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	Comentários sobre: Artigo comentado : Indometacina retal pré procedimento universal versus pós para pacientes selecionados em CPRE. Trial multicêntrico.	</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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		Por: Bruno Medrado		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Medrado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 May 2016 01:03:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá Bruno. Obrigado pelo comentário. 
O estudo em questão está realmente interessante de ser lido pelo grande resumo contido nele referente ao tema, além do alto grau de detalhamento do desenho. Ele considerou os pacientes de alto risco seguindo o mesmo critério de Elmunzer, publicado no NEJM em 2012. 
- Pelo menos um critério maior: suspeita de disfunção de esfíncter de Oddi, história de pancreatite pós CPRE, esfincterotomia pancreática, esfincterotomia tipo precut, , ≥8 tentativas de canulação, dilatação pneumática de um esfíncter biliar intacto ou ampulectomia.
- Dois ou mais critério menores: mulheres &lt; 50 anos, história de pancreatite recorrente (≥2 x), ≥3
injeções de contraste no ducto pancreático com ≥1 injeção até a cauda,opacificação de ácinos pancreáticos ou escovado citológico no ducto pancreático.

Quanto ao desenho especificamente, ele tenta argumentar que já existem trabalho evidenciando menor risco de pancreatite em pacientes de alto risco, como você colocou, e também existe evidência na redução de pancreatite pós CPRE quando do uso global da indometacina. Talvez justamente por considerar as questões éticas da não administração de indometacina e tendo como um dos objetivos avaliar a capacidade de prevenção de pancreatite em pacientes com risco intermediário, ele tenha proposto esse desenho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Bruno. Obrigado pelo comentário.<br />
O estudo em questão está realmente interessante de ser lido pelo grande resumo contido nele referente ao tema, além do alto grau de detalhamento do desenho. Ele considerou os pacientes de alto risco seguindo o mesmo critério de Elmunzer, publicado no NEJM em 2012.<br />
&#8211; Pelo menos um critério maior: suspeita de disfunção de esfíncter de Oddi, história de pancreatite pós CPRE, esfincterotomia pancreática, esfincterotomia tipo precut, , ≥8 tentativas de canulação, dilatação pneumática de um esfíncter biliar intacto ou ampulectomia.<br />
&#8211; Dois ou mais critério menores: mulheres < 50 anos, história de pancreatite recorrente (≥2 x), ≥3
injeções de contraste no ducto pancreático com ≥1 injeção até a cauda,opacificação de ácinos pancreáticos ou escovado citológico no ducto pancreático.

Quanto ao desenho especificamente, ele tenta argumentar que já existem trabalho evidenciando menor risco de pancreatite em pacientes de alto risco, como você colocou, e também existe evidência na redução de pancreatite pós CPRE quando do uso global da indometacina. Talvez justamente por considerar as questões éticas da não administração de indometacina e tendo como um dos objetivos avaliar a capacidade de prevenção de pancreatite em pacientes com risco intermediário, ele tenha proposto esse desenho.
</p>
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		<title>
		Por: Bruno Martins		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigoscomentados/routine-pre-procedural-rectal-indometacin-versus-selective-post-procedural-rectal-indometacin-to-prevent-pancreatitis-in-patients-undergoing-endoscopic-retrograde-cholangiopancreatography-multicent/#comment-591</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2016 16:32:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bruno, fiquei com algumas dúvidas. Como ele classificou os pacientes como de alto risco? A maioria dos critério de alto risco podemos definir antes do procedimento (mulher, jovem, via biliar fina, episódios prévios de pancreatite, etc). Existem vários trabalhos mostrando o benefício da indometacina via retal pré-procedimento nestes casos. Acho inclusive meio antiético realizar um trabalho que não administre AINH nestes pacientes. A dúvida persiste se os pacientes de baixo risco também se beneficiariam, e acho que esse trabalho não respondeu essa pergunta. As comparações foram bizarras. Exemplo: comparar o grupo universal que recebeu indometacina (incluindo de baixo risco e de risco intermediário) versus pacientes estratificados como de alto risco, que receberam indometacina DEPOIS do procedimento e concluir que administrar pré-procedimento é melhor, é a mesma coisa que concluir que a aranha sem perna é surda!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bruno, fiquei com algumas dúvidas. Como ele classificou os pacientes como de alto risco? A maioria dos critério de alto risco podemos definir antes do procedimento (mulher, jovem, via biliar fina, episódios prévios de pancreatite, etc). Existem vários trabalhos mostrando o benefício da indometacina via retal pré-procedimento nestes casos. Acho inclusive meio antiético realizar um trabalho que não administre AINH nestes pacientes. A dúvida persiste se os pacientes de baixo risco também se beneficiariam, e acho que esse trabalho não respondeu essa pergunta. As comparações foram bizarras. Exemplo: comparar o grupo universal que recebeu indometacina (incluindo de baixo risco e de risco intermediário) versus pacientes estratificados como de alto risco, que receberam indometacina DEPOIS do procedimento e concluir que administrar pré-procedimento é melhor, é a mesma coisa que concluir que a aranha sem perna é surda!</p>
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