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	<title>Fred Olavo Aragão, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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	<title>Fred Olavo Aragão, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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		<title>Artigo Comentado &#8211; Ecoendoscopia na hipertensão portal e no seguimento de pacientes após terapia com ligadura elástica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fred Olavo Aragão]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 May 2017 09:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Comentados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As recomendações atuais para profilaxia secundária após hemorragia varicosa são a terapia endoscópica com&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigoscomentados/ecoendoscopia-ligadura-elastica/">Artigo Comentado &#8211; Ecoendoscopia na hipertensão portal e no seguimento de pacientes após terapia com ligadura elástica</a> appeared first on <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt">Endoscopia Terapeutica</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As recomendações atuais para profilaxia secundária após hemorragia varicosa são a terapia endoscópica com ligadura elástica associada ao uso oral de betabloqueadores. Apesar do tratamento endoscópico ser efetivo na erradicação das varizes, a recidiva das varizes esofágicas é frequente no primeiro ano de acompanhamento. Motivo pelo qual está indicado um seguimento endoscópico para detecção precoce da recidiva das varizes esofágicas. Entretanto, somente a análise endoscópica não é capaz de predizer esse desfecho e quais pacientes irão apresentar novo episódio de sangramento.</p>
<p>Uma vez que as varizes esofágicas são apenas a porção endoscopicamente visível da circulação colateral portossistêmica, a ecoendoscopia pode fornecer imagens anatômicas de alta resolução dos vasos colaterais ao redor do esôfago. Alguns estudos prévios correlacionaram alterações de estruturas vasculares paraesofágicas com a recidiva de varizes esofágicas, sendo as mais estudadas: a veia ázigos, o ducto torácico e as varizes paraesofágicas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2017/04/ac1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7701" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/ac1.jpg" alt="ac1" width="256" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Desenho esquemático da anatomia paraesofágica  na hipertensão portal.</p>
<p>O estudo a ser comentado foi publicado na revista <em>Gastrointestinal Endoscopy</em> em Setembro de 2016 e foi originado da minha tese de doutorado na faculdade de medicina de São Paulo (USP) que teve como orientador Dr Fauze Maluf.</p>
<p><strong>Metodologia e Objetivo</strong></p>
<ul>
<li>Estudo prospectivo em pacientes cirróticos, acima de 18 anos e após o primeiro episódio de hemorragia digestiva por varizes esofágicas;</li>
<li>A profilaxia secundária instituída foi terapia endoscópica com ligadura elástica e uso de betabloqueador por via oral;</li>
<li>Utilização da ecoendoscopia na análise do diâmetro máximo de três estruturas paraesofágicas: veia ázigos, ducto torácico e varizes paraesofágicas;</li>
<li>As análises ecoendoscópicas foram realizadas em 2 momentos: antes da terapia com ligadura elástica e após a erradicação das varizes esofágicas;</li>
<li>Correlacionar os diâmetros máximos destas estruturas com a recidiva de varizes esofágicas após 1 ano de seguimento endoscópico trimestral.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/ac2.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-7702" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/ac2.jpg" alt="ac2" width="234" height="245" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;">Visão esquemática de imagem ecoendoscópica da anatomia paraesofágica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Resultados</strong></p>
<ul>
<li>Foram encaminhados 317 pacientes para terapia endoscópica das varizes esofágicas. Dos quais, um total de 30 foram inclusos no estudo e acompanhados com endoscopia trimestral por um período de 1 ano.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/ac3.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-7703" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/ac3.jpg" alt="ac3" width="229" height="207" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Fluxograma dos pacientes do estudo</p>
<p>Com o seguimento endoscópico, foi identificada recidiva das varizes esofágicas em 17 (57%) pacientes; e não houve caso de ressangramento. Sendo os pacientes divididos em dois grupos:</p>
<ul>
<li>recidivantes</li>
<li>não recidivantes das varizes esofágicas</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2017/04/ac4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7704" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/ac4.jpg" alt="ac4" width="300" height="69" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Paciente recidivante. A: Visão endoscópica após a erradicação das varizes esofágicas; Imagem ecoendoscópica; – B: Ducto torácico (2,1 mm); C: Veia ázigos (7 mm); D: Varizes paraesofágicas (7,8 mm)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2017/04/ac5.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7705" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/ac5.jpg" alt="ac5" width="300" height="79" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Paciente não recidivante. A: Visão endoscópica após a erradicação das varizes; Imagem ecoendoscópica &#8211; B: Ducto torácico (4,2 mm); C: Veia ázigos (7,8 mm); D: Varizes paraesofágicas</p>
<p style="text-align: center;">(3,1 mm)</p>
<ul>
<li>Após análise estatística, foi observado que não houve correlação entre os diâmetros máximos da veia ázigos e do ducto torácico com a recidiva das varizes esofágicas.</li>
<li>Entretanto, o diâmetro máximo das varizes paraesofágicas foi um fator preditivo na recidiva das varizes em ambos os momentos de avaliação, antes (<em>p</em>17) e após (<em>p</em> 0.004) a terapia com ligadura elástica.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2017/04/ac6.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7706" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/ac6.jpg" alt="ac6" width="300" height="193" /></a></p>
<ul>
<li>Para determinar os melhores valores de corte para estes parâmetros, foi realizada uma curva ROC. Os valores de corte obtidos foram: 6,3 mm antes (52% de sensibilidade e 92,3% de especificidade) e 4 mm após a terapia com ligadura elástica (70,6% de sensibilidade e 84,6% de especificidade).</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2017/04/ac7.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7707" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/ac7.jpg" alt="ac7" width="300" height="158" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Curva ROC para determinação dos melhores valores de corte para o diâmetro máximo das varizes paraesofágicas</p>
<p><strong>Discussão</strong></p>
<ul>
<li>Alterações vasculares encontradas nos pacientes com hipertensão portal podem estar relacionadas a recidiva das varizes esofágicas. Desta forma, talvez seja possível individualizar o seguimento destes pacientes de acordo com estes achados.</li>
<li>O diâmetro máximo das varizes paresofágicas apresentou correlação estatística com a recidiva das varizes esofágicas em ambos os momentos de estudo. Entretanto, a análise ecoendoscópica após a terapia com ligadura elástica foi um melhor preditor, devido a um menor valor de corte (4 mm), a uma maior sensibilidade e a uma maior área sob a curva na curva ROC (AUC 0,801 vs 0,749).</li>
<li>Na maioria dos estudos prévios, não de pôde determinar qual o melhor período para avaliação ecoendoscópica. O diferencial deste estudo foi a realização de duas análises ecoendoscópicas.</li>
<li>Apesar das varizes paraesofágicas terem sido preditoras em ambos os períodos, foi sugerido que após a terapia com ligadura elástica seja um melhor momento para avaliação.</li>
<li>Outro aspecto importante desse trabalho foi que um tratamento individualizado visando especificamente as varizes paraesofágicas poderia ser proposto:
<ol>
<li>Caso uma avaliação ecoendoscópica antes da terapia com ligadura elástica evidenciasse varizes paraesofágicas maiores que 6,3 mm, uma terapia combinada de ligadura elástica e escleroterapia poderia ser proposta ao invés de ligadura elástica isolada.</li>
<li>Caso uma avaliação ecoendoscópica após a terapia com ligadura elástica evidenciasse varizes paraesofágicas maiores que 4 mm, uma escleroterapia ecoguiada diretamente nas varizes paraesofágicas poderia ser considerada. Procedimento que já foi demonstrado factível em trabalho prévio realizado no Brasil pelo Dr Gustavo Andrade de Paulo.</li>
</ol>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #008000;"><strong><a style="color: #008000;" href="http://: http://www.giejournal.org/article/S0016-5107(16)00156-5/fulltext" target="_blank" rel="noopener">Link para o artigo</a></strong></span></p>
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