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	Comentários sobre: Utilização de Agentes de Contraste Ultrassonográficos (microbolhas) no diagnóstico diferencial de lesões pancreáticas avaliadas por ecoendoscopia	</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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		Por: Manoel Cardoso		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/utilizacao-de-agentes-de-contraste-ultrassonograficos-microbolhas-no-diagnostico-diferencial-de-lesoes-pancreaticas-avaliadas-por-ecoendoscopia/#comment-867</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manoel Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jul 2018 02:24:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Observação pertinente e de difícil resposta Renzo. Realmente por enquanto a utilização do agente de contraste não alterou a conduta nos meus casos. Acabei puncionando os pacientes para chegar ao diagnóstico. 
O contraste acaba aumentando o custo do exame, porém o custo não é absurdo para quem tem o equipamento que conta com software de imagem harmônica - cobro um acréscimo de RS 400,00 no exame esclarecendo para os pacientes que isso não irá alterar a necessidade da punção e isso realmente faz com que a maioria acabe não querendo que se realize o estudo contrastado.
Quanto ao papel que o contraste ultrassonográfico terá no futuro, penso que eventualmente ele possa em combinação com outras tecnologias e com mais estudos melhor caracterizar lesões e talvez dispensar punções em alguns casos.  Também penso que será um auxílio no direcionamento das biópsias à tecidos viáveis para análise histológica principalmente nas lesões heterogêneas e sólido-císticas. Outra aplicação que imagino para o futuro seria  auxiliando no rastreamento de lesões pancreáticas, realçando áreas hipo ou hipercaptantes de pequenas dimensões. Vejo sim a possibilidade destes agentes serem ferramentas disponíveis para serviços fora de centros de pesquisa, porém apenas se o  Sonovue for regulamentado para lesões pancreáticas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Observação pertinente e de difícil resposta Renzo. Realmente por enquanto a utilização do agente de contraste não alterou a conduta nos meus casos. Acabei puncionando os pacientes para chegar ao diagnóstico.<br />
O contraste acaba aumentando o custo do exame, porém o custo não é absurdo para quem tem o equipamento que conta com software de imagem harmônica &#8211; cobro um acréscimo de RS 400,00 no exame esclarecendo para os pacientes que isso não irá alterar a necessidade da punção e isso realmente faz com que a maioria acabe não querendo que se realize o estudo contrastado.<br />
Quanto ao papel que o contraste ultrassonográfico terá no futuro, penso que eventualmente ele possa em combinação com outras tecnologias e com mais estudos melhor caracterizar lesões e talvez dispensar punções em alguns casos.  Também penso que será um auxílio no direcionamento das biópsias à tecidos viáveis para análise histológica principalmente nas lesões heterogêneas e sólido-císticas. Outra aplicação que imagino para o futuro seria  auxiliando no rastreamento de lesões pancreáticas, realçando áreas hipo ou hipercaptantes de pequenas dimensões. Vejo sim a possibilidade destes agentes serem ferramentas disponíveis para serviços fora de centros de pesquisa, porém apenas se o  Sonovue for regulamentado para lesões pancreáticas.</p>
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		Por: Renzo Feitosa Ruiz		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/utilizacao-de-agentes-de-contraste-ultrassonograficos-microbolhas-no-diagnostico-diferencial-de-lesoes-pancreaticas-avaliadas-por-ecoendoscopia/#comment-866</link>

		<dc:creator><![CDATA[Renzo Feitosa Ruiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2018 15:48:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá, Manoel. Ótimo post ! Parabéns !!! Minha pergunta tem um cunho prático.  Como você mesmo citou, o Sonovue ainda não está regulamentado para uso em lesões pancreáticas, portanto em casos em que haja eventualmente uma complicação o médico executor se responsabilizará.  Notei ainda, que na maioria das vezes não mudou a conduta, ou seja, tivemos que puncionar para obtermos o diagnóstico. Obviamente a técnica de microbolhas nos dá mais detalhes sobre as características da lesão, porém aumenta o custo do exame também. Baseado nisso, você acredita que essa técnica irá se difundir a ponto de ser adotada na nossa prática diária ou se restringirá a centros de pesquisa ? Qual o papel futuro que acredita que ela desempenhará ? Abração, e mais uma vez parabéns !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Manoel. Ótimo post ! Parabéns !!! Minha pergunta tem um cunho prático.  Como você mesmo citou, o Sonovue ainda não está regulamentado para uso em lesões pancreáticas, portanto em casos em que haja eventualmente uma complicação o médico executor se responsabilizará.  Notei ainda, que na maioria das vezes não mudou a conduta, ou seja, tivemos que puncionar para obtermos o diagnóstico. Obviamente a técnica de microbolhas nos dá mais detalhes sobre as características da lesão, porém aumenta o custo do exame também. Baseado nisso, você acredita que essa técnica irá se difundir a ponto de ser adotada na nossa prática diária ou se restringirá a centros de pesquisa ? Qual o papel futuro que acredita que ela desempenhará ? Abração, e mais uma vez parabéns !</p>
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