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	Comentários sobre: Estratégia diagnóstica integrada para estimar a profundidade de invasão de câncer gástrico precoce por endoscopia convencional e EUS	</title>
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	<description>O Jornal Endoscopia Terapêutica tem como objetivo compartilhar experiências da prática diária, além de prover atualizações e discussões sobre endoscopia digestiva.</description>
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		<title>
		Por: TECIO DE ARAUJO COUTO		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[TECIO DE ARAUJO COUTO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2016 17:37:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Particularmente acredito que o aspecto macroscópico deve ser considerado unicamente. 
Choi J, Kim SG, Im JP, Kim JS, Jung HC, Song IS. Comparação entre ultrassonografia endoscópica e endoscopia convencional para a previsão da profundidade de invasão tumoral em câncer gástrico precoce. Endoscopy. 2010; 42 :. 705-713]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Particularmente acredito que o aspecto macroscópico deve ser considerado unicamente.<br />
Choi J, Kim SG, Im JP, Kim JS, Jung HC, Song IS. Comparação entre ultrassonografia endoscópica e endoscopia convencional para a previsão da profundidade de invasão tumoral em câncer gástrico precoce. Endoscopy. 2010; 42 :. 705-713</p>
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		<title>
		Por: Renzo Feitosa Ruiz		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigoscomentados/artigo-comentado-estrategia-diagnostica-integrada-para-estimar-a-profundidade-de-invasao-de-cancer-gastrico-precoce-por-endoscopia-convencional-e-eus/#comment-400</link>

		<dc:creator><![CDATA[Renzo Feitosa Ruiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 04:43:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá Fernanda. Ótima pergunta. Veja , baseando-se  apenas nos dados do estudo supracitado, os autores recomendam que se houver dúvidas quanto a invasão ou não da submucosa, adotando-se os critérios sugeridos por eles como, bordas elevadas e irregularidade da superfície, o EUS deve ser realizado. Vimos que esse trabalho está cheio de vieses e que não há consenso na literatura sobre a necessidade ou não da realização de EUS nesses casos. Resumindo , acho que na prática devemos adotar a seguinte conduta : a lesão apresenta sinais de lesão avançada ? Se sim, o tto é cirúrgico , se não o EUS deve ser realizado. O EUS indica que a lesão é intramucosa ? Se sim, a mucosectomia estará indicada, se não a cirurgia estará indicada. Vc indicou a mucosectomia baseado no resultado do EUS, porém após o estudo anatomopatológico, a lesão não preencheu um dos critérios estendidos de ressecabilidade endoscópica de neoplasia gástrica precoce determinado pela Sociedade Japonesa, como por ex., lesão até 3cm, bem ou moderadamente diferenciada, sem invasão angiolinfática e com uma invasão da SM &#060; 500 micrometros. O que fazer ? Considere sua mucosectomia como sendo uma macrobiópsia e indique a cirurgia. Acho que a realização do EUS nesses casos é válida, pois pode evitar uma gastrectomia, e mesmo que o resultado do exame venha a se mostrar &#034;errado&#034; (a invasão foi subdiagnósticada), ainda há a possibilidade de indicar a terapia de resgate.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Fernanda. Ótima pergunta. Veja , baseando-se  apenas nos dados do estudo supracitado, os autores recomendam que se houver dúvidas quanto a invasão ou não da submucosa, adotando-se os critérios sugeridos por eles como, bordas elevadas e irregularidade da superfície, o EUS deve ser realizado. Vimos que esse trabalho está cheio de vieses e que não há consenso na literatura sobre a necessidade ou não da realização de EUS nesses casos. Resumindo , acho que na prática devemos adotar a seguinte conduta : a lesão apresenta sinais de lesão avançada ? Se sim, o tto é cirúrgico , se não o EUS deve ser realizado. O EUS indica que a lesão é intramucosa ? Se sim, a mucosectomia estará indicada, se não a cirurgia estará indicada. Vc indicou a mucosectomia baseado no resultado do EUS, porém após o estudo anatomopatológico, a lesão não preencheu um dos critérios estendidos de ressecabilidade endoscópica de neoplasia gástrica precoce determinado pela Sociedade Japonesa, como por ex., lesão até 3cm, bem ou moderadamente diferenciada, sem invasão angiolinfática e com uma invasão da SM &lt; 500 micrometros. O que fazer ? Considere sua mucosectomia como sendo uma macrobiópsia e indique a cirurgia. Acho que a realização do EUS nesses casos é válida, pois pode evitar uma gastrectomia, e mesmo que o resultado do exame venha a se mostrar &quot;errado&quot; (a invasão foi subdiagnósticada), ainda há a possibilidade de indicar a terapia de resgate.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Fernanda Santos		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigoscomentados/artigo-comentado-estrategia-diagnostica-integrada-para-estimar-a-profundidade-de-invasao-de-cancer-gastrico-precoce-por-endoscopia-convencional-e-eus/#comment-399</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 01:34:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dr. Renzo, minha pergunta é para o dia-a-dia do endoscopista. Se encontrar um tumor gástrico que tenha bordas elevadas e superfície irregular, este caso não deveria ser submetido a cirurgia de qualquer forma ?  Então qual o valor de predizer se esta acomentendo a submucosa ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. Renzo, minha pergunta é para o dia-a-dia do endoscopista. Se encontrar um tumor gástrico que tenha bordas elevadas e superfície irregular, este caso não deveria ser submetido a cirurgia de qualquer forma ?  Então qual o valor de predizer se esta acomentendo a submucosa ?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Matheus Franco		</title>
		<link>https://endoscopiaterapeutica.net/pt/artigoscomentados/artigo-comentado-estrategia-diagnostica-integrada-para-estimar-a-profundidade-de-invasao-de-cancer-gastrico-precoce-por-endoscopia-convencional-e-eus/#comment-398</link>

		<dc:creator><![CDATA[Matheus Franco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 23:01:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Renzo parabéns pela seleção deste artigo.
O tema é pertinente, e existe uma grande variação de resultados entre os trabalhos publicados.

Metanálise da Cochrane (Mocellin S et al. Cochrane Database Syst Rev. 2015) mostrou alta acurácia do estadimento do câncer gástrico com o EUS. Com resultados mostrando que o EUS foi capaz de diferenciar os tumores superficiais (T1 e T2) dos tumores avançados (T3 e T4) com sensibilidade de 86% e uma especificidade de 91%.

Por outro lado, metanálise com estudos asiáticos apenas (Pei Q et al. J Gastroenterol Hepatol. 2015) foi mais cautelosa na recomendação do uso do EUS, e revelou uma sensibilidade de 62% com especificidade de 78% no estadiamento SM com EUS. 

Acredito que o EUS não seja um exame indispensavél na avaliação do câncer gástrico precoce, porém pode fornecer informações valiosas nos casos duvidosos ou suspeitos de invasão submucosa, como bem mostrado no estudo apresentado por você.

Outros pontos que merecem atenção são a escolha de probes com alta frequência (idealmente igual ou superior a 20 MHz) e a experiência do ecoendoscopista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Renzo parabéns pela seleção deste artigo.<br />
O tema é pertinente, e existe uma grande variação de resultados entre os trabalhos publicados.</p>
<p>Metanálise da Cochrane (Mocellin S et al. Cochrane Database Syst Rev. 2015) mostrou alta acurácia do estadimento do câncer gástrico com o EUS. Com resultados mostrando que o EUS foi capaz de diferenciar os tumores superficiais (T1 e T2) dos tumores avançados (T3 e T4) com sensibilidade de 86% e uma especificidade de 91%.</p>
<p>Por outro lado, metanálise com estudos asiáticos apenas (Pei Q et al. J Gastroenterol Hepatol. 2015) foi mais cautelosa na recomendação do uso do EUS, e revelou uma sensibilidade de 62% com especificidade de 78% no estadiamento SM com EUS. </p>
<p>Acredito que o EUS não seja um exame indispensavél na avaliação do câncer gástrico precoce, porém pode fornecer informações valiosas nos casos duvidosos ou suspeitos de invasão submucosa, como bem mostrado no estudo apresentado por você.</p>
<p>Outros pontos que merecem atenção são a escolha de probes com alta frequência (idealmente igual ou superior a 20 MHz) e a experiência do ecoendoscopista.</p>
]]></content:encoded>
		
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