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	Comentários sobre: Gastrite atrófica – guia prático sobre OLGA e OLGIM	</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 31 Oct 2023 00:26:28 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Thiago Zunzarren Rodrigues Machado		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/gastrite-atrofica-guia-pratico-sobre-olga-e-olgim/#comment-952</link>

		<dc:creator><![CDATA[Thiago Zunzarren Rodrigues Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Mar 2023 01:15:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente artigo, Flávio. Parabéns! Gostaria de lançar um questionamento quanto às classificações OLGA /OLGIM: considerando que as lesões pré-cancerosas (atrofia e metaplasia) do antro são menos graves do que as do corpo (não há nem mesmo recomendação de seguimento endoscópico quando isoladas), qual a sua opinião para estas classificações darem mais importância às lesões de antro? Por exemplo: uma metaplasia / atrofia severa do antro combinada com nenhuma alteração do corpo é considerada Estágio III. Por outro lado, uma metaplasia / atrofia severa do corpo combinada com nenhuma alteração do antro é considerada Estágio II.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente artigo, Flávio. Parabéns! Gostaria de lançar um questionamento quanto às classificações OLGA /OLGIM: considerando que as lesões pré-cancerosas (atrofia e metaplasia) do antro são menos graves do que as do corpo (não há nem mesmo recomendação de seguimento endoscópico quando isoladas), qual a sua opinião para estas classificações darem mais importância às lesões de antro? Por exemplo: uma metaplasia / atrofia severa do antro combinada com nenhuma alteração do corpo é considerada Estágio III. Por outro lado, uma metaplasia / atrofia severa do corpo combinada com nenhuma alteração do antro é considerada Estágio II.</p>
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		<title>
		Por: Flávio Ferreira		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/gastrite-atrofica-guia-pratico-sobre-olga-e-olgim/#comment-67</link>

		<dc:creator><![CDATA[Flávio Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Mar 2022 02:50:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelentes comentários, como sempre precisos. O trabalho original descreve o local das biópsias em parede anterior e posterior e desta forma conseguiu mostrar nitidamente a relação da atrofia mais intensa (OLGA III/IV) com câncer sendo reproduzido em outras publicações.  Estudos e guidelines mais recentes como o ESGE MAPSII atualizam a localização das biópsias para pequena e grande curvatura, citando ainda que o direcionamento das biópsias com aparelhos mais modernos de alta definição associados a cromoscopia são mais eficazes. Vale ressaltar que participaram desta publicação da ESGE outras três sociedades como a Sociedade Europeia de HP e microbiota, a Sociedade Europeia de Patologia e a Sociedade Portuguesa de Endoscopia Digestiva (SPED), validando a importância da localização das biópsias em pequena e grande curvatura. 

Gosto do debate realmente, sempre é bom. Bem, eu faço sim as biópsias, em pequena e grande curvatura, uso a cromoscopia e &quot;gasto&quot; sim meu tempo procurando metaplasia e alterações mais significativas da mucosa. Acho que devemos manter nossa humildade de não julgar que a endoscopia isoladamente é suficiente para determinar a intensidade da atrofia e portanto do risco de degeneração maligna. Temos respaldo científico de que não são todos e sim os pacientes com escores mais elevados que requerem seguimento mais próximo. Fica mais fácil ser &quot;surpreendido&quot; com áreas de displasia e câncer se conseguirmos filtrar os pacientes que devem ficar mais próximos de nós e mantermos os olhos mais abertos durante estes exames. Podemos perder horas fazendo isso ao longo de nossa vida profissional mas um diagnóstico de câncer precoce dado pode salvar uma vida. Não foi por isso que escolhemos a medicina? 
Grande abraço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelentes comentários, como sempre precisos. O trabalho original descreve o local das biópsias em parede anterior e posterior e desta forma conseguiu mostrar nitidamente a relação da atrofia mais intensa (OLGA III/IV) com câncer sendo reproduzido em outras publicações.  Estudos e guidelines mais recentes como o ESGE MAPSII atualizam a localização das biópsias para pequena e grande curvatura, citando ainda que o direcionamento das biópsias com aparelhos mais modernos de alta definição associados a cromoscopia são mais eficazes. Vale ressaltar que participaram desta publicação da ESGE outras três sociedades como a Sociedade Europeia de HP e microbiota, a Sociedade Europeia de Patologia e a Sociedade Portuguesa de Endoscopia Digestiva (SPED), validando a importância da localização das biópsias em pequena e grande curvatura. </p>
<p>Gosto do debate realmente, sempre é bom. Bem, eu faço sim as biópsias, em pequena e grande curvatura, uso a cromoscopia e &#8220;gasto&#8221; sim meu tempo procurando metaplasia e alterações mais significativas da mucosa. Acho que devemos manter nossa humildade de não julgar que a endoscopia isoladamente é suficiente para determinar a intensidade da atrofia e portanto do risco de degeneração maligna. Temos respaldo científico de que não são todos e sim os pacientes com escores mais elevados que requerem seguimento mais próximo. Fica mais fácil ser &#8220;surpreendido&#8221; com áreas de displasia e câncer se conseguirmos filtrar os pacientes que devem ficar mais próximos de nós e mantermos os olhos mais abertos durante estes exames. Podemos perder horas fazendo isso ao longo de nossa vida profissional mas um diagnóstico de câncer precoce dado pode salvar uma vida. Não foi por isso que escolhemos a medicina?<br />
Grande abraço</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Bruno Martins		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/gastrite-atrofica-guia-pratico-sobre-olga-e-olgim/#comment-66</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Mar 2022 16:02:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns pelo artigo Flávio. Vou complementar com um comentário e deixar uma pergunta: 
1. Locais das biópsias: OLGA original orienta realizar na parede anterior e posterior de corpo. Faz pouco sentido essa recomendação, visto que a progressão da linha de atrofia (linha F) ocorre pela pequena curvatura . Ou seja, poderia estar deixando de obter fragmentos de uma área atrófica de corpo. No guideline da ESGE MAPSII a orientação é realizar biópsias direcionadas (para quem tem bom aparelho e experiência) ou pelo menos bxs da pequena e grande curvatura de corpo. 
2. Você fez uma pergunta provocativa: &quot;É realmente necessário fazer essas biópsias? A avaliação endoscópica não é suficiente??&quot; - qual sua opinião? As biópsias aleatórias poderiam nos surpreender com áreas de displasia ou câncer?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo artigo Flávio. Vou complementar com um comentário e deixar uma pergunta:<br />
1. Locais das biópsias: OLGA original orienta realizar na parede anterior e posterior de corpo. Faz pouco sentido essa recomendação, visto que a progressão da linha de atrofia (linha F) ocorre pela pequena curvatura . Ou seja, poderia estar deixando de obter fragmentos de uma área atrófica de corpo. No guideline da ESGE MAPSII a orientação é realizar biópsias direcionadas (para quem tem bom aparelho e experiência) ou pelo menos bxs da pequena e grande curvatura de corpo.<br />
2. Você fez uma pergunta provocativa: &#8220;É realmente necessário fazer essas biópsias? A avaliação endoscópica não é suficiente??&#8221; &#8211; qual sua opinião? As biópsias aleatórias poderiam nos surpreender com áreas de displasia ou câncer?</p>
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