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	Comentários sobre: EUS-guided ethanol ablation for pancreatic cystic lesions	</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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		<title>
		Por: Matheus Franco		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/eus-guided-ethanol-ablation-pancreatic-cystic-lesions/#comment-878</link>

		<dc:creator><![CDATA[Matheus Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 01:55:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://endoscopiaterapeutica.net/pt/uncategorized/eus-guided-ethanol-ablation-pancreatic-cystic-lesions/#comment-878</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/eus-guided-ethanol-ablation-pancreatic-cystic-lesions/#comment-877&quot;&gt;Daniel de Alencar Macedo Dutra&lt;/a&gt;.

Olá Daniel! Eu que agradeço seu comentário. 
Os eventos adversos a curto prazo mais comuns incluem: dor abdominal, pancreatite aguda, lesão vascular e infecção. 
A maioria desses eventos adversos, segundo a literatura, é leve e auto-limitada, mas está relatada a possibilidade de complicações graves.
Minha opinião é que esse procedimento ainda deve ser reservado apenas para pacientes de protocolo de pesquisa, ou casos muito bem selecionados. 

Acredito que a principal medida para minimizar complicações é a selecão adequada dos casos, como citado no artigo acima, e por exemplo evitando os casos de IPMN por apresentarem comunicação com o ducto pancreático principal, o que eleva consideravelmente o risco de pancreatite pós-procedimento, outro exemplo é e evitar lesões exofíticas do pâncreas devido ao maior risco de vazamento peripancreático do agente ablativo. 
Abraço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/eus-guided-ethanol-ablation-pancreatic-cystic-lesions/#comment-877">Daniel de Alencar Macedo Dutra</a>.</p>
<p>Olá Daniel! Eu que agradeço seu comentário.<br />
Os eventos adversos a curto prazo mais comuns incluem: dor abdominal, pancreatite aguda, lesão vascular e infecção.<br />
A maioria desses eventos adversos, segundo a literatura, é leve e auto-limitada, mas está relatada a possibilidade de complicações graves.<br />
Minha opinião é que esse procedimento ainda deve ser reservado apenas para pacientes de protocolo de pesquisa, ou casos muito bem selecionados. </p>
<p>Acredito que a principal medida para minimizar complicações é a selecão adequada dos casos, como citado no artigo acima, e por exemplo evitando os casos de IPMN por apresentarem comunicação com o ducto pancreático principal, o que eleva consideravelmente o risco de pancreatite pós-procedimento, outro exemplo é e evitar lesões exofíticas do pâncreas devido ao maior risco de vazamento peripancreático do agente ablativo.<br />
Abraço!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Daniel de Alencar Macedo Dutra		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/eus-guided-ethanol-ablation-pancreatic-cystic-lesions/#comment-877</link>

		<dc:creator><![CDATA[Daniel de Alencar Macedo Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2019 14:28:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://endoscopiaterapeutica.net/pt/uncategorized/eus-guided-ethanol-ablation-pancreatic-cystic-lesions/#comment-877</guid>

					<description><![CDATA[Obrigado pelas informações Matheus, são de grande valia. 
Faço ecoendoscopia mas não tenho experiência com ablação com etanol.
Interessante que o artigo cita indicação para pacientes com alto risco cirurgico, mas também relata alto indice de complicações do método. 
Na sua experiência quais as principais complicações do método e o que tentar fazer para minimizar?

Um grande abraço
Daniel Dutra]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pelas informações Matheus, são de grande valia.<br />
Faço ecoendoscopia mas não tenho experiência com ablação com etanol.<br />
Interessante que o artigo cita indicação para pacientes com alto risco cirurgico, mas também relata alto indice de complicações do método.<br />
Na sua experiência quais as principais complicações do método e o que tentar fazer para minimizar?</p>
<p>Um grande abraço<br />
Daniel Dutra</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Matheus Franco		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/assuntosgerais/eus-guided-ethanol-ablation-pancreatic-cystic-lesions/#comment-872</link>

		<dc:creator><![CDATA[Matheus Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Nov 2018 02:43:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://endoscopiaterapeutica.net/pt/uncategorized/eus-guided-ethanol-ablation-pancreatic-cystic-lesions/#comment-872</guid>

					<description><![CDATA[A terapia de ablação com etanol guiada por ecoendoscopia pode ser uma alternativa promissora para pacientes com neoplasias pancreáticas, incluindo a neoplasia cística mucinosa e pequenos tumores neuroendócrinos funcionantes. Outros opções em estudo são a associação de agentes quimioterápicos (paclitaxel) ao etanol, ablação com radiofrequência e crioterapia. 
No entanto, novos estudos ainda devem ser realizados para determinar a real eficácia e segurança desse método, bem como o estabelecimento de uma padronização sobre o protocolo de tratamento, especificando a concentração e a quantidade de etanol, o método de entrega do agente ablativo, a duração e o número de lavagens, e número de sessões necessárias para otimizar a eficácia e a segurança do tratamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A terapia de ablação com etanol guiada por ecoendoscopia pode ser uma alternativa promissora para pacientes com neoplasias pancreáticas, incluindo a neoplasia cística mucinosa e pequenos tumores neuroendócrinos funcionantes. Outros opções em estudo são a associação de agentes quimioterápicos (paclitaxel) ao etanol, ablação com radiofrequência e crioterapia.<br />
No entanto, novos estudos ainda devem ser realizados para determinar a real eficácia e segurança desse método, bem como o estabelecimento de uma padronização sobre o protocolo de tratamento, especificando a concentração e a quantidade de etanol, o método de entrega do agente ablativo, a duração e o número de lavagens, e número de sessões necessárias para otimizar a eficácia e a segurança do tratamento.</p>
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