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	Comentários sobre: Síndromes de polipose colorretal	</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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		<title>
		Por: Daniela Medeiros Milhomem Cardoso		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/sindromes-de-polipose-colorretal/#comment-857</link>

		<dc:creator><![CDATA[Daniela Medeiros Milhomem Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 May 2018 02:22:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá Felipe! Obrigada pelo comentário
Essa é uma pergunta muito interessante e a resposta não é simples até pq nem sempre esses testes estão disponíveis. Testes genéticos podem melhorar a compreensão em relação ao risco de câncer na família ou orientar exames de seguimento e prevenção. Devem ser recomendados quando temos diagnósticos de câncer colorretal em pacientes jovens e quando temos vários familiares de primeiro grau com a neoplasia.
De maneira geral um especialista em genética pode fazer uma orientação mais direcionada
Vamos tentar facilitar a coisa em algumas situações:
- Em  famílias com FAP, o rastreio de pólipos na adolescência já identifica os familiares com a mutação. 
- Na síndrome de Peutz-Jeghers há um fenótipo típico. 
- A polipose  serrilhada pode ser  suspeitada durante a colono de rastreio.
- Na síndrome de Lynch há critérios bem estabelecidos que podem facilitar a vida do médico.
- Nas demais síndromes os diagnósticos são mais complexos e mais difíceis e a ajuda de um profissional de genética é muito importante]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Felipe! Obrigada pelo comentário<br />
Essa é uma pergunta muito interessante e a resposta não é simples até pq nem sempre esses testes estão disponíveis. Testes genéticos podem melhorar a compreensão em relação ao risco de câncer na família ou orientar exames de seguimento e prevenção. Devem ser recomendados quando temos diagnósticos de câncer colorretal em pacientes jovens e quando temos vários familiares de primeiro grau com a neoplasia.<br />
De maneira geral um especialista em genética pode fazer uma orientação mais direcionada<br />
Vamos tentar facilitar a coisa em algumas situações:<br />
&#8211; Em  famílias com FAP, o rastreio de pólipos na adolescência já identifica os familiares com a mutação.<br />
&#8211; Na síndrome de Peutz-Jeghers há um fenótipo típico.<br />
&#8211; A polipose  serrilhada pode ser  suspeitada durante a colono de rastreio.<br />
&#8211; Na síndrome de Lynch há critérios bem estabelecidos que podem facilitar a vida do médico.<br />
&#8211; Nas demais síndromes os diagnósticos são mais complexos e mais difíceis e a ajuda de um profissional de genética é muito importante</p>
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		Por: Felipe Paludo Salles		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/sindromes-de-polipose-colorretal/#comment-856</link>

		<dc:creator><![CDATA[Felipe Paludo Salles]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2018 13:15:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://endoscopiaterapeutica.net/pt/uncategorized/sindromes-de-polipose-colorretal/#comment-856</guid>

					<description><![CDATA[Daniela, parabéns pelo post, ficou muito didático para um tema complexo. Gostaria de saber como fazer a investigação genética na prática clinica diária. Pois eventualmente surge a suspeita destas síndromes que muitas vezes fica difícil de fechar o diagnóstico sem a genotipagem. Abraço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daniela, parabéns pelo post, ficou muito didático para um tema complexo. Gostaria de saber como fazer a investigação genética na prática clinica diária. Pois eventualmente surge a suspeita destas síndromes que muitas vezes fica difícil de fechar o diagnóstico sem a genotipagem. Abraço</p>
]]></content:encoded>
		
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