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	<title>Jardel Caetano, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 26 May 2022 23:28:38 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Jardel Caetano, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>IV Consenso Brasileiro sobre Infecção pelo Helicobacter pylori</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jardel Caetano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 09:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Comentados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infecção pelo Helicobacter pylori (HP), bactéria gram negativa espiralada descrita por Warren e Marshall no início da década de 80, é uma das mais comuns infecções no ser humano em todo o planeta, com prevalência estimada em 50% da população mundial. É causa de diversas patologias, incluindo gastrite crônica, úlcera péptica e câncer gástrico. Recentes avanços no estudo do HP, como o conhecimento da crescente resistência aos antimicrobianos utilizados no seu tratamento, além de progressos no estudo da microbiota gástrica e sua interação com a bactéria em questão justificaram a realização do IV Consenso Brasileiro sobre o H. pylori, ocorrido na cidade de Bento Gonçalves entre os dias 25 e 27 de agosto de 2017. O grupo formado por 26 especialistas foi dividido em quatro grupos de trabalho menores (Epidemiologia e Diagnóstico; Dispepsia, Alterações na Microbiota Intestinal e outras desordens; Câncer Gástrico; Tratamento), cujos participantes elaboraram declarações que foram votadas por todos os integrantes. O índice de consenso adotado foi o de que 80% dos especialistas respondessem que concordavam forte ou parcialmente com cada declaração proposta, resultando nas 30 declarações finais. O grande destaque do Consenso ficou por conta da recomendação de aumento da duração do tratamento de primeira linha de 7 para 14 dias, em linha com a recomendação dos consensos europeu, canadense e americano (3, 4 e 5).</p>
<p>The post <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigoscomentados/iv-consenso-brasileiro-sobre-infeccao-pelo-helicobacter-pylori/">IV Consenso Brasileiro sobre Infecção pelo Helicobacter pylori</a> appeared first on <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt">Endoscopia Terapeutica</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A infecção pelo </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/iv-consenso-brasileiro-sobre-infeccao-pelo-helicobacter-pylori/"><i><span style="font-weight: 400;">Helicobacter pylori</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">(HP), bactéria gram-negativa espiralada descrita por Warren e Marshall no início da década de 80, é uma das infecções mais comuns no ser humano em todo o planeta, com prevalência estimada em 50% da população mundial. É causa de diversas patologias, incluindo gastrite crônica, úlcera péptica e câncer gástrico. Recentes avanços no estudo do HP, como o conhecimento da crescente resistência aos antimicrobianos utilizados no seu tratamento, além de progressos no estudo da microbiota gástrica e sua interação com a bactéria em questão, justificaram a realização do IV Consenso Brasileiro sobre o </span><i><span style="font-weight: 400;">Helicobacter pylori</span></i><span style="font-weight: 400;">, ocorrido na cidade de Bento Gonçalves entre os dias 25 e 27 de agosto de 2017. O grupo formado por 26 especialistas foi dividido em quatro grupos de trabalho menores (Epidemiologia e Diagnóstico; Dispepsia, Alterações na Microbiota Intestinal e outras desordens; </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/cancer-gastrico-precoce-com-ulceracao-sera-que-e-facil-caracterizar/"><span style="font-weight: 400;">Câncer Gástrico</span></a><span style="font-weight: 400;">; Tratamento), cujos participantes elaboraram declarações que foram votadas por todos os integrantes. O índice de consenso adotado foi o de que 80% dos especialistas respondessem que concordavam forte ou parcialmente com cada declaração proposta, resultando nas 30 declarações finais. O grande destaque do Consenso ficou por conta da recomendação de aumento da duração do tratamento de primeira linha de 7 para 14 dias, em linha com a recomendação dos consensos europeu, canadense e americano (3, 4 e 5).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seguem as recomendações do Consenso Brasileiro, sobre infecção pelo Helicobacter pylori, divididas nos quatro grupos citados:</span></p>
<h2>Grupo 1: Epidemiologia e Diagnóstico</h2>
<h3>Declaração 1:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, os fatores de risco para adquirir a infecção por HP são condições de vida inadequadas, status sanitário e socioeconômico baixos. Não há evidência bem estabelecida sobre a dinâmica da prevalência da infecção por HP no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nível de Evidência (NE): 3B</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Grau de Recomendação (GR): B</span></p>
<h3>Declaração 2:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O teste respiratório com ureia 13C é o método padrão-ouro para o diagnóstico não invasivo da infecção por HP. O teste de antígeno fecal usando anticorpos monoclonais é uma boa alternativa, entretanto a disponibilidade destes dois métodos no Brasil é limitada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 1A</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: A</span></p>
<h3>Declaração 3:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o estudo do HP usando o teste rápido da urease (TRU), recomenda-se a coleta de um fragmento do antro e um do corpo. Para exame histológico, coleta de dois fragmentos do antro e dois do corpo é recomendada porque isso permite a análise morfológica da mucosa. TRU sozinho não é recomendado para controle da terapia de erradicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 1A</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: A</span></p>
<h3>Declaração 4:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa de HP, após a terapia de erradicação, deve ser realizada pelo menos 4 semanas após o término do tratamento. O teste respiratório com ureia 13C e a pesquisa do antígeno fecal com anticorpo monoclonal são os métodos de escolha. Histologia é um método invasivo alternativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 1A</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: A</span></p>
<h3>Declaração 5:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Testes moleculares podem ser usados para acessar a resistência do HP a antimicrobianos após falha ao segundo ou terceiro tratamentos. A indisponibilidade de cultura do HP e antibiograma limita o uso destes testes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 4 </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: C</span></p>
<h3>Declaração 6:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Testes sorológicos localmente validados são os métodos de escolha para estudos de rastreamento de base populacional. A sorologia pode ser usada como o teste inicial para diagnosticar a infecção por HP, especialmente na presença de sangramento gastrointestinal, gastrite atrófica, linfoma MALT ou câncer gástrico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 2A</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: B</span></p>
<h3>Declaração 7:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso de IBPs deve ser descontinuado por 2 semanas antes da realização de testes diagnósticos para a infecção por HP, exceto a sorologia. O uso de antibióticos e sais de bismuto deve ser descontinuado por 4 semanas antes desses testes diagnósticos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 2B </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: B</span></p>
<h3>Declaração 8:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Indicação de endoscopia para o paciente com sangramento digestivo alto torna a histologia do teste recomendado naquele paciente com indicação para a pesquisa de HP. O teste respiratório é uma alternativa. Uma nova pesquisa de HP deve ser conduzida em pacientes com resultado negativo no primeiro teste.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 4</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: C</span></p>
<h2>Grupo 2: Dispepsia, Microbiota e outras desordens</h2>
<h3>Declaração 9:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A estratégia “teste e trate” é recomendada para pacientes abaixo de 40 anos com dispepsia, ainda não diagnosticados com HP e sem sintomas de alarme. O teste de escolha para o diagnóstico e controle de tratamento é o teste respiratório com ureia 13C.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 1B</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: A</span></p>
<h3>Declaração 10:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A dispepsia é muito comum e é classificada como investigada e não investigada. Após investigação, a dispepsia é agora classificada como orgânica, associada ao HP ou funcional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 1C </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: A</span></p>
<h3>Declaração 11:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Pacientes com dispepsia e HP devem ser submetidos à terapia de erradicação do HP.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 3A </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: B</span></p>
<h3>Declaração 12:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">HP e as drogas utilizadas na terapia de erradicação afetam a fisiologia das microbiotas gástrica e intestinal e podem modificar a microbiota, com graves consequências para a saúde global.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 5</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: D</span></p>
<h3>Declaração 13:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso de probióticos associados à terapia de erradicação é uma tentativa de otimizar a erradicação do HP e minimizar os efeitos adversos, reequilibrando a microbiota. Mais estudos são necessários para melhor definir a cepa, a quantidade, o tempo e o período de suplementação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 4 </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: C</span></p>
<h3>Declaração 14:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Há evidência de uma associação entre infecção por HP, anemia ferropriva de etiologia desconhecida, Púrpura Trombocitopênica Imune (PTI) e deficiência de vitamina B12. Em outras condições extragastroduodenais, pode haver associações positivas e negativas sem nenhuma causalidade comprovada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 3A</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: B</span></p>
<h3>Declaração 15:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Não há evidência de uma associação entre infecção por HP e Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE). A erradicação da bactéria usualmente não leva ao início de sintomas de DRGE. Evidência epidemiológica indica uma correlação negativa entre infecção por HP, esôfago de Barret e adenocarcinoma do esôfago distal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 3A</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: B</span></p>
<h3>Declaração 16:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em pacientes infectados por HP, o uso de anti-inflamatórios não esteróides (AINEs) ou ácido acetil salicílico (AAS), mesmo em baixas doses, aumenta o risco de úlcera e suas complicações. Anticoagulantes (cumarínicos, Clopidogrel e os novos anticoagulantes orais) podem aumentar o risco de úlcera/sangramento em pacientes infectados por HP. Em pacientes sob alto risco de desenvolvimento de úlceras, antes do início de tratamento de longo prazo com AINEs ou AAS, mesmo em baixas doses, HP deve ser pesquisado e erradicado. Entretanto, a erradicação isoladamente não previne a recorrência de úlcera/sangramento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 1B </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: A</span></p>
<h2>Grupo 3: Câncer gástrico</h2>
<h3>Declaração 17:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O câncer gástrico tem uma incidência intermediária no Brasil; é uma das cinco principais causas de mortalidade por câncer no país e sua incidência apresenta diferenças regionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 2C</span> <span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: B</span></p>
<h3>Declaração 18:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A erradicação do HP associa-se com um decréscimo nas taxas de câncer gástrico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 1A </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: A</span></p>
<h3>Declaração 19:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A análise sorológica da atrofia gástrica utilizando o pepsinogênio I (PGI) e o pepsinogênio II (PGII), combinados com anticorpos contra HP e gastrina 17, pode ser usada para identificar populações sob risco de câncer gástrico. Entretanto, mais estudos são necessários para validar esse instrumento no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 3A</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: B</span></p>
<h3>Declaração 20:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos epidemiológicos, experimentais, moleculares e clínicos têm confirmado o papel do HP como fator de risco para câncer gástrico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 1A</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: A</span></p>
<h3>Declaração 21:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O diagnóstico de linfoma MALT baseia-se na avaliação histopatológica e imunohistoquímica das biópsias gástricas junto com a pesquisa de HP.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 1A </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: A</span></p>
<h3>Declaração 22:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O seguimento de pacientes com linfoma MALT após a erradicação do HP requer avaliações histopatológicas periódicas. O sistema GELA é um método morfológico adequado para o seguimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 4</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: C</span></p>
<h3>Declaração 23:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O estadiamento de lesões pré-neoplásicas deve ser baseado em pelo menos quatro biópsias endoscópicas (duas do antro e duas do corpo) usando o sistema OLGA para estadiamento histológico da gastrite. Pacientes classificados como OLGA III ou IV devem ser submetidos a seguimento endoscópico a cada 2 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 2C </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: B</span></p>
<h2>Grupo 4: Tratamento</h2>
<h3>Declaração 24:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar dos níveis de resistência crescentes à Claritromicina e às Fluoroquinolonas no Brasil, o seu uso ainda é recomendado no tratamento do HP. Apesar da alta resistência in vitro aos nitroimidazólicos, estas drogas podem ser prescritas em situações, doses e períodos específicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 2C </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: B</span></p>
<h3>Declaração 25:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A duração da terapia de erradicação do HP deve ser de 14 dias, especialmente para a terapia tripla padrão, a fim de alcançar uma alta taxa de erradicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 2A</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: B</span></p>
<h3>Declaração 26:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Usar IBPs após a erradicação do HP para cicatrizar úlcera péptica duodenal é desnecessário. Em casos de úlcera gástrica ou úlceras gastroduodenais complicadas, tratamento com IBPs por 4 a 8 semanas após a terapia de erradicação é recomendado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 2C</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: B</span></p>
<h3>Declaração 27:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A terapia tripla consistindo na combinação de IBP, Amoxicilina e Claritromicina por 14 dias é recomendada como tratamento de primeira linha. Alternativas incluem terapia quádrupla com Bismuto por 10 a 14 dias e terapia concomitante por 14 dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 2A </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: B</span></p>
<h3>Declaração 28:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em casos de falha à terapia tripla com Claritromicina ou à terapia quádrupla concomitante, as estratégias recomendadas são terapia tripla com Levofloxacina ou terapia quádrupla com Bismuto, ambas por 10 a 14 dias. Em caso de falha de um dos dois regimes de segunda linha recomendados, o outro regime de tratamento deve ser usado como terapia de terceira linha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 2A</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: B</span></p>
<h3>Declaração 29:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento do HP após três falhas terapêuticas deve ser restrito a casos especiais e guiado por testes fenotípicos ou genotípicos de susceptibilidade antimicrobiana. O uso de Rifabutina, quando disponível, pode ser uma alternativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 3A</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: B</span></p>
<h3>Declaração 30:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A recomendação para indivíduos com alergia à Amoxicilina é IBP 2x/dia + Claritromicina 500 mg 2x/dia + Levofloxacina 500 mg 1x/dia por 14 dias;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">ou</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">IBP 2x/dia + Doxiciclina 100 mg 2x/dia ou Tetraciclina 500 mg 4x/dia + Metronidazol 500 mg 3x/dia + Bismuto 240 mg 2x/dia por 14 dias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">NE: 4 </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">GR: C</span></p>
<h2>Como citar este artigo:</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Caetano J. IV Consenso Brasileiro sobre Infecção pelo Helicobacter pylori. Endoscopia Terapêutica; 2021. Disponível em: https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/iv-consenso-brasileiro-sobre-infeccao-pelo-helicobacter-pylori</span></p>
<p><strong><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29668771" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Link: clique aqui e leia o artigo original</a></strong></p>
<h2>Bibliografia:</h2>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Coelho LGV, Marinho JR, Genta R, Ribeiro LT, Passos MCF, Zaterka S, Assumpção PP, Barbosa AJA, Barbuti R, Braga LL, Breyer H, Carvalhaes A, Chinzon D, Cury M, Domingues G, Jorge JL, Maguilnik I, Marinho FP, Moraes Filho JP, Parente JML, Paula-e-Silva CM, Pedrazzoli Júnior J, Ramos AFP, Seidler H, Spinelli JN, Zir JV. IVth Brazilian Consensus Conference on </span><i><span style="font-weight: 400;">Helicobacter pylori </span></i><span style="font-weight: 400;">infection</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><i><span style="font-weight: 400;">Helicobacter pylori</span></i><span style="font-weight: 400;"> – Edições Monotemáticas FBG – Edição 2011.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Malfertheiner P, Megraud F, O’Morain CA, Gisbert JP, Kuipers EJ, Axon AT, et al. Management of </span><i><span style="font-weight: 400;">Helicobacter pylori </span></i><span style="font-weight: 400;">infection-the Maastricht V/Florence Consensus Report. Gut. 2017;66:6-30.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Carlo A. Fallone, Naoki Chiba, Sander Veldhuyzen van Zanten, Lori Fischbach, Javier P. Gisbert, Richard H. Hunt, Nicola L. Jones, Craig Render, Grigorios I. Leontiadis, Paul Moayyedi and John K. Marshall. The Toronto Consensus for the Treatment of Helicobacter pylori Infection in Adults. Canadian Association of Gastroenterology. Gastroenterology 2016;151:51–69.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">W i l l i a m D . C h e y , M D , F A C G, Grigorios I. Leontiadis , MD, PhD, Colin W. Howden , MD, FACG a n d S t e v e n F . M o s s , M D , F A C G. ACG Clinical Guideline: Treatment of Helicobacter pylori Infection. Am J Gastroenterol 2017; 112:212–238; doi:10.1038/ajg.2016.563; published online 10 January 2017.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse o </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/"><span style="font-weight: 400;">Endoscopia Terapêutica</span></a><span style="font-weight: 400;"> para tomar contato com mais </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigos-comentados/"><span style="font-weight: 400;">artigos comentados</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntos-gerais/"><span style="font-weight: 400;">assuntos gerais</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/casos-clinicos/"><span style="font-weight: 400;">casos clínicos</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/quizes/"><span style="font-weight: 400;">quizzes</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/classificacoes/"><span style="font-weight: 400;">classificações</span></a><span style="font-weight: 400;"> e mais!</span></p>
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