Imagem2-300x291.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2019/05/Imagem2.png 325w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-8085" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2019/05/Imagem1-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2019/05/Imagem1-300x300.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2019/05/Imagem1-150x150.png 150w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2019/05/Imagem1-70x70.png 70w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2019/05/Imagem1.png 318w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><em>                                                                      * Imagens de arquivo próprio</em></p>
<p> </p>
<p>Menos frequente é o acometimento focal, com presença de nodulações na glândula, podendo mimetizar neoplasia. Essa forma é mais comum na PAI tipo 2 (35-80% de incidência) e o essencial é fazer o diagnóstico diferencial com processos mitóticos. (7) Nesse contexto, o uso de exames como o Ultrassom Endoscópico ou a Colangiopancreatografia  Retrógrada Endoscópica podem ser úteis na tentativa de afastar o diagnóstico de processos neoplásicos, já que permitem a obtenção de material para avaliação histopatológica. (8)</p>
<h5> </h5>
<p> </p>
<h5><strong>Tratamento</strong></h5>
<p>O tratamento inicial é com corticoterapia, e ambas as formas da doença tem boa resposta ao curso de corticoide. O tratamento está indicado nos casos que se apresentam com icterícia obstrutiva e dor abdominal, forma nodular (massas pancreáticas ou biliares) ,  quadros simulando colangite esclerosante ou doença extra-pancreática.  A dose inicial pode ser fixa de 40mg/dia de prednisona (ou em torno de 0,6 mg/kg/dia) pelo período de 4 semanas. Após esse período é recomendada uma reavaliação clínica, laboratorial e de imagem. No caso de melhora, está indicada a redução da dose de 5mg por semana até a completa suspensão da medicação. (5, 9)</p>
<p>No paciente que tenha contra-indicação ao uso de corticoide (especialmente os paciente com <em>diabetes mellitus</em> descompensado) o Rituximab (anti CD-20) também pode ser usado como agente de primeira linha para indução de remissão.  (9, 10)</p>
<p>Apesar de apresentar uma boa resposta ao tratamento com corticoesteróides, a taxa de recorrência  dos sintomas é de aproximadamente 30%. Os preditores para reicidiva do quadro são: altos níveis de IgG4 ao diagnóstico e acometimento de outros órgãos, especialmente árvore biliar. Nesses casos ainda não está claro se é necessário um tratamento adjuvante com imunomoduladores (Ciclosporina, Azatioprina, Rituximab) ou se é necessário um tempo maior de terapia com corticoesteróides. (1, 2, 5, 9).</p>
<p> </p>
<div class="pcrstb-wrap"><table style="height: 456px;" width="762">
<tbody>
<tr>
<td width="183"> </td>
<td width="183"><strong>Tipo 1</strong></td>
<td width="183"><strong>Tipo 2</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="183"><strong>IgG4</strong></td>
<td width="183">Relacionada a IgG4</td>
<td width="183">Não relacionada a IgG4</td>
</tr>
<tr>
<td width="183"><strong>Idade</strong></td>
<td width="183">&gt; 60 anos</td>
<td width="183">&gt; 40 anos</td>
</tr>
<tr>
<td width="183"><strong>Sex</strong></td>
<td width="183">Masc &gt; Fem</td>
<td width="183">Masc = Fem</td>
</tr>
<tr>
<td width="183"><strong>IgG4 sérica</strong></td>
<td width="183">Elevada</td>
<td width="183">Normal</td>
</tr>
<tr>
<td width="183"><strong>Histologia</strong></td>
<td width="183">Células IgG4 +</td>
<td width="183">Lesões epiteliais granulocíticas</td>
</tr>
<tr>
<td width="183"><strong>Taxa de remissão</strong></td>
<td width="183">Alta</td>
<td width="183">Baixa</td>
</tr>
<tr>
<td width="183"><strong>Extra-pancreático</strong></td>
<td width="183">Doenças relacionadas a  IgG4</td>
<td width="183">DII (30%)</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p> </p>
<h3>P<a href="https://gastropedia.com.br/gastroenterologia/insuficiencia-pancreatica-exocrina-um-olhar-alem-do-obvio/">ara saber mais sobre este tema e outros relacionados, acesse o site Gastropedia clicando aqu</a>i !</h3>
<p> </p>
<p><strong>Referências bibliográficas</strong></p>
<ul>
<li>Mahdani, K. Farrel, J. Management of Autoimmune Pancreatitis. Gastrointest Endoscopy Clin N Am 28, 2018, 493–519</li>
<li>Shimosegawa, T. et al. International Consensus Diagnostic Criteria for Autoimmune Pancreatitis Guidelines of the International Association of Pancreatology. Pancreas 2011; 40: 352-358</li>
<li>Sah, R.P., Chari, S.T. Autoimmune Pancreatitis: An Update on Classification, Diagnosis, Natural History and Management. Curr Gastroenterol Rep, 2012 14:95–105</li>
<li>Hart, P.A. et al. Recent Advances in Autoimmune Pancreatitis. Gastroenterology 2015;149:39–51</li>
<li>Nagpal, S.J.S. et al. Autoimmune Pancreatitis. <em>Am J Gastroenterol </em>(2018) 113:1301–1309</li>
<li>Raina A, Yadav D, Krasinskas AM, et al. Evaluation and management of autoimmune pancreatitis: experience at a large US center. Am J Gastroenterol 2009; 104(9):2295–306.</li>
<li>Sandrasegaran, K. Menias, C.O. Imaging in Autoimmune Pancreatitis and Immunoglobulin G4–Related Disease of the Abdomen. Gastroenterol Clin N Am 47 (2018) 603–619</li>
<li>Fujii-Lau, L.L.. Levy, M.J. The Role of Endoscopic Ultrasound in the Diagnosis of Autoimmune Pancreatitis. Gastrointest Endoscopy Clin N Am, 2017.</li>
<li>Kamisawa, T. et al. Advances in IgG4-related pancreatobiliary diseases. Lancet Gastroenterol Hepatol, 2018; 3: 575–85</li>
<li>Okazaki, K. Uchida, K. Current perspectives on autoimmune pancreatitis and IgG4-related disease. Jpn. Acad., Ser. B 94 (2018) 412-427.</li>
</ul>


<h2 class="wp-block-heading"></h2>
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