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	<title>GABRIELA ALBUQUERQUE BATISTA DE ARAÚJO, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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	<title>GABRIELA ALBUQUERQUE BATISTA DE ARAÚJO, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>Você conhece a pancreatite paraduodenal (groove pancreatitis)?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[GABRIELA ALBUQUERQUE BATISTA DE ARAÚJO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 09:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trata-se de uma forma incomum de pancreatite crônica que afeta a área localizada entre&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Trata-se de uma forma incomum de pancreatite crônica que afeta a área localizada entre a parede duodenal medial, a cabeça do pâncreas e o colédoco (Figura 1). É uma causa pouco familiar para a maioria dos médicos e, portanto, geralmente subdiagnosticada [1]. Foi descrita pela primeira vez em 1970 por Potet e Duclert [2].</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitos termos são considerados sinônimos de pancreatite paraduodenal (PP), como distrofia cística duodenal, cisto de parede paraduodenal, pancreatite de sulco (</span><i><span style="font-weight: 400;">groove pancreatitis</span></i><span style="font-weight: 400;">), mioadenomatose, distrofia cística do pâncreas heterotópico e também hamartoma duodenal pancreático [1,2,3,6].</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há duas formas de apresentação:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">pura: quando as alterações fibroinflamatórias acometem exclusivamente o sulco paraduodenal, com preservação do parênquima pancreático;</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">segmentar:</span> <span style="font-weight: 400;">quando há o acometimento da porção dorsomedial da cabeça do pâncreas, com acometimento do ducto pancreático principal (DPP).</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-7716 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/06/01-1-300x217.png" alt="" width="545" height="394" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/06/01-1-300x217.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/06/01-1-768x555.png 768w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/06/01-1-585x422.png 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/06/01-1.png 925w" sizes="(max-width: 545px) 100vw, 545px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Figura 1: essa imagem mostra o sulco pancreáticoduodenal (círculos azuis), um “espaço teórico” entre a parede duodenal medial, cabeça do pâncreas e o colédoco.</span></em></p>
<h2>Epidemiologia</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Acomete majoritariamente homens caucasianos, com idade entre 40 e 50 anos, associado a histórico de alcoolismo pesado e, na maioria, concomitante a tabagismo de longa data [1,4]. A incidência não é bem estabelecida. Numa série de pacientes submetidos à pancreaticoduodenectomia por pancreatite crônica, a incidência variou de 2,7% a 24,5% [4].</span></p>
<h2>Etiologia</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É provavelmente heterogênea e multifatorial. Um mecanismo proposto sugere que o consumo de álcool e a exposição ao tabaco aumentam a viscosidade de secreções pancreáticas que levam à estase e à obstrução do ducto, ocasionando inflamação local crônica na papila menor e na área ao redor da cabeça do pâncreas, além de calcificações do ducto de Santorini. Fibrose e cicatriz resultam em estenose do colédoco e no aumento da rigidez da parede duodenal com posterior estenose [1,4].</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Úlceras pépticas também são potenciais desencadeantes associadas à forma segmentar em 41% de casos na série de Solte et al. Outros fatores incluem hipersecreção gástrica, ressecções gástricas prévias, cistos verdadeiros da parede duodenal e da cabeça do pâncreas [3,6].</span></p>
<h2>Apresentação clínica</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Dor abdominal, perda de peso importante e mais raramente pródomos de obstrução digestiva alta. Quando há acometimento do DPP, pode ocorrer diarreia, diabetes mellitus e icterícia [1,2,3,4].</span></p>
<h2>Laboratório</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As enzimas pancreáticas e hepáticas podem estar ligeiramente elevadas. Os marcadores tumorais CEA e CA 19-9 geralmente são normais [3].</span></p>
<h2>Apresentação microscópica</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os achados patológicos comuns consistem em lesões císticas tanto na submucosa duodenal quanto na muscular própria. Esses cistos podem conter fluidos claros, material granular espesso e, ocasionalmente, cálculos. As características histológicas mais comuns de PP incluem hiperplasia da glândula de Brunner, tecido pancreático heterotópico na submucosa ou na muscular própria da parede duodenal, proliferação miofibroblástica, células estromais fusiformes, macrófagos carregados de lipídios e detritos celulares granulares. Não há achado específico [3,4,10].</span></p>
<h2>Exames de Imagens</h2>
<h3><strong><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/casos-clinicos/cc-endoscopia-digestiva-alta/">Endoscopia digestiva alta</a></strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Compressão extrínseca duodenal com mucosa sobrejacente aparentemente normal.</span></p>
<h3>Tomografia computadorizada</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Na forma pura, mostra uma massa laminar, em crescente, hipodensa, entre a cabeça pancreática e <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/categoria/imagens/orgao/duodeno/">duodeno</a>, perto da papila menor. A captação tardia de contraste é observada em alguns pacientes, devido ao fluxo sanguíneo reduzido causado pela proliferação de tecido fibrótico. [3]</span></p>
<h3>Ressonância magnética (RM)</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Massa laminar no sulco hipointensa em T1 em comparação com o parênquima pancreático. Na sequência T2, pode ser hipo-iso (quadro tardio) ou ligeiramente hiperintenso (caso agudo pelo edema). Não é frequente infiltração para o retroperitônio nem o acometimento de vasos [1,3].</span></p>
<h3>Colangio-RM</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">É, atualmente, o principal recurso para visualizar o DPP e o ducto biliar comum. Revela um padrão regular, liso e suave de estreitamento da porção intrapancreática do colédoco distal, diferentemente dos casos de neoplasia [3].</span></p>
<h3>Ecoendoscopia ± biópsia (EUS)</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Ferramenta imprescindível na abordagem das lesões pancreaticobiliares. EUS localiza a anatomia exata e avalia a superfície envolvida, com a limitação que não é capaz de diferenciar infiltração e inflamação. Os achados da ecopunção podem mimetizar neoplasias, pela presença de células fusiformes abundantes ou grande número de células gigantes. Da mesma forma, área com fibrose não exclui neoplasia. Mas, em geral, EUS consegue diferenciar adenocarcinoma pancreático de PP, pela análise cito-histológica, em quase 90% dos casos [1,3,7,8,9].</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na série de Arvanitakis et al, o diagnóstico de PP foi baseado principalmente em RM e EUS, quando três sinais eram presentes:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">espessamento duodenal;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">cistos na parede duodenal;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">massa no sulco.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A presença desses três sinais demonstrou identificar corretamente a PP com uma especificidade de 88,2% [2].</span></p>
<h2>Diagnóstico diferencial</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Hamartona duodenal, tumores neuroendócrinos do sulco, principalmente, o gastrinoma, </span><span style="font-weight: 400;">tumor estromal gastrointestinal,</span><span style="font-weight: 400;"> pancreatite autoimune,</span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/casosclinicos/caso-clinico/#:~:text=Os%20primeiros%20relatos%20de%20IPMN,casos%20para%20cada%20100.000%20hab."> <span style="font-weight: 400;">neoplasia mucinosa papilar intraductal</span></a><span style="font-weight: 400;">, cisto de colédoco, colangiocarcinoma distal, carcinoma duodenal, divertículo periampular, metástase ampular e pancreatite aguda com necrose ou pseudocistos.</span></p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-7999 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/06/001-300x225.png" alt="" width="526" height="394" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/06/001-300x225.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/06/001-585x439.png 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/06/001.png 758w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Imagem endoscópica mostra lesão com projeção endoluminal na segunda porção duodenal, proporcionando diminuição da luz do órgão. Imagens cedidas pelo Dr. Felipe A. Retes.</span></em></p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-8000 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/06/002-300x225.png" alt="" width="586" height="440" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/06/002-300x225.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/06/002-585x439.png 585w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/06/002.png 747w" sizes="(max-width: 586px) 100vw, 586px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Imagem endoscópica mostra lesão com projeção endoluminal na segunda porção duodenal, proporcionando diminuição da luz do órgão. Imagens cedidas pelo Dr. Felipe A. Retes.</span></em></p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/003.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13966 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/003.png" alt="" width="713" height="564" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Imagem ecográfica demonstra espessamento da parede duodenal, medindo 1.31 cm de diâmetro, com áreas císticas de permeio (setas). Imagens cedidas pelo Dr. Felipe A. Retes.</span></em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/004.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13967 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/004.png" alt="" width="736" height="595" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Imagem ecográfica demonstra espessamento da parede duodenal com áreas císticas de permeio (setas). Imagens cedidas pelo Dr. Felipe A. Retes.</span></em></p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/005.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13968 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/005.png" alt="" width="677" height="550" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Imagem ecográfica demonstra espessamento da parede duodenal, com áreas císticas de permeio. Imagens cedidas pelo Dr. Felipe A. Retes.</span></em></p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/006.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-13969 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/006.png" alt="" width="627" height="507" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Transição da mucosa duodenal normal para área espessada (seta azul). Notam-se áreas císticas de permeio (seta amarela). Imagens cedidas pelo Dr. Felipe A. Retes.</span></em></p>
<h2>Tratamento</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Arvanitakis et al. mostrou que uma abordagem gradual para o tratamento da PP é viável, eficaz e está associada a uma taxa aceitável de complicações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento dos sintomas agudos iniciais com medidas conservadoras (analgésicos, repouso pancreático e abstinência) pode ser útil a curto prazo. O uso da somatostatina demonstrou melhorar os resultados da abordagem não cirúrgica, sobretudo, na ausência de tratamento endoscópico devido à papila inacessível por compressão. Entre as desvantagens, está o alto risco de recorrência de sintomas após a interrupção do tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em relação ao tratamento endoscópico, incluem-se várias modalidades, como drenagem do ducto pancreático, dilatação da estenose duodenal e drenagem endoscópica dos cistos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Drenagem endoscópica através da papila menor melhora a dor e parece ser viável apenas no estágio inicial da doença, antes do desenvolvimento de cicatrizes graves e estenose duodenal importante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cirurgia é considerada o tratamento de escolha se sintomas refratários, nas complicações ou quando há suspeita de malignidade. A técnica de escolha é a duodenopancreatectomia cefálica ou a Técnica de Whipple [2,3,5].</span></p>
<h3><a href="https://gastropedia.com.br/gastroenterologia/insuficiencia-pancreatica-exocrina-um-olhar-alem-do-obvio/">Para saber mais sobre este tema e outros relacionados, acesse o site Gastropedia clicando aqui!</a></h3>
<h3>Como citar este artigo</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Araújo GAB. Você conhece a pancreatite paraduodenal (Groove pancreatitis)?. Endoscopia Terapêutica; 2021. Disponível em: https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/voce-conhece-a-pancreatite-paraduodenal-groove-pancreatitis</span></p>
<h3>Referências</h3>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Addeo G, Beccani D, Cozzi D, Ferrari R, Lanzetta MM, Paolantonio P, Pradella S, Miele V. Groove pancreatitis: a challenging imaging diagnosis. Gland Surg. 2019 Sep;8(Suppl 3):S178-S187. doi: 10.21037/gs.2019.04.06. PMID: 31559185; PMCID: PMC6755950.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Arvanitakis M, Rigaux J, Toussaint E, Eisendrath P, Bali MA, Matos C, Demetter P, Loi P, Closset J, Deviere J, Delhaye M. Endotherapy for paraduodenal pancreatitis: a large retrospective case series. Endoscopy. 2014 Jul;46(7):580-7. doi: 10.1055/s-0034-1365719. Epub 2014 May 16. PMID: 24839187.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pallisera-Lloveras A, Ramia-Ángel JM, Vicens-Arbona C, Cifuentes-Rodenas A. Groove pancreatitis. Rev Esp Enferm Dig. 2015 May;107(5):280-8. PMID: 25952803.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Larjani S, Bruckschwaiger VR, Stephens LA, James PD, Martel G, Mimeault R, Balaa FK, Bertens KA. Paraduodenal pancreatitis as an uncommon cause of gastric outlet obstruction: A case report and review of the literature. Int J Surg Case Rep. 2017;39:14-18. doi: 10.1016/j.ijscr.2017.07.043. Epub 2017 Jul 25. PMID: 28783521; PMCID: PMC5545816</span></li>
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</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse o </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/"><span style="font-weight: 400;">Endoscopia Terapêutica</span></a><span style="font-weight: 400;"> para tomar contato com mais </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigos-comentados/"><span style="font-weight: 400;">artigos comentados</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntos-gerais/"><span style="font-weight: 400;">assuntos gerais</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/casos-clinicos/"><span style="font-weight: 400;">casos clínicos</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/quizes/"><span style="font-weight: 400;">quizzes</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/classificacoes/"><span style="font-weight: 400;">classificações</span></a><span style="font-weight: 400;"> e mais!</span></p>
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