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	<title>Felipe Paludo Salles, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 Jul 2022 07:43:07 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Felipe Paludo Salles, Author at Endoscopia Terapeutica</title>
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	<item>
		<title>Trivia Quiz &#8211;  Fatos e curiosidades da motilidade e esvaziamento gástrico.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciano Lenz,&#160;Bruno Martins&#160;e&#160;Felipe Paludo Salles]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 10:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Quiz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira se você sabia tudo, complete e a tabela e comente com a gente&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Confira se você sabia tudo, complete e a tabela e comente com a gente o seu desempenho!</p>
<div class="pcrstb-wrap"><table width="892">
<tbody>
<tr>
<td width="595"><strong>Pergunta</strong></td>
<td width="94"><strong>Essa foi fácil</strong></td>
<td width="85"><strong>Suspeitava</strong></td>
<td width="117"><strong>Fazia nem ideia</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="595">1.       Que o estômago normal apresenta cerca de <strong>3</strong> contrações por minutos?</td>
<td width="94"></td>
<td width="85"></td>
<td width="117"></td>
</tr>
<tr>
<td width="595">2.       Que cada peristalse elimina cerca de <strong>3</strong> ml de Quimo?</td>
<td width="94"></td>
<td width="85"></td>
<td width="117"></td>
</tr>
<tr>
<td width="595">3.       Num ritmo consistente de <strong>3</strong>kcal/min (Regrinha <strong>3/3/3</strong>).</td>
<td width="94"></td>
<td width="85"></td>
<td width="117"></td>
</tr>
<tr>
<td width="595">4.       Que o estômago apresenta um “marcapasso” que está situado entre na grande curvatura entre o fundo e o corpo proximal?</td>
<td width="94"></td>
<td width="85"></td>
<td width="117"></td>
</tr>
<tr>
<td width="595">5.       Que as células Interticiais de Cajal são os “marcapassos celulares” e responsáveis pela geração da peristalse?</td>
<td width="94"></td>
<td width="85"></td>
<td width="117"></td>
</tr>
<tr>
<td width="595">6.       Que ácidos graxos longos no duodeno estimulam a produção de colecistoquinina que provoca o relaxamento do fundo, inibe a contração no antro e aumento o tônus do piloro? (Uma boa explicação para os alimentos gordurosos terem uma digestão tão lenta)</td>
<td width="94"></td>
<td width="85"></td>
<td width="117"></td>
</tr>
<tr>
<td width="595">7.       Que a hiperglicemia (&gt; 220 mg/dl) resulta em diminuição das contrações antrais, diminuiu o esvaziamento gástrico e induz “disritmias” gástricas? (Tudo para diminuir a absorção intestinal de glicose – imagine sem isso, glicemia alta e ainda absorvendo mais!!!)</td>
<td width="94"></td>
<td width="85"></td>
<td width="117"></td>
</tr>
<tr>
<td width="595">8.       Que a velocidade de esvaziamento gástrico aumenta quando o IMC aumenta? (Isso pode ser relevante na perpetuação da obesidade)</td>
<td width="94"></td>
<td width="85"></td>
<td width="117"></td>
</tr>
<tr>
<td width="595">9.       Que a ingestão 600 ml de água provoca a sensação de estômago cheio em indivíduos saudáveis, mas que em pessoas com dispepsia funcional apenas 350 ml são suficientes para provocar essa sensação?</td>
<td width="94"></td>
<td width="85"></td>
<td width="117"></td>
</tr>
<tr>
<td width="595">10.    Que gastroparesia é definida pela cintilografia quando ocorre retenção de mais de 60% da refeição em 2 horas ou mais de 9% em 4 horas?</td>
<td width="94"></td>
<td width="85"></td>
<td width="117"></td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>E aí sabia todas? Qual pergunta te deixou mais surpreso? Qual te fez lembrar da época da faculdade? Deixe seus comentários abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Kenneth L. Koch Capítulo 50 – Gastric Neuromuscular Function and Neuromuscular Disorders. Sleisenger &amp; Fordtran’s Gastrointestinal and Liver Disease. In: Eleventh. Philadelphia: Elsevier; 2021. p. 735-763.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Hemostasia com cateter bipolar</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/hemostasia-com-cateter-bipolar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Paludo Salles]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2021 09:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paciente masculino, 78 anos, admitido por HDA. Após condutas para estabilização hemodinâmica, foi submetido&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Paciente masculino, 78 anos, admitido por HDA. Após condutas para estabilização hemodinâmica, foi submetido à </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigos-comentados/ac-endoscopia-digestiva-alta/"><span style="font-weight: 400;">endoscopia digestiva alta</span></a><span style="font-weight: 400;">. O exame demonstrou na pequena curvatura do corpo gástrico proximal uma grande úlcera com sinais de sangramento recente e coto vascular visível.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-7804 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/01-300x217.png" alt="" width="500" height="362" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/01-300x217.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/01.png 442w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-7803 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/02-300x213.png" alt="" width="504" height="358" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/02-300x213.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/02.png 445w" sizes="(max-width: 504px) 100vw, 504px" /></p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-7802 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/03-300x216.png" alt="" width="501" height="361" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/03-300x216.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/03.png 440w" sizes="(max-width: 501px) 100vw, 501px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7801 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/04-300x214.png" alt="" width="502" height="358" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/04-300x214.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/04.png 446w" sizes="(max-width: 502px) 100vw, 502px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Nesta situação, quais métodos a serem usados para hemostasia?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A escleroterapia com adrenalina era uma escolha certa. Mas, tendo em vista os melhores resultados com terapia combinada, ficou a dúvida qual o segundo método a ser utilizado. Logo ficou claro que o clipe não seria a melhor opção pois a úlcera era muito grande, com bordas endurecidas e o clipe não iria conseguir aproximar as bordas. Se o clipe fosse usado diretamente no vaso, provavelmente, não ficaria bem aderido pois a base da úlcera estava muito friável e teria o risco de aumentar a ruptura do vaso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ideia foi usar algum método térmico, sendo as opções a coagulação com plasma de argônio ou a hemostasia com cateter bipolar. O argônio não funciona bem em superfície que tem líquido, forma muitos debris que aderem ao cateter. Além disso, a coagulação é superficial e seria insuficiente para a hemostasia mais profunda para um vaso como este.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7806 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/05-300x219.png" alt="" width="500" height="365" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/05-300x219.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/05.png 442w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7805 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/06-300x215.png" alt="" width="501" height="359" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/06-300x215.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/06.png 441w" sizes="(max-width: 501px) 100vw, 501px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O cateter bipolar (<strong><em><a href="https://www.bostonscientific.com/en-US/products/probes/injection-gold-probe.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Injection Gold Probe</a><a href="https://www.bostonscientific.com/en-US/products/probes/injection-gold-probe.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> &#8211; Boston Scientific</a></em></strong>) pareceu ser a melhor opção. Esse cateter combina a possibilidade de realizar a escleroteria e a hemostasia térmica com o mesmo acessório. Foi usado através de compressão no foco exato a ser hemostasiado e com potência de 30 W no modo coagulação. O efeito imediato foi muito bom, não precisando ser aplicado novamente.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7810 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/07-300x217.png" alt="" width="503" height="364" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/07-300x217.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/07.png 439w" sizes="(max-width: 503px) 100vw, 503px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7809 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/08-300x217.png" alt="" width="505" height="365" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/08-300x217.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/08.png 447w" sizes="(max-width: 505px) 100vw, 505px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7808 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/09-300x215.png" alt="" width="500" height="358" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/09-300x215.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/09.png 453w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7807 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/10-300x215.png" alt="" width="502" height="360" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/10-300x215.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/10.png 449w" sizes="(max-width: 502px) 100vw, 502px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento foi complementado com injeção de solução de adrenalina ao redor do vaso rompido. O aspecto foi satisfatório e, após a hemostasia, não houve ressangramento imediato nem tardio.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7814 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/11-300x216.png" alt="" width="503" height="362" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/11-300x216.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/11.png 432w" sizes="(max-width: 503px) 100vw, 503px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7813 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/12-300x215.png" alt="" width="500" height="358" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/12-300x215.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/12.png 436w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7812 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/13-300x218.png" alt="" width="502" height="365" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/13-300x218.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/13.png 429w" sizes="(max-width: 502px) 100vw, 502px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7811 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/14-300x214.png" alt="" width="504" height="360" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/14-300x214.png 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/14.png 434w" sizes="(max-width: 504px) 100vw, 504px" /></p>
<h2>Eletrocoagulação bipolar</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O cateter bipolar e o cateter multipolar geram energia térmica completando um circuito elétrico entre 2 eletrodos na ponta de uma sonda. Em contraste com o eletrocautério monopolar, o circuito é concluído localmente, por isso nenhuma base de aterramento é necessária. Como o tecido-alvo desidrata, há uma diminuição da condutividade elétrica, limitando a temperatura máxima (100 °C), profundidade e extensão da lesão do tecido. O pedal controla a entrega de energia, e a potência de saída é em watts (W). Configurações de potência máxima dependem do gerador usado, mas geralmente não excedem 50 W. A configuração padrão é 20 W.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sonda bipolar consiste em bandas alternadas de eletrodos que produzem um campo elétrico que aquece a mucosa e o vaso. Os eletrodos são revestidos com ouro para reduzir a adesividade ao tecido. As sondas são rígidas a fim de permitir que uma pressão adequada seja aplicada para comprimir e selar as paredes do vaso sangrante (“coagulação coaptiva”) enquanto a energia do campo elétrico é transmitida. A sonda pode ser usada tangencialmente ou perpendicularmente na fonte de sangramento.</span></p>
<h3></h3>
<h3></h3>
<h3><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7816 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/gold-probe-300x300.jpg" alt="" width="500" height="500" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/gold-probe-300x300.jpg 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/gold-probe-150x150.jpg 150w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/gold-probe-70x70.jpg 70w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/gold-probe.jpg 460w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></h3>
<h3><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7815 aligncenter" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/gold-probe_tip-300x300.jpg" alt="" width="511" height="511" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/gold-probe_tip-300x300.jpg 300w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/gold-probe_tip-150x150.jpg 150w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/gold-probe_tip-70x70.jpg 70w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/02/gold-probe_tip.jpg 460w" sizes="(max-width: 511px) 100vw, 511px" /></h3>
<h3>Como citar este artigo:</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Salles FP. Hemostasia com cateter bipolar. Endoscopia Terapêutica; 2021. Disponível em: https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/hemostasia-com-cateter-bipolar</span></p>
<h3>Referência bibliográfica</h3>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">BIANCO, Maria Antonia; ROTONDANO, Gianluca; MARMO, Riccardo; PISCOPO, Roberto; ORSINI, Luigi; CIPOLLETTA, Livio. Combined epinephrine and bipolar probe coagulation vs. bipolar probe coagulation alone for bleeding peptic ulcer: a randomized, controlled trial. Gastrointestinal Endoscopy, [S.L.], v. 60, n. 6, p. 910-915, dez. 2004. Elsevier BV. </span><a href="http://dx.doi.org/10.1016/s0016-5107(04)02232-1"><span style="font-weight: 400;">http://dx.doi.org/10.1016/s0016-5107(04)02232-1</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">MORRIS, Marcia L; TUCKER, Robert D; BARON, Todd H; SONG, Louis M Wong Kee. Electrosurgery in Gastrointestinal Endoscopy: principles to practice. The American Journal Of Gastroenterology, [S.L.], v. 104, n. 6, p. 1563-1574, 21 abr. 2009. Ovid Technologies (Wolters Kluwer Health). </span><a href="http://dx.doi.org/10.1038/ajg.2009.1"><span style="font-weight: 400;">http://dx.doi.org/10.1038/ajg.2009.1</span></a></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">PARSI, Mansour A.; SCHULMAN, Allison R.; ASLANIAN, Harry R.; BHUTANI, Manoop S.; KRISHNAN, Kuman; LICHTENSTEIN, David R.; MELSON, Joshua; NAVANEETHAN, Udayakumar; PANNALA, Rahul; SETHI, Amrita. Devices for endoscopic hemostasis of nonvariceal GI bleeding (with videos). Videogie, [S.L.], v. 4, n. 7, p. 285-299, jul. 2019. Elsevier BV. </span><a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.vgie.2019.02.004"><span style="font-weight: 400;">http://dx.doi.org/10.1016/j.vgie.2019.02.004</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">CONWAY, Jason D.; ADLER, Douglas G.; DIEHL, David L.; FARRAYE, Francis A.; KANTSEVOY, Sergey V.; KAUL, Vivek; KETHU, Sripathi R.; KWON, Richard S.; MAMULA, Petar; RODRIGUEZ, Sarah A.. Endoscopic hemostatic devices. Gastrointestinal Endoscopy, [S.L.], v. 69, n. 6, p. 987-996, maio 2009. Elsevier BV. http://dx.doi.org/10.1016/j.gie.2008.12.251.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse o </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/"><span style="font-weight: 400;">Endoscopia Terapêutica</span></a><span style="font-weight: 400;"> para tomar contato com mais </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigos-comentados/"><span style="font-weight: 400;">artigos comentados</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntos-gerais/"><span style="font-weight: 400;">assuntos gerais</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/casos-clinicos/"><span style="font-weight: 400;">casos clínicos</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/quizes/"><span style="font-weight: 400;">quizzes</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/classificacoes/"><span style="font-weight: 400;">classificações</span></a><span style="font-weight: 400;"> e mais!</span></p>
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		<title>Sobre este achado em segunda porção duodenal</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/quiz/sobre-este-achado-em-segunda-porcao-duodenal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Paludo Salles]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2020 09:48:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Quiz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Paciente do sexo masculino, 74 anos, apresenta dor progressiva em andar superior do&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Paciente do sexo masculino, 74 anos, apresenta dor progressiva em andar superior do abdome e ligeira distensão. Nega sintomas sistêmicos.</p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/09/JORGE-TRIZOTTI_168823_14.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10671" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/09/JORGE-TRIZOTTI_168823_14.jpg" alt="" width="1280" height="1024" /></a> <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/09/JORGE-TRIZOTTI_168823_21.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10672" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/09/JORGE-TRIZOTTI_168823_21.jpg" alt="" width="1280" height="1024" /></a> <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/09/JORGE-TRIZOTTI_168823_29.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10673" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/09/JORGE-TRIZOTTI_168823_29.jpg" alt="" width="1280" height="1024" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>À microscopia, as vilosidades duodenais estão alargadas por acúmulo de material amorfo eosinofílico com escassas células estreladas de permeio. O realce desses depósitos foi positivo à coloração Vermelho-Congo.</p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/09/11111111111.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10675" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/09/11111111111.jpg" alt="" width="2082" height="1560" /></a> <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/09/22222222222222222222.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10674" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/09/22222222222222222222.jpg" alt="" width="2082" height="1567" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
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		<title>QUIZ! Qual seria a sua conduta nesta lesão no ceco?</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/quiz/qual-seria-a-sua-conduta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Paludo Salles]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Aug 2018 08:41:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Quiz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paciente de 43 anos submetido a colonoscopia para rastreamento que demostrou a seguinte lesão&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Paciente de 43 anos submetido a colonoscopia para rastreamento que demostrou a seguinte lesão no ceco na região do óstio apendicular.</p>
<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
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		<title>QUIZ! Sobre o achado esofágico</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/quiz/sobre-o-achado-esofagico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Paludo Salles]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jul 2018 08:51:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Quiz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Paciente com odinofagia e dor retroesternal submetido a endoscopia digestiva alta com os&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<h5>Paciente com odinofagia e dor retroesternal submetido a endoscopia digestiva alta com os achados abaixo:</h5>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2018/07/2.jpg" rel="lightbox[9141] prettyPhoto[image-9141]" data-=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9142" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2018/07/2.jpg" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2018/07/2.jpg 640w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2018/07/2-300x225.jpg 300w" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2018/07/3.jpg" rel="lightbox[9141] prettyPhoto[image-9141]" data-=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9143" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2018/07/3.jpg" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2018/07/3.jpg 640w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2018/07/3-300x225.jpg 300w" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2018/07/4.jpg" rel="lightbox[9141] prettyPhoto[image-9141]" data-=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9144" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2018/07/4.jpg" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" srcset="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2018/07/4.jpg 640w, https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2018/07/4-300x225.jpg 300w" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>

<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quem pode auxiliar o endoscopista na realização de biópsias?</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/quiz/quanto-ao-parecer-do-cfm/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Paludo Salles]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2017 08:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Quiz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quanto ao parecer do CFM 30/2017: &#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"></h1>
<h1 style="text-align: center;">Quanto ao parecer do CFM 30/2017:</h1>
<p>&nbsp;</p>
<p><code class="wpvq-shortcode-quiz"></code></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Esofagite erosiva é suficiente para o diagnóstico de DRGE?</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigoscomentados/esofagite-erosiva-e-suficiente-para-diagnostico-de-drge/</link>
					<comments>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigoscomentados/esofagite-erosiva-e-suficiente-para-diagnostico-de-drge/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Paludo Salles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2017 08:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Comentados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; INTRODUÇÃO A DRGE é a patologia gastrointestinal mais frequente nos EUA,&#160; manifesta-se tipicamente&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigoscomentados/esofagite-erosiva-e-suficiente-para-diagnostico-de-drge/">Esofagite erosiva é suficiente para o diagnóstico de DRGE?</a> appeared first on <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt">Endoscopia Terapeutica</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong>INTRODUÇÃO</strong></p>
<p>A DRGE é a patologia gastrointestinal mais frequente nos EUA,&nbsp; manifesta-se tipicamente com pirose e regurgitação, e pode estar associada a esofagite erosiva e Barrett.</p>
<p>A única etiologia conhecida para Barrett é a DRGE, logo a presença de esôfago de Barrett confirma o diagnóstico de DRGE. Em contraste, existem outras etiologias além da DRGE que podem causar esofagite erosiva, como : infecções, impactação de medicamentos e alterações inflamatórias.</p>
<p>O desenvolvimento e a severidade da <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/classificacao/classificacao-de-los-angeles-2/">esofagite erosiva</a> tem relação com o pH do refluxato, bem com o tempo de exposição deste no esôfago. No passado, alguns endoscopistas e algumas classificações descreviam algumas alterações como eritema, edema e friabilidade da mucosa com esofagite grau I. Atualmente, sabe-se que a presença de erosão é fundamental para o diagnóstico de esofagite, sendo a classificação de Los Angeles (LA) a mais utilizada para esta graduação.</p>
<p>O resultado da cirurgia antirefluxo está diretamente ligada a certeza diagnóstica da DRGE, tendo melhor resposta nos pacientes com sintomas tipicos, boa resposta ao tratamento clinico e pHmetria positiva para refluxo ácido.</p>
<p><strong>OBJETIVO</strong></p>
<p>O objetivo deste estudo é determinar com que frequência os graus da esofagite se correlacionam com a alteração na pHmetria, e em que grau (de acordo com a classificação de Los Angeles) não seria necessário realizar pHmetria antes da cirurgia antirefluxo.</p>
<p><strong>METODOLOGIA</strong></p>
<p>Realizada análise retrospectiva para identificação de todos os pacientes com esofagite erosiva em endoscopias realizadas entre junho 2014 e junho de 2016.</p>
<p>Foram incluídos no trabalho os pacientes que haviam sido categorizados pela classificação de Los Angeles e que tinham sido submetidos à pHmetria de 24hs sem o uso de antiácidos.</p>
<p>Foram excluídos os pacientes com diagnóstico de dismotilidade esofageana ou Barrett confirmado.</p>
<p><strong>RESULTADOS</strong></p>
<p>Foram incluidos 56 pacientes para análise, sendo 26 do sexo masculino e 30 feminino. O grau de esofagite foi classificado em LA A em 19,&nbsp; LA B em 20, LA C em 25&nbsp; e&nbsp; LA D em 2 pacientes. Resultado de pHmetria alterada em 47 (84%) dos pacientes. Todos os pacientes do LA C e D apresentaram pHmetria alterada para refluxo ácido. Pirose foi a queixa mais comum nos pacientes com LA A e B. Nos pacientes com LA C e D a queixa mais comum foi regurgitação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos pacientes com LA A&nbsp; e&nbsp; B, a presença de hérnia hiatal (independente do tamanho),&nbsp; aumentou em 8x a chance de pHmetria alterada para refluxo ácido.</p>
<p><strong>DISCUSSÃO</strong></p>
<p>A DRGE possui alta prevalência e seu tratamento é realizado de forma clínica ou cirúrgica. A indicação cirúrgica pode vir a aumentar após preocupações recentes sobre o uso crônico de IBP, que tem feito&nbsp;muitos pacientes optarem por esta opção de tratamento. Para uma boa resposta ao tratamento cirúrgico a confirmação diagnóstica de DRGE.</p>
<p>Pacientes com esofagite LA C e D possuem em sua totalidade alterações na pHmetria, sendo que nestes a realização da pHmetria não é necessária antes da cirurgia. Em contraste os pacientes com esofagite LA A e B as alterações na pHmetria não foram vistas em cerca de 20% dos casos, sendo que estes pacientes apesar de terem esofagite erosiva podem não ter o diagnóstico confirmado de DRGE.</p>
<p>Mais estudos são necessários para a confirmação destes dados e também para a estratificação dos pacientes com esofagite LA A e B em subgrupos com maior chance de para alterações patológicas na pHmetria e boa resposta ao tratamento cirúrgico.</p>
<p><strong><a href="https://link.springer.com/article/10.1007%2Fs11605-017-3554-3" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CLIQUE AQUI PARA LINK DO ARTIGO ORIGINAL</a></strong></p>
<div class="MainTitleSection">&nbsp;<strong>Confira também:</strong> <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/classificacao/classificacao-de-los-angeles-2/">O que é esofagite erosiva grau A de Los Angeles?</a> <b>| </b><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/impedanciophmetria/">DRGE é fácil de ser diagnosticada?</a></div>
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			</item>
		<item>
		<title>DRGE é fácil de ser diagnosticada?</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/impedanciophmetria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Paludo Salles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 08:38:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A discussão sobre doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é ampla e envolve fatores de prevalência (ambientais, genéticos, culturais), fisiopatológicos (relaxamento do EEI, hipotonia do EEI), sintomatologia (típicos, atípicos), apresentação (erosiva, não erosiva), tipo de refluxato (ácido, não ácido, gasoso), tratamento (clínico,cirúrgico,endoscópico).</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A discussão sobre doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é ampla e envolve fatores de prevalência (ambientais, genéticos, culturais), fisiopatológicos (relaxamento do EEI, hipotonia do EEI), sintomatologia (típicos, atípicos), apresentação (erosiva, não erosiva), tipo de refluxato (ácido, não ácido, gasoso), tratamento (clínico,cirúrgico,endoscópico).</p>
<p>O objetivo deste post é dar um enfoque ao diagnóstico da DRGE. Atualmente para o diagnóstico é necessário que além da sintomatologia, deve-se ter alteração ao menos em um método diagnóstico. O conceito anterior que bastava ter sintomatologia mais de 2 vezes por semana por mais de 4-8 semanas não é suficiente, pois gera uma certeza diagnóstica de apenas 40%.</p>
<p>A doença do refluxo gastroesofageano (DRGE) tem uma prevalência de cerca de 12- 20% em nosso meio. Pode ser classificada pelas suas manifestações como:</p>
<ul>
<li>Típica: pirose e regurgitação</li>
<li>Atípica: epigastralgia, distensão abdominal, eructação, empachamento, otalgia, laringite, tosse crônica, asma, erosão dentária</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de comum e com tratamento relativamente fácil na maioria dos casos, o diagnóstico de DRGE não é tão simples. Isto porque não existe método diagnóstico com 100% de acurácia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>MÉTODOS DIAGNÓSTICOS:</strong></h2>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Teste terapêutico com IBP</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Realizado geralmente através do uso de IBP em dose plena para DRGE por 4 semanas (não existe uma boa padronização nos estudos sobre dose e tempo a ser utilizado). Possui uma sensibilidade diagnóstica de cerca de 70% e pode ser realizado em pacientes com sintomas típicos e que não possuem sinais de alarme, porém tem baixa especificidade.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Deve-se lembrar que alguns pacientes com pirose funcional respondem ao uso de IBP através de efeito placebo, o que gera um falso positivo ao teste terapêutico, e também influencia no resultado do teste diagnóstico.</strong></p>
<p>Problemas relacionados ao próprio medicamento também devem ser considerados (paciente com DRGE resistente ao IBP, falha na adesão, medicamento de baixa qualidade).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Endoscopia digestiva alta</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Geralmente é o primeiro método diagnóstico utilizado para diagnosticar DRGE. A endoscopia deve ser realizada preferencialmente antes do inicio do IBP, pois assim a classificação entre DRGE erosiva e não erosiva pode ser realizada de forma mais fidedigna.</p>
<p>A endoscopia digestiva além de avaliar a presença de <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/classificacao/classificacao-de-los-angeles-2/">esofagite erosiva</a>, achado de alta especificidade para DRGE, pode também observar suas eventuais complicações (ex: úlceras, estenoses, Barrett).</p>
<p>Porém a sensibilidade diagnóstica da EDA é baixa, cerca de 40-50% nos pacientes com sintomas típicos e apenas 20-30% nos pacientes com sintomas atípicos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Observa-se assim que a maioria dos pacientes com DRGE não apresentam alterações na endoscopia digestiva alta</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/esofagite-erosiva-por-doenca-do-refluxo/</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Manometria esofágica</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A manometria na DRGE é fundamental para definir o posicionamento do cateter do exame de pHmetria, que deve ficar 5cm acima do esfíncter esofágico inferior. Medidas fixas ou cálculos baseados na altura do paciente não são fidedignos para a realização da pHmetria.</strong></p>
<p>Também tem como objetivo fazer o diagnóstico diferencial com outras patologias como acalásia e distúrbios motores do esôfago que podem gerar sintomas semelhantes de DRGE. A manometria de alta resolução possui vantagens diagnósticas e de conforto ao paciente em relação a manometria convencional porém tem um custo muito superior em nosso meio.</p>
<p><strong> </strong></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="X7GAfrl00u"><p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/manometria-esofagica-de-alta-resolucao/">Manometria esofágica de alta resolução: principais vantagens em relação à convencional e uma breve interpretação da classificação de Chicago</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Manometria esofágica de alta resolução: principais vantagens em relação à convencional e uma breve interpretação da classificação de Chicago&#8221; &#8212; Endoscopia Terapeutica" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/manometria-esofagica-de-alta-resolucao/embed/#?secret=iJGaS6HVai#?secret=X7GAfrl00u" data-secret="X7GAfrl00u" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>pHmetria convencional de 24hs</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Indicado para diagnosticar pacientes que apresentam sintomatologia de DRGE que não possuem alterações na endoscopia. É um método examinador dependente e só tem validade se a colocação da sonda tiver sido orientada pelo exame de manometria esofágica.</p>
<p>Através deste método pode-se estudar melhor o paciente, avaliando a posição onde ocorrem os refluxos (supino x ortostático), o alcance do refluxato ácido (proximal x distal) e a relação dos refluxos com a sintomatologia do paciente (índices como IS e PAS).</p>
<p>A phmetria convencional de 24hs possui uma sensibilidade diagnóstica de cerca de 90% nos pacientes com sintomas típico de DRGE.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Pacientes com sintomas típicos e sem erosão na endoscopia (que são os que mais realizarão a phmetria sem uso de IBP)  apresentam na phmetria convencional sensibilidade e especificidade de cerca de 90% para o diagnóstico de DRGE por refluxos ácidos. </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para pacientes com sintomas atípicos, a sensibilidade é de cerca de 30-40% e a especificidade de cerca de 20-30% mesmos com uso de sonda de dois canais (sendo o proximal localizado na faringe). Importante salientar que a maioria (70%) dos sintomas atípicos ocorrem independentemente dos refluxos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8050" style="width: 1898px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/DEITAR-X-DORMIR.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-8050" class="wp-image-8050 size-full" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/DEITAR-X-DORMIR.jpg" alt="pHmetria convencional de 24hs" width="1888" height="836" /></a><p id="caption-attachment-8050" class="wp-caption-text">Traçado azul: sensor proximal, localizado junto ao esfíncter esofágico superior. Traçado verde: sensor distal, localizado 5cm acima do esfíncter esofágico inferior. Área em branco: posição ortostática. Área em amarelo: posição supino. Área em azul: período de alimentação. Linha tracejada: horário que ocorreu algum sintoma.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pHmetria convencional tem pouco valor diagnóstico na vigência de IBP, pois nesta situação os refluxos que ocorrem são não acido e não podem ser mensurados, fazendo com que o exame seja normal em mais de 90% dos casos.</p>
<p>Quando a pHmetria convencional realizada na vigência de IBP tem um resultado positivo para refluxo isto mostra uma supressão ácida ineficaz onde deve-se considerar aderência ao tratamento, a dose utilizada e até mesmo a qualidade do medicamento usado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8051" style="width: 1327px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/PHMETRIA-EM-USO-DE-IBP-AUSENCIA-DE-REFLUXO.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-8051" class="wp-image-8051 size-full" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/PHMETRIA-EM-USO-DE-IBP-AUSENCIA-DE-REFLUXO.jpg" alt="Ausência de refluxo gastroesofágico ácido proximal e distal" width="1317" height="518" /></a><p id="caption-attachment-8051" class="wp-caption-text">Ausência de refluxo gastroesofágico ácido proximal e distal</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>pHmetria por cápsula</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Colocada via endoscopia a 6 cm acima da transição esofagogástrica. Pelo maior conforto permite a avaliação por 48hs. Por ser mais discreta possibilita que o paciente mantenha a sua rotina normal de trabalho e atividades sem se preocupar com a sonda nasal do exame tradicional. Possui uma acurácia diagnóstica semelhante a pHmetria convencional com sensibilidade maior de 90% nos pacientes com DRGE erosiva e de 60% nos pacientes com DRGE não erosiva.  Apesar de algumas vantagens possui alto custo que praticamente inviabiliza seu uso em nosso meio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>
<h3><strong>Impedâncio pHmetria</strong></h3>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Tem a vantagem de avaliar a presença de refluxo ácido e não ácido (liquido ou gasoso),  por isto atualmente é considerada como Gold Standard para o diagnóstico de DRGE.</strong></p>
<p>Indicado para pacientes com sintomas de DRGE mas que não apresentam alterações na EDA e na pHmetria convencional, onde possui uma sensibilidade e especificidade de cerca de mais de 90% em pacientes com sintomas típicos, onde há predominância de refluxos ácidos. A presença patológica de refluxos, principalmente se houver associação dos sintomas, é um preditor positivo de resposta ao uso de IBP.</p>
<p>Outra indicação é avaliação de refluxo em pacientes em tratamento com IBP mas que não respondem adequadamente aos mesmos. A impedâncio realizada na vigência de IBP mostra a presença de refluxo não ácido em cerca de 40% e de refluxo ácido (escape ácido) em 10% dos pacientes. Nestes casos a positividade no exame é um fator preditivo de boa resposta ao tratamento cirúrgico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Cerca de 30% dos pacientes com DRGE continuam com sintomas típicos mesmo fazendo uso de IBP adequadamente</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em pacientes com sintomas atípicos a impedanciophmetria tem uma sensibilidade diagnóstica de cerca de 70%, sendo um bom método diagnóstico para esta investigação ao contrário da pHmetria convencional. Esta sensibilidade é maior pois os sintomas atípicos estão mais relacionados com refluxos não ácidos que não podem ser visualizados na pHmetria convencional.</p>
<p>Em pacientes com refluxo faringolaringeo a impedancioPHmetria tem valor preditivo de resposta ao IBP. Os pacientes que apresentam alteração no exame respondem bem ao tratamento com IBP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8052" style="width: 958px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/impednacio-refluxo-acido-e-nao-acido.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-8052" class="wp-image-8052 size-full" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/impednacio-refluxo-acido-e-nao-acido.png" alt="1- Refluxo não ácido. 2- Refluxo ácido. Observar a queda do pH no sensor da pHmetria (pH1)." width="948" height="856" /></a><p id="caption-attachment-8052" class="wp-caption-text">1- Refluxo não ácido. 2- Refluxo ácido. Observar a queda do pH no sensor da pHmetria (pH1).</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8053" style="width: 911px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/impedancio-refluxo-acido.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-8053" class="wp-image-8053 size-full" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/impedancio-refluxo-acido.png" alt="Refluxo ácido. Ascensão retrógrada com queda do pH." width="901" height="850" /></a><p id="caption-attachment-8053" class="wp-caption-text">Refluxo ácido. Ascensão retrógrada com queda do pH.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8054" style="width: 979px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/impedancio-refluxo-nao-acido.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-8054" class="wp-image-8054 size-full" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/impedancio-refluxo-nao-acido.png" alt="Refluxo levemente ácido. Observe a queda do pH porém não abaixo de 4." width="969" height="854" /></a><p id="caption-attachment-8054" class="wp-caption-text">Refluxo levemente ácido. Observe a queda do pH porém não abaixo de 4.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segue abaixo um fluxograma simples para investigação e tratamento de DRGE:</p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/11111111111111111111111111111111111111.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-8063 size-full" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/11111111111111111111111111111111111111.png" alt="fluxograma simples para investigação e tratamento de DRGE:" width="1101" height="779" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se toda a investigação diagnóstica for negativa exclui-se o diagnóstico de DRGE e o tratamento com IBP deve ser suspenso. A investigação deve ser continuada para os diagnósticos diferencias como <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/esofagite-eosinofilica-criterios-diagnosticos/" target="_blank" rel="noopener">esofagite eosinofílica</a>, acalásia, gastroparesia, síndrome de ruminação. Se esta investigação também for negativa deve-se atribuir os sintomas a um quadro funcional onde podem ser utilizados antidepressivos tricíclicos ou ISRS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Referências</strong>:</h2>
<ol>
<li>Ates F, Francis DO, Vaezi MF. Refractory gastroesophageal reflux disease: advances and treatment. Expert Rev Gastroenterol Hepatol. 2014;8(6):657–67.</li>
<li>Scarpellini E, Ang D, Pauwels A, De Santis A, Vanuytsel T, Tack J. Management of refractory typical GERD symptoms. Nat Rev Gastroenterol Hepatol [Internet]. 2016;13(5):281–94. Available from: http://www.nature.com/doifinder/10.1038/nrgastro.2016.50</li>
<li>Nennstiel S, Andrea M, Abdelhafez M, Haller B, Schmid RM, Bajbouj M, et al. pH/multichannel impedance monitoring in patients with laryngo-pharyngeal reflux symptoms ? Prediction of therapy response in long-term follow-up. Arab J Gastroenterol [Internet]. Pan-Arab Association of Gastroenterology; 2016;17(3):8–11. Available from: http://dx.doi.org/10.1016/j.ajg.2016.08.007</li>
<li>Endoscopia D De, Brasileira M. Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva. 2011;(11):1–6.</li>
<li>Villa N, Vela MF. Impedance-pH Testing. Gastroenterol Clin North Am [Internet]. Elsevier Inc; 2013;42(1):17–26. Available from: http://dx.doi.org/10.1016/j.gtc.2012.11.003</li>
<li>Frazzoni M, de Bortoli N, Frazzoni L, Tolone S, Savarino V, Savarino E. Impedance-pH Monitoring for Diagnosis of Reflux Disease: New Perspectives. Dig Dis Sci. Springer US; 2017;1–9.</li>
<li>de Bortoli N, Ottonello A, Zerbib F, Sifrim D, Gyawali CP, Savarino E. Between GERD and NERD: the relevance of weakly acidic reflux. Ann N Y Acad Sci. 2016;1380(1):218–29.</li>
<li>Vela MF. Diagnostic Work-Up of GERD. Gastrointest Endosc Clin N Am [Internet]. Elsevier Inc; 2014;24(4):655–66. Available from: http://dx.doi.org/10.1016/j.giec.2014.07.002</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Sobre litíase biliar é incorreto afirmar:</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/quiz/sobre-os-calculos-de-via-biliar-e-incorreto-afirmar/</link>
					<comments>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/quiz/sobre-os-calculos-de-via-biliar-e-incorreto-afirmar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Paludo Salles]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2017 09:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Quiz]]></category>
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		<title>Tumor de células granulares do esôfago</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Paludo Salles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2017 09:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descrito inicialmente em 1926 por Abrikosoff&#160; como “Mioblastoma de células granulares”. Tumor originado do&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Descrito inicialmente em 1926 por Abrikosoff&nbsp; como “Mioblastoma de células granulares”. Tumor originado do tecido neural, das células de Schwann que fazem parte do plexo neuronal da submucosa esofágica. Apresenta-se com tumor solitário em 90%, mas pode haver lesões multifocais&nbsp;em 10% dos casos. Maior acometimento dos 40 aos 60 anos.</p>
<p>Locais mais comuns:</p>
<ul>
<li>Língua (40%), pele (30%), mama (15%) e trato respiratório (10%)</li>
<li>Acometimento do TGI em apenas 8% dos tumores de células granulares</li>
<li>No TGI o esôfago é sítio mais comum de localização(30-60%), &nbsp;mas mesmo assim muito raro, correspondendo apenas a 2% de todos os tumores de células granulares</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Localização no esôfago: cervical (5-15%), médio (18-20%), distal (65-75%)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diagnóstico:</strong></p>
<p>Assintomáticos</p>
<p>Sintomáticos:&nbsp; disfagia,&nbsp;dor retroesternal,&nbsp;regurgitação</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>EDA:&nbsp; lesão subepitelial, elevada, séssil, nodular ou em placa, branco-amarelada, superfície lisa ou levemente irregular, de consistência fibroelástica</p>
<p>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/tumor-de-celulas-granulares/</p>
<p>Histologia: imunohistoquímica positiva para S-100 e para enolase neuroespecífica</p>
<p>Ecoendoscopia:&nbsp;&nbsp; avalia profundidade,&nbsp; tamanho e&nbsp; invasão muscular própria. Achados: &nbsp;geralmente localizado até 3ª camada (submucosa), lesão bem delimitada, hipoecogênica.</p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/miniprobe.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-7410" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/miniprobe.png" alt="miniprobe" width="846" height="349"></a></p>
<p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/eus.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-7411" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/wp-content/uploads/2021/08/eus.png" alt="eus" width="840" height="345"></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diagnóstico diferencial:</strong></p>
<p>Leiomioma: positivo para SMA e desmina</p>
<p>GIST: raros no esôfago, positivo para CD117 e CD34</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Prognóstico</strong></p>
<p>Lesões benignas</p>
<p>Menos de 2% com degeneração para malignidade</p>
<p>Sinais de mau prognóstico: recorrência local, &nbsp;crescimento rápido, &gt; 4 cm, padrão histológico, metástase</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Classificação de Fanburg-Smith de malignização:</strong></p>
<ul>
<li>aumento da relação núcleo / citoplasma</li>
<li>pleomorfismo nuclear</li>
<li>núcleo vesicular com nucléolo proeminente</li>
<li>necrose tumoral</li>
<li>índice mitótico aumentado (&gt; 2 por campo de grande aumento)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Maligno: se tiver 3 ou mais dos critérios</p>
<p>Atípico: se tiver 1 ou 2 critérios</p>
<p>Benigno: sem nenhum dos critérios acima</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conduta:</strong></p>
<p>Seguimento – EDA com biópsia anual em tumores menores que 10mm e assintomáticos</p>
<p>Indicação de tratamento: pacientes sintomáticos, lesão maior que 1 cm, crescimento rápido, suspeita de malignidade</p>
<p>Tratamento endoscópico: tumores pequenos (&lt; 2cm), sem invasão da muscular própria</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="1VRYTPPFG2"><p><a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/video/reseccao-de-tumor-de-celulas-granulares/">Resecção de tumor de células granulares</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Resecção de tumor de células granulares&#8221; &#8212; Endoscopia Terapeutica" src="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/video/reseccao-de-tumor-de-celulas-granulares/embed/#?secret=AQpPB2eMfZ#?secret=1VRYTPPFG2" data-secret="1VRYTPPFG2" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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